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Copy of Introdução - Bando de dados

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Marco Vieira

on 18 July 2013

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Transcript of Copy of Introdução - Bando de dados

Evolução
1960 - IBM Pesquisas de funções de automação
1970 - Ted Codd - 1º artigo Cálculo e algebra Relacional
SGBD
Software que incorpora as funções de
definição, recuperação e alteração de dados
em um banco de dados. (Heuser, 1998)
Os primeiros
Bibliografia
Níveis de abstração
Nivel visão do usuário; as partes do banco de dados que o usuário tem acesso de acordo com a necessidade individual de cada usuário.
Projeto de Banco de Dados, Carlos Alberto Heuser, Editora Sagra Luzzato, Porto Alegre, 1998
Honeywell Information Systems Inc. -1976
Introdução a
Bando de Dados

IBM - System R
Criar um sistema de banco de dados relacional
Structured Query Language - SQL
1980 - Oracle - Oracle 2
1980 - IBM Sql/Ds
Jornal publica artigo BNF para SQL(conjunto de sintaxes de linguagem)
Empresas modelam seus próprios sistemas 100%
compatível com o sistema da IBM
SQL - IBM -> ANSI / ISO
1990 - A Objectivity criou o 1º SGBD orientado a objetos
Sistemas de Bancos de Dados, R. Elmasri & S. Navathe, Pearson Addison-Wesley, 4a Edição, 2005
http://profissaodba.wordpress.com/historico-dos-bancos-de-dados/
acessado 28/04/2013 às 18 horas
http://iebdcolgaia.blogspot.com.br/2011/02/modelo-relacional.html
acessado 26/04/2013 às 00horas
Vantagens
Manutenção mais simples
Produtividade
Nível conceitual; define quais os dados que estão armazenados e qual o relacionamento entre eles;
Nível físico: é o nível mais baixo de abstração, em que define efetivamente de que maneira os dados estão armazenados.
Arquitetura ANSI/X3/SPARC ou ANSI/SPARC
Arquitetura proposta em 1978 a ser seguida como padrão de implementação para SGBDs

Tem como principal objetivo facilitar o alcance das seguintes características: a) Independência entre Programas e Dados; b) Suporte a Múltiplas Visões ; c) Auto Contenção

Também conhecida como Arquitetura dos Três Esquemas

Dividida em 3 níveis: interno, conceitual e externo;

Permite ao usuário interagir com o SGBD em diferentes níveis de abstração, ocultando seus detalhes de implementação.
Visão Interna; É aquela vista pelo responsável pela manutenção e desenvolvimento do SGBD. Existe a preocupação com a forma de recuperação e manipulação dos dados dentro do Banco de Dados.

Visão Externa; É aquela vista pelo usuário que opera os sistemas aplicativos, através de interfaces desenvolvidas pelo analista (programas), buscando o atendimento de suas necessidades

Visão Conceitual; É aquela vista pelo analista de desenvolvimento e pelo administrador das bases de dados. Existe a preocupação na definição de normas e procedimentos para manipulação dos dados, para garantir a sua segurança e confiabilidade, o desenvolvimento de sistemas e programas aplicativos e a definição no banco de dados de novos arquivos e campos.
O que é um Bando de dados?
Uma base de dados é uma coleção de dados relacionados. (Elmasri e Navathe 2005).
Serve para armazenar os dados de um programa.
Exemplo;
Catálogo de clientes, agenda telefônica, acervo de uma biblioteca
Representação de uma coleção de dados com significado implícito.
Módulo cliente; estação de trabalho, computador pessoa, equipamento final.

Módulo servidor; armazenamento de dados, acesso, pesquisa e demais funções.
Arquitetura básica
Um SGBD provê a seus usuários uma representação conceitual dos dados que não inclui os detalhes de como os dados estão armazenados
Os usuários trabalham com conceitos como Tabela e Linhas de uma Tabela
Abstração de dados
Modelo de dados
Coleção de conceitos que podem ser usados para descrever a estrutura de um banco de dados, oferece os meios necessários para alcançar a abstração.
Auto contenção/Natureza auto descritiva
Independência de dados
Abstração de dados
Suporte a múltiplas visões
Controle de acesso concorrente
Consistência de dados
Validade
A abordagem com SGBDs apresenta as seguintes propriedades
Auto contenção/Natureza Autodescritiva
Característica fundamental dos SGBDs
Catálogo ou
Metadados (Descrição dos Dados)
Possibilita a manipulação de diversos bancos de dados através de um único programa
Independência de dados
Programas de aplicação não são afetados pelas mudanças na estrutura dos dados e na estrutura de armazenamento.
Também conhecido como Independência entre Programas e Dados.
Independência Lógica.
Independência Física.
Suporte a Múltiplas Visões dos Dados
Um SGBD, geralmente, possui inúmeros usuários.
Cada um desses usuários pode possuir uma perspectiva diferente dos dados armazenados.
Um SGBD é capaz de definir subconjuntos dos dados para atender às diferentes perspectivas.
Esses subconjuntos podem ser criados através de vários mecanismos. Exemplos:Visões e Permissões.
Controle de Acesso Concorrente
Um SGBD é capaz de gerenciar o acesso concorrente aos dados armazenados.
Um usuário pode ignorar, com segurança, o fato de que outros usuários estão acessando os dados concorrentemente.
Consistência de dados
O SGBD avalia os dados recebidos através de regras de integridade, garantindo que sempre estejam corretos
Todos os dados que precisam ser conhecidos estão disponíveis (completeza)
Sempre que a mesma informação é gravada, mesmo que em locais diferentes, ela tem o mesmo valor
Validade:
Os dados são válidos quando pertencem ao domínio de valores possíveis naquele caso
Modelo de dados Relacional
é um conceito abstrato que define maneiras de armazenar, manipular e recuperar dados estruturados unicamente na forma de tabelas, construindo um banco de dados.

Representa o banco de dados como uma coleção de relações. (Elmasri, Navathe 2005)
Quando uma relação é considerada uma tabela de valores, cada linha da tabela representa uma coleção de valores de dados relacionados.
Grau de uma Relação- Corresponde ao número de atributos (Campos) que constituem o esquema de uma relação (Tabela).
Cardinalidade de uma Relação- Corresponde ao número de Tuplos (Linhas) de uma relação (Tabela).
Associado ao modelo Relacional, existem dois conceitos fundamentais a saber:
O modelo relacional é constituído por;
1. Relações/Tabela2. Atributo/Coluna (Campos)3. Tuplo/Linha (Registos)
Chaves
No modelo relacional a única forma de relacionar dados que existem em uma tabela, com dados que existem em outra tabela, é através de atributos comuns. Assim, vão existir atributos especiais (chaves estrangeiras) que servem para fazer ligação a outras tabelas em que esses mesmos atributos identificam univocamente, cada uma das linhas (chaves primárias).
Tipos de chaves;
Super Chave
Chave Candidata
Chave Primaria
Chave Estrangeira
Restrições de Integridade
As restrições de integridade são um dos objectos primordiais de um SGBD. A integridade dos dados é um termo abrangente que inclui, simultaneamente, os conceitos de consistência, precisão e correcção dos dados numa Base de Dados.
Existem 4 tipos de integridade:
1. Integridade da Entidade - Cada tabela deverá possuir na sua definição uma chave primária.
2. Integridade do Domínio - O valor de um campo deve obedecer ao tipo de dados e às restrições de valores admitidos para essa coluna.
3. Integridade Referencial – Tem por objectivo manter os dados sincronizados entre tabelas que estejam relacionadas.
4. Integridade definida pelo Utilizador - obtida pelas definições específicas de regras particulares do negócio.
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