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Apresentação Final - 28.11.13. B

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on 12 March 2015

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Transcript of Apresentação Final - 28.11.13. B

Projeto de Graduação apresentado ao departamento de
Arquitetura e Urbanismo











Vitória - ES
2013
Universidade Federal do Espírito Santo
Como o ato de projetar um espaço e, consequentemente, seu produto resultante, o projeto em si, podem agregar valores que vão além de seus intuitos imediatos, básicos e previsíveis?
Assumindo a responsabilidade de transformação do meio, quais são as considerações que devem ser feitas imprescindivelmente pelo profissional que atuará com “o projetar”, o lançar de ideias adiante?
Ideias estas que ganharão formas, habitarão espaços e interagirão com os seres que o compõem
Orientadores:
Profª. Drª Karla do Carmo Caser
Prof. Me. Homero Marconi Penteado
o trabalho:
paisagismo
CONTRIBUIÇÕES ABRANGENTES
FUNCIONAIS
vivências e interações diversificadas
composição da paisagem
embelezamento do espaço
ambiente
confortável, agradável e atrativo
ambientais
sociais
econômicas
O Projeto:
Infraestrutura Verde
Jardins Filtrantes
(alagados construídos)
TIPOLOGIA
Wetlands
+
Manguinhos
SERRA- ES
Córrego Maringá
melhoria da qualidade da água
ESTUDO DE PRECEDENTES
tratamento de parte da água do Rio Sena
tratamento de parte da água do rio Huangpu
Parc du Chemin de L’Ile (Nanterre, França)
Houtan Park (Xangai, China)
O interesse pelo local
qualidade de vida
contato com ambiente natural
tradições locais
origens
Ativa
Associação de Moradores e Amigos de Manguinhos
aspecto bucólico
ruas em terra batida
tranquilidade
recanto
o nome
os mangues
Praia da Chaleirinha
Código Florestal Brasileiro
APP (área de preservação permanente)
Lei 12.651, 25/05/1 ; Lei 12.727, 17/10/12
dimensões de faixa marginal:
30 m
cursos d'água de menos de 10 (dez) metros de largura
( . . . )
entulhos | ocupação marginal
despejo de efluente | entulhos | ocupação marginal
cercamento de margens | despejo de esgoto
entulhos | resíduos | aguapés
mau planejamento urbano
falta de infraestruturas
falta de fiscalização
INTERFERÊNCIAS NEGATIVAS
degradação ambiental
dificuldades de mobilidade

insegurança
ASPECTOS CARACTERIZADORES
características ambientais originais
risco à saúde
BALNEABILIDADE
PROJEO PARQUE
surge apresentando estratégias
lazer infantil
elementos característicos do lugar
ressaltar
valor dado às origens
raiz
figurado
biológico
gestualidade natural do elemento
inserção
CONCEITO
Ao observar as dimensões relacionadas ao objetivo central do projeto,
destaca-se em uma perspectiva ampliada:
a qualidade do ambiente natural
questão 1
elemento
necessidade de tratamento e os meios utilizados para isso
vegetação
água
?
raiz
questão 2
questão 3
estirpe da planta
sustentação
permanente contato com o solo (lugar de origem)
estrutura
reconhecimento das raízes humanas
origem do indivíduo
indivíduo | essência existencial
manutenção e sustentação
aproximação
reconexão
reintrodução
O Partido
fauna local
O Mangue
raízes extremamente expressivas
elemento caracterizador
Parque da Gleba E (Barra da Tijuca - RJ)
Ecogênese - processo de restauração de um ecossistema degradado, ou parte dele, restituindo-lhe as condições mais próximas das originais (CHACEL, 2004)
Parque Mangal das Garças (Belém - PA)
Reestabelecimento das características ecológicas oriundas do lugar, sobressaindo ao gesto paisagístico a incorporação do olhar conservacionista e preservacionista.
às margens do Rio Guamá
zona perimetral da Lagoa da Tijuca
O Projeto:
estratégias de composição dos espaços como paisagem
Investigações:
ESTUDO DE PRECEDENTES
recuperadores de águas poluídas
propriedades naturais
(espécies de plantas)
recuperação de mananciais degradados
tratamento de efluentes antes do descarte final
água de chuva
águas
servidas
águas oriundas de processos
industriais
preparação paisagística da área que irá receber o efluente
demanda
tipo de efluente
(PHYTORESTORE BRASIL, 2012)
finalidade do direcionamento
Constituir valiosos espaços públicos
Manutenção ou reconstrução de meios úmidos diversificados
Flora e Fauna local
Centro de tratamento de água aberto ao público
Funções de lazer e educacionais
IMPLANTAÇÃO
O processo:
tratamento completamente natural (sem acréscimo de químicos)
3
estágios de filtragem ( jardins)
+
gradeamento duplo
captado
tanque de aeração
(retenção de sólidos)

implantação
Custos:
funcionamento
projeto de paisagismo decorativo
30% mais baixo do que o custo de implantação de uma unidade convencional de tratamento de água.
entre 10% e 20% do custo de uma estação convencional;
baixíssimo consumo elétrico;
simples manutenção.
não utiliza produtos químicos;
(JARDINS..., 2011)
=
(tratamento da turbidez)

retirados sólidos em suspensão, gorduras e hidrocarbonetos
1º jardim filtrante
2º jardim filtrante
3º jardim filtrante
(tratamento de organismos patogênicos)

eliminando germes,
bactérias e vírus
(aeração da água)

nível de oxigênio aumentado
direcionamento final
p/ melhoria da qualidade da água de um manancial: o efluente tratado retorna ao corpo d’água, diminuindo por diluição as taxas de poluições.
TERRENO:
características físicas e geográficas
Condições de implantação e aplicabilidade:
sem limitações
indicadas áreas mais planas (leve declividade)
evitar custos com terraplanagem
lençol freático abaixo de 2 metros de profundidade
evitar danos nas tubulações e invasão de água externa
Frassignes (2012)
EFLUENTE:
água doce, salina e salobra
Volume de Efluente Tratado (L)/ Área de Jardim Filtrante (m²):
100L/m², para esgoto domiciliar;
47,77L/m², despoluição de manancial.
verificar grau de salinidade
Phytorestore Brasil (2012)
apresentará especificamente a aplicação de um sistema de tratamento de efluentes .
contexto de intervenção
sudoeste - nordeste
afluentes
planície litorânea
características do lugar
possibilidade de reintrodução dos Mangues
salinidade
coletas de água em pontos distintos do percurso do córrego
vegetação de transição
Samambaias do Mangue
O Programa:
intenções de projeto + caracterização do local+ identificação de necessidades
funções, atividades e usos
áreas voltadas para a implantação dos jardins filtrantes + área de aproximação e reconhecimento
áreas de reintrodução de mangues + área de aproximação do usuário
áreas de entradas principais do parque
áreas internas acolhedoras
áreas de encontros, descontração e lazer
áreas de promoção de eventos
áreas direcionadas à manutenção de habitats de goiamuns
áreas de contato físico e visual com o mar
áreas edificadas
abertura e integração do parque com seu entorno
interligação entre o centro da vila antiga e a Praia da Chaleirinha
espacialização do programa
Visando constituir um espaço de qualidade, considera-se a visão de Norberg-Schulz quanto à produção projetual, sobre a qual revela a necessidade de se pensar espaços com o intuito de criar lugares com significados, buscando satisfazer os anseios psíquicos do homem, levando-o a se identificar com o ambiente, “experimentando-o como significativo”, “estabelecendo relações de afeição com o meio” e, por consequência, elevando o conceito de espaço a lugar (Norberg-Schulz, 1980, apud FARAH, 2008). Também nesta linha, Lynch associa o ambiente urbano harmonioso com o prazer na vida cotidiana, relacionando-o à percepção ambiental, ao caráter físico das sensações, aos estímulos dos sentidos e à comunicação simbólica (Lynch, 1997, apud FARAH, 2008).
evidenciar os aspectos caracterizadores que de imediato sobressaem
Camadas do Projeto:
edificados | áreas livres.
limite total da área | limite marginal |
percurso do córrego
área total | vegetação mantida;
corpo d’água existente | corpos d’água propostos |
percursos traçados | regiões (in)acessíveis | permeabilidade do espaço
vegetação inserida | densidade no espaço
Representação de conformação da entrada principal, destacando a paginação de piso, espécies vegetais e mobiliário.
Representação de subespaços do setor 6, como bosque de aroeira, decks de
aproximação com o córrego, anfiteatro e mangues.
INTERAÇÃO AV. C. ABEL DE ALMEIDA e ÁREA - tratamento viário | faixa de pedestre elevada | traffic calming
RELAÇÕES PARQUE x ENTORNO - conexão Vila antiga - núcleo original - Praia da Chaleirinha
PANORÂMA GERAL | DISPOSIÇÃO - jardins filtrantes | mangue | toda área potencial
nas proximidades da ponte destacam-se...
-áreas de praças
-trecho viário elevado
-relação Jardim Filtrante x entrada parque
- pomar
destaque para:
-Edificados
-Jardins Filtrandes 2ª e 3ª etapa
-Áreas de reintrodução de mangues
-Praças internas
-Anfiteatro
-Bosques de aroeira e mangue
-redário
-playground
-eventos
-conexão com o mar
panorâma geral | massas de vegetação | relação com relevo do entorno | perfil edificado proposto
trecho viário elevado | paginação diferenciada | conexão lados da via| unidade do espaço
desenho | fluidez | linguagem | organicidade
relação: jardim filtrante x entrada | início processo tratamento água - captação e direcionamento
espécies de vegetação | marcando entrada | início do direcionamento percursos internos | configuração 1º subespaços
diversidade vegetação: porte | textura | gestualidade | cores | perfumes | sabores
combinações | composições : mantida e proposta
pomar | potencial da área | árvores frutíferas | percurso água em tratamento
percursos elevados | ligações entre margens | estruturas de aproximação |limitações contato homem x ambiente | decks | contato visual entre margens
vegetação: mantida e inserida | arbustivas aquáticas | marcos de entrada e do espaço | contato visual entre margens | aproximação mangues | árvores frutíferas porte desenvolvido | perbeabilidade visual espaço externo x interno | convite | iluminação
elemento histórico | ponta dos fachos | pesca da lagosta
praças internas | recantos | intimistas | delimitações naturais | diversidade espécies| variações espaços sombreados e ensolarado |
planos de percurso: terra batida | ruas locais | bancos lineares | braços e raízes | emergir submergir | assentos informais
dinamizadores | relocação desapropriações | diretrizes | não barreiras | visualmente permeáveis | residencial, comércio, serviço, suporte | decks multinível
preservação vegetação existente | entradas acessíveis | contato visual Jardins Filtrantes
ecossistema característico | estuário do Córrego Maringá | influência das variações de marés
foz do córrego | vegetação remanescente
importância | reciclagem nutrientes |base cadeia alimentar marinha |pesca | proteção da costa
relação volume edificado x área externa | pé direito ampliado | mezaninos | ampliar visuais
relação volume edificado e área de parque | assentos informais | arbustivas aquáticas | tratamento d'água
edificado | árvores preservadas | acessos rampas e escadas | decks multiníveis | assentos informais
relação edificado e jardim filtrante | arbustivas aquáticas | percursos elevados | mangues | contato usuário
anfiteatro | estrutura em níveis | retornos das águas | interação público | decke | abertura perspectiva
bosque aroeira | espécie restisga | gestualidade | movimento |ramificações | densidade folhagens | iluminação filtrada
bosque de aroeira | anfiteatro | mesas | bancos | pedras | deck | relação visuais entre margens | percursos elevados
3º módulo | acessos entre edificações | estacionamento | aterro | nível calçada | canteiros laterais | bloqueio visual | transição suave | canteiros escalonados
interação visual | área edificada e parque | ausência de bloqueios | vegetações rasteiras | artustivas | árvores grande porte
níveis do terreno | influência de maré | área potencial | aproximação |usuário fisicamente envolvido
redário | coqueiros mantidos | pergolado | balizadores | limitando habitat fauna
estacionamento | canteiro escalonado
presença mangue intensificada | percurso elevado bosque | ligação entre margens
redário | banco | braço do deck | emerge no solo | pedras | restinga | mangue
equipamentos de lazer infantil | caráter lúdico | movimento | gestualidades | materiais | redes | cordas | mastros | planos de madeira
área reclusa | diversidades ambiental | lama | areia | equipamentos de lazer infantil | caráter lúdico | delimitações | balizadores | bancos | espaços de interação
Conclusão:
jardins filtrantes | caráter ambiental e educacional |
lugares com significados
relações de afeição com o meio
comunicação simbólica
identidade do espaço
Um banho de natureza
no movimento das árvores
no retorno das águas
na manhã de fortes ventos
Não sou mais de carne
mas de cascas e de ciste
de eucalipto e de espuma

Um cosmo labora
meu presente.

[Jean – Luc Pouliquen]
concluo ressaltando a aplicabilidade dos Jardins Filtrantes, destacando seu caráter ambiental e educacional, assim como a constituição da identidade do espaço por meio da comunicação simbólica, potencializando as relações de afeição do homem com o meio, ao buscar criar lugares com significados.
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