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Os Elementos Morfológicos do Espaço Urbano

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Larissa Mota

on 8 November 2012

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Transcript of Os Elementos Morfológicos do Espaço Urbano

OS ELEMENTOS MORFOLÓGICOS DO ESPAÇO URBANO A Praça Elemento morfológico das cidades ocidentais; O Traçado / A Rua - Assenta num suporte geográfico preexistente;
- Regula a disposição dos edifícios e quarteirões;
- Liga os vários espaços da cidade;
- Estabele a relação mais direta de assentamento entre a cidade e o território; Lugar internacional do encontro, da permanência, dos acontecimentos, de práticas sociais, de manifestações de vida urbana e comunitária; GRUPO Fernanda Peixoto
Larissa Mota
Paulo Figueiredo
Tayana Barroso
Victória Batista O Lote – Parcela Fundiária O que é um lote?
- Espaço, génese e fundamento da edificação;
- Princípio essencial da relação edifício/terreno. Os lotes têm suas formas como consequência da forma da cidade. É um local de separação entre público e privado. Lote para Le Corbusier -> Não existe por conta dos pilares. 3 etapas no crecimento urbano: - Parcelamento Crescimento
- Urbanização Infra-estrutura
- Edificação Contrução de prédios O Quarteirão O que é um quarteirão? - conjunto de edifícios grupados entre si em um sistema separado dos demais;- espaço marcado pelo cruzamento de 3 o mais ruas;- espaço separado por lotes;- modelo de distribuição de terras entre fundiários. Uma definição do espaço urbano. Não é um elemento autonomo: - divisão fundiária do solo;
- ordenamento do espaço urbano;- instrumento operativo de produção. Ele comanda o lote, o edifício, a rua e faz a relação entre espaço público, semipúblico e privado. Quadras de Cerdá - Barcelona Antigas cidades romanas: - Disposição de dois traçados ortogonais principais (cardus e o decumanus maximus) revestidos de atributos cósmicos e religiosos. Para Poète, Lavedan e Tricart -> o traçado tem um caráter de permanência, não totalmente modificável. O Traçado, a Rua, existem como elementos morfológicos nos vários níveis ou escalas da forma urbana. Projeto de urbanização da parte ocidental de Lisboa e embaixo, o Traçado de Brasília Diferentes formas de praças apresentadas em L'Espace de la Ville (Robert Krier) Geometria de uma praça: - Pode variar do quadrado ao triâgulo, passando por círculos, semicírculos, elipses, paralelogramos regulares e irregulares, etc. É a partir do Renascimento que a praça se inscreve em definitivo na estrutura urbana e adquire o seu estatuto até fazer parte obrigatória do desenho urbano nos séculos XVIII e XIX; Reune a ênfase do desenho urbano como espaço coletico de significação importante, se distinguindo dos outros vazios da estrutura das cidades; O Monumento Construção; Obra de arquitetura ou escultura - recordação de um grande homem ou feito; Obra de arquitetura – dimensão ou magnificência; Construção que recobre uma sepultura. Elemento morfológico individualizado pela sua presença, configuração e posicionamento na cidade;
Poète O monumento é um dos elementos que fundamentam o princípio das permanências;
Presença determinante na imagem da cidade;
O edifício público ou o monumento, como individualidade e localização, devem intervir na composição da cidade.
Não se localizam em qualquer ponto. Têm o seu lugar marcado. Servem para compor a fisionomia urbana.
Estudo dos monumentos – questionar teorias funcionalistas;
Significados culturais, históricos e estéticos além do desempenho de uma função;
Desempenha papel essencial no desenho urbano;
Ampliação do conceito desenvolvido nas últimas décadas;
A Árvore e a Vegetação Estruturas verdes - Constituem elementos identificáveis na estrutura urbana;
- Caracterizam a imagem da cidade;
- Elementos de composição e do desenho urbano: servem para organizar, definir e conter espaços;
- Situa-se ao mesmo nível de hierarquia morfológica e visual das partes edificadas.
Importância Controle do clima;
Qualificação da cidade.
*Um traçado pode ser definido tanto por um alinhamento de edifícios como um alinhamento de árvores.
Arquitetura de Intenção Estética Em estruturas rurais e urbanas;
O desenho do espaço urbano não tem duas áreas ou níveis de trabalho;
São ambos elementos de mesma atuação, que exigem alguns conhecimentos disciplinares diferenciados.
Villa d‘Este em Tívoli, Itália.
Parque de Bercy em Paris, França.
O Mobiliário Urbano Elementos móveis que mobíliam e equipam a cidade;
Grande importância para o desenho da cidade, sua organização, qualidade do espaço e comodidade;
Conjunto de elementos parasitários típicos das sociedades de consumo: anúncios, sinais, reclames, iluminações.
Letreiros e luzes em Las Vegas, EUA Praça Martim Moniz em Lisboa, Portugal
Os Elementos Morfológicos do Espaço Urbano A identificação de elementos morfológicos pressupõe conhecer quais as partes da forma e o modo como se estruturam nas diferentes escalas identificadas.

Estes elementos são, à partida e em si mesmos, exigências funcionais e construtivas. O modo como se posicionam e se estruturam nos edifícios tem a ver com essas exigências, mas depende das intenções de comunicação estética ou daquilo a que se convencionou chamar a “linguagem arquitetônica”. O Solo – O Pavimento É a partir do território existente e da sua topografia que se desenha ou se constrói a cidade, e começaria no chão que se pisa a identificar os elementos morfológicos do espaço urbano. Os Edifícios – O Elemento Mínimo Para definir qual o mínimo elemento morfológico identificável na cidade, há que se estabelecer uma hierarquia de valores e fazer uma seleção entre as coleções de objetos que povoam o espaço urbano.
Em primeiro lugar, há que mencionar os objetos parasitários, tão profusamente ilustrados nas cidades capitalistas: néons, anúncios, escaparates, montras, etc., sucedem-se em profusão, com variações que alteram a imagem da cidade. A outro escalão, o mobiliário urbano: o banco, a bica, o quiosque e ainda a árvore, o canteiro ou as plantas caracterizam a imagem do espaço urbano.
Das relações tipologia-morfologia, ressalta que o espaço urbano depende dos tipos edificados e do modo como estes se agrupam
Os Logradouros
Logradouro é o espaço privado do lote, não ocupado por construção.
Os logradouros de antigamente eram praticamente inexistentes na sua parte frontal/lateral.
Com o passar dos anos, passou a ter várias utilizações: hortas, quintal, oficinas, garagens, anexos, etc...
É através da utilização e desenho do logradouro que se faz parcialmente a evolução das formas urbanas do quarteirão até os blocos.
A Fachada, O Plano Marginal As fachadas servem para indicar a hierarquização decorrente no espaço urbano.
A importância das fachadas ao longo do tempo
São as fachadas que irão classificar o tipo da edificação: tipos de comércio, residências, outros.
Coluna de Trajano em Roma, Itália Obelisco da Concorde em Paris, França Estátua equestre de D. José em Lisboa, Portugal
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