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tuberculose

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by

willeam wanzeler

on 23 April 2014

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Transcript of tuberculose

Universidade do Estado do Pará
Centro de Ciências Biológicas e da Saúde
Escola de Enfermagem Magalhães Barata
Atividade Integrada – Segunda Série / Bloco I
Subgrupo B3


Ana Clice Neves Sanches
Anhe Iula Franco dos Santos
Danielly Amaral Barreto
Erilene Castro dos Santos

TUBERCULOSE
Belém
2014

MÉTODO
Revisão Bibliográfica
Locais:
Biblioteca Leotina Gomes
Biblioteca da Universidade do Estado do Pará - Campus II
Periódicos CAPES
Manual de Recomendações do Ministério da Saúde
Organização Mundial da Saúde
Descritores:
Tuberculose, Tuberculose Pulmonar, Tísica, Mycobacterium tuberculosis, Bacilo de Koch, Patogenia da Tuberculose, Epidemiologia da Tuberculose, Tratamento da tuberculose, DOTS
Critérios de Inclusão e Exclusão:

Tuberculose Pulmonar
Língua Portuguesa e Língua Inglesa
A partir da década de 70

INTRODUÇÃO
ASPECTOS GERAIS
DEFINIÇÃO

HISTÓRICO

A tuberculose afeta a humanidade há milênios.
Nas Américas, os europeus trouxeram a doença durante suas expedições.
Disseminação rápida durante o processo de urbanização na europa.



SINONÍMIA

Peste Cinzenta

Tísica Pulmonar

Doença do Peito
ASPECTOS GERAIS

ETIMOLOGIA

Tísica: decair, consumir, definhar.

Tuberculose: pequena massa, inchaço.

EPIDEMIOLOGIA

Mundial:
Tuberculose: problema de saúde mundial
1/3 da população infectada
8 milhões de casos novos
3 milhões de óbitos
Países desenvolvidos: 21%
Países em desenvolvimento e pobres: 79%


Dados: Organização Mundial da Saúde (OMS)


EPIDEMIOLOGIA
No Brasil:
Está entre os 22 países priorizados pela OMS
19º: Número de casos
104º: Coeficiente de incidência
70% dos casos em 315 dos 5.564 municípios do país
Estados com maior incidência: RJ, AM, PA, PE e RS

EPIDEMIOLOGIA
No Pará
Área endêmica
3º lugar em incidência: 47,9/100.000
Abaetetuba, Ananindeua, Belém, Bragança, Castanhal, Marituba e Santarém
Média de cura: 73%
Meta: 85%
Abandono: 10%
Meta: <5%

CLASSIFICAÇÃO
Tuberculose Extrapulmonar
Disseminação do M. tuberculosis
Instalação insidiosa
Evolução lenta

Mais frequentes:
Pleural
Linfática
Ósteo-articular
Geniturinária
Intestinal
CLASSIFICAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO
Tuberculose Pulmonar

Pós-primária:
Evolução crônica
Infecção: > 3 anos
Tuberculose do adulto
Tuberculose Orgânica Isolada

CLASSIFICAÇÃO
Tuberculose Multirresistente (TBMR)

Resistência: 2 medicamentos nucleares
Isoniazida e Rifampcina
Tuberculose Extensivamente Resistente (TBXMR)
Resistência: pelo menos 1 medicamento de cada grupo
CLASSIFICAÇÃO
TRATAMENTO
PRINCÍPIOS BÁSICOS
Correta associação entre medicamentos;

Tempo e dose suficientes para o tratamento;

Tratamento diretamente observado (TDO) como estratégia fundamental.
REGIMES DE TRATAMENTO
Regime ambulatorial e tratamento diretamente observado (TDO);
Hospitalização somente em casos especiais como:
Meningoencefalite;
Intolerância aos medicamentos antiTB;
Estado geral que não permita tratamento no ambulatório.


Esquemas básicos de tratamento
Para adultos e adolescentes (> 10 anos): 2RHZE/4RH

Casos novos, exceto a forma meningoencefálica;

Retratamento: recidiva ou retorno após abandono.

infectados ou não por HIV

Figura 16: Esquema básico de tratamento da TB para adultos e adolescentes (< que 10 anos) no Brasil
Figura 17: Esquema básico de tratamento da TB para crianças no Brasil
CLASSIFICAÇÃO
Critérios Classificatórios

Localização anatômica

Tempo de Evolução

Terapêutica
CLASSIFICAÇÃO
Tuberculose Pulmonar
Primária:
Evolução aguda
Infecção: < 3 anos
Infecção circunscrita
posterior propagação
Tuberculose da criança
ASPECTOS PATOLÓGICOS
ETIOLOGIA
AGENTE ETIOLÓGICO:
Mycobacterium
tuberculosis
Figura 3: Mycobacterium tuberculosis
Fonte: CARR,
ASPECTOS PATOLÓGICOS
TRANSMISSÃO
Transmissão por via inalatória:
Fala, espirro e tosse
“Gotículas de Flüngge” e os “Núcleos de Wells”
Relações de Comunicabilidade :
Bacilos expelidos e sua carga parasitária
Tempo de contato
Proximidade íntima
Condições ambientais
Aglomações humanas
ASPECTOS PATOLÓGICOS
PATOGENIA
Principais tipos de diagnóstico
QUADRO CLÍNICO DE TB
Felipe Valino dos Santos
Leonardo Rodrigues Dias
Willeam Afonso Wanzeler

Trabalho de revisão bibliográfica

Tuberculose pulmonar

Aspectos principais da doença

Doença infecto-contagiosa
Mycobacterium tuberculosis
Robert Koch
Órgão mais acometido: pulmão
Transmissão: vias respiratórias
Figura 1: A Desigualdade da Tuberculose no mundo atual
Fonte: ROSEMBERG, J. 1999
apud
FOCACCIA,R. 2010
Figura 2: Taxa de incidência da tuberculose ( todas as formas). Brasil e Estados, 2002.
Fonte: GTSnan/MS
apud
FOCACCIA,R. 2010
TUBERCULOSE PLEURAL
Mais comum

Acomete principalmente jovens e adultos

Ruptura de um foco subpleural

Inflamação das pleuras viscerais
TUBERCULOSE GANGLIONAR
Escrófula

Segunda forma mais comum

Imunodeficiência relacionada a AIDS

Progressão de focos bacilares
TUBERCULOSE ÓSTEO-ARTICULAR
30% dos casos de TB extrapulmonar

Disseminação linfo-hematogênica

Coluna Vertebral

Crianças e idosos
Teste tuberculínico

0 a 4 mm: não reator

5 a 9 mm: reator fraco

Maior ou igual a 10 mm: reator forte

Sintomas gerais
Febre (pode variar e chegar a 40º)
Sudorese (noturna)
Perda de peso ou ponderal (perde 6kg em até uma semana)
Sintomas respiratórios
Tosse seca e depois volumosa
Hemoptise
Dispneia
Dor torácica
Rouquidão
Sintomas respiratórios da TB
Figura 7:Inflamação dos alvéolos pulmonares
Fonte: Emphysema A.D.A.M. Medical Encyclopedia, 2012
Figura 8: Granuloma em tecido pulmonar
Fonte:Tb disease A.D.A.M. Medical Encyclopedia, 2012
Tosse
Sintomas respiratórios da TB
Hemoptise
Figura 9:Hemoptise
Fonte: (MORINGA, 2013)
SINTOMAS RESPIRATÓRIOS DA TB
Aneurismas de Rasmussen

Dilatação da artéria

Ruptura da artéria

Hemoptise
Figura 10: Aneurisma de Rasmussen
Fonte: (National Heart, Lung and Blood Institute, 2011)
Sintoma pouco comum

Lesões avançadas
Dispneia
Figura 11: Mulher com falta de ar
Fonte: (Lim, MD, 2014)
Dispneia
Figura 12: Pulmão com derrame pleural
Fonte: (pleural effusion A.D.A.M. Medical Encyclopedia, 2012)
Figura 13: Destruição do parênquima pulmonar
Fonte: Bruno Sedassari (2010)
SINTOMAS RESPIRATÓRIOS DA TB:
Dor torácica

Pleura comprometida

Casos mais graves

Podem ser junto com a dispneia
Rouquidão

Casos mais graves

Laringe comprometida

SINTOMAS GERAIS DA TB
Febre e sudorese

12 horas Pico do cortisol

Multiplicação dos bacilos

Morte do macrófago

Inflamação

Febre vespertina e sudorese noturna.
Figura 14: Febre, sudorese noturna e nível sérico do cortisol plasmático
Fonte: Focaccia, 2010
Perda ponderal

Frequente na Tuberculose

69% possuem a perda

Proporcional ao tempo de existência e extensão da tuberculose
SINTOMAS GERAIS DA TB
Figura 15: teste tuberculínico FONTE: BRASIL, 2002
PRINCIPAIS FARMACOS
(R) Rifampicina

(H) Isoniazida

(Z) Pirazinamida

(E) Etambutol
Para crianças (< 10 anos): 2RHZ/4RH

Casos novos de crianças, exceto a forma meningoencefálica;

Retratamento: recidiva ou retorno após abandono.
Esquemas básicos de tratamento
REAÇÕES ADVERSAS
Determinates: a dose, horarios de administração, idade do doente, estado nutricional, alcoolismo, condições da função hepática e renal e co-infecção pelo HIV.

Reações cutâneas e as gastrointestinais.

Intolerância digestiva (44%), manifestações cutâneas (21%), ictericia (17%) e manifestações articulares (45%).
Náuseas, pirose, epigastralgia;

Lesões acneiformes, prurido cutâneo;

Icterícia com e sem aumento sérico das enzimas hepáticas;

Artralgia ou Artrite.
REAÇÕES ADVERSAS
REAÇÕES ADVERSAS
REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da saúde.
Manual de recomendações para o controle da Tuberculose no Brasil.
Brasilia, Ministério da Saúde, 2011
BRASILEIRO FILHO, G.
Bogliolo Patologia.
7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
DE FARIA, J.L.
Patologia Especial com Aplicações Clínicas.
2ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999
FOCACCIA, R.
Tratado de Infectologia.
4 ed. São Paulo: Atheneu, 2009
REZENDE, J.M. de.
Linguagem Médica: Tísica.
In: jmrezende. Disponível em: http://www.jmrezende.com.br/tisica.htm. Acessado em 01/04/2014
 WORLD HEALTH ORGANIZATION.
Global Tuberculosis Report,
2013. Disponível em: www.who.int/entity/tb/publications/global_report/en/ - 25k. Acessado em 02/04/2014

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
ANTCZAK, S.E.
Fisiopatologia Básica.
1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koongan, 2005
MITCHEL,R.N.
Fundamentos da Patologia.
7 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006
PARADISO,C.
Série de Estudos em Enfermagem:

Fisiopatologia.
1ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koongan, 1998
PICON, P.D.; RIZZON, C.F.C; OTT, W.P.
Tuberculose: Epidemiologia, Diagnóstico e Tratamento em Clínicas e Saúde Pública.
1ed. Rio de Janeiro:Médica e Científica Ltda,1993
STEVENS, A.; LOWE, J.
Patologia.
2 ed. São Paulo: Manole Ltda, 2002
DIAGNÓSTICO DA TUBERCULOSE
Exame clínico

Radiologia Convencional

Tomografia Computadorizada

Ultrassonografia
EXAMES LABORATORIAIS
Bacteriologia

Método BAAR

Método de Cultura

sistema de Leitura Radiométrica
Figura 4: Coloração de Ziehl-Neelsen evidenciando
disposição de crescimento em cadeias paralelas
formando cordões (expressão do fator corda).
Fonte: COELHO, 2006.
Figura 5 : Colônias de Mycobacterium tuberculosis. Crescimento em Lowenstein - Jensen
Fonte: COELHO, 2006
Classe: Actinomicetos (Actinomycetes)
Ordem: Actinomicetales
Sub-ordem: Corynebacteriaceae
Família: Mycobacteriaceae
Gênero: Mycobacterium
Espécie: Mycobacterium tuberculosis

Complexo M. tuberculosis
:
M. bovis, M. microti, M. africanum
e as subspécies
M. Canetti e M. caprae.
ETIOLOGIA
ASPECTOS PATOLÓGICOS
PATOGENIA
fonte: BRASIL, 2011
Fonte: BRASIL, 2011
QUADRO CLÍNICO DE TB
SINTOMAS RESPIRATÓRIOS DA TB
SINTOMAS RESPIRATÓRIOS DA TB
TRATAMENTO
Fórmula de Rich (1951)
Probabilidade da evolução da infecção
L = N.V.H
R(n+a)
Onde: L = Lesão ou Doença; N=Números de bacilos; V=Virulência; H=Reação de Hipersensibilidade; Rn=Resistência Natural; Ra=Resistência Adquirida
ASPECTOS PATOLÓGICOS
PATOGENIA
ASPECTOS PATOLÓGICOS
PATOGENIA
ASPECTOS PATOLÓGICOS
PATOGENIA
ASPECTOS PATOLÓGICOS
PATOGENIA
Granuloma:
Céls gigantes derivadas dos macrófagos e linfócitos T
Tentam conter a disseminação do BK
Miolo: Céls epitelióides e Céls de Langerhans
Envoltório: Linf. T CD4+ e T CD8+
Desenvolvimento da imunidade: Necrose de Caseificação.
Potência da atividade imune determina o futuro da infecção para uma possível doença.
Disseminação controlada: Granuloma Calcifica
O BK mesmo controlado pode se reativar futuramente
Figura 6: Granulomas tuberculosos do pulmão, centrados por necrose caseosa, reação linfocitária circunjacente acompanhada de células epitelióides e de células gigantes, tipo Langhans, formando uma coroa. FONTE: BRASIL, 2002.
ASPECTOS PATOLÓGICOS
PATOGENIA
Tuberculose mesmo sendo uma doença infecto-contagiosa antiga ainda persiste até hoje.
Pará como área endêmica atualmente.
Condições socioeconômicas e focos de transmissão
Os processos patológicos, juntamente com o estudo da Sintomatologia ajuda na compreensão da doença
O diagnóstico e o tratamento podem ser realizados gratuitamente em postos de saúde.
A importância da continuidade no tratamento para uma possível erradicação da doença. DOTs (TDO)
CONCLUSÃO
CONCLUSÃO
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