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DESENVOLVIMENTO ZOOTÉCNICO E PRODUTIVIDADE DA TILÁPIA DO NIL

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE – UFCG
CENTRO DE EDUCAÇÃO E SAÚDE – CES
UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO – UAE
UFCG 2014





DESENVOLVIMENTO ZOOTÉCNICO E PRODUTIVIDADE DA TILÁPIA DO NILO
Oreochromis niloticus
(LINHAGEM CHITRALADA) CULTIVADAS EM TANQUES-REDE NO AÇUDE BOQUEIRÃO DO CAIS, CUITÉ – PB

1. INTRODUÇÃO
4 MATERIAL E MÉTODOS
Local da pesquisa: Açude público Boqueirão do Cais, no município de Cuité-PB.

Áreas com profundidade média de 08m, as quais possuem boa movimentação de água para promover a oxigenação e renovação de dejetos.

Arraçoamento: três vezes ao dia;

Estão sendo utilizadas 12 unidades flutuantes.

Os parâmetros físico-químicos estão sendo mensurados a cada três dias pelos métodos tradicionais, entre 08h00 e 11h00 horas, a fim de acompanhar a qualidade de água de acordo com a evolução do cultivo.

Orientadora: Profª. Drª. Marisa de Oliveira Apolinário.
Orientando: Everaldo de Mendonça Júnior

2. OBJETIVOS
Cultivo em tanques-rede;

Espécie de peixe utilizada;
Importância da qualidade de água no cultivo;

A piscicultura no Brasil;

A aquicultura continental se destaca com um crescimento de 10,2%, em relação ao ano de 2007.

No Nordeste observou-se nos anos de 2006 e 2007 um crescimento de 22% na aquicultura continental ;

(MMA, IBAMA 2007)

Registros de em torno 9.000 corpos d´água na Paraíba;

O Açude Boqueirão do Cais, em Cuité-PB, apresenta porte médio e capacidade para 12.367.300 m3

(AESA 2014).
Objetivo Geral

Avaliar o desempenho do cultivo da tilápia em tanques-rede no Açude Boqueirão do Cais, Cuité-PB, viabilizando a geração de renda através de tecnologias de cultivo de modo a tornar a produção mais diversificada.

Objetivos Específicos
─ Avaliar o crescimento em relação ao peso e o rendimento da criação de alevinos da tilápia em função da qualidade da água utilizada no cultivo;
─ Realizar o controle do crescimento heterogêneo nos cultivos em tanques-rede, através da adoção de práticas de manejo adequadas durante a captura, seleção, biometria e a alimentação dos peixes cultivados;
─ Estabelecer medidas de controle dos parâmetros físico-químicos da água de cultivo nos tanques-rede.

3. Fundamentação Teórica
3.1 Aspectos da piscicultura, características da espécie e conceito de tanques-rede

3.2 Avaliação econômica
Monitoramento constante dos custos de produção;
Escolha de densidade de estocagem mais eficiente;
Custo de cerca de 30% á 40% a menos se comparado aos viveiros do sistema semi intensivo;
Altas produtividades responsável pela grande expansão observada no setor;

Cyrino e Conte (2000)
3.3 Fatores biológicos, físicos e químicos que influenciam na qualidade da água dos viveiros
Além dos fatores econômicos deve-se levar em consideração a qualidade da água e dos alimentos ofertados;
Adequar estratégias de manejo para obter altas produtividades por unidade de área e, consequentemente, de receita líquida com melhores taxas de conversão alimentar e menor potencial poluente;
3.3.1 Eutrofização
Fatores naturais ou antrópicos;
Nitrogênio e fósforo;
Anoxia;
Liberação de gases tóxicos com odores desagradáveis;
Crescimento excessivo das plantas aquáticas, principalmente as planctônicas;
Desequilíbrio ao seu ecossistema e contínua diminuição da qualidade da água dos reservatórios;
Florescimento das algas e proliferação descontrolada de outras plantas aquáticas;
Produção de substancias tóxicas por algumas espécies de cianofíceas.
Diminuição da transparência da água;

(UNEP-ILEC, 2001)
3.3.2 Temperatura
Velocidade das reações químicas e biológicas ocorrem duas vezes maior ou menor para cada 10°C de flutuação da temperatura;
Atividades fisiológicas vitais dos peixes;
Influencia, também indiretamente, a produtividade aquícola;
Fator de maior importância para a definição da espécie a ser criada pelo piscicultor;
Zona de conforto térmico
Espécies de águas frias, 20°C;
Espécies de águas quentes, 25 e 32°C;

(MACÊDO, 2007).

3.3.3 Sólidos suspensos
Partículas dos restos das rações;
Fezes ou frações de sedimentos mais grosseiras do solo;
Acúmulo dessas partículas nas guelras;
Prejudicam na produtividade natural do viveiro;
Não excedam o valor de 2 g/L-1
3.3.4 Transparência, cor e turbidez da água
Capacidade com que a luz penetra na água;
Determinada pela ação da turbidez e da cor da água;
Visibilidade do disco de Secchi é a profundidade na qual um disco de (PVC) com 20 cm de diâmetro com quatro quadrantes coloridos alternadamente em branco e preto desaparece de vista;
Turbidez é a resposta da quantidade de partículas sólidas em suspensão na água;
Plâncton, confere turbidez na água;
Partículas de argila em suspensão limita a produção primária do sistema;
Cor da água, e substâncias orgânicas e inorgânicas;
Limita a penetração de luz;
Valores entre 30 e 50 cm;
Falta de oxigênio;
CYRINO, ([200?]),
3.3.5 Oxigênio dissolvido
Temperatura da água;
Pressão atmosférica local (altitude);
Salinidade de água;
Concentração superior á 4 mg/l;
Concentração de oxigênio dissolvido na água dos viveiros;
Difusão do ar;
Fotossíntese realizada pelo fitoplâncton durante as horas de luz;
Renovação de água;
Respiração dos organismos contidos dentro da água;
(EMBRAPA, 2000).
3.3.6 Potencial hidrogeniônico (pH)
Precipitação de elementos quimicamente tóxicos;
Metais pesados;
Faixas de pH entre 6 a 9;
Peagômetro;
Valor 7 indica neutralidade, é adequado à criação de peixes;
Respiração, fotossíntese, adubação, calagem e poluição;

MERCANTE et.al (2008).
3.3.7 Alcalinidade total
Concentração total de bases tituláveis na água;
Bicarbonatos (HCO3 –);
Carbonatos (CO3=);
30 mg/L de CaCO3;
Baixo poder tampão para a acidez;
Utilização de calcário;

(MERCANTE et.al 2008).
Fundamentação Teórica
Família dos ciclídeos
Linhagem Chitralada
Bacia do rio Nilo, no Leste da África
Amplamente disseminada nas regiões tropicais e subtropicais
Introduzida, em 1971, por intermédio do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS) nos açudes do Nordeste
Tolerância a variações ambientais, a alta variedade de alimentos que pode consumir (de zooplânctons a peixes)

(PROENÇA e BITTENCOURT, 1994, apud, AYROZA, 2009).
Tanques-rede;
Dimensões de 2,0 x 2,0 x 1,25 m, volume útil de 5m³;
Estruturas para a criação de organismos aquáticos cujas paredes são formadas por redes ou telas;
Trocas de água com o meio externo;
Distância em relação ao fundo do reservatório;
Instalados por meio de flutuadores ou estacas fixas em terra firme;
Sistema intensivo de produção;
Alta e contínua renovação de água;
Qualidade da água dentro dos tanques-rede;
Metabólitos e dejetos produzidos pelos peixes.

(ZIMMERMANN e FITZSIMMONS, 2004).
Essa atividade é vista como uma nova opção de agronegócio, e está inserida no meio rural, dividindo espaço com a agricultura e pecuária;
Impulsiona o desenvolvimento social e econômico, possibilita o aproveitamento efetivo dos recursos naturais locais, principalmente os hídricos;

SEDECT-SE, (2011);
3.3.8 Amônia
Excreção dos indivíduos que são cultivados;
Transformação dos restos alimentares;
Carreamento de compostos orgânicos dos leitos dor rios perenes;
Crescimento;
Mortandade;
Amônia, nitrito e nitrato;

(CAMPOS 2012).
5. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Figura 15 - Lotes das tilápias com seus respectivos pesos obtido no período de confinamento
7. REFERÊNCIAS
6. CONCLUSÕES
Através da análise dos resultados expostos é possível concluir que:

─ O manejo é considerado adequado, pois não foi diagnosticada mortandade expressiva e/ ou efeitos impactantes significativos no meio;

─ O sistema demonstrou ter um forte poder tampão devido aos níveis estáveis de pH e alcalinidade;

─ Apesar de algumas exceções, as variáveis se mantiveram dentro dos valores recomendados demonstrando assim que o Açude Boqueirão do Cais possui condições físico-químicas propícias para a piscicultura;

─ A tilápias do nilo (Oreochromis niloticus), demonstraram-se resistentes as mudanças físico e químicas abruptas proveniente do período de abril a maio de 2013

5. RESULTADOS E DISCUSSÃO
5. RESULTADOS E DISCUSSÃO
5. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Figura 01: Vista dos tanques rede;
Figura 02: Oreochromis niloticus
Figura 03: Monitoramento.
Figura 04: Introdução o tanque rede.
Figura 05: Espécie utilizada.
Figura 06: Monitoramento: transparência.
Figura 07: Tabela de pH.
Figura 08: Monitoramento químico.
Figura 09: Bacia do Rio Jacú/ Fonte: AESA-PB
Figura 10: Área de estudo
Fonte: Google Earth

Quadro 01. Parâmetros físico-químicos da água de cultivo e seus respectivos valores recomendados:

Figura 11: MONITORAMENTO DOS PARÂMETROS FÍSICOS:

Figura 12: MONITORAMENTO DOS PARÂMETROS QUÍMICOS
Figura: 13 MONITORAMENTO DO CULTIVO

Figura: 14: MONITORAMENTO DO CULTIVO
Tabela 2 - Resultados finais, obtido após o período de confinamento
Figura 16 - Lote 05/2013 das tilápias com seus respectivos pesos obtido no período de confiname
nto
Tabela 3 - Resultados finais, obtido após o período de confinamento
Figura 17:
Figura 18:
F
Figura 19:
Figura 20:
Figura 21 :
Figura 22 :
AESA: Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba, acessado em 05 de março de 2014 em: <http://www.aesa.pb.gov.br/>

AYROSA, Luiz Marques da Silva. Criação de Tilápia-do-Nilo, Oreochromis niloticus, em Tanques-rede, na Usina Hidrelétrica de Chavantes, Rio Paranapanema, SP/PR. 2009. Tese (doutorado) – Universidade Estadual Paulista, Centro de Aquicultura.

CAMPOS, Bruno Ribeiro De, FILHO, Kleber Campos Miranda, Fernando D’incao, Luis Poersch & Wilson Wasielesky Toxicidade Aguda Da Amônia, Nitrito E Nitrato Sobre OS JUVENIS DE CAMARÃOROSA FARFANTEPENAEUS BRASILIENSIS (LATREILLE, 1817) (CRUSTACEA: DECAPODA)-Programa de Pós-graduação em Aquicultura, Instituto de Oceanografia, Universidade Federal do Rio Grande, (2012).

CYRINO, J. E. P.; CONTE, L. Fundamentos da criação de peixes em tanques-rede. Piracicaba: Aqualu, 2000. 55 p.

CYRINO, José Eurico Possebon, Ph.D. Setor de Piscicultura/ Introdução à Piscicultura (200?]) Departamento de Zootecnia, Setor Não Ruminantes ESALQ/USP

CYRINO, J.E.; CONTE, L.; Tilapicultura em Gaiolas: produção e economia. In: José Eurico Possebon Cyrino e Elisabeth Criscuolo Urbinati (Eds.). AquaCiência 2004: Tópicos Especiais em Biologia Aquática e Aqüicultura. Jaboticabal: Sociedade Brasileira de Aqüicultura e Biologia Aquática, cap.12, p.151-171, 2006.

ONO, E. A.; KUBITZA, F. Cultivo de peixes em tanques-rede. 3ªed. Jundiaí: Eduardo A. Ono, 2003. 112p.

Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura – FAO, documentário: COMÉRCIO GLOBAL DE PEIXES ATINGE NÍVEIS RECORDES/ acessado em 04/03/2014 https://www.fao.org.br/cgpanr.asp
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