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Estudo de caso: praticante de atividade física

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by

Giovanna Angela

on 25 June 2014

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Transcript of Estudo de caso: praticante de atividade física

Resultados
e discussão
Discentes:
Camila Borges Barbosa
Giovanna Angela Leonel Oliveira
Orientadora:
Prof. Dra. Mara Reis Silva

Conclusão
- necessidade da re(EAN) na nutrição esportiva
- melhorar o desempenho = %GC e MM


alimentação equilibrada e exercício físico

- Plano alimentar para L.Y.B.M e o acompanhamento nutricional -> melhora do desempenho e disposição
- GC -> erros na aferição das dobras cutâneas
- dieta -> mudança nos HA errôneos
- praticante satisfeito e disposto a
seguir uma alimentação saudável

Introdução
- Atleta x Praticante de ativ. física

- Fatores:
* Força de vontade
* Genética
* Treinamento
* Alimentação e Nutrição
.
fadiga
.
lesões/ auxílio na recuperação
.
depósitos de energia
.
auxiliar na hidratação (evitar cãimbras e
temp. corporal)
Metodologia
Introdução
Objetivos
Orientações alimentares nutricionais
Estudo de caso:
praticante de atividade física

Plano alimentar:
- Modalidade esportiva praticada
- Fase de treinamento
- Calendário de competições
- Metabolismo basal
- Demanda energética do treino
- Necessidades de modificação da CC
- Fatores clínicos (dig e absç)
- Objetivos do atleta
(SBME, 2009)
(VALLE, 2003; HERNANDEZ, 2009; BARBANTI et al., 2004;
MCMURRAY, et al., 1996; CASA et al., 2000)
Geral:
Descrever o acompanhamento nutricional de um praticante de atividade física.

Específicos:
- Caracterizar o indivíduo praticante de atividade física
- Ilustrar a avaliação da CC do indivíduo
- Mostrar a estimativa da necessidade energética do paciente
- Apresentar a avaliação da ingestão dos nutrientes utilizando as DRIs
- Exibir o plano alimentar elaborado para ganho de massa magra
- Elucidar as orientações alimentares, nutricional e de hidratação

14
1ª consulta
14/04
2ª consulta
12/05
3ª consulta
16/06
Anamnese Alim

Avaliaç antrop

Objetivo

Resultados aval

Plano Alimentar

Lista subs

Orientações
Avaliaç antrop

Aceitação
Dificuldades
Facilidades
Plano alim

Orientações
hidratação
L. Y. B. M., 19 anos, masculino, classe D
futebol aos sábados e domingos (1h)
musculação segunda - sexta (1h30min)
sono 9 h/dia
cursa o pré-vestibular
renda familiar: diarista e vendedora
saneamento básico e luz elétrica
não há cultivo de alimentos
não possui doença recente ou crônica e nem a família
alterações de peso recente
não fuma e não consome bebidas alcoólicas
não possui problemas dentários, orais, TGI
hábito intestinal regular
não usa medicamentos, suplementos, alimentos fortificados
1,5L de água/dia
4 refeições ao dia (casa)
não possui intolerância ou alergia alimentar
não gosta banana
objetivo: ganho de massa muscular

Evolução das medidas antropométricas nas consultas
Representação em porcentagem de gordura corporal nas duas consultas
Representação da Massa Gorda e da Massa Livre de Gordura em quilos nas duas consultas
Representação da gordura essencial e de reserva nas duas consultas
Representação das estimativas da necessidade energética
Avaliação do consumo de nutrientes conforma a recomendação nutricional (WHO,2003)
Representação da avaliação da média dos micronutrientes nos recordatório alimentares de 24 horas segundo Escore z
Representação da avaliação da média dos micronutrientes nos recordatório alimentares de 24 horas segundo Índice de Adequação
Plano Alimentar
Macronutrientes
Micronutrientes
Lista de substitutos
Leite e derivados; carnes e ovos; cereais; frutas; leguminosas; panificados; guarnição; sucos e refrescos
Orientações hidratação
- consumo de frutas (3 ou mais porções/dia)
- ingestão de verduras e legumes, pois são ricos em vitaminas, minerais e fibras, e também possuem compostos bioativos que protegem contra doenças cardiovasculares. Consumir todos os dias. (5 porções por dia)
- Evite frituras e alimentos ricos em açúcar, como: refrigerantes, sucos industrializados, bolachas
- Tente ter uma alimentação sempre colorida, pois assim você estará ingerindo os diferentes nutrientes necessários para o bom funcionamento do seu organismo
- NUNCA treine em jejum, pois o desempenho é pior (falta de disposição, desânimo, visão turva, cansaço são sintomas que podem aparecer e prejudicar a atividade), gera corpos cetônicos provenientes da degradação dos ácidos graxo, o que é prejudicial à saúde, além de ocorrer degradação muscular
- A alimentação pré-treino visa basicamente fornecer a energia para a realização do exercício, os alimentos fontes de carboidratos são ideais para esse momento (pães, biscoitos, cereais e banana). Já no pós-treino, sugere-se uma alimentação equilibrada com nutrientes necessários para repor a energia perdida durante o exercício e favorecer a recuperação dos tecidos (sanduíches leves, pães, sucos e outros alimentos com pequena quantidade de gorduras, além de bastante água, já que esse é o momento em que os líquidos perdidos no treino devem ser repostos)


O organismo não possui um compartimento específico para armazenamento de água, capaz de garantir o adequado e imprescindível suprimento diário, logo deve haver a ingestão diária de 3L de água.

- Antes do Exercício Físico:
o Ingestão abundante de água todos os dias;
o 1 mL a cada 1 kcal diariamente
o Coloração pálida da urina é desejável
o Ingestão de 500 mL de água 1 a 2 horas antes do exercício
o Ingestão de 200 mL de água 30 minutos antes do exercício

- Durante o Exercício Físico:
o Reposição das perdas hídricas em quantidade próximas ou iguais às taxas de perda
o Ingerir 2 mL por 1 Kg de peso corporal a cada 15 – 20 minutos, ou seja, com peso de 70 kg ingerir 140 mL de água (um copo americano) de 15/20 em 15/20 minutos
o Ingestão de água de 500 – 1000 mL/hora

- Após o Exercício Físico:
o Prevenção da fadiga crônica
o Mínimo de 450 – 600 mL
o Imediatamente após o término
o Reposição das perdas durante o exercício

Referências
BARBANTI, V. J.; TRICOLI, V.; UGRINOWITSCH, C. Relevância do conhecimento científico na prática do treinamento físico. Revista Paulista de Educação Física, São Paulo, v.18, p.101-109, 2004.

CASA, D. J.; ARMSTRONG, L. E.; HILLMAN, S. K.; MONTAIN, S. J. National Athletic Trainers’ Association Position Statement: Fluid replacement for athletes. Journal of Athletic Training, v. 35, n. 2, p. 212-224, 2000.

HERNANDEZ, A. J. Diretriz da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte: Modificações dietéticas, reposição hídrica, suplementos alimentares e drogas: comprovação de ação ergogênica e potenciais riscos para a saúde. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. Niterói, v.15, n.3, supl., p.3-12, – maio/junho 2009.

MCMURRAY, R. G., ANDERSON, J. J. B. Introdução à nutrição no exercício e no esporte. In: WOLINSKY, I., HICKSON, J. F. JR, editores. Nutrição no exercício e no esporte. 2ª ed. São Paulo: Roca, 1996.

SBME – Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte. Modificações dietéticas, reposição hídrica,suplementos alimentares e drogas: comprovação de ação ergogênica e potenciais riscos para a saúde. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, São Paulo, v. 15, n. 2, p. 3-12, 2009.

VALLE, M. P. Atletas de alto rendimento: identidades em construção. 2003. 98 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social e da Personalidade) - Faculdade de psicologia, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. 2003.
Qualidade de vida +
desempenho
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