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Estrutura Física do Centro Cirúrgico

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by

Alexandra Teixeira

on 23 May 2015

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Transcript of Estrutura Física do Centro Cirúrgico

Centro Cirúrgico
Parte II

Estrutura Física do Centro Cirúrgico
Medidas de Biossegurança no Ambiente Cirúrgico
"Aplicação e Reflexão de princípios de segurança para a PROTEÇÂO do meio ambiente, da saúde do trabalhador e do paciente."(SOBECC)
Gerenciamento de Risíduos
Estresse e Burnout
Estressores para equipe de enfermagem que atua no centro cirúrgico:
- Relacionamento com equipe médica
- Isolamento profissional em ambiente confinado
- Coordenação do setor como um todo (material, equipamentos, pessoal)

Recursos Humanos
Profissionais aptos a prestar cuidados específicos e, muitas vezes, de alta complexidade e individualizados a pacientes submetidos aos mais diversos procedimentos cirúrgico-anestésicos.

Dimensionamento de Pessoal de Enfermagem
Avaliação do
QUANTITATIVO e do QUALITATIVO
Quimioterápicos
Alexandra Teixeira
Stephanie Scarabelli
Vitória Oliveira

HISTÓRICO


- "Cirurgiões barbeiros"
- Descoberta da Anestesia - 1846
- Atuação da enfermagem
Ambiente Seguro, confortável e limpo.
Imagem: The Knick, novo seriado médico, retrata a rotina de um cirurgião do começo do século passado.
Cálculo de pessoal baseado na estrutura do serviço - SO e URPA
Cálculo de pessoal baseado na carga de trabalho - 'Gaidzinski'
Capacitação
NR32
"Antes de tudo, não causar dano"
Abordagem Sistêmica
Agências Reguladoras - Corpo de Bombeiros
Definição e Classificação de Risco
Situação ou fator de risco é uma condição ou um conjunto de circunstâncias que têm o potencial de causar um efeito adverso, que pode ser: morte, lesões, doença ou danos à saúde humana, animal, à propriedade ou ao meio ambiente." (SOBECC 2013)
Equipamentos de Proteção: Individual e Coletiva
"As precauções padrão são aplicadas a todos os pacientes em tratamento, seja qual for o seu diagnóstico ou estado de infecção presumido."
Classes de Risco
1, 2 , 3 e 4.
"conjunto de áreas e instalações que permite efetuar procedimentos anestésico-cirúrgicos nas melhores condições para o paciente e conforto para a equipe que o assiste." (SOBECC 2013)
Principais Componentes:
Vestiários, corredores internos, área de escovação, salas cirúrgicas, depósitos de materiais e equipamentos, laboratório de anatomia e radiologia, secretaria, área de recepção de pacientes, salas de conforto com copa, sala de apoio e sala de espera com sanitários.
RDC s 50 e RDC 307/2002
Áreas não-restritas
Áreas semirrestritas
Áreas restritas
Acabamento
Materiais resistentes a:
Desinfetantes
máquinas de lavagem e aspiração
Superfícies monolíticas
Cores frias e tons pastéis
Não são permitidos ralos na SO
Forros
contínuos
Bioengenharia
"Engloba as características físicas do projeto do CC, que incluem iluminação, ventilação, temperatura, umidade, sistema elétrico e sistema de segurança." (SOBECC 2013)
Sistema de Emergência com gerador próprio
Instalações
Mínimas
Água fria (HF)
Água quente (HQ)
Vapor (FV)
Oxigênio canalizado (FO)
Óxido Nitroso (FN)
Vácuo Clínico canalizado (FVC)
Ar comprimido medicinal (FAM)
Ar-condicionado (AC)
Sistema Elétrico de Emergência (EE)
Sistema Elétrico Diferenciado dos demais (ED)
Exaustão 0,9% (E)
Configuração Física do Centro Cirúrgico
- CC com corredor único
- CC com corredor Duplo
- CC com Corredor Periférico
- CC Ambulatorial
Alvará de Funcionamento - Lei 10.083/98
Enfermeiro
"Profissional habilitado a gerenciar o ato anestésico-cirúrgico em todas as suas etapas e atender as necessidades do cliente durante todo o período perioperatório. "
A SOBECC recomenda especialização na área em que atua.
Atribuições do Enfermeiro coordenador
Atividades Relacionadas ao funcionamento da Unidade
Atividades técnico-administrativas
Atividades Assistenciais
Atividades administrativas de Pessoal
Atribuições do Enfermeiro Assistencial
Técnico e Auxiliar de Enfermagem
Decreto 94.406/87, que regulamenta a Lei 7.498/86
Técnico geralmente é o Circulante.
Auxiliar Administrativo - Secretaria
Instrumentador
ERGONOMIA
Riscos Elétricos e de Incêndio
Líquidos Voláteis e gases anestésicos
Evitar acúmulo de solução degermante na pele.
Radiação e Radioterapia Intraoperatória
Laser
Classificação
"agentes antineoplásicos possuem propriedades mutagênicas e carcinigênicas e muitos podem causar reações alérgicas ou lesões locais."
Alergia ao Látex
- 1% da população geral atópica
- 1 a cada 800 pacientes
-7 a 10% profissionais
Vacinação
Prevenção e controle de infecção de SÍTIO CIRÚRGICO
Definição e Critérios
Microorganismos relacionados
Variáveis que influenciam
Classificação das Cirurgias x Pontencial de Contaminação
Prevenção
Limpeza do Ambiente Cirúrgico
Considerações Finais

Infecção que acomete o sítio anatômico em que a cirurgia é realizada.
- Diagnosticada em até 30 dias após a cirurgia ou até um ano em caso de prótese.
- Terceira Infecção mias freqüente 14% a 16%
- 38% das infecções que acometem clientes cirúrgicos
- 77% óbitos relacionados

INFECÇÃO DE SÍTIO CIRÚRGICO
CRITÉRIOS
- Interpretação clinica e laboratorial
- Classificação da cirurgia
MICROORGANISMOS RELACIONADOS
- Microbiota da pele ou mucosa do próprio paciente.
- Staphylococcus aureus e Staphylococcus coagulase negativo.
- Organismos multiresisdentes.
VARIÁVEIS RELACIONADAS QUE INFLUENCIAM À INFECÇÃO DE SÍTIO CIRÚRGICO
CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS E CONTAMINAÇÃO
Portaria n 2.616, de 12 de maio de 1998, do MS, estabelece diretrizes e normas para prevenção e controle de infecções hospitalares e classifica as cirurgias, segundo potencial de contaminação.
1. Cirurgias Limpas
2. Cirurgias potencialmente contaminadas
3. Cirurgias contaminadas
4. Cirúrgicas infectadas
Pré-operatório
Pré-operatório
Intraoperatório
Intraoperatório
SISTEMA DE ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PERIOPERATÓRIO - SAEP
Definição
Objetivos
Fases
Fluxo da SAEP
Humanização da Assistência ao Cliente Cirúrgico
SAEP
No ano de 1990, pensando especificamente em sistematizar a assistência prestada pela enfermagem perioperatória, Castellanos e Jouclas, duas pesquisadoras e enfermeiras da Universidade de São Paulo (USP), propuseram um novo modelo conceitual de processo de trabalho para a assistência de enfermagem desenvolvida em centro cirúrgico, que foi chamado Sistematização da Assistência de Enfermagem Perioperatória (SAEP)
(THIENSEN, 2005).
Favorece a garantia da qualidade da assistência perioperatória, uma vez ira ajudar o paciente a compreender seu problema de saúde, preparando-o para o procedimento anestésico- cirúrgico proposto, bem como das possíveis conseqüências por estes impostos, e assim minimizar riscos e complicações no trans e pós- operatório.
FASES
- Visita pre operatória de enfermagem
- Planejamento da assistência perioperatória
- Implantação da assistência
- Avaliação da assistência, por meio da visita pré operatória de enfermagem
- Reformulação da assistência a ser planejada, segundo resultados obtidos e solução de
situações não desejadas ou ocorrência de eventos adversos.
Fluxo
HUMANIZAÇÃO
- Aplicação da SAEP em sua foram integral p, com ênfase às orientações fornecidas nas visitas pré e pós operatórias.

- Esclarecer dúvidas do paciente e de seus familiares e respeito do tratamento proposto.

- Reconhecer o propor meios de redução de assistência e do medo do paciente em relação a anestesia e/ou a cirurgia.

- Prever ou prover matérias e equipamentos para cada cirurgia proposta, segundo as necessidades do procedimento e do paciente.

- Receber o paciente durante no Centro açoraríamos, chamando- o sempre pelo nome.

- O acompanhar durante todo o percurso no CC.

- Zelar pela privacidade do paciente.

- Prestar cuidados assistenciais com competência técnico cientifica.

- Prestar cuidados integrais com respeito e segurança.

- Cuidar do encaminhamento seguro do paciente a SRPA.

- Permitir a presença da família na SRPA.

- Realizar registros no prontuário de forma clara e objetiva.

- Supervisionar e controlar as atividades realizadas do CME.
Sala de operações: Montagem, Circulação e desmontagem
MONTAGEM
Equipamentos básicos ( Normas da Anvisa)
- Uma mesa cirúrgica
- Um foco central e focos a acessórios
- Duas mesas de instrumentação cirúrgica
- Duas Mesas auxiliares
- Um equipo de anestesia
- Um bisturi elétrico
- Dois hampers
- Dois baldes para lixo
- Um coletor para materiais perfurocortantes
- Instalações elétricas
- Instalações hidráulicas
- Saídas de gases medicinais
- Sistema de ventilação com ar condicionado centralizado
Objetivo

Proporcionar a realização do anestésico cirúrgico com técnica asséptica, planejar e disponibilizar materiais e equipamentos necessários e adequados para realização da anestesia e cirurgia.
CIRCULAÇÃO
Materiais
Cateteres
Materiais esterilizados
Equipes de soro
Seringas
Agulhas de diversos calibres
Coletores
Sondas
Aventais
Campos
Gazes
Compressas
Equipamentos específicos de cada cirurgia
"E atividade PRIVATIVA da equipe de ENFERMAGEM, em geral realizada pelo técnico ou pelo auxiliar de enfermagem, sob o comando e SUPERVISÃO direta do ENFERMEIRO." (SOBECC 2013)

Recomendações
" A SOBECC recomenda que o ENFERMEIRO dê atenção especial aos pacientes que
chegam a SO.
Desmontagem
O técnico de enfermagem atuando com o circulante de sala é responsável de remover os itens após o termino de cada procedimento e deixar a sala cirúrgica limpa e organizada para receber o próximo cliente.
ANESTESIA
Resolução No.1802/2006 –
Conselho Federal de Medicina

PROCEDIMENTO ANESTÉSICO
o Avaliação pré-anestésica
o Anestesia
o Período de recuperação anestésica
o Analgesia pós-operatória


OBJETIVOS
o Suprir a sensibilidade dolorosa (com ou sem consciência)
o Promover relaxamento muscular
o Proporcionar condições ideais de atuação para médico cirurgião.
o Condições fisiológicas (ASA), mentais e psicológicas do paciente
o Doenças pré-existentes
o Tipo e duração do procedimento cirúrgico
o Recuperação pós-operatóia
o Manuseio da dor pós-operatóra


ESCOLHA DO TIPO DE ANESTESIA

TIPOS DE ANESESIA
o Geral combinada e local
o IMPORTANTE PARA DESENVOLVER CUDADOS DE ENFERMAGEM
o FINALIDADE: suprir uma mistura de gases anestésicos e promover a sustetaçao da vida com segurança

o FUNÇOES BÁSICAS: promover O2, remover CO2,fornecer e quantificar o volume de gases, fornecer vapor anestésico e facilitar/promover ventilação adequada ao paciente, medir Pa, FC, temperatura corpórea

APARELHO DE ANESTESIA


 INLATÓRIOS: gase (óxido nitroso) e vapores (éteres halogenados)
 INTRAVENOSOS: barbitúricos (anestesia geral) e opióides (analgésicos)
 LOCAIS E REGIONAIS: associados á epinefrina ou á opióides ou á adrealina

PRINCIPAIS FÁRMACOS UTILIZADOS EM ANESTESIA



o ESCALA DE MALLAMPATI

o ESCALA DE CORMACK E LEHANE

Enfermeiro: Disponibilizar material

Vias aéreas difíceis
RECOMENDAÇOES GERAIS:
o Checar funcionamento do aparelho anestésico
o Verificar prontuário (identidade, procedimento, alergia, antecedenes)
o Realizar checklist ante da anestesia
o Monitoramento do ECG, Pa e oximetria de pulso
o Prever e promover todo o material para anestesia
o Manter disponível equipamento para manuseio das vias aéreas (conhecimento do equipamento)
o Conferir existência e necessidade de material para intubação (auxilia)
o Auxiliar no posicionamento do paciente para anestesia

RECOMENDAÇOES GERAIS:
o Em bloqueios: ajudar no posicionamento, segurança, tranquilidade e conforto
o Auxiliar anestesista na introdução dos cateteres EV, arterial, endovenoso central durante a indução anestésica
o Oferecer O2 ao paciente (máscara fácial)
o Anestesia geral: auxiliar intubação e extubação, abrir material estérl, imobilizar a cartilagem cricóide, aspiração das vas aéreas
o Promover o material necessário para fixaçãoda sonda orotraqueal
o Realizar proteção ocular do paciente, com pomada oftalmológica e/ou oclusão com adesivo antialérgico
o Manter vigilância constante do paciente
o Realizar registros

POSIÇÃO DO PACIENTE PARA PROCEDIMETO CIRÚRGICO
Essencial para os procedimentos cirúrgicos bem sucedido e realizados com segurança
• Leva em consideração: anatomia, fisiologia e patologia
• Proporciona:
o boa visão para cirurgião
o Conforto, segurança e respeito aos limites físicos e anatômicos

Metas de posicionamento seguro:
o Proporcionar boa visão para o cirurgião
o Manter alinhamento corporal
o Manter adequadas funções respiratórias e circulatória
o Proteger a integridade neuromuscular e cutânea
o Possibilitar acesso á punção venosa para adminidtração de fármacos e agentes anestésicos
o Facilitar o acesso aos equipamentos e suportes de anestesia
• ASSISTÊNCIA DURANTE A CIRURGIA
o TODOS devem identificar riscos, mantendo a segurança do paciente, protegendo-o de traumas durante a cirurgia e efeitos adversos

DIAGNÓSTICO NANDA
“Risco de lesão por posicionamento perioperatório"
Domínio 11: segurança/proteção, classe2: lesão física

“Risco de mudanças anatômicas e fíica involuntárias, resultante de postura ou equipamento usado durante procedimento invasivo\cirúrgico”

o FATORES DE RISCO:
desorientação, edema emaciação, imobilizaçao, fraqueza muscular, obesidade, distúrbios sensoriais\percetivos decorrentes da anestesia

o INTERVENÇÕES:
determinar a amplitude de movimentos a estabilidade das articulações do paciente, verificar circulação periférica, estado neurológico e integridade da pele, usar recursos auxiliares para imobilizar e posicionar o paciente proteger olhos, ...
RECEMENDAÇÕES GERAIS PARA MUDANÇA DE POSIÇÃO DO PACIENTE
CUIDADOS OM O PACIENTE AO TÉRMINO DO PROCEDIMENTO
o Manipular lentamente o paciente, movimentos firmes e seguros
o Fim da cirurgia: retornar á decúbito dorsal
o Posição litotomica: retirar MMII das perneiras
o Sepre que possível manter paciente em posição dorsal, com a cabeça laterizada, utilizando cânula de Guedel
o Avaliar continuamente respiaçao do paciente do paciente ás mudanças de decúbito
o Assistência livre de danos
o registrar

AQUISIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO CIRÚRGICO
Política de ciências e tecnologias concentradas na promoção da oferta.

• Lei Orgânica da Saúde n-8080/90,determinou à direção nacional do SUS formular, avaliar, elaborar normas e participar da política nacional de equipamentos para saude, m articulação com os demais órgãos, em articulação com os demais órgãos governamentais.

ENFERMAGEM ATUA NA ESCOLHA DO MATERIAL E NA SUA QUALIDADE

RECOMENDAÇÔES PARA AQUISIÇAO DE EQUIPAMENTOS CIRÚRGICOS
o Necessidade do produto
o Indicar características desejáveis do equipamento
o Avaliar adequação do produto – ANVISA
o Produtos sujeitos à saúde sujeitos á registro devem obedecer á RDC 207
o Produtos sujeitos à saúde sujeitos á cadastramento devem obedecer á RDC 260
o Segurança e eficácia RDC 56
o Efetuar busca de mercado
o Analisar equipamentos, acessórios e insumos
o Promover treinamento e reciclagem da equipe
o Solicitar à engenharia clínica avaliação técnica e manutenção dos equipamentos
o Custo benefício da manutenção dos equipamentos
o Preparo o setor para receber tecnologia
o Limpa e desinfectar equipamentos e acessórios CCIH
o Utilizar proteção

RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS CIRÚRGICOS
o manutenção preventiva e corretiva
o acompanhamento do desempenho de equipamento cirúrgico
o Dispor local apropriado
o Documentação de material utilizado (cheque list)
o Transporte de equipamentos
o NÃO UTILIZARCELULAR DENTRO DO SO
o Limpeza e desinfecção dos artigos CCIH

RECOMENDAÇÕES GERAIS APÓS O USO DE EQUIPAMENTOS
o Sinais de perigo e incêndio
o Capacidade insulflatória de balões e cuffs
o Conexão apropriada de acessórios
o Integridade de fios elétricos
o Limpeza e acondicionamento

ELÉTROCIRURGIA
o Coagulação, dissecção e fulguração

o Monopolar, bipolar, ultrassônico, por argônio

GERADOR DE RADIOFREQUÊNCIA
o LASER (de CO2, argon íon, excimer,krypton íon, ...), sua clasifcação depende do limite de emissão acessível (LEA)
GESTÃO DA INFORMAÇÃO, INDICADORES DE QUALIDADE E PROCESSO DE ACREDITAÇÃO EM CENTRO CIRÚRGICO
• GESTÃO DA INFORMAÇÃO
o Facilita o planejamento, tomada de decisões, comunicação, controle gerencial e mudanças na estrutura organizacional.
PROCESSO DE INFORMATIZAÇÃO DO CENTRO CIRÚRGICO
o Avaliação sistematizada das atividades melhor aproveitamento de recursos e pessoal
o Deve contemplar as informações relacionadas a todas as fases que envolvem o processo cirúrgico e o período perioperatorio
 Agendamento,
 reserva de materiais e instrumentos junto com a CME
 disponibilidade de equipamentos e registros de informações
 registros importantes relacionados ao paciente
 sistema de recepção e internação do paciente no hospital
 no intraoperatorio e pós-imediato: receber dados e registros importantes
PROCESSO DE ACREDITAÇÃO EM CENTRO CIRÚRGICO
o Processo de avaliação pelo qual a instituição se submete, para obter:
 Certificação, reconhecimento de qualidade, ...
o Garantir total qualidade aos resultados oferecidos aos clientes
o Deve ser voluntário e periódico
o Construída através da avaliação de três dimensões:
 Estrutura
 Processo
 Resultado
o Avaliação do cliente/paciente:
 A infraestrutura existente atende as necessidades do usuário?
 Os processos estão ocorrendo de maneira adequada?
 Os resultados obtidos são bons?
 Os clientes estão satisfeitos com os serviços prestados?
o Ações educativas, de conscientização e comprometimento dos profissionais, para que objetivos sejam alcançados

INDICADORES DE QUALIDADE EM CENTRO CIRÚRGICO
o Padrão, Crédito e Indicador
o Tempo, desempenho de funções, processos e resultados
o OBJETIVO: mensurar e melhorar a administração dos cuidados prestados.
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