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Promover a Autonomia do Idoso

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by

Claudia Lucas

on 20 November 2013

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Transcript of Promover a Autonomia do Idoso

Promover a Autonomia do Idoso
EE. Cláudia Lucas
Introdução
Objetivos
Autonomia, o que é?
Dependência
Papel de cuidador
Vantagens da promoção da autonomia
VS
Consequências da dependência
Vantagens para o idoso da promoção da autonomia
Vantagens para o cuidador da promoção da autonomia
Como promover a autonomia?
Nos cuidados de higiene
Na alimentação
Na mobilidade
Na segurança
Na Comunicação
Ao divertir-se e ocupar os tempos livres
Ao eliminar
Conclusão
Referências Bibliográficas
Lembre-se!
• A nossa capacidade de adaptação ao meio ambiente atingindo os objetivos que tínhamos estabelecido.

• A autonomia é a capacidade para controlar, enfrentar e tomar decisões pessoais sobre como cada um de nós vive no dia-a-dia, de acordo com as nossas regras e preferências.
Ao promover a autonomia das pessoas idosas estamos a promover o seu direito de tomar decisões mantendo a sua liberdade de escolha e respeitando-as como são.
•Informar sobre vantagens da promoção da autonomia e consequências da dependência tanto para o idoso como para o cuidador;

•Informar sobre estratégias de promoção da autonomia;

•Prevenir a sobrecarga dos
cuidadores.
A autonomia da pessoa idosa está ligada à sua capacidade funcional, ao desempenho das suas atividades da vida diária, o que dá ao idoso a sensação de bem-estar e uma boa qualidade de vida.
(Spuldaro & Jede, 2009)
O envelhecimento não é uma doença!

Equilíbrio entre a perda natural das capacidades individuais, mentais e físicas e a aquisição dos objetivos desejados.



Apoia e ajuda pessoas vulneráveis e dependentes, complementando e ajudando-as nas atividades que deixaram de conseguir exercer.
Exerce um conjunto de atos que têm por função ajudar a viver.

Todos podemos contribuir para que qualquer pessoa idosa tenha objetivos de vida realistas e concretizáveis e desse modo encontre a satisfação que irá ter uma influência muito positiva na sua saúde.
(Figueiredo, 2011) & (DGS, sd)
(WHO, 2002) & (Andrade, 2009)
(DGS, sd) & (Advita, 2011)
Surge quando não conseguimos satisfazer as nossas necessidades sem ajuda de alguém ou de alguma coisa.
No idoso pode estar associada a:
Diminuição da capacidade de adaptação;
Diminuição da visão e audição;
Redução dos recursos financeiros;
Isolamento familiar;
Perda dos amigos;
Invalidez por doença incapacitante.
(Ferreira, 2011)
Quando o idoso se torna dependente ocorrem alterações no afeto e nas relações familiares.
(Spuldaro & Jede, 2009)
(DGS, sd)
• Previne doenças (Cardiovasculares, AVC, Cancro);
• Previne a solidão, tristeza e depressão;
• Previne os erros de medicação;
• Previne o enfraquecimento das funções mentais e cognitivas;
• Reduz o desgaste dos ossos e aumenta a força e massa muscular.
(DGS, 2004)
Consequências da dependência para o idoso
Consequências da dependência para o cuidador
• Sente maior satisfação;
• Tem mais tempo para si;
• Previne o stress e o cansaço excessivo;
• Melhora a sua forma física;
• Previne os sentimentos de revolta contra o idoso;
• Valoriza as coisas simples da vida;
• Aceita o seu próprio envelhecimento;
• Tem um contacto direto com a vida plena do idoso;
• Reforça dos laços afetivos da familia;
• Torna-se um modelo a seguir para os filhos.

(Cruz et al., 2010) & (Isaúde, s.d.)
• Sentimentos de impotência;
• Baixa auto-estima;
• Sentimentos solidão, tristeza, ambivalência e culpa;
• Aumento da
dependência.

(Isaúde, s.d.).
• Desgaste físico e emocional;
• Limita/restringe as atividades sociais e os tempos livres;
• Leva à tristeza e isolamento;
• Sentimentos de frustração e revolta em relação ao idoso;
• Relação problemática
com o idoso.

(Cruz et al., 2010) & (Isaúde, s.d.).
• Incentivar a pessoa a cuidar da sua higiene;
• Dar tempo para que faça por si;
• Colaborar sem substituir;
• Facilitar o acesso ao material;
• Colocar na banheira barras horizontais e verticais;
• Colocar uma tábua de banho, banco para duche ou cadeira;
• Colocar um tapete antiderrapante;
• Poliban sem degrau;
• Incentivar a lavar os dentes;
• Manter as roupas ao alcance;
• Calçadeiras de cabo longo.
(Núcleo de Terapeutas do Centro Regional de Saúde, 1999) & (Ferreira, 2011)
• Reduzir os desníveis;
• Incentivar o uso dos auxiliares de marcha (bengala, andarilho, tripé, canadianas ou cadeira de rodas) e mantê-los ao alcance.

Exercício Físico
• Andar 30 minutos pelo menos 3 vezes por semana;
• Exercícios respiratórios;
• Movimentos da cabeça;
• Movimentos:
Braços;
Cotovelo;
Antebraço e punho;
Mão;
Anca;
Joelho;
Tornozelo e pés.
(DGS, 2011) & (Núcleo de Terapeutas do Centro Regional de Saúde, 1999)
• Todas as escadas devem ter corrimões;
• Varandas nos terraços;
• Evitar os tapetes (ou usar tapetes antiderrapantes);
• Deixar os objetos mais utilizados à mão;
• Organizar a mobília;
• Retirar os fios dos locais de passagem;
• Evitar colocar objetos pequenos no chão;
• Fazer um plano ou calendário dos medicamentos.
(Núcleo de Terapeutas do Centro Regional de Saúde, 1999)
• Organizar e permitir as visitas ao utente;
• Proporcionar momentos para se relacionar com vizinhos ou amigos da mesma geração;
• Facilitar a integração do idoso nas atividades da família;
• Caso tenha problemas auditivos ou de compreensão devemos falar de frente, devagar e de forma clara.

(Ferreira, 2011)
• Ajudar o idoso a encontrar ocupações;
• Incentivá-lo a ler, passear;
• Jogar (dominó, cartas, damas);
• Incentivar a ouvir música, bordar, tricotar;
• Incentivar a ajudar na jardinagem ou na fazenda;
• Verificar se é possível que este frequente o centro de dia.
(Ferreira, 2011)
• Diminuir a ingestão de líquidos antes de dormir;
• Evitar alimentos que possam irritar a bexiga;
• Utilizar pensos para perdas urinárias;
• Incentivar uma alimentação rica;
• Fazer exercício físico;
• Estabelecer horários;
• Fornecer roupas fáceis de desapertar
ou despir;
• Tornar a casa de banho acessível;
• Remover os obstáculos;
• Colocar barras de segurança perto
da sanita.


(Pereira, s.d.).

• Ajudá-lo a adaptar-se às alterações das suas capacidades e identificar e reconhecer aquelas que possui;
• Incentivá-lo estabelecer objetivos, relações sociais e a ter uma vida o mais ativa que possível;
• Ajudá-lo a usar ao máximo as suas capacidades sem nunca o substituir indiscriminadamente!
• Elogiar as conquistas e desvalorizar as derrotas!

(Ferreira, 2011)
Dúvidas?
• Prevenir/aliviar a dor;
• Providenciar prótese dentária e óculos;
• Ajudar a colocar-se na posição correta para alimentar-se;
• Proteger a roupa do idoso sem infantilizá-lo;
• Estabelecer contacto social durante a refeição;
• Ajudar a cortar os alimentos ou abrir embalagens;
• Incentivar a comer pela sua mão;
• Dar o tempo necessário para que coma;
• Fornecer comida mole ou pastosa.



Alterações da visão, olfato, gosto e tato:
• Colocar os alimentos à vista e ao alcance, explicando ao idoso o seu conteúdo;
• Incentivar a comer o pão e a fruta com a sua mão.
(Figueirdo, 2011)
Dificuldades motoras:
(Figueiredo, 2011)
• Pratos com margens altas;
• Sucção sob o prato para manter estabilidade;
• Cabos forrados nos talheres para uma prensa mais firme;
• Fornecer palhinha.
(Figueiredo, 2011)
Dificuldade na deglutição:
• Espessantes;
• Gelatinas;
• Tostas integrais.

(Figueiredo, 2011)
(Núcleo de Terapeutas do Centro Regional de Saúde, 1999)
(DGS, 2004).
ADVITA (2011). Cuidar de alguém é ajudá-lo a viver. [Consulta: 6 Nov. 2013] URL: http://www.advita.pt
Cruz, D. et al., (Dez. 2010) As vivências do cuidador informal do idoso dependente.
DGS (2004). Programa Nacional para a Saúde das Pessoas Idosas [Consulta: 7 Nov 2013] URL: http://www.portaldasaude.pt/NR/rdonlyres/1C6DFF0E-9E74-4DED-94A9-F7EA0B3760AA/0/i006346.pdf
DGS (s.d.). Envelhecimento Saudável. [Consulta: 11 Nov. 2013] URL: http://www.dgs.pt/upload/membro.id/ficheiros/i010170.pdf
Direcção Geral da Saúde (2001).”Quem? Eu? Exercicio?” Exercício sem Riscos para lá dos Sessenta. Autocuidados na Saúde e na Doença. Guias para as pessoas idosas (9). Lisboa. [Consulta: 5 Nov. 2013] URL: http://www.dgs.pt/upload/membro.id/ficheiros/i005649.pdf
Ferreira D. (2011) Promoção da Autonomia na Velhice. Forma-te. Formação para formadores profissionais e professores. [Consulta: 4 Nov 2013] URL: http://www.forma-te.com/mediateca/geriatria/view-category.html

Referências Bibliográficas (Cont.)
Figueiredo, R. (2011). Dependência para o autocuidado alimentar-se. Escola Superior de Enfermagem S. José de Cluny.
Isaúde (s.d.). O Desafio de Vencer Barreiras. Doença de Alzheimer. Alzheimer Portugal.
Núcleo de Terapeutas do Centro Regional de Saúde (1999) Saber Envelhecer.
Pereira, F. (s.d.). Incontinência Urinária. Consulta de Urologia/Andrologia. Clínica de Santa Luzia. Associação Portuguesa de Urologia.
Potter & Perry. (2006). Fundamentos de Enfermagem: Conceitos e Procedimentos. (5ª ed.). Loures: Lusociência
Revista de Enfermagem Referência, 3(2),127-136 [Consulta: 15 Nov 2013] Scielo. URL: http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/ref/v3n2/v3n2a14.pdf
Spuldaro, M. & Jede, M. (set./dez. 2009) Cuidado do idoso dependente no contexto familiar: uma revisão de literatura. [versão electrónica]. Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano, 6(3), 413-421. [Consulta: 4 Nov 2013] URL: http://www.upf.br/seer/index.php/rbceh/article/view/375/822
World Health Organization. (Abril, 2002) Active Ageing, A Policy Framework. [Consulta: 7 Nov 2013] URL: http://whqlibdoc.who.int/hq/2002/WHO_NMH_NPH_02.8.pdf
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