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Rui Esteves

on 13 November 2012

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Transcript of Copy of CVP\CVC

Cuidados de enfermagem dos cateteres venosos no manuseamento Cateter Venoso Periférico Escola Superior de Saúde da Guarda
II curso de Licenciatura em Enfermagem
4ºano\2º semestre
Sylvia Ramos Nabais
Cuidar no Contexto Hospitalar - Medicina A 13\11\12 Objetivos Conteúdo Tempo Método Recursos Transmitir conhecimentos sobre cateteres venosos;
Adquirir novos conhecientos acerca dos cuidado de enfermagem a ter com o CVP e CVC;
Reforçar a importancia de uma manipulaçao correcta dos Cateteres Venosos. 60 mint CVP
CVC Expositivo
Interativo Computador
Videoprojetor Cateter Venoso Central No internamento: Medicação;
Reposição de fluídos;
Transfusão de sangue;
Produtos do sangue. Acesso vascular implica: A escolha do local depende da urgência da situação e do estado das veias do doente. * Técnica de rotina no meio hospitalar * Procedimento invasivo mais comum cateter venoso periférico Segundo Martins (2001):

"... acesso através de uma veia de grande calibre, que permite a administração de fármacos, fluidos ou produtos hematológicos..." Utilizado cada vez mais no cuidar de doentes Enfermeiro papel importante na sua manipulação Vias possíveis de inserção * veia jugular
* veia subclávia
*veia basílica
*veia femural *Tempo de permanência


*Número de lúmens e vias

- Curta duração

- Longa duração - 1,2,3,4 ou 5 lúmens
próximal, médio e distal CVC *Silicone ou poliuretano;

*Tira radiopaca;

*Hostis à colonização microbiana. Complicações Cardíacas:
*arritmias;
*perfuração cardiaca Torácicas:
*pneumotórax;
*hemotórax;


Arteriais:
*laceração arterial;
*hemtoma subcutâneo; Infeção;
Obstrução;
Remoção Acidental. Manipulação do CVC Porta de entrada no organismo Risco de septicemia mais elevado Medidas de assepsia em todos os procedimentos REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS: •Banha, F.; Vivas, P.; Pires, R. (2009). Heparinização de Cateteres. Nursing (245), 43-44;

•Martins,J.C.A. (2001). Cuidados de Enfermagem ao Doente com Cateter Venoso Central. Revista Referência (7);

•Mendes, L. (2007). O doente com cateter venoso central. Nursing (223), 7;

•Sheehy´s (2001). Enfermagem de Urgência – Da teoria à pratica. 4ª Edição. Lusociência. Loures. OBRIGADO PELA VOSSA ATENÇÃO TRABALHO ELABORADO:
SYLVIA NABAIS
ORIENTADO:
ENF. PATRÍCIA NOBRE CVC CUIDADOS DE ENFERMAGEM: A colocação de um CVC cria uma porta de entrada para microrganismos patogénicos, tornando-se então importante proteger o doente desta agressão.

(Mendes, 2007) ANTES DA COLOCAÇÃO DO CVC: * Ajudar o doente a exprimir as suas dúvidas;
* Realizar tricotomia caso necessário;
* Posicionar o doente. DURANTE A COLOCAÇÃO DO CATETER: * Alterações da simetria torácica;
* Sinais de dificuldade respiratória;
* Cianose;
* Dor toráxica;
* Taqicardia APÓS A COLCAÇÃO DO CATETER: * Verificacar a permeabilidade dos lúmens;
* Realização do penso; Remoção do CVC: Retirar todas as perfusões e clampar os lúmens Posicionar doente Remover CVC de forma suave e ritmica Verificar integridade do cateter Manipulação dos lúmens Lúmen proximal Lúmen médio Lúmen distal Colheita de sangue, medicação, nutrição parentérica Nutrição parentérica, medicação Medicação vasoativa, sangue e hemoderivados, colóides, monitorização da PVC HEPARINIZAÇÃO RISCO DE EXCESSO DE HEPARINA CONCENTRAÇÃO INSIGNIFICANTE Segundo Mendes (2007): Lúmem proximal (0,3-0.6ml);
Lúmem médio (0.3-0.5ml);
Lúmem distal (0.4-0.7ml). Realização? Sempre que cessa a utilização de um lúmen Repetida semanalmente "...introdução de um cateter num vaso sanguíneo periférico, que visa a administração de fluído de forma intermitente ou continua, adminstração de terapeutica, colheita de amostras de sangue." Principais complicações Flebite Infiltração Hematoma Trombose verificar se lúmem reflui sim continuar procediemento não verificar se esta permeavel a entrada manobras contatar médico cuidados de enfermagem Informar o doente;
Uso de técnica assética;
Local de inserção insento de complicações;
Observar refluxo de sangue
Vigiar local da punção. 60 mint - veias periféricas;

- veias centrais. Paulino (1999) MANIPULAÇÃO DO CVP . Mudar penso em sos e colocar data;
. Substituir cvp de 72\72h;
. Desinfetar obturador antes da adminstração terapeutica;
. Evitar a administração simultânea de fármacos, principalmente na mesma veia;
.Regra geral a estabilidade dos medicamentos diuminui após 24h. * Reavaliar o doente. * Heparinização;
* Administração de terapeutica. REALIZAÇÃO DO PENSO . Uso de luvas esterilizadas;
. Desinfeção do local de inserção;
. Desinfetar lémens e obturadores;
. Conexões devem ficar protegidas;
. Substituição de 2\2dias.
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