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Untitled Prezi

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by

Rodrigo Moreira

on 20 March 2013

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PLANEJAR PARA QUÊ? Ana Carolina de Oliveira Salgueiro de Moura
Alice Fogaça Monteiro
Em muitas escolas, o ato do planejamento passou a ser visto como algo burocrático: preencher formulários, cumprir prazos não discutidos, apresentar planos de aula que nunca serão utilizados, e ainda contar com pouco tempo para o próprio planejamento (VASCONCELLOS, 2009). Assim, cada vez mais o planejamento foi se distanciando do ato de ensinar, talvez pelo fato de alguns professores o considerarem ineficaz e sem propósito. Essa visão deve ser superada se desejamos que nossas ideias realmente sejam realizadas. Um bom planejamento deve ser flexível para contemplar a dinâmica da realidade, deve prever possibilidades e não limitações, ser participativo e não contar com a sorte ou com “achismos” como: “eu acho que dou conta deste projeto”; “eu já tenho experiência e não preciso planejar”. A partir do momento que temos uma ideia e passamos a movimentar nossa mente para buscar sua efetivação, começamos a planejar. Segundo Vasconcellos (2009, p. 35) “planejar é antecipar mentalmente uma ação a ser realizada e agir de acordo com o previsto; é buscar fazer algo incrível, essencialmente humano: o real ser comandado pelo ideal”. Sendo assim, para planejarmos precisamos: querer mudar algo, acreditar na possibilidade de mudança; perceber a necessidade da mediação teórico-metodológica; e vislumbrar a possibilidade de realizar aquela determinada ação (VASCONCELLOS, 2009). Ou seja, é necessários que tenhamos/pensemos nos seguintes elementos: querer (a mudança); possibilidade (de mudança), necessidade (da ação que queremos planejar) e aplicabilidade (da ação que queremos planejar). REFLITA:

“O planejamento só tem sentido se o sujeito se coloca numa perspectiva de mudança” (VASCONCELLOS, 2009, p. 38).

Devemos ter claro que só a intenção, a vontade ou o desejo não farão com que a mudança ocorra, por isso é importante planejar. A mudança não irá ocorrer de forma espontânea ou através da boa vontade. Como bem diz Vasconcellos (2009, p. 42) “uma clareza deve ser resgatada: a reprodução, o ensino desprovido de sentido pode existir sem planejamento, todavia a recíproca não é verdadeira: se desejarmos uma educação democrática, temos que ter um projeto bem definido nesta direção”. Atentando para a realidade das escolas, o planejamento escolar é algo de suma importância, no entanto, através de processos históricos e culturais, cada vez mais é visto com descrença pelos professores. O planejamento está presente em diversas situações, ele nos ajuda chegar onde queremos, mas nem sempre com a pressa que pretendemos. Isso não o desmerece, pois sem ele, dificilmente conseguiríamos realizar nossas aspirações. Veja, por exemplo, a tirinha da Mafalda. Ela ilustra bem essa ideia. Por que será que, quando o planejamento é citado dentro das escolas ou em outros ambientes de trabalho, ele nos parece algo chato, difícil e burocrático: pensamentos que não sairão do papel? A que nos remete a palavra planejamento? Será que é uma ação que realizamos somente do campo das ideias? Será que é algo que fazemos somente quando preparamos uma aula ou uma tarefa? Por exemplo, todos os dias, antes de dormir ou ao acordar, planejamos o que faremos quando um novo dia começar, quais tarefas teremos que realizar, como as disporemos em nosso dia, quanto tempo levaremos para efetivar cada uma delas, quanto tempo utilizaremos para nos locomover... Muitas vezes, até mesmo o descanso e o lazer precisam ser planejados para que possamos desfrutá-los. Planejamos um dia, um fim de semana, uma viagem, um jantar, um aniversário, uma surpresa, uma tarefa, uma vontade ou um sonho. Quando olhamos por essa ótica, o planejamento nos parece algo comum, algo corriqueiro, necessário.
Então... O planejamento faz parte do nosso cotidiano, da vida das pessoas... Em algumas mais, em outras menos, mas todos exercitam frequentemente o ato de planejar. Fonte: http://clubedamafalda.blogspot.com/2006_01_01_archive.html REFERÊNCIA

VASCONCELLOS, C. dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto político pedagógico. 19. ed. São Paulo: Liberdad Editora, 2009.
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