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Metais no organismo humano

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by

Carlota André

on 5 December 2012

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Transcript of Metais no organismo humano

Trabalho elaborado por: Os metais no organismo humano A carência ou o excesso de determinados metais ou de quaisquer outros elementos químicos no organismo pode ser prejudicial à saúde, como já foi observado anteriormente.
Um desequilíbrio na concentração de alguns destes elementos pode provocar a morte.
Então, para manter o equilíbrio e o bom funcionamento do nosso corpo, sem escassez ou o excesso dos elementos essenciais, é obtido através de uma alimentação equilibrada. A presença dos metais referidos anteriormente podem causar:
Arsénio
Doenças cardiovasculares, renais, intestinais, morte.
Chumbo
Distúrbios neurológicos, gastrointestinais, renais.
Crómio
Alergias; Cancro.
Mercúrio
Depressões, desequilíbrio emocional, danos neurológicos, respiratórios, disfunções renais e gastrointestinais, problemas visuais, perda de audição, tremores musculares, paralesia cerebral. Os metais são necessários para muitas das funções vitais do organismo humano. A ausência de alguns deles pode provocar doenças graves, tais como: anemia, por deficiência de ferro; retardamento do crescimento de crianças, por falta de zinco e má formação óssea em crianças, por falta de cálcio.
Contudo, estes metais em excesso podem provocar graves problemas no organismo. Alguns deles podem causar intoxicações. São exemplos comuns: o arsênio, o chumbo, o crómio e o mercúrio. Ambivalência dos metais O tratamento para intoxicações causadas por chumbo, mercúrio e cádmio está basicamente centrado na utilização de antídotos, que são substâncias químicas de diferentes classes.
Algumas destas substâncias recebem o nome de agentes complexantes ou quelantes e podem ser naturais ou sintéticos.
Quando chegam ao organismo, esses antídotos ligam-se aos iões metálicos causadores da intoxicação e formam compostos de elevada estabilidade que depois são eliminados, em geral pela urina. Alguns exemplos de complexantes são a penicilamina, o EDTA, o dimercaprol e o ácido 2,3-dimercaptosuccínico (DMSA).  Grande parte dos elementos químicos que fazem parte da tabela periódica estão presentes no organismo humano. Aparecem de forma combinada nas mais variadas substâncias, desempenhando diferentes funções. Cálcio:

Presente nas estruturas ósseas, no esmalte dos dentes, na forma de hidroxifostado de cálcio, Ca5(PO4)3(OH).

Interfere nos processos de transcrição, activação de genes, divisão celular, apoptose, transmissão nervosa, coagulação do sangue, contracção muscular, regulação hormonal e actua na respiração celular. A escassez de cálcio provoca:
- Osteopenia e osteoporose.
- Irritabilidade, unhas quebradiças, tendência para cáries, depressão, insónias, palpitações cardíacas, hipertensão.

O excesso de cálcio provoca:
- Redução de outros minerais, como magnésio.
- Anorexia, agitação, dificuldades de mememorização, depressão, fraqueza muscular.
- Acumulações de sais minerais nos rins – “pedra” no rim. Sódio e o potássio:

Contribuem para o balanço osmótico nas membranas celulares.

Mantêm o potencial elétrico da célula, intervindo na transmissão nervosa.

O potássio, mais própriamente,  na secreção de insulina através do pâncreas e conservação do equilíbrio ácido/base.

E o sódio no equilíbrio de fluidos no organismo. A escassez de sódio e potássio provoca:
Hiponatremia.
Problemas de ritmo cardíaco, fraqueza muscular, cansaço, desorientação.

O excesso de sódio e potássio provoca:
Doenças cardiovasculares, diarréia, hipertensão, insuficiência renal
Hiperpotassemia, hipercalemia. Ferro:

Presente na estrutura da hemoglobina.

Responsável pela absorção e transporte de oxigénio no sangue, essencial à vida.

Participa na síntese de importantes moléculas orgânicas e de enzimas envolvidas na síntese de DNA, oxidação da glucose e nos mecanismos de remoção de radicais livres

Intervém no processo de crescimento e desenvolvimento do organismo. A escassez de ferro provoca:
Fadiga, anorexia (falta de apetite), palidez da pele e mucosas (parte interna do olho, gengivas), anemia.
Menor capacidade de concentração, dificuldades de aprendizagem, apatia.

O excesso de Ferro provoca:
Comportamento tóxico, originando siderose.
Cancro, doenças cardíacas, doenças degenerativas (Parkinson).
Redução imunitária, agravando os quadros infecciosos e destruição da vitamina E.
Hemocromatose (excessiva absorção de ferro). Magnésio:

Funciona como estabilizador para a estrutura das cadeias de DNA e RNA.

Encontra-se presente nos ossos e tem um importante papel na contração muscular, sendo considerado um mineral anti-stress, anti-inflamatório, anti-trombótico e protector cardiovascular. 

Vital para o metabolismo do Cálcio, da vitamina C, Fósforo, Sódio e Potássio.

Participa na formação de mais de 300 diferentes enzimas.

Produz, armazena e liberta energia para a célula. Magnésio:

Funciona como estabilizador para a estrutura das cadeias de DNA e RNA.

Encontra-se presente nos ossos e tem um importante papel na contração muscular, sendo considerado um mineral anti-stress, anti-inflamatório, anti-trombótico e protector cardiovascular. 

Vital para o metabolismo do Cálcio, da vitamina C, Fósforo, Sódio e Potássio.

Participa na formação de mais de 300 enzimas diferentes e na síntese de proteínas.

Produz, armazena e liberta energia para a célula. A escassez de magnésio provoca:
Endurecimento das artérias e calcificação nas cartilagens, articulações e válvulas cardíacas.
Letargia, depressão e irritação.
Osteoporose.

O excesso de magnésio provoca:
Rubor facial, hipotensão, fraqueza muscular, náuseas, insuficiência respiratória, boca seca e sede constante. É importante destacar, ainda, outros metais, sem os quais a vida humana não era possível. Entre eles estão o zinco, o manganês, o cobalto, o níquel, o cobre, o molibdénio, entre outros, envolvidos nos processos metabólicos que regulam a produção de energia e o bom funcionamento do corpo humano. Os metais como o chumbo, crómio, e mercúrio são metais pesados e em contacto com o organismo, eles atraiem elementos essenciais ao corpo: proteínas e enzimas. Os metais unem-se a alguns deles, impedindo o seu funcionamento, podendo provocar a morte.
No entanto, a toxicidade dos metais depende da dose, estado e forma como são ingeridos. Também dependem da espécie do metal. Toxicidade de metais no organismo Estes metais (Hg, Cd, Pb, As) tóxicos têm tendência a acumular-se nos solos. Os sedimentos infiltram-se e poluem as águas, podendo consequentemente contaminar os alimentos. São também transportados por vias aéreas, como gases ou absorvidos em materiais suspensos, acabando por poluir também a atmosfera. Toxicidade de metais no ambiente Carlota André
Marlene Raposo
Tamára Martins
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