Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Fratura do boxeador

Fratura do quinto metacarpo
by

Jéssica Silva Ferreira

on 5 December 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Fratura do boxeador

CASO CLÍNICO
A fratura do colo do quinto metacarpo é conhecida por fratura do boxeador (ou pugilista), muito embora seja pouco frequente nestes esportistas.











(NERI, 2012)
FRATURA DO BOXEADOR
Jéssica Silva Ferreira RA: 64383
Leonardo Davi da Silva RA: 64693

INCIDÊNCIA
* Fraturas da mão são as mais comuns do sistema esquelético, corresponde 15% a 20% do total de fraturas;

* Fraturas do quinto metacarpo são as mais comuns, correponde 20% das fraturas de mão.
Essas fraturas são classificadas como subcapitais (colo), diafisárias ou basais;
Jovens, sexo masculino, afetando o lado dominante.


(POLAT; REIS, 2011)
FRATURA DO BOXEADOR
LESÃO
Nas fraturas subcapitais (colo), em geral, é dar um soco em uma pessoa ou superfície sólida, com o punho cerrado, de modo que ocorra um choque direto nas articulações dos dedos da mão.










(POLAT, 2011)
ETIOLOGIA
Ocorre o traumatismo axial com flexão da articulação metacarpofalangiana (posição do soco), produzindo fraturas transversas, oblíquas e por vezes multifragmentadas, com desvios angulares e rotacionais.










(BITTAR, 2004)
BIOMECÂNICA DA LESÃO
Paciente gênero masculino, 24 anos, atleta amador de boxe. Relata que a lesão ocorreu durante um treino, sem a utilização das luvas, ao executar o golpe com punho serrado (soco) na face do seu oponente que não utilizava o capacete protetor. Paciente sentiu fortes dores em região dorsal de sua mão direita, apresentando edema em dorso da região distal do 5º metacarpo. Procurou atendimento médico onde através de um exame de raio-x foi evidenciado uma fratura no colo do 5° metacarpo. Fez uso de tala por 3 semanas e em seguida foi encaminhado ao atendimento fisioterapêutico.
CASO CLÍNICO
O tratamento da fratura depende do grau de angulação e da rotação da cabeça do metacarpo.
Fios de Kirschner;
Fios cruzados;
Fios transversos ancorados no quarto metacarpo;
Hastes intramedulares
Parafusos interfragmentários (lag screws) e fixador externo.







(POLAT; REIS, 2011)
TRATAMENTO CIRÚRGICO
Redução com imobilização por órteses ou talas, em flexão da articulação metacarpofalangiana e interfalalangiana proximal;
Esparadrapagem entre os dedos anular e mínimo, bandagem elástica ou compressiva no nível da articulação metacarpo-falangiana, brace funcional; com 3 apoios e a não utilização de imobilização (tratamento dinâmico completo).
A imobilização deve ser de três a cinco semanas.
Fisioterapia!!!





(REIS, 2011; BITTAR, 2004)
TRATAMENTO CONSERVADOR
AVALIAÇÃO
FISIOTERAPÊUTICA
Discreto edema em dorso da região distal do 5º metacarpo;
Sem alteração de sensibilidade;
Escala Visual Analógica da dor (EVA).
TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO
OBJETIVOS:

Reduzir edema e dor;
Otimizar a consolidação óssea;
Aumento da força muscular de flexores superficias e profundos dos dedos, Abdutor e adutor do dedo mínimo;
Melhor a ADM no desvio radial, flexão da metacarpofalangiana e flexão da interfalangiana proximal;
Retorno às atividades esportivas.
REFERÊNCIAS
ANDREWS, J. R.; HARRELSON, G. L.; WILK, K. E. Reabilitação física das lesões desportivas. Tradução de Giuseppe Taranto. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2000. 504p.

BITTAR, C. K. et al. Osteossíntese intramedular percutânea com fio único nas fraturas do quinto osso do metacarpo. Revista de Ciências Médicas, v. 13, n.2, 2012.

FREITAS, P. P. Reabilitação da mão. São Paulo, SP: Atheneu, 2006. 578p

MARQUES, A. P. Manual de goniometria. São Paulo, SP: Manole, 1997. 51p.

NERI, E. Fratura do boxer (pugilista). Disponível em: http://ortopediasp.wordpress.com/2012/04/30/fratura-do-boxer-pugilista/. Acessado em: 20 de Novembro de 2013.

POLAT, O. et al. Colocação segura de pinos percutâneos em fraturas subcapitais do quinto metacarpo: um estudo anatômico. Acta Ortopédica Brasileira, v. 19, n. 2, p. 106-109, 2011.

REIS, H. B.; SILVA, M. R.; BELLOTI, J. C. Fraturas do Colo do Quinto Metacarpo no Adulto. Projeto Diretrizes: Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina, 2011.
CONDUTA:

Ultra-som 1 MHz contínuo com intensidade 0,3 w/cm2 por 3 minutos sobre dorso da mão;
LASER 904 nm, modo pontual, com intesidade de 4 J/cm2.
Exercícios com deslizamento dos tendões dos flexores dos dedos;
Exercícios de fortalecimento resistidos para os flexores dos dedos, Abdutor e adutor do dedo mínimo;
Mobilização articular, alongamento dos flexores dos dedos e flexor radial do carpo e uso de taping;
Exercícios de propriocepção para punho e mão;
Exercícios funcionais e específicos da modalidade esportiva.
(ANDREWS, 2000)
EXERCÍCIOS
EXERCÍCIOS
(FREITAS, 2006; ANDREWS, 2000)
Full transcript