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MOTIVAÇÃO

COMPLETO
by

Ana Carolina Giglio

on 18 November 2015

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Transcript of MOTIVAÇÃO

Myers, D. G. Cap 12, p.330
MOTIVACÃO
MOTIVAÇÃO E TRABALHO
Perguntar o que te motiva a fazer algo é um modo de perguntar o que causou o seu comportamento.
Motivação é uma NECESSIDADE ou DESEJO que mobiliza um comportamento e o DIRECIONA para um objetivo. Assim como a inteligência, é um conceito HIPOTÉTICO.
A MOTIVAÇÃO POSSUI 4 IMPORTANTES ASPECTOS:
fome
sexo
pertencimento
realização no trabalho
1
2
3
4
COMO OS PSICÓLOGOS TÊM ENTENDIDO A MOTIVAÇÃO?
Baiscamente sob 4 perspectivas:
TEORIA DA REDUÇÃO DO IMPULSO
PERSPECTIVA EVOLUCIONISTA
TEORIA DA EXCITAÇÃO
HIERARQUIA DAS NECESSIDADES
INSTINTOS e PSICOLOGIA EVOLUCIONISTA
No início do século XX, enquanto a teoria de Charles Darwin se expandia, tornou-se comum classificar todos os tipos de comportamento como INSTINTOS.
Com tempo, para classificar um comportamento complexo como instinto, tornou-se necessário que ele apresentasse um padrão fixo em uma especie e que não fosse aprendido.
O comportamento humano exibe certas características inatas, porém a maioria dos psicólogos vê o comportamento humano como orientado por necessidades fisiológicas e desejos psicológicos.
A teoria da motivação do instinto foi substituída pela:
É a ideia de que uma necessidade fisiológica cria um estado de EXCITAÇÃO que IMPULSIONA o organismo a reduzir tal necessidade. Via de regra, quando aumenta a necessidade fisiológica, aumenta também o impulso psicológico.
A finalidade fisiológica da redução do impulso é a homeostase.
Manutenção de um equilíbrio interno ante as condições do meio externo!
HIERARQUIA DE MOTIVOS
NECESSIDADES FISIOLÓGICAS
Necessidade de satisfazer fome e sede;
NECESSIDADE DE SEGURANÇA
Necessidade de sentir que o mundo é organizado e previsível; necessidade de sentir-se seguro;
Necessidade de amar e ser amado; pertencer e ser aceito; aliviar a solidão e a alienação;
NECESSIDADE DE PERTENCIMENTO E AMOR
NECESSIDADE DE ESTIMA
Necessidade de realização, competência, independência, reconhecimento e respeito por parte dos outros;
Necessidade de viver o potencial pleno e único da pessoa.
NECESSIDADE DE AUTO-REALIZAÇÃO
HIERARQUIA DE NECESSIDADES DE MASLOW
Nosso comportamento é determinado não só por NECESSIDADES, mas também pelos INCENTIVOS: estímulos positivos que nos atraem ou repelem.
EX: a atração pelo dinheiro pode nos mobilizar independentemente de qualquer necessidade
Quando a NECESSIDADE e o INCENTIVO estão presentes no mesmo momento, nos sentimos fortemente impulsionados!
EX: uma pessoa com fome [necessidade] sente um impulso muito maior de comer quando sente o cheiro da comida [INCENTIVO].
EXCITAÇÃO ÓTIMA
Mas somos muito mais do que sistemas homeostáticos.
Alguns comportamentos motivacionais aumentam a excitação, ao invés de reduzí-la.
Mesmo com todas as necessidades fisiológicas satisfeitas, nos sentimos impulsionados a experimentar estimulação. Sem estímulo nos sentimos entediados e procuramos um modo de aumentar a excitação até um NÍVEL ÓTIMO. Mas o aumento em demasia pode gerar estresse e, portanto, tendemos a procurar um meio termo.
Abraham Maslow [1970] descreveu a motivação partindo do pressuposto de que algumas necessidades têm prioridades sobre outras.
A hierarquia de Maslow é arbitrária - não é universalmente fixa.
Uma vez que nossas necessidades mais BÁSICAS são satisfeitas, somos impulsionados a satisfazer as de NÍVEL SUPERIOR.
OBS:
1
fome
Fisiologia da fome
GRELINA: hormônio secretado pelo estômago vazio, que dá sensação de fome.

INSULINA e GLUCAGON: hormônios liberados pelo pâncreas. Controlam a glicose no sangue.

OREXINA: hormônio desencadeante da fome, secretado pelo hipotálamo.

LEPTINA: proteína secretada pelas células adiposas; quando abundantes fazem o cérebro aumentar o metabolismo e diminuir a fome.

PYY: hormônio do aparelho digestório que reduz a sensação de fome.
pertencimento
3
4
sexo
2
realização no trabalho
fome
1
[
TEORIA DA REDUÇÃO DO IMPULSO
HIPOTÁLAMO
Dentre outras funções, o hipotálamo possui dois centros de regulação da fome:

os hipotálamos laterais
o hipotálamo ventromedial
*
*
Experimentos feitos com ratos demonstraram que ao estimular a região dos hipotálamos laterais, animais bem alimentados começam a comer. Já quando área ventromedial do hipotálamo é estimulada os ratos param de comer.
O ser humano controla sua fome e o peso corporal de maneira semelhante à dos ratos: por meio do controle da ingestão, da energia gasta e da TAXA METABÓLICA BASAL.
Tendemos a manter o chamado PONTO DE EQUILÍBRIO.
Pesquisadores da área não acreditam que o corpo tenha um ponto de equilíbrio exato que impulsione a fome. Acreditam que mudanças lentas e constantes no peso corporal podem alterar o ponto de equilíbrio.
Isso nos leva ao estudo da PSICOLOGIA DA FOME
PSICOLOGIA DA FOME
De fato a fome tem um fator desencadeador fisiológico, porém, também é impulsionada por atores psicológicos que também a impulsionam.
Experimentos demonstram que conforme nossa FOME DIMINUI, nosso COMPORTAMENTO ALIMENTAR MUDA e mastigamos MAIS vezes os alimentos. Quanto melhor o sabor do alimento, menos tempo o mantemos na boca.
Nossas preferências por determinados sabores, são genéticas, universais e ambientais [condicionadas]
Quando estamos tristes ou deprimidos, sentimos mais vontade de comer doces ou alimentos ricos em amidos e carboidratos, que aumentam os níveis de serotonina;
Pessoas a quem foram dados alimentos muito salgados, desenvolvem gosto pelo excesso de sal;
Alimentos ingeridos pelas pessoas pouco antes de adoeceram, tornam-se aversivos a elas.
*
*
*
Tanstornos Alimentares
As influências psicológicas sobre o comportamento alimentar fica ainda mais evidente quando um motivo pela magreza prevalece sobre as pressões homeostáticas normais.
Anorexia nervosa
Transtorno caracterizado por forte restrição alimentar e grave distorção da imagem corporal. Normalmente se desenvolve na adolescência e a prevalência é maior entre as meninas. O peso da pessoa cai muito abaixo do normal [cerca de 15% do limite inferior].
Bulimia Nervosa
Transtorno caracterizado por episódios de COMPULSÃO ALIMENTAR, seguidos de algum método de PURGAÇÃO como vômitos, remédios para emagrecer, jejum ou exercícios físicos exagerados.

O emagrecimento pode não ser tão intenso quanto no caso da anorexia, porém, as consequências dos métodos purgativos podem ser graves.

A maioria dos pacientes nessas condições são mulheres, e quase sempre no final da adolescência ou na faixa dos 20 anos.
Cerca de metade das mulheres que sofrem de bulimia sofrem também dos sintomas da anorexia.
]
Muitas vezes as famílias das pessoas que sofrem de um transtorno alimentar compõe um ambiente propício para o desenvolvimento da doença.
A GENÉTICA também pode influenciar a suceptibilidade aos transtornos alimentares.
Estudos com gêmeos demonstrou que se forem idênticos, os irmãos tem maior probabilidade de compartilhar o transtorno entre si se compararmos com gêmeos fraternos.
A influência CULTURAL é muito importante para o fato da anorexia e a bulimia ocorrerem principalmente nas mulheres e nas culturas preocupadas com o peso.
Algumas culturas dizem às pessoas, de inúmeras formas, que 'ser gordo é ruim' e motiva as mulheres a conquistarem um corpo magro e 'perfeito'.
MOTIVAÇÃO SEXUAL
2
DOS ASPECTOS DA MOTIVAÇÃO:
Nossa alimentação é influenciada pela FOME e também pelo SABOR.
O ideal de corpo varia entre as culturas e através do tempo. Nos últimos 50 anos o aumento drástico de relatos de auto-imagem negativa coincidiu com o aumento de casos de transtornos alimentares entre as mulheres nas culturas ocidentais.
É a maneira inteligente de a natureza fazer as pessoas procriarem, possibilitando a sobrevivência da espécie.
Assim como a fome, a excitação sexual depende da influência recíproca de estímulos internos e externos!
Pesquisas realizadas na década de 60 revelaram um CICLO DE RESPOSTA SEXUAL dividido em quatro estágios [semelhantes entre homens e mulheres]:
Ciclo de resposta sexual:
fase de excitação


fase de platô

orgasmo
fase de resolução

Nos homens a fase de resolução é seguida por um PERÍODO REFRATÁRIO, no qual uma excitação sexual ou orgasmo são impossíveis de ocorrer.
HORMÔNIOS E COMPORTAMENTO SEXUAL
Os hormônios sexuais têm 2 efeitos:
controlar o desevolvimento das características sexuais masculinas e femininas
ativar o comportamento sexual
Os hormônios influenciam com MENOS RIGOR o comportamento sexual humano em comparação aos outros mamíferos. [Na ovulação, o comportamento sexual das mulheres é apenas ligeiramente maior do que em outras épocas!]
A sexualidade das mulheres pode ser mais responsiva aos níveis de TESTOSTERONA do que aos de estrogênio.
Se o nível de testosterona da mulher cair, o interesse sexual dela também pode diminuir.
Já no homem, a flutuação normal dos níveis de testosterona tem pouco efeito sobre o impulso sexual. Na verdade, a oscilação nas taxas de hormônios masculinos são em parte uma RESPOSTA à estimulação sexual!
Apesar das pequenas oscilações hormonais terem pouco efeito sobre o comportamento sexual das pessoas, as grandes alterações exercem efeitos bastante significativos.
EX: puberdade
período no qual ocorre repentino aumento da taxa de testosterona nos meninos; o que explica o aumento do interesse por namorar e sentir estimulação sexual na adolescência.
A PSICOLOGIA DO SEXO
Assim como a fome, a motivação sexual depende também de estímulos externos.
Estudos revelam que homens e mulheres ficam excitados quando vêem, ouvem ou lêem material erótico; entretanto, com a exposição repetida a resposta emocional a qualquer estímulo erótico diminui.
O CÉREBRO é o nosso órgão sexual mais significativo e, portanto, os ESTÍMULOS IMAGINADOS também influenciam a excitação sexual.
A maturação que ocorre ao longo da ADOLESCÊNCIA cria uma dimensão sexual para as identidades emergentes. Além disso, a CULTURA também influencia a expressão sexual, como se nota pelas diferentes taxas de relações sexuais e gravidez na adolescência!
Alguns dos fatores que contribuem para que ocorra a gravidez na adolescência são:
IGNORÂNCIA
CULPA EM RELAÇÃO À ATIVIDADE SEXUAL
COMUNICAÇÃO MÍNIMA SOBRE O CONTROLE DE NATALIDADE
USO DE BEBIDA ALCÓLICA
NORMAS DE PROMISCUIDADE DESPROTEGIDA NA MÍDIA
O das relações sexuais sem proteção agravou não só o número de adolescentes grávidas mais também o de DST. [Mais de 65% das novas infecções ocorrem em pessoas abaixo dos 25 anos]
Um estudo longitudinal americano demonstrou que alguns adolescentes adiam com mais frequência a iniciação sexual. Alguns dos preditores da restrição sexual são:
Inteligência [pontuação mais elevada nos testes de inteligência];
Religiosidade;
Participação em programas de aprendizagem de prestação de serviços;
ORIENTAÇÃO SEXUAL
É a atração sexual duradoura por pessoas do mesmo sexo ou de sexos diferentes.
As culturas variam em relação à suas atitudes en relação à homossexualidade, mas ela persiste.
Como se sente um HOMOSSEXUAL numa CULTURA de HETEROSSEXUAIS?
?
?
Devido ao PRECONCEITO que normalmente sofrem, é comum os homossexuais LUTAREM CONTRA suas orientações sexuais, IGNORAREM seus DESEJOS ou tentarem MUDAR.
A maior parte dos psicólogos considera que a orientação sexual não é escolhida ou alterada intensionalmente.
Mas então, o que DETERMINA a orientação sexual?
Evidências vinculam a orientação sexual a influências genéticas, hormônios pré-natais e estruturas cerebrais.
1. DIFERENÇAS CEREBRAIS
Grupo de células hipotalâmicas são maiores em homens heterossexuais do que em mulheres heterossexuais e homens homossexuais;
2. INFLUÊNCIAS GENÉTICAS
A orientação sexual compartilhada é maior entre gêmeos idênticos do que entre os fraternos;

A atração sexual em machos de mosca-das-frutas pode ser geneticamente manipulada.
A comissura anterior é maior em homens homossexuais do que em homens e mulheres heterossexuais.
3. INFLUÊNCIAS HORMONAIS PRÉ-NATAIS
A exposição a hormônios pré-natais alterados podem levar à homossexualidade em humanos e animais;

Homens com vários irmãos mais velhos são mais propensos à homossexualidade.
SEXO E VALORES HUMANOS
O estudo do comportamento sexual e do que o motiva pode ser sempre livre de valores?
?
?
Alguns pesquisadores dizem que a propria maneira que usamos para descrever o comportamento quase sempre revelam nossos valores pessoais.
Talvez o conhecimento oferecido pelas pesquisas sobre sexo devesse ser apresentado sem omitir os valores dos pesquisadores, já que a pesquisa sobre motivação sexual não tem a intenção de revelar o significado pessoal do sexo na vida de cada um.
3
NECESSIDADE DE PERTENCIMENTO
Isolada dos amigos e familiares a maioria das pessoas sente imensamente a perda do contato com outras pessoas importantes. Somos o que Aristóteles chamou de 'ANIMAL SOCIAL'.
É a necessidade que as pessoas têm de se FILIAREM umas às outras, e até de se tornarem FORTEMENTE LIGADOS à alguém em um relacionamento íntimo.
Os laços sociais elevaram a sobrevivência dos nossos ancestrais.
Ao manterem as crianças perto dos seus protetores, os VÍNCULOS serviram como um poderoso IMPULSO à sobrevivência.
A COOPERAÇÃO dentro de um grupo também melhora a sobrevivência: nossos ancestrais, como caçadores, perceberam que 6 mãos eram mais eficientes do que 2!
A necessidade de pertencimento é, para a maioria das pessoas, necessário para ser feliz e dar significado à vida.
A maior parte das pessoas resiste em romper os laços familiares e sociais, já que a familiaridade cria afeição, e não desprezo.
O lado NEGATIVO é que o medo de ficar sozinho pode parecer pior do que a DOR emocional de um relacionamento ABUSIVO.
Quando algo ameaça ou dissolve nossos laços sociais, as emoções negativas nos invadem.
Evitar uma pessoa, tratá-la com frieza ou indiferença, é ameaçar sua necessidade de pertencimento. Uma pessoa rejeitada normalmente responde com um esforço inicial para recuperar a aceitação e depois, afastamento; podem se tornar agressivas e depressivas.
As pessoas que se sentem apoiadas por relacionamentos amigáveis vivem com melhor saúde e menores riscos para desenvolver transtornos psicológicos e morte prematura do que aquelas que não têm apoio social.
Todas as evidências confirmam a conclusão de Baumeister e Leary [1995]:
TODOS OS SERES HUMANOS SÃO FUNDAMENTALMENTE
MOTIVADOS PELA NECESSIDADE DE PERTENCIMENTO".
1.
2.
1
1
1
Por isso, muitos dos nossos comportamentos sociais têm como objetivo AUMENTAR nosso senso de pertencimento, nossa ACEITAÇÃO e INCLUSÃO sociais. Para ganhar amizade e estima MONITORAMOS nosso COMPORTAMENTO na esperança de causar as IMPRESSÕES CERTAS [o que motiva a busca desenfreada por roupas, cosméticos, dietas, e tudo o mais motivado pela aceitação social].
A necessidade de pertencimento motiva não só os LAÇOS SAUDÁVEIS mas também os RISCOS AMEAÇADORES; contitui o afeto familiar, as amizades e o espírito de equipe, mas também as gangues, as rivalidades étnicas e o nacionalismo fanático.
O pertencimento mantém elevada a AUTO-ESTIMA, que é a medida padrão de quanto nos sentimos valorizados e aceitos.
Teoria de McClelland:

Considera como importantes alguns aspectos da piramide de Maslow:

realização: leva os indivíduos a agir conforme padrões de excelência, procurando fazer sempre o melhor possível e com grande desejo de sucesso;

afiliação: desejo de estar junto a outras pessoas, numa relação de amizade a afeto;

poder: preocupação com o controle dos meios de influenciar as pessoas, desejo de exercer influência e impacto sobre os outros.
Curisidade é um exemplo. E qual seria o sentido disso? E como isso é possível?
https://www.ted.com/talks/dan_ariely_what_makes_us_feel_good_about_our_work#t-1208461
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