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ARQUITETURA DIALOGICA

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by

Paula Chamma

on 18 June 2016

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Transcript of ARQUITETURA DIALOGICA

Paula Valéria Coiado Chamma
UNESP/Bauru
Cláudio Silveira Amaral
UNESP/Bauru
Eduardo Romero de Oliveira
UNESP/Bauru

MÉTODOS E TÉCNICAS DE LEITURAS ARQUITETÔNICAS E URBANO-TERRITORIAIS

Ementa: A disciplina tem como objetivo instrumentalizar o aluno nos métodos e técnicas de leitura documental (cartográfica, iconográfica e textual),
assim como analisar as diferentes teorias, métodos e técnicas de representação e avaliação crítica do objeto arquitetônico, da cidade, da paisagem e do território.

UNIDADE 3:ANÁLISE DAS METODOLOGIAS DO ESPAÇO ARQUITETÔNICO, URBANÍSTICO E PAISAGÍSTICO.

Análise das metodologias do espaço arquitetônico/urbanístico/paisagístico:
a)Topogênesis: análise da estética nas dimensões poética, retórica e hermenêutica

b)Relação entre lugar e história: análise prefigurativa, configurativa, refugurativa e reconfigurativa.

c) Arquitetura dialógica como metodologia de
análise do espaço arquitetônico, urbanístico
e paisagístico.

Plano de Ensino
"Sou como você me vê" por Clarice Lispector

Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar.
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração.
Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira.
Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre.

Fonte: http://letrasealegria.blogspot.com.br/p/clarice-lispector-poemas-e-frases.html
Apresentação
INVESTIGAÇÃO METODOLÓGICA
Acadêmicos x Práticos.
Cada arquiteto=um método
Subjetividade da criação x Sistematização
Genialidade do arquiteto= inspiração
Perfórmace competente=talento
"Arquitetura é ciências?"
Joseph MUNTAÑOLA Thornberg

(*1940).Arquiteto, teórico da arquitetura , professor da Universidade Politécnica da Catalunha. Editor da Revista Arquitectonics. Baseado em pensadores como Ricoeur e Bakhtin, propõe a arquitetura dialógica, cujo método fundamenta-se na dialogia de Bakhtin (1997), na narratividade de Ricoeur e na dimensão estética topogênica (estudo da construção do lugar "para viver")




Paul RICOEUR
(*1913 +2005) Filósofo e antropólogo francês conhecido por relacionar tempo narrado ao espaço construído, fazendo analogias entre arquitetura e narratividade.
Fez da fenomenologia (compreensão existencial) e da hermenêutica (interpretação de um texto ou discurso) um referencial metodológico para ser aplicado em diferentes áreas da Ciência.
Mikhail BAKHTIN
(*1895, + 1975) Crítico literário russo, teórico e
filósofo da linguagem. A concepção da linguagem em Bakhtin se baseia no diálogo.
Foi o líder intelectual de um grupo que ficou conhecido como “Círculo de Bakhtin“, inspirando
inúmeros pesquisadores de diferentes áreas.
O Problema:
A implantação tardia da diretriz
curricular que obriga as escolas a minstrarem disciplinas na área patrimonial (1994) tem afetado a formação profissional nessa área, levando ao exercício profissional pouco eficiente, representados em projetos
que atentam contra a identidade e autenticidade do patrimônio arquitetônico e urbano.

A Hipótese:
Houve contribuição da disciplina Técnicas
Retrospectivas ou Patrimônio Cultural para o desempenho projetual discente em áreas históricas no Concurso Ópera Prima.
A implantação tardia da diretriz curricular que obriga as escolas a minstrarem disciplinas na área patrimonial (1994)afetou o desempenho projetual discente em áreas históricas, prejudicando o exercício profissional na área patrimonial, representados por projetos que atentam contra a identidade e autenticidade do patrimônio arquitetônico e urbano.

O Objetivo:
Avaliar a prática projetual discente em áreas históricas e sua relação com as disciplinas Técnicas Retrospectivas ou Patrimônio Histórico através dos projetos premiados no Concurso Ópera Prima.

Recorte Histórico:
Fase 1 (1988 a 1998)
Fase 2 (2004-2014)
O Método:
O método utilizado é dimensão estética
da topogênesis, com base na fundamentação teórica e filosófica de Bakhtin (1997),Ricoeur (2002), (Muntanola, 2000). Assim sendo, será averiguado a dialogia nas duas dimensões: tempo cosmológico (configurativa) e tempo histórico (refigurativa).





Por sua vez, essa análise compreendeu três etapas. 1ª: foram selecionados projetos premiados pelo concurso Ópera Prima nfase 1 e fase 2 na temática patrimonial.
2ª: análise dialógica na estética de cada projeto, tendo como base a configuração dos projetos e a sua interpretação pelo juri e autores dessa pesquisa (refiguração).
3ª: avaliou a síntese dialógica de todos os projetos estudados.
Desta forma, pretende-se contribuir com os métodos de ensino de projetos em área histórica a partir do estudo da arquitetura dialógica.

"O significado de lugar"
O lugar é o elo de ligação entre a história e o sujeito. Sem esse elo se rompe a razão entre a história e o sujeito.
O momento que o espaço ganha o significado de lugar é quando nele se estabelecem as relações afetivas, a identidade e a memória.
Toda obra deve ser conscientemente planejada considerando as forças coletivas e individuais do lugar, suas poéticas e retóricas, metodologia definida como Topogênesis, ou seja, da gênese (origem e formação) do lugar habitado.

São os conhecimentos interdisciplinares nas ciências exatas, humanas e sociais aplicáveis ao desenvolvimento de projetos
Ex: Área patrimonial: Fundamentação teórica e metodológica para a dialogia, com as obras disponíveis nas Cartas Patrimoniais, na obra de Munatñola, Ricoeur, Bakhtin e os teóricos como Boito, Brandi, Giaovannoni, entre outros.

Ciências:
Estética:
A noção de estética, sob a ótica
dialógica, apoia-se na poética e
na retórica. A dialogia se desenvolve
na relação espaço-temporal.
O lugar, em constante transformação
se estrutura em poéticas e retóricas
em função da cultura e da história.
Quando um projeto afeta o
imaginário e surpreende é estético.

Ética:


Para o entendimento da ética na arquitetura
dialógica é preciso aceitar as diferenças, de
lugares, de pessoas, de culturas e de valores.
Não há ética em projetos que padronizam
os espaços sem considerar as diferenças e
as semelhanças, o “eu” e o “outro”.

QUEM SOU?
"O eu só existe na
medida em que está
relacionado a um
tu."

Alfredo
Antonio
Cristino
Dionísio
Eliane
Fer Fabri
Filosofia de Bakhtin:
"Percebemos o mundo na tríplice ótica:
eu-para-mim,
eu-para-outro,
outro-para-mim"
Fernada
Jardiel
Karina
Keronly
Maiara
Pamela
Paulo
Priscila
Rafaela
DIÁLOGO
Segundo Muntañola (2000, p.70) a noção de dialogia
vem do grego
dia-logos
, razão ou
palavra que atravessa
(que vai de dentro para fora e de fora para dentro).
Produto de
interação entre duas ou mais pessoas,
com uma linguagem em comum, em que se estabelece uma relação ativa entre locutor (emissor) e interlocutor (receptor de compreensão ativa). É a "reação" gerada em nós pelas palavras. É compreender além da forma linguística.
É uma
troca de informações que gera uma ação
, ou seja, é a
ENUNCIAÇÃO (ato de dizer, de produzir um ENUNCIADO)

"Quanto a mim em tudo ouço vozes e relações dialógicas entre elas. [...] Não existe primeira nem última palavra, e não há limites para o contexto
dialógico. ...Em qualquer momento do desenvolvimento do diálogo existem massas imensas e ilimitadas de sentidos esquecidos, mas em determinados momentos do sucessivo desenvolvimento do diálogo, em seu curso, tais sentidos serão relembrados e reviverão em forma renovada (em novo contexto). Não existe nada absolutamente morto:cada sentido terá sua festa de renovação. Questão do grande tempo."
(BAKHTIN, 2010, p. 410).

“Voz”, conforme definido por Bakhtin, se refere à consciência falante presente nos enunciados e sua característica fundamental é que ela sempre carrega um juízo de valor, uma visão de mundo.
O enunciado é composto por diferentes pontos de vista, ou seja, por meio de diferentes consciências falantes ou vozes.

A relação entre o projeto, sua leitura (texto) e o seu contexto
é entendida como dialogia. A arquitetura pode ser lida e
interpretada como um texto, inserida em um contexto.

A arquitetura é para o espaço o que o
relato é para o tempo, isto é uma
operação configuradora, um paralelismo,
por um lado entre o ato de construir,
ou seja, ato de edificar no espaço e, por
outro lado, o ato de narrar, dispor a
trama no tempo.
É a unificação do conceito de
“topos” (sítio, lugar) e “chronos”
(tempo),
Representado em projetos de
arquitetura, ao considerar o que
já passou (história) e as
propostas para o futuro (projeto).
Toda história de vida para existir necessita de um
espaço de vida.

Na análise da relação espaço-temporal na construção encontra-se a temporalidade do ato arquitetônico, a dialética da memória e o projeto. Essa análise se
organiza em dimensões sucessivas na relação entre
lugar e história.

Método Dialógico
A
hibridação
é a preservação do edifício antigo (patrimônio arquitetônico na ambiência) e sua interpretação, atendendo aos novos usos e valorizando o antigo através do novo
(novo x velho).

Os
estudos de viabilidades
são necessários para a materialização do projeto proposto, de modo que todas
as “vozes” que antecedem o programa de necessidades
possam ser ouvidas.

A
inovação
representa as novas maneiras de
fazer, ou seja, novos arranjos em relação
às habituais tipologias, tecnologias e
parâmetros de sustentabilidade à serviço
do patrimônio. (novas maneiras x maneira
habituais).

A
contemporaneidade
é o contraste ou
relação com a arquitetura tradicionalista
e seus valores atualizados (tradição x
atualização).



BUBNOVA, Tatiana; BARONAS, Roberto Leiser; TONELLI, Fernanda. Voz, sentido e diálogo em Bakhtin. Bakhtiniana, Rev. Estud. Discurso, São Paulo , v. 6, n. 1, p. 268-280, Dec. 2011 .
BUBNOVA, Tatiana; BARONAS, Roberto Leiser; TONELLI, Fernanda. Voz, sentido e diálogo em Bakhtin. Bakhtiniana, Rev. Estud. Discurso, São Paulo , v. 6, n. 1, p. 268-280, Dec. 2011 .
Muntañola, J.Topogénesis: Fundamentos de una nueva arquitectura. Editions UPC, 2000, p.15)
Enunciado e enunciação na Arquitetura

Todo enunciado (dito) se dá na sua
relação espaço-temporal.
As categorias do enunciado são: pessoa, tempo e lugar.
Enunciação=ato de projetar
Enunciado=construção
Ex: Filme: A casa do lago
Arquitetura é comunicação?

Baseado em Nelyse Apparecida Melro Salzedas. Tese de Doutorado-USP. A Engomadeira, Um Discurso Cosmico (1976).
Texto, vem do latim "textum", que significa “tecido, entrelaçamento”.
A "construção" do texto é uma
tecedura de fios significativos
. Sobre ele temos três olhares:
1º) é o olhar do
encontro
com o texto para colher sinais significativos, sugestões, suspeitas.
(O que o autor quer mostra com o texto?)
2º) é o olhar do
acolhimento

e julgamento
do texto .
(Como o autor constrói o texto?)
3º) é o olhar de
cumplicidade
entre leitor-texto, é o agir, é a reação que
vem com o texto. (Como o leitor interpreta o texto?).




O Texto
CASTRO, Adriane B. B, ARANTES, Helena A. G., SÁ, Léa S. B. C. . Dos alicerces da leitura à construção do texto. EDUSC, p.16, 2013.
“Existem aqueles que, enquanto leem um livro recordam, comparam, trazem à tona emoções de leituras anteriores.
Trata-se de uma das formas mais delicadas de adultério.”


Ex. A casa materna-Vinícius de Moraes
(Estrada apud Manguel. Uma História da leitura. Cia das Letras.2004.
CASTRO, Adriane B. B, ARANTES, Helena A. G., SÁ, Léa S. B. C. . Dos alicerces da leitura à construção do texto. EDUSC, p.16, 2013.
A metodologia dos 3 olhares é
aplicada à leitura dos mais diversos tipos de texto
e exercita os três momentos do pensar:
a)
apreensão
(ver os elementos significativos do texto)
b)
compreensão
(dar sentido aos elementos)
c)
interpretação
(incorporar esses elementos à realidade do leitor).
Arquitetura e Dialogia
Diálogo é força que gera a produção da linguagem. Essa força é a
enuncia-AÇÃO (ato de dizer)e ENUNCIADO é o dito
, discurso associado a um
CONTEXTO.
Segundo Silva (2004) dialogismo para Bakhtin,opera em vários níveis:
a)relações entre interlocutores (eu-tu)
b) relações do texto com outros discursos e textos (intertextualidade)
c) do texto com o contexto.

MUNTAÑOLA, JOSEP, Topogénesis – Fundamentos de una nueva arquitectura, Arquitext, n.º11,Barcelona, Edicions UPC, 2000
SOLER, ALFRED LINARES I .La enseñanza de la arquitectura como poética.Colección Arquitectonics – Mind, Land & Society. Ediciones UPC, Barcelona; 1ª edição, 2006
SILVA, M. C. da. A avaliação da leitura em língua estrangeira: explorando gêneros textuais.
Tese de Doutorado. Niterói: Universidade Federal Fluminense, 2004.
TODO PONTO DE VSITA É A VISTA DE UM PONTO

Ler significa reler e compreender, interpretar.
Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a partir de onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender como alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é sua visão de mundo. Isso faz da leitura sempre uma releitura. A cabeça pensa a partir de onde os pés pisam. Para compreender, é essencial conhecer o lugar social de quem olha. Vale dizer: como alguém vive, com quem convive, que experiências tem, em que trabalha, que desejos alimenta, como assume os dramas da vida e da morte e que esperanças o animam. Isso faz da compreensão sempre uma interpretação. Sendo assim, fica evidente que cada leitor é co-autor. Porque cada um lê e relê com os olhos que tem. Porque compreende e interpreta a partir do mundo em que habita.
(BOFF, Leonardo. A águia e a galinha: uma metáfora da condição humana. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997, p. 9.)
A dialogia deve ser entendida como uma interação, o que
não significa a concordância permanente
, pois toda comunicação
causa tensão
, gerando um processo de ação-reação.
A teoria interdisciplinar do pensador russo Bakhtin, baseia-se na alteridade do processo de comunicação em que há a presença do “eu” e do “outro”. (Chamma e Salcedo, 2015)
O ensino dialógico do projeto arquitetônico em áreas históricas. Chamma, P.V.C e Salcedo, R.FB.2015.

BAKHTIN, Mikhail Mikhailovich. Estética da criação verbal. Prefácio à edição francesa
Tzvtan Todorov; Intodução e tradução do russo Paulo Bezerra.5ªed.São Paulo: Editora WMF
Martins Fontes, 2010.
Topogénesis
O ensino dialógico do projeto arquitetônico em áreas históricas. Chamma, P.V.C e Salcedo, R.FB.2015.

Topogénesis
O ensino dialógico do projeto arquitetônico em áreas históricas. Chamma, P.V.C e Salcedo, R.FB.2015.

Arquitetura e Narratividade
RICOEUR, PAUL. Arquitectura y narratividad. Revista Arquitectonics. Mind, Land & Society, Barcelona: UPC, n. 4, p. 9-29, 2003.
Arquitetura e Narratividade
Cronótopo
RICOEUR, PAUL. Arquitectura y narratividad. Revista Arquitectonics. Mind, Land & Society, Barcelona: UPC, n. 4, p. 9-29, 2003.
Cronótopo
RICOEUR, PAUL. Arquitectura y narratividad. Revista Arquitectonics. Mind, Land & Society, Barcelona: UPC, n. 4, p. 9-29, 2003.
O ensino dialógico do projeto
arquitetônico em áreas históricas.
Chamma, P.V.C e Salcedo,
R.FB.2015.

O ensino dialógico do projeto arquitetônico em áreas históricas. Chamma, P.V.C e Salcedo, R.FB.2015.

O ensino dialógico do projeto arquitetônico em áreas históricas. Chamma, P.V.C e Salcedo, R.FB.2015.

O ensino dialógico do projeto arquitetônico em áreas históricas. Chamma, P.V.C e Salcedo, R.FB.2015.

O ensino dialógico do projeto arquitetônico em áreas históricas. Chamma, P.V.C e Salcedo, R.FB.2015.

O ensino dialógico do projeto arquitetônico em áreas históricas. Chamma, P.V.C e Salcedo, R.FB.2015.

O ensino dialógico do projeto arquitetônico em áreas históricas. Chamma, P.V.C e Salcedo, R.FB.2015.

A pesquisa:Fundamentos teóricos e metodológicos para ensino de arquitetura em áreas históricas
Exemplo de análise
No projeto “Biblioteca-parque” de autoria de Camila da Rocha Thiesen, a internacionalização do TFG possibilitou a visualização da poética na arquitetura, sem nada dever para a técnica. O arquiteto é capaz de gerar sensações a partir do inusitado, faz com que que um espaço torne-se lugar. Completamente contextualizado, a proposta apresenta a dialogia entre espaço livre e edificado, entre o espaço público e privado. Ao propor uma bliblioteca, auditório, e área livre comprova-se que a preservação pode estar articulado à modernidade/contemporaneidade, ter técnica e poesia.
(Ferreira Junior et al. A EFICÁCIA DA COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES. Caderno Organização
Sistêmica, vol.3 n.2, jul/dez 2013.)

TEXTO BOM X TEXTO RUIM
ARQUITETURA BOA X RUIM
Comunicação é uma palavra derivada do termo
latino "communicare", que significa "partilhar,
participar algo, tornar comum".

Por meio da comunicação, os seres humanos
partilham diferentes informações entre si,
tornando o ato de comunicar uma atividade
essencial para a vida em sociedade.

Verbal
Não verbal
A Arquitetura é um meio de Comunicação estético que,
na maioria das vezes, é associado somente ao visual.
Ela mexe com todos os sentidos e, inclusive, com as
nossas relações e afeta a recepção sobre o que nos cerca...
É um tipo de linguagem silenciosa, mas de caráter
universal, reflexo da história e cultura de uma civilização,
sendo a imagem de uma sociedade.
.

Arquitetura é comunicação. Tavares et al. In: XVI Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste – João Pessoa - PB – 15 a 17/05/2014
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