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UNIDADE 05-LAKATOS

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Katia Berni

on 14 August 2013

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Transcript of UNIDADE 05-LAKATOS

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https://prezi.com/n-8ibkiw881r/number-systems/
UNIDADE 5 – A HISTÓRIA DA CIÊNCIA E SUAS RECONSTRUÇÕES RACIONAIS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
Pós Graduação em Educação
Disciplina: Seminário de Pesquisa I
Professor: Jovino Pizzi
Grupo: Aline, Cristina, Graça e Katia

d) La metodologia de los programas de investigácion
LAKATOS
LA METODOLOGIA DE LOS PROGRAMAS DE INVESTIGACIÓN CIENTÍFICAS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Lakatos Imre (1977). The Methodology of Scientific Research Programmes: Philosophical Papers Volume 1. Cambridge: Cambridge University Press. Segunda edición: 2007. Primera reimpresión: 2010.
e) Historia interna e externa
Metodologias pragmático-convencionalistas


b) A metodologia dos programas de investigação historiográfica. A história corrobora, em diferentes medidas, suas reconstruções racionais. (p. 170 – 176)



2.Propõe um método histórico para avaliar metodologias rivais.
1ª) cada metodologia da ciência determina uma demarcação característica (e absoluta) entre a história interna (que é fundamental) e a história externa (que é secundária).
2ª) tanto os historiadores como os filósofos da ciência devem considerar a interação crítica entre fatores internos e externos.

Defende a ideia de que a competição entre dois programas de investigação científicos rivais pode ajudar no desenvolvimento (validação?) da pesquisa.



Cuano aparece una teoria de la racionalidade mejor, la historia interna puede expandirse y ganhar terreno a la historia externa. (LAKATOS, 2010 : p. 173)
Caracterização das metodologias euclideanas


Autores (filósofos) que rejeitam a ideia de um código de leis que possibilitem a elaboração de qualquer demarcação válida.
Según Oakeshott y Polanyi, ningún código puede ni debe existir; la casuística es suficiente. También suelen aducir que si erroneamente aceptáramos la idea del código, éste tanbién requeriría de intérpretes autorizados. (p.177)


02/29
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Lakatos Imre (1977). The Methodology of Scientific Research Programmes: Philosophical Papers Volume 1. Cambridge: Cambridge University Press. Segunda edición: 2007. Primera reimpresión: 2010.

Capítulo 2 - LA HISTORIA DE LA CIENCIA Y SUS RECONSTRUCCIONES RACIONALES.

Data: 07/08/2013 P. 134-179
Figura 08: Exemplo
Fonte: LAKATOS E MARCONI (1992, p.48)
29/29
RECONSTRUÇÃO RACIONAL
As teorias sobre a racionalidade científica podem ser classificadas em dois aparatos principais:
1. Metodologias justificacionistas
2. Metodologias pragmático-convencionalistas
a) O falsacionismo como um meta-critério: a história <falsa> o falsacionismo (e qualquer outra me todologia) (p. 160 – 170)
b) A metodologia dos programas de investigação historiográfica. A história corrobora, em diferentes medidas, suas reconstruções racionais. (p. 170 – 176)
c) Contra os enfoques metodológicos apriorísticos e antiteóricos (p. 176 – 178)
d) Conclusões (p. 178 -179)


Imre Lakatos
BIOGRAFIA
foi um dos principais nomes da filosofia da ciência no século XX. O seu nome está geralmente associado ao termo “programa de pesquisa”, expressão usada por Lakatos com intuito de explicar o desenvolvimento da ciência empírica. Da crítica ao positivismo emerge uma nova abordagem racionalista da ciência que se caracteriza pela preocupação em confrontar o trabalho do filósofo com a História da Ciência, sendo Lakatos o primeiro que colocou o problema de modo elaborado. Para ele, a ciência deveria ser estudada a partir de suas estruturas mínimas de compreensão histórica, bem como os momentos históricos onde ocorreram mudanças científicas significativas, ou seja, momentos onde determinados programas são substituídos por outros. Essa preocupação, enquanto busca de uma reconstrução histórica, assinala o comprometimento espistomológico de Lakatos com a explicação racional numa época de descrédito na possibilidade de explicação do progresso científico
ESQUEMA DO TEXTO

5.1 METODOLOGIAS DA CIÊNCIA RIVAIS: AS RECONSTRUÇÕES RACIONAIS COMO GUIAS DA HISTÓRIA
a) O indutivismo (p. 136-138)
b) O convencionalismo (p. 138-141)
c) O falsacionismo metodológico (p. 141 – 144)
d) A metodologia dos programas de investigação científica (p. 144 – 153)
e) Historia interna e externa (p.153 – 158)

Alguns conceitos:
Lakatos entende que uma teoria da racionalidade deve organizar os juízos de valor básicos em estruturas coerentes, sem com isso desconsiderar alguma outra estrutura porque apresenta inconsistências. (p.171)
1ª) cada metodologia da ciência determina uma demarcação característica (e absoluta) entre a história interna (que é fundamental) e a história externa (que é secundária).
2ª) tanto os historiadores como os filósofos da ciência devem considerar a interação crítica entre fatores internos e externos.
Oferece argumentos acerca das seguintes teses
Neste sentido, só se descarta uma teoria em favor de outra melhor, que representa um deslocamento progressivo para a construção racional. (Popper)
Justificativa de Lakatos para o desenvolvimento do critério de demarcação
Entende que os métodos justificacionistas e falsacionistas são ingênuos. Para Lakatos os juízos historiográficos Indutivista e Falsacionista - por sua limitação talvez, barraram o avanço de muitas pesquisas, cujos critérios não eram abarcados por seus critérios de validação (legitimadas no campo científico ou que legitimavam as pesquisa como científicas).
La metodologia de Popper capacitó al historiador para interpretar como racionales un número mayor de los juicios de valor básicos reales de la historia de la ciência; en este sentido normativo-historiográfico la teoria de Popper constituiria um progresso. (LAKATOS, 2010 : p. 172)
Lakatos elucida o caráter progressivo da ciência... que sempre estará a serviço de procurar responder racionalmente (com critérios legitimados - Juízos normativos básicos) novas demandas conceituais ou factuais.
Por tanto, el progresso en la teoria de la racionalidade científica está jalonado por descubrimientos de nuevos hechos históricos, por la reconstrucción de um cúmulo creciente de historia impregnada de juicios de valor, como racional. [...] las reconstrucciones racionales siempre estarán sumergidas em um océano de anomalias. Tales anomalias habrán de ser explicadas eventualmente bien por alguna reconstrucción racional mejor o por alguna teoria empírica externa. (LAKATOS, 2010 : p. 173)

[...] a história pode ser escrita como história inteiramente externa, ou seja, disciplina puramente empírica. Negam a existência de critérios objetivos em contraposição as simples crenças sobre os critérios -positivistas historiográficos. (p. 175)
c) Contra os enfoques metodológicos apriorísticos e antiteóricos (p. 176 – 178)

Contrasta a teoria racional demarcatória com os enfoques estritamente apriorístico (euclidiano) ou com os enfoques antiteóricos.

Uma Teoria da racionalidade é fraca quando...
Las metodologías euclidianas estabelecen reglas generales a priori para la evaluación científica. En la actualidad el mejor representante de este enfoque es Popper. (p.176 – 177)
Definição do critério de demarcação
Según Popper, debe existir la autoridade constitucional representada por un código de leyes inmutables (baseadas em su critério de demarcación) para distinguir entre buena y mala ciencia. (p.177)
Oakeshott y Polanyi

Lakatos não concorda com filósofos da ciência para os quais os critérios científicos são imutáveis e que a razão pode conhecê-los a priori, como também não está de acordo com os antiteóricos que, para os quais a luz da razão só ilumina casos particulares.
Lakatos defende que em casos de “falência” ou criação de nova tradição científica, o código pode limitar a autoridade da casuística corrompida e atrasar ou inverter o processo de degeneração. Faz-se isso recorrendo a uma boa metodologia (ciências maduras).
Entende que a história da ciência é uma caricatura de suas reconstruções racionais. As reconstruções racionais são a caricatura da história real. Algumas histórias da ciência são caricaturas tanto da história real como de suas construções racionais. (LAKATOS, 2010? : 179)

Algumas conclusões
Introducción
Inicialmente Lakatos faz uma consideração que de que a filosofia da ciência sem a história da ciência é vazia, por outro lado, a história da ciência sem a filosofia da ciência é cega. Com base nesse lema, o presente capítulo busca explicar de que modo a história da ciência deveria aprender da filosofia da ciência e vice-versa (p. 134). De modo que o autor tentará mostrar que a) a filosofia da ciência proporciona metodologias com cujos termos o historiador reconstrói a história interna, apontando para uma explicação racional do desenvolvimento do conhecimento objetivo; b) duas metodologias rivais podem ser avaliadas com a ajuda da história; c) qualquer reconstrução racional da história necessita ser complementada por uma história externa empírica (sócio-psicológica) (p. 134). Assim, partindo do exame da historia interna e externa, considera a primeira como a mais importante, enquanto a segunda como secundária. Pois a primeira é relevante para a compreensão da ciência.
Metodologías de la ciencia rivales; las reconstrucciones racionales como guías de la historia
Nesse ponto do texto, é apontada a pluralidade de metodologias na filosofia contemporânea da ciência. De tal sorte a indicar que as metodologias modernas ou lógicas de investigação somente constituem um conjunto de regras para a avaliação de teorias já elaboradas (p.135). Aqui cabe considerar que esse conjunto de regras não tem o objetivo de chegar soluções, porém, tem o sentido de estabelecer diretrizes para avaliação de soluções já existentes. Essas regras proporcionam teorias da racionalidade científica; critérios de demarcação; ou definições sobre a ciência (p.135). Contudo, ao levar em consideração o entendimento de Lakatos, é possível vislumbrar que ao largo também existe uma sociologia e psicologia empírica da investigação. Assim, no tocante Lakatos, de forma resumida, esboça quatro lógicas de investigação.
Nesse ponto do texto, é apontada a pluralidade de metodologias na filosofia contemporânea da ciência. De tal sorte a indicar que as metodologias modernas ou lógicas de investigação somente constituem um conjunto de regras para a avaliação de teorias já elaboradas (p.135). Aqui cabe considerar que esse conjunto de regras não tem o objetivo de chegar soluções, porém, tem o sentido de estabelecer diretrizes para avaliação de soluções já existentes. Essas regras proporcionam teorias da racionalidade científica; critérios de demarcação; ou definições sobre a ciência (p.135). Contudo, ao levar em consideração o entendimento de Lakatos, é possível vislumbrar que ao largo também existe uma sociologia e psicologia empírica da investigação. Assim, no tocante Lakatos, de forma resumida, esboça quatro lógicas de investigação.
b) El convencionalismo
Segundo Lakatos, o convencionalismo “permite la construcción de cualquier sistema de casillas que organice los hechos en algún todo coherente” (p.138). De tal modo que as proposições conceituais são aceitas por convenção. Decorre disso, sua formulação do cinturão protetor, no qual um conjunto teórico dá suporte a outra teoria (o núcleo duro), de modo que se busca manter intacto, enquanto for possível, esse núcleo do sistema de classificação (composto por uma teoria central e um conjunto teórico periférico). Lakatos aponta quando esse sistema de classificação enfrenta dificuldades, somente muda as estruturas periféricas.
Outro ponto a ser observado é que nenhum sistema de classificação é verdadeiro por meio de prova, mas verdadeiro por convenção (ou mesmo nem falso ou nem verdadeiro) (p.138).

Também é destacada, pelo autor, uma outra vertente do convencionalismo, a revolucionária, onde não há uma necessidade de aderência permanente a um sistema de classificação, de tal maneira que tais sistemas podem ser abandonados quando são grosseiros em relação a outros mais sensíveis. O que leva a possibilidade de substituição desse sistema de classificação. Para o autor essa versão do convencionalismo é logicamente mais fácil que o indutivismo, tendo em vista não haver a necessidade de inferências indutivas válidas. Desse modo, o autentico progresso da ciência é acumulativo, tendo lugar no terreno dos fatos comprovados e qualquer mudança no terreno teórico são meramente instrumentais. Por isso que o progresso teórico é uma questão de conveniência e não de conteúdo (p.139).
Entende, ainda, que o convencionalismo baseia-se no reconhecimento de que suposições falsas podem ter conseqüências verdadeiras, portanto, teorias falsas podem ter um grande valor preditivo. Assim como algumas proposições podem ser verdadeiras, porém não provadas. Por decorrência, alguns convencionalistas optaram por um instrumentalismo, de modo que passaram a considerar as teorias nem como verdadeiras, nem como falsas somente como intrumentos.
Além disso, o código de honra científico do convencionalismo é menos rigoroso que no indutivismo, pois não põe em suspeita a especulação não comprovada e aceita um sistema de classificação (teoria) que esteja construído sobre uma idéia imaginária.
Diferentemente do indutivismo, o convencionalismo encontra na história real mais racionalidade interna, cuja medula de sua história interna é constituída pelas complicações do sistema de classificações e sua substituição revolucionário do mesmo. Cumpre destacar que o convencionalismo também não consegue oferecer uma explicação racional do porquê determinados fatos foram escolhidos em lugar de outros (p.140).
Por fim, Lakatos aponta para o problema da falsa consciência, que muitas vezes está diante tanto do historiador indutivista quanto convencionalista. Pois muitas vezes, os cientistas acreditam que suas teorias são inferidas a partir dos fatos, no entanto, para os convencionalistas, os cientistas concebem suas teorias deixando voar suas imaginações. Não guardando relações com os fatos. Por isso o historiador convencionalista remete o problema de falsa consciência ao historiador externalista (da história externa).

O falseacionismo contemporâneo originou-se da crítica lógico-epistemológica do indutivismo e do convencionalismo. Considerando o código de honra do falseacionismo, que uma teoria somente é científica, se é possível ser posta em conflito, ou seja, possa ser contrastada com um enunciado básico. De modo que uma teoria deva ser rejeitada se entra em conflito com um enunciado básico aceito (p. 141). Lakotos expõe que Popper colocou uma condição adicional, para que uma teoria tenha a qualidade de científica: deve “predecir hechos nuevos, esto es, no previsto por el conocimento existente” (LAKTOS, 2010, p. 141). Assim, Lakatos compreende que vai de encontro com o código de honra científico popperiano, propor teorias que não podem ser falseacionadas, postas à contradição, ao conflito; bem como as hipóteses que não implicam em previsões empíricas novas.
Cabe salientar que neste item é evidenciado que o modelo dedutivo de Popper de crítica científica possui proposições que são falseáveis empiricamente, sendo espaço-temporalmente universais.
Entretanto, o falseacionismo, embora logicamente impecável, possui suas próprias dificuldades epistemológicas. Conforme o autor, o faseacionismo em sua proto-versão (dogmática) “supone que las proposiciones pueden ser probadas mediante los hechos y que, por tanto, las teorías pueden ser refutadas” (LAKATOS, 2010, p. 142), o que é um suposto falso. Por outro lado, em sua versão popperiana-convencionalista, o falseacionismo, necessita algum princípio indutivo (extra-metodológico) para fornecer peso epistemológico às decisões de aceitar enunciados básicos, de modo a relacionar com verossimilhança as regras do jogo científico.

c) El falsacionismo metodológico
Nestes termos, para Lakatos (2010, p. 142), no tocante ao historiador popperiano, compreende que ele “busca teorías falsables, importantes y audaces, y grandes experimentos cruciales de resultados negativos”. Assim, a história interna popperiana pode ser completada de maneira fácil com teorias externas da história. Esse complemento externo poder visto sob dois aspectos, um positivo e outro negativo. Pelo primeiro, tem como principal estímulo externo das teorias científicas a acientífica metafísica; pelo segundo, o motivo de que os fatos não constituem tais estímulos externos. Isso porque os descobrimentos factuais pertencem, segundo interpretação de Lakatos, totalmente à história interna e aparecem como refutação de alguma teoria científica. Assim os fatos são explicitados e levados em consideração se entram em conflito com alguma expectativa prévia (p.143). Para Lakatos, faz parte da psicologia do descobrimento de Popper.


RECONSTRUÇÃO RACIONAL
As teorias sobre a racionalidade científica podem ser classificadas em dois aparatos principais:
1. Metodologias justificacionistas

Outro apontamento que é feito pelo autor deste capítulo é que a proliferação de teorias rivais favorece, externamente, o falseacionamento interno de Popper. Por outro lado, as teorias externas que são complementares ao faseacionismo não têm razão de limitar-se a influências puramente intelectuais.
Por fim, é exposto por Lakatos que a falsa consciência cria um problema ao historiador falseacionista, dentro de sua teoria da racionalidade. Que é o fato de saber o porquê alguns cientistas entendem que alguns experimentos são positivos e verificadores, em vez de negativos e refutáveis. Para isso Popper elaborou uma ponte entre o conhecimento objetivo e suas distorções reflexas nas mentes individuais. Preparando o terreno para demarcação de Lakatos entre história interna e história externa.
Trata dos eixos conflitantes no referencial teórico, conceitos que se contradizem.
Tradução:
Um programa é interrompido se a sua análise foram constituídos retrassa teórica é com relação ao crescimento empírico, ou seja, se você está apenas oferecendo explicações post-boc do acaso das descobertas ou factos provisões e descobertas dentro um programa rival


“A metodologia dos programas de pesquisa, finalmente, enfatiza a técnica e os principais programas de pesquisa empírica com duração de rivalidade no progressivos ou regressivos deslocamento de problemas e na vitória, que emerge lentamente, ou outro programas"
com regras metodológicas exigentes.
Para os clássicos justificacionistas, uma proposição só é científica se for provada; para os neojustificacionistas só é provada se tiver sido corroborada. Na atualidade essas formas diferentes do justificacionismo estão superadas, diante do peso da crítica lógica e epistemológica.

Embasadas no princípio global da indução estabelecem regras sobre aceitação e rejeição das preposições fáticas e teóricas, sem mencionar nesta etapa alguma regra sobre prova e negação, verdade ou falsidade, posteriormente oferece diferentes conjuntos de regras para o jogo científico. O jogo convencionalista consiste em coletar dados aceitáveis e ordená-los num sistema de casas. Popper especifica que um jogo adicional era também científico.
Estão incluídas aqui as metodologias em descrédito que, por razões lógicas e metodológicas, podem funcionar como guias para a reconstrução racional da história.

Não existe um procedimento óbvio para criticar um jogo ou um princípio metafísico.
Diante disto propõe uma nova teoria de como validar tais metodologias da ciência.
Idéia Central: Todas as metodologias funcionam como teorias, programas de investigação historiográficos, podendo ser criticados criticando as reconstruções racionais que o originam.
Método historiográfico de crítica do modo dialético: rejeita o falseamento aplicando o falseamento a si mesmo.

Dificuldades para criticar metodologias convencionalistas como as de Duhem e Popper:
O falsificacionismo como um meta-critério

Como podemos criticar uma definição? Interpretada de forma nominalista não é uma mera definição, abreviatura simples, uma terminologia. Como podemos criticar uma tautologia? Popper, diz que sua definição de ciência é "frutctífera'', pois com sua ajuda pode ser classificado e resolveu muitos problemas. Cita Manger: as definições são dogmas, podemos tirar conclusões a partir delas podemos oferecer novas perspectivas? A resposta de Popper é esta: as conseqüências de minha definição de ciencia, decisões empíricas e metodológicas, dependem de tal definição irão apreciar a medida em que se encaixa a idéia intuitiva sobre o propósito do seu trabalho .

A metologolía de Popper
Repousa sobre a afirmação de que há declarações (relativamente) único sobre cuja verdade valores científicos podem chegar a um acordo unânime, sem esse acordo iria criar uma nova Babel e a construção ciência soberba em ruínas logo converteria . Mas, mesmo se o acordo existeria em afirmações básicas não há acordo sobre a forma de avaliar as realizações científicas sobre a base empírica, não haveria também o soberbo edifício em ruínas
A regra básica de Popper é que o científico deve especificar de forma anticipada as condições experimentais, cuja aparição induziria o abandono até mesmo de seus pressupostos mais fundamentais
A indução, o falsificacionismo, o convencionalismo podem ser falsificados como reconstruções racionais da história com a ajuda da crítica historiográfica.
Reconhece as críticas de Polanyi, Feyerabend y Kuhn sobre as teorías dos métodos existentes,
Busca uma metodología melhorada que ofereça uma melhor reconstrução racional da ciencia.
Feyerabend y Kuhn falsificaram a metodología melhorada.
Conclui que todas as metodologías podem ser falsificadas, pela simples razão de que nenhum conjunto de juízos humanos é completamente racional e portanto nenhuma reconstrução racional pode coincidir com a história real.
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