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Arquitectura Paisagista- Espaço

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M J

on 1 September 2012

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Transcript of Arquitectura Paisagista- Espaço

A Arquitectura Paisagista tenta promover a ligação

entre interior | | e exterior | | ESPAÇO arquitectura paisagista ESPAÇO é uma área e um limite tridimensional arquitectura paisagista quando mais frágil/fraco for o limite, mais forte é a área 2º princípio: 1º princípio: ESPAÇO é uma experiência de proporção (e não tanto de escala) 3º princípio: ESPAÇO arquitectura a forma como registamos o espaço varia com a experiência prévia 4º princípio: o espaço 'puro' não existe - o espaço só existe numa relação com o Homem


o espaço é último nível de abstracção
é o resultado de um processo mental espaço "puro" quebras o espaço "puro" Abrir as esquinas Abrir os limites Dar nova forma aos limites Criar espaço é um processo mental de completar componentes que podem ser entendidos de forma descontinua ou incompleta sugerir espaço - Definição do espaço através da demarcação de esquinas ou limites - Definição do espaço através da demarcação dos limites Ao tentarmos sugerir um espaço estamos perante um fenómeno espacial que não tem um limite claro sólido nem pontos cruciais.

Um (esquina, nicho, etc) não cria uma distinção clara entre 'dentro' e 'fora', pelo contrário, é simultaneamente dentro e fora, espaço de e de . espaço sugerido intimidade exposição introduzir uniformidade / marcação física de determinados pontos fortalece o efeito espacial sugerir espaço Espaço sugerido Espaço distinto Espaço distinto unidade de área marcação da esquina unidade de área +marcação da esquina 2 árvores/8 espaços 0-Situação existente 1-dois espaços distintos
2-dois espaços distintos
mas mais contidos 8-Espaço contínuo entre a rua
e a entrada 3-Um pequeno (quase privado) e um espaço maior, com carácter mais público 4-Separação entre zona
pública e semi-pública 5-Grande área, com carácter
público 6-Grande ênfase dada à entrada
do edifício 7-Grande espaço na extensão
da rua com marcação da
entrada do edifício Na os espaços estão relacionadas entre si através um elemento de ligação.

ligação - acessos
cada um dos espaços só pode ser lido em separado vs sequência espacial sequência gradação Na , encontramos vários tipos de espaço”encapsulados” uns nos outros.

O observador reconhece em simultâneo vários tipos de limite
O acesso perde a importância na forma de leitura do espaço gradação espacial Sequência espacial Gradação espacial espaço Limite fechado/denso Limite aberto FECHADO ABERTO espaço espaço Limite com abertura Limite transparente contexto e in Hall, Edward T.
"A Dimensão Oculta" distância íntima dimensão espacial distância (até cerca de 0.5 metros) distância pessoal (0.5 - 1.0 metro) distância social (1.0 - 5.0 metros) distância pública (5.0 - 7.0 a 10.0 metros) Distância normal em encontros com amigos e conhecidos. É permitida alguma intimidade de contacto, mas tende a ser estritamente limitada. Somente as pessoas com relações de grande proximidade – como pais e filhos ou casais – aceitam este grau de proximidade sem que se crie tensão. Distância normal em encontros com amigos e conhecidos. É permitida alguma intimidade de contacto, mas tende a ser estritamente limitada. Reservada por aqueles que actuam perante uma assistência. Respeitando a distância pública entre desconhecidos é um sinal claro de resistência espontânea à comunicação. Exemplo ocupação de uma clareira num Parque 1 lugar mais atractivo 2 limites que sugerem a
ideia de pequenos nichos 3 para manter a distância pública, ocupam o centro 4 começa-se a ocupar o
considerado espaço social 6 .... 7 ... espaço pessoal Campo de visão horizontal campo de visão humana Campo de visão vertical Vitruvius trabalhou com o ângulo de visão 30-35º A uma distância de 10m temos a capacidade de ver 6m ou

proporção de 5:3
ie, a proporção harmoniosa de 0.6 Relação de escala com a escultura Europeia proporção de 3:1 visão arquitectónica proporção de 2:1 visão escultórica visão de detalhe proporção de 1:1 A entre o observador e o limite não é uma relação recomendada para aplicar no uma vez que a relação com o céu é muito reduzida e dá a sensação de uma situação intransponível.


Pelo contrário, num , a mesma proporção pode evocar sensação de proteção e segurança, que pode ser desejável em pátios ou atriuns, etc proporção 1:1 espaço público espaço privado Proporção 1:1 espaços isolados espaço parece mais aberto proporção 1:1 espaços privados Limite luminoso Fortalecer o limite Densificar a base e desdensificar o topo Intercalar a altura - pérgola Enfatizar o topo Enfatizar o piso Colocação de mobiliário Alinhamentos na fachada proporção 1:1 Abertura periférica Banco periférico espaço fica mais contido espaço parece mais aberto espaço mais contido espaço mais contido diminui o impacto dos limites ideia de expansão proporção passa a 2:1 proporção 2:1 Proporção 2:1 Proporção 3:1 É uma proporção que não é recomendada para quando um espaço é vivido a partir do centro porque se volta a ter uma relação de 1:1 e de espaço isolado isolamento abertura Stephen Switzer, 1714-18 Stowe Garden Lancelot ‘Capability’ Brown, 1730-38 Proporção 4:1 a 6:1 espaços muito abertos Proporção superior a 6:1 liberdade Prospect Park Central Park luminosidade Frederick Law Olmsted
& Calvert Vaux, 1859- Frederick Law Olmsted
& Calvert Vaux, 1857- 1873 Cirencester Park criar/desenhar espaço VEGETAÇÃO factor tempo MODELAÇÃO Charles Jencks Landform, Galeria Nacional da
Escócia de Arte Moderna dentro fora limite Boxing |Jeff Wall | 2011 A Sudden Gust of Wind (after Hokusai), |Jeff Wall | 1993 criação de espaço 4 princípios arquitectura paisagista distância do observador relação com o objecto 5 anos 10 anos 20-30 anos Martin Creed | Work no. 785 (Japanese Maple, Persian Ironwood, Hornbeam, Apple and Oak)’ | 2007 Joao Gomes da Silva e Fernanda Fragateiro, Lisboa, 1998 Jardim das Ondas PROAP, João Ferreira Nunes, Carlos Ribas, 2004-2006 Entrada Poente do Parque do Mondego aterro escavação sulcalco
com muro talude declivoso talude com modelação suave aterro escavação aterro/escavação Taludes ausência de limites declive acentuado Modelação declive suave Hyde Park Kathryn Gustafson, 2008 'Towards Paradise' | Bienal de Veneza Boughton Park, Northamptonshire Kim Wilkie, 2007-09 Limites Cloister Garden | Michael Van Gessel |Holanda, 2006 – 2008 Cloister Garden | Michael Van Gessel |Holanda, 2006 – 2008 Cloister Garden | Michael Van Gessel |Holanda, 2006 – 2008 Nordic Dreams | 1:1 Landskab | França, 2008 Limelight | Meyer + Silberberg Landscape Architects |Reino Unido, 2003 Boundless Garden | Jane Sarah Bihr-De Salis | Suiça Moses Bridge | Ro&Ad Architects | Holanda Belvederes Drentsche Aa| Strootman | Holanda, 2008-2010 Playgrounds and Schoolyards | Nippaysage | Canadá, 2004- Froslovs Garden | Bbuk / Jonathan Bell | Suécia, 2008 – 2010 Froslovs Garden | Bbuk / Jonathan Bell | Suécia, 2008 – 2010 Wing Garden | Kuhn-Truninger Landschaftsarchitekten | Suiça Trinity College Quadrangle | Gh3 | Canadá, 2005-2007 Iidabashi Plano | Earthscape | Japão, 2009 Moses Bridge | Ro&Ad Architects | Holanda Áreas Espaço a partir da relação visual Os espaços contém em si a capacidade de evocar sensações e estados de humor diversos em cada um de nós clima
a hora do dia
a estação do ano occorrências temporárias passagem de 1 avião
um animal q aparece
o próprio estado de espírito da pessoa. tipo de material
orgânico/ mineral proporções que aplica no espaço público- relação que o observador estabelece com o objecto mas também com o céu. arquitectura paisagista Quanto maior for a proporção utilizada
maior é o impacto do céu
menor o impacto do projecto de arquitectura paisagista proporção 1:1 proporção 3:1 proporção 8:1 o céu não tem grande
impacto o céu é dominante o céu é ligeiramente
dominante Alturas e relação espacial destaque do elemento construído A relação do ponto de vista do observador com a altura de um muro até 1,5m - de espaço aberto
superior a 1,5m - isolamento, privacidade altura de 30-50cm - autonomia dos espaços mas relação com o contexto exterior Alturas e relação espacial altura de 70-100cm - clara separação de espaços mas não de isolamento altura superior a 150cm - sem relação espacial entre os diversos espaços criando 3 espaços autónomos Rhine Park| Atelier Loidl |
Duisburg, 2009 Rhine Park| Atelier Loidl | Duisburg, 2009
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