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morfologia e citologia bacteriana

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by

Vinicius Silva

on 30 August 2018

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Transcript of morfologia e citologia bacteriana

Morfologia e Citologia bacteriana
Morfologia Bacteriana
As células bacterianas são caracterizadas morfologicamente pelo seu tamanho, forma e arranjo
Tamanho
Formas básicas
Cocos
Diplococos
Tétrade
Sarcina
Estreptococus
Estafilococus
Bacilo
Diplobacilos
Estreptobacilos
Cocobacilos
Bactérias espirais
Espirilo- possuem corpo rígido e se movem (flagelos externos)
Bactérias espirais
Vibrião- forma de bastonetes recurvos
Citologia
Estruturas externas
Parede celular
Estruturas internas
Funções:
Proteção contra antimicrobianos e anticorpos
Proteção contra desidratação
Impedir a fagocitose (virulência)
Fixação no hospedeiro
Comunidade bacteriana aderida a uma superfície
Biofilmes
Biofilmes
Placa dental- destaque
Streptococcus mutans
cateter urinário-
Proteus mirabilis

Filamentos delgados e longos na superfície de algumas bactérias
Dependo do seu número e localização podem ser:
Composição: Proteína- flagelina
Função: motilidade
Atríqueas: sem flagelo
Ocorre por rotação do filamento
Quimiotaxia / Fototaxia
Movimentação
Apenas nas bactérias espiroquetas
Flagelos periplasmáticos ou filamentos axiais
Motilidade por deslizamento
Cianobactérias secretam polissacarídeo
Flavobacterium spp.
proteínas se movem
organizada rica em polissacarídeos
Camada limosa- desorganizado
Estrutura proteíca (pilina)
Permitem adesão a superfícies
Neisseria gonorrhoeae-
fixa-se nas mucosas
Fímbrias
Semelhantes as fímbrias (pilina)
Mais longas e menos rígida
Envolvido na motilidade e no processo de transferência de genes (pili sexual)
Pili
Estrutura complexa, semirrígida que reveste a célula
Funções: forma, proteção (pressão osmótica) e ancora flagelo
Parede celular
Parede celular- peptídeoglicano
Polímero rígido, formado de :
• Cadeias paralelas de
N-Acetilglicosamina (NAG) e
Ácido N-Acetilmurâmico (NAM)
• Cadeias laterais de tetrapeptídeos,
ligadas ao NAM
• Pontes de pentaglicina/ dialanina
(Gly5 ou Ala2)
fazendo a ligação inter-cadeias
Parede celular: Gram-Positivas
60% de peptideoglicano
Ácidos teicoíco e lipoteicoíco
Porinas- bicamada lipídica
Parede celular: Gram-Negativas
10% de peptideoglicano
Membrana externa:Lipoproteína, Fosfolípideo e Lipopolissacarídeo(LPS)
Porinas
Autolisinas e Lisozimas- Quebra a ligação entre NAG e NAM
Enzimas que quebram a parede celular
Mycoplasmas
Não possem parede celular
Não coram
Mycoplasma genitalium
(genitalia feminina),
M. hominis
( febre puerperal),
M. pneumoniae
(pneumonia)
Paredes celulares Atípicas
1- Membrana Plasmática
Estruturas internas a Parede Celular
Camada dupla de fosfolipídeos
Proteínas integrais e periféricas
Funções:
Permeabilidade seletiva
Nutrição e produção de ATP
Invaginações na membrana celular
Participa da divisão celular
Aumenta a superfície da membrana (atividade metabólica)
Mesossomos
Função:
Síntese de proteínas
Contém subunidade 30S e 50S
Coeficiente de sedimentação completo é 70S
S= Svedberg (velocidade de sedimentação)
Até 10.000 por célula
Ribossomos
Molécula única- fita dupla de DNA (Nucleoíde)
Plasmídeos
Disperso no citoplasma
Não associado as histonas
Função: armazenar informação genética essencial à vida
Material Genético
Pequenas moléculas de DNA circular em dupla hélice
Replica indenpendente do DNA cromossomal
Genes que protegem as células contra antibióticos
Plasmídeos
Citoplasma em procariotos
Matriz amorfa- 80% de água
Proteínas, carboidratos, lipídeos, íons
Ribossomos
DNA disperso no citoplasma
Reservas de energia:
grânulos metacromáticos- reserva de fosfato
grânulos de polissacarídeos- reserva de amido e glicogênio
grânulos lipídicos- poli-beta hidroxibutírico
Magnetossomos- inclusões de óxido de ferro
Inclusões citoplasmáticas
Endosporos
Referências
TORTORA, G.R. Microbiologia. 8ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2005
MADIGAN, T. M.; MARTINKO, J. M.; PARKER, J. Microbiologia de Brock. 10a edição, São Paulo: Prentice Hall, 2004.
Espiroqueta
Espiroquetas em forma de saca-rolhas que se movem por movimento ondulante
Flagelos
Não reprodutiva / Alto grau de desidratação /metabolismo inativo

Estruturas de resistência: temperaturas extremas, falta de água, radiação,
ácidos, produtos químicos

Ácido dipicolínico - resistência temperatura elevadas e Cálcio- temperatura elevadas e agentes oxidantes: Dipicolinato de cálcio

Bacillus
spp.

e
Clostridium
spp.
Pleomorfismos
Alteração morfológica devido a condições desfavoráveis, como: mudança de pH, oxigênio, produtos tóxicos
Arthrobacter globiformis
Coloração de Gram
1-violeta cristal ou azul de metileno
2-lugol
3-álcool ou etanol-acetona
4-fucsina ou safranina
Bactérias de importância médica
Diplococos-
Neisseria gonorrhoeae
(gonorréia)
Cocobacilos-
Moraxella lacunata
(conjuntivite)
Bastonetes-
Mycobacterim leprae
(lepra)

Corynebacterium diphteriae
(difteria)
Espiroquetas-
Treponema pallidum
(sífilis)

Leptospira interrogans
(Leptospirose)
Destruída por álcoois e polimixinas
Profª Drª karoline Greice
Micobactérias
Parede celular com alto teor de lipídeos
60% ácidos micólicos
BAAR – Bacilos álcool-ácido resistentes

Método de coloração de ZIEHL-NEELSEN:
Cobre a lâmina com Fucsina e aquece a lâmina
Aguarda 5 min e lava água corrente
Cobre com Álcool (97%) e ácido clorídrico (3%): (descorar)
Lavagem com água
Cobre a Lâmina com Azul de Metileno (1 minuto)
Lava, seca e observa
Micobactérias
Mycobacterium leprae, Mycobacterium tuberculosis
Ácido-álcool resistentes: coradas de vermelho.
Não ácido-álcool resistentes: coradas de azul.
Mais resistentes aos antibióticos
Mais protegidas contra o sistema imune do hospedeiro
Microscópio
rudimentar
Microscópio
óptico
Microscópio eletrônico
Streptococcus pneumoniae, Neisseria gonorrhoeae, Moraxella catarrhalis e Neisseria meningitidis
Streptococcus pyogenes
Sarcina spp.
Staphylococcus aureus
Treponema pallidum
Sífilis
Vibrio cholerae
Cólera
Spirillum sp.
Febre da mordedura do rato
Bortedella pertussis
Coqueluche
Micrococcus luteus
Lactobaccillus
spp
.
Probióticos
Micrômetro= 1 milésimo do milímetro 1
1000

Arranjos
Arranjos
Vibrio cholerae
, a bactéria causadora do cólera, produz um glicocálice que facilita a sua ligação às células do intestino delgado
S.aureus
na superfície de um cateter
Infecções: furúnculo, pneumonia, meningite, gastroenterite
Febre reumática, amigdalite,
mastite, erisipela, otite
Úlceras gástricas
pneumonia, meningite
Glicocálice
1- Polímero viscoso e gelatinoso que está situado externamente à parede celular
2-polissacarídeo, polipeptídeo ou ambos
3-Produzido dentro da célula e secretado para a superfície celular
4- Organizado ou desorganizado
Estruturas externas
Cápsula
Streptococcus pneumoniae
, causa pneumonia somente quando as células são protegidas por uma cápsula de polissacarídeo.
glicocálice auxilia as células em um biofilme a se fixarem no ambiente - alvo e umas às outras (substância polimérica extracelular- SPE)

SPE: protege as células, facilita a comunicação entre as células (quorum sensing) e permite a sobrevivência celular
S. salivarius, S. vestibularis, S. thermophilus
S. parasanguis, S. gordoni, S. oralis, S. mitis
habitantes da cavidade bucal humana
Habitantes de cavidade bucal humana-
formação de biofilme dentário (
S. sanguis
)
Estreptococos bucais - cárie dentária
S. mutans, S. sobrinus, S. cricetus, S. ferus
S. downii, S. rattus,S. macacae
Aderência às mucosas bucais
S. anginosus,S. constellatus,S. intermedius
Nisseria subflava, N. mucosa, N. Sicca
Cavidade bucal
Leptospira interrogans
Leptospirose
Mycobacterium tuberculosis
Presença de bacilos viáveis em esfregaços ou lavados
da cavidade bucal de pacientes tuberculosos
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