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SUMARIZAÇÃO, RESUMO E RESENHA

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by

Elaine Hoffmann

on 12 November 2016

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Transcript of SUMARIZAÇÃO, RESUMO E RESENHA

SUMARIZAÇÃO
RESUMO
RESENHA

O QUE É SUMARIZAÇÃO?
CARACTERÍSTICAS DA SUMARIZAÇÃO

Com a evolução da política da humanidade,
dois valores fundamentais consolidaram o ideal democrático: a liberdade e a igualdade, valores que foram traduzidos como objetivos maiores dos seres humanos em todas as épocas. Mas os avanços e as conquistas populares em direção a esses objetivos nem sempre se desenvolveram de forma pacífica. Guerras, destruições e enforcamentos de reis e monarcas, revoluções populares e golpes de Estado marcaram a trajetória da humanidade em sua
busca de liberdade e igualdade.
Conforme o objetivo que temos em mente podemos sumarizar o texto levando em consideração alguns aspectos e deixando outros de lado.
(Percorrendo a casa)
Conforme a ABNT
há, basicamente, três
tipos de resumo.
Você sabe quais
são?
Resumo:
apresentação
concisa dos pontos relevantes de um documento.
Resumo informativo:

Informa ao leitor finalidades,
metodologia, resultados e conclusões
do documento, de tal forma
que este possa, inclusive,
dispensar a consulta
ao original.
RESUMO INDICATIVO

Indica apenas os pontos principais do documento, não apresentando dados qualitativos,
quantitativos, etc. De modo geral, não dispensa a consulta ao original.
RESUMO INDICATIVO
TEMA/ASSUNTO
OBJETIVO/METODOLOGIA
RESULTADOS/ CONSIDERAÇÕES
Mãos à obra!
Elementos da resenha
Resenha é uma produção textual, por meio da qual o autor faz uma breve apreciação, e uma descrição a respeito de acontecimentos culturais (como uma feira de livros, por exemplo) ou de obras (cinematográficas, musicais, teatrais ou literárias), com o objetivo de apresentar o objeto (acontecimento ou obras), de forma sintetizada, apontando, guiando e convidando o leitor (ou espectador) a conhecer tal objeto na integra, ou não (resenha crítica).
Uma resenha deve conter uma análise e um julgamento (de verdade ou de valor).

ÉTICA DO RESENHISTA
Conhecimento completo da obra;
conhecimento do conteúdo de que trata o livro resenhado e do método utilizado pelo autor;
distinguir o essencial do supérfluo;
fidelidade ao pensamento do autor, respeitando a sua pessoa e as suas intenções;
fazer críticas com argumentações coerentes.

DICA
REVISAR O PRÓPRIO TEXTO
Tenha em mente o projeto de texto a que você se propõe.
Confira se o texto flui ponto a ponto.
Corte o que for irrelevante.
Não omita informações; não exagere nos detalhes.
Não insista em fatos de que o leitor já disponha.
Não desvie do assunto.
Veja se os trechos não devem ser distribuídos noutro
ponto do texto.
Não repita conectores, muitos “que” para iniciar
explicações ou restrições a termos já expostos.
Busque palavras com sentidos apropriados ao tema.
Faça revisão gramatical do texto. TRÊS VEZES, pelo menos.

É um processo mental que sempre ocorre durante a leitura de um texto, mesmo quando não produzimos um resumo oral ou escrito. Algumas coisas ficam guardadas em nossa memória, outras são apagadas. Por quê?
Apagamento de conteúdos facilmente inferíveis
a partir de nosso conhecimento de mundo.
Apagamento de sequência de expressões que indicam
sinonímia ou explicação.
Apagamento de exemplos.
Apagamento de justificativas de afirmação.
Apagamento de argumentos contra a posição do autor.
Reformulação das informações, utilizando
termos mais genéricos. (ex: homem, gato,
cachorro = mamíferos.
BRIGAGÃO, Clovis; RODRIGUES, Gilberto. Globalização a olho nu. São Paulo: Moderna, 1998.
OBJETIVOS NA SUMARIZAÇÃO
O que podemos depreender sobre o processo de sumarização a partir dessa atividade?
Então a sumarização seria o primeiro passo para produzir o resumo?
RESUMO CRÍTICO OU RESENHA


Resumo redigido por
especialistas com análise crítica
de um documento. Também
chamado de resenha.

Alfabetização e letramento no cenário escolar: compreensões
de gestores educacionais
A pesquisa “A compreensão do letramento nas novas gestões educacionais” foi realizada com gestores educacionais responsáveis pelos anos iniciais do EnsinoFundamental de seis municípios de Santa Catarina. O objetivo deste artigo é compreender a concepção de linguagem que fundamenta a implantação do Ensino Fundamental de nove anos. O instrumento de coleta de dados foi a entrevista narrativa. Dos enunciados, depreende-se que letramento e alfabetização são compreendidos dicotomicamente, o que implica o fazer pedagógico e nele o papel do professor e a organização curricular. Há também uma inquietude quanto ao ensino da leitura e da escrita no primeiro ano.
Palavras-chave: Alfabetização. Ensino de segundo grau. Leitura. Escrita.
PERSPECTIVA, Florianópolis, v. 28, n. 2, 509-540, jul./dez. 2010
Ops! Já chegou a nossa vez de novo!
Afinal de contas, resumo e resenha não são a mesma coisa?
Inúmeros tipos de textos se caracterizam por apresentar informações selecionadas e resumidas sobre o conteúdo de um texto. Outros, além
de apresentar essas informações, também apresentam comentários e avaliações. Os primeiros são resumos e os segundos são resenhas. (MACHADO; LOUSADA; ABREU-TARDELI, 2004, p. 15)
Que foi? Eu estudo, sabia?
Parte descritiva

Parte com resumo do conteúdo da obra.

Comentário + julgamento

Nome do autor
Título obra
Nome da editora
Local e data de publicação
Indicação sucinta do assunto da obra
Ponto de vista do autor.
Resumo com as partes essenciais
do texto.

Comentários e julgamentos do
resenhador sobre as ideias
do autor e valor da obra.

Fonte: http://www.infoescola.com/redacao/resenha/.
Acesso em: 16/10/2016
http://www.artnet.com.br/gramsci/arquiv283.htm
Pra mim tá bem simples, mas será que rola um exemplo para ajudar os colegas?
Resuma as principais etapas do texto lido.
Para isso, apóie-se no esquema abaixo:

O filme/livro/artigo de ... (nome do autor)

O evento/livro/artigo divide-se em...

A seguir:

Finalmente/O autor conclui:

Quando terminar, PARE
Personalidade na escrita
Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis.
(Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas)


Estou aqui com a alma lavada e enxaguada de indignação por esse atentado covardista e crapulento!
(Dias Gomes – O Bem Amado)

Mas, CUIDADO com...

O AFETADO – Quer passar a imagem de que está em sintonia com as ideias da moda, daí sobrecarregar o discurso com frases de efeito, mas que o conectem a uma certa identidade ou tendência. Exemplo são os estrangeirismos ou expressões vazias de sentido.

O ARROGANTE – É o texto de quem banca o sabe-tudo. Não importa a eficácia da mensagem mas a construção de uma imagem de domínio do assunto, qualquer que seja ele. Daí textos que ao mesmo tempo transpiram sapiência técnica e tratam o leitor como um ser inferior.

O BACHARELESCO - Estilo academicista, diz o simples de modo complicado. Confunde clareza com falta de precisão. Trata tudo com formalidade, mesmo o insignificante e o senso comum. Mas o leitor nem sempre é outro acadêmico.
O CONFUSO – Texto truncado, sem encadeamento lógico de ideias, revela alguém a ignorar que o modo de apresentar os fatos já é, em si, um argumento. Repetições e raciocínios truncados: uma observação particular é seguida por uma geral e de depois retoma aspectos particulares.

O PICARETA – Falso criativo, não entrega o que promete. Trabalha com valores consagrados, criando uma espécie de texto “curinga” repleto de valores inquestionáveis que se adaptam a qualquer redação. Sábio o bastante para dizer coisas que significam tudo e nada.

O SUBALTERNO – A linguagem é burocrática e vaga, não assume compromissos nem responsabilidades, pois teme a hierarquia e as instâncias de poder superior. Evita correr riscos pelo leitor, por isso não o surpreende.

O TÍMIDO - Texto burocrático, cheio de clichês, que mostra falta de familiaridade com outras soluções de escrita: tende a moldar a mensagem a fórmulas conhecidas. O texto trai um redator hesitante, de raciocínio sequencial, pouco criativo, crítico consigo mesmo ao escrever.

O VERBORRÁGICO – Com frases longas, empoladas, enfileiradas, acredita que do contrário seria tomado por simplório. A erudição forçada e a preocupação excessiva com a estruturação das frases traem a fragilidade de conteúdo. A linguagem se torna pouco clara, inclusive a um leitor técnico.
Será que a gente pode ir pra casa agora? Tô com fome!
Otilia Lizete de Oliveira Martins Heinig
Elaine Hoffmann
OS PERFIS DE TEXTO QUE MAIS AFUGENTAM
O LEITOR
REFERÊNCIAS
FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo (SP): Ática, 2007.

MACHADO, Ana Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELI, Lília Santos. Resenha. São Paulo (SP): Parábola Editorial, 2004.

Revista Língua Portuguesa. Ano 4, n° 57, julho de 2010.

__________________. Ano 4, nº 51, janeiro de 2010.

http://www.artnet.com.br/gramsci/arquiv283.htm. Acesso em: 15/10/2016.

http://www.infoescola.com/redacao/resenha/. Acesso em: 16/10/2016.
http://www.ufjf.br/eticaefilosofia/files/2009/08/16_2_lopes.pdf
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