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Os Descobrimentos portugueses

1.- Arranque dos descobrimentos portugueses 2.- Presença portuguesa nos continentes africano, asiático e americano 3.- União Ibérica e Restauração da Independência
by

Sara Trindade

on 2 December 2013

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Transcript of Os Descobrimentos portugueses

A Ínclita (= notável) Geração
São os filhos de D. João I e D. Filipa de Lencastre
D. Branca (1388/1390) e Afonso (1390/1401)
D. Duarte (1391/1438) - rei
Pedro (1392/1449) – regente durante a menoridade de Afonso V
Henrique (1394/1460) – o Navegador
Isabel (1397/1471)
João (1400/1442)
Fernando (1402/1443) – Infante Santo
Expansão portuguesa
Rumos
Desejo da conquista de territórios
Locais onde os nobres pudessem combater para alcançar fama e glória
Procura de novos produtos e mercados para a burguesia
Esperança de conseguir melhores condições de vida para o povo
Vontade de continuar a luta contra os muçulmanos
Expansão portuguesa
Motivos
Portugal vivia em paz desde 1411
Existência de uma longa costa atlântica e proximidade do Mediterrâneo
Permanência de muçulmanos e judeus na Península forneceu conhecimentos vastos:
Astrolábio
Balestilha
Quadrante
Bússola
Conhecimentos de astronomia e cálculo matemático
Porquê Ceuta?
As cidades italianas aí se abasteciam de ouro, especiarias e trigo
Localização da cidade
Daí partiam piratas para atacarem a costa algarvia
Ataque das cidades muçulmanas era um meio de os nobres praticarem a guerra e de se conseguirem benefícios religiosos
Descobertas e Conquistas
1415- Conquista de Ceuta
1419/20- Descoberta da Madeira e de Porto Santo
1427- Descoberta dos Açores
1434- Gil Eanes passa o Cabo Bojador
1460- descoberta do arquipélago de Cabo Verde
- A partir de 1460 as descobertas diminuíram porque Afonso V se interessou principalmente pelas conquistas no Norte de África
Alcácer Ceguer – 1458
Arzila e Tânger – 1471
Em 1471 os navegadores de Fernão Gomes atingiram a costa da Mina
Já com D. João II Diogo Cão chegou à Foz do rio Zaire
1488- Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança
1492- Colombo, com o apoio de Castela, chegou às Antilhas
1494- celebrado o Tratado de Tordesilhas
1498- Vasco da Gama descobriu o caminho marítimo para a Índia
1500- Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil
Colonização e relações
Índico
Portugueses não encontraram qualquer adversário
As cidades da costa oriental africana eram, a maior parte das vezes, rivais
Índia estava profundamente dividida entre hindus e muçulmanos
Política de boa vizinhança e paz foi-se alternando com acções bélicas e violentas, conforme ia sendo necessário
Feitorias
Atlântico africano - Feitoria-fortaleza
Indico - Fortaleza-feitoria
Colonização e relações
África
Principal objectivo: comércio
Principal negócio: tráfico de escravos
Organização do comércio:
Até 1443 – navegação e comércio com África eram livres (1/5 dos lucros pertencia sempre à Coroa)
Depois de 1443 – Infante D. Henrique obteve o monopólio do comércio efectuado a sul do cabo Bojador
D. Henrique criou a primeira feitoria: Arguim
Após a morte do Infante, D. Afonso V arrendou a exploração do comércio a Fernão Gomes
Com D. João II o monopólio do comércio volta para a Coroa
D. João II criou a feitoria da Mina
Colonização e relações
Oriente
Zona com uma organização civilizacional já muito avançada
Forte concentração demográfica
Rede de cidades importantes
Organização política já muito desenvolvida
Ideologias religiosas largamente enraizadas e difundidas
Para se apoderarem do comércio os reis portugueses fizeram alianças com os príncipes indianos ou recorreram à força das armas
D. Manuel I nomeou governadores, para administrarem os territórios conquistados e defenderem os interesses de Portugal no Oriente (primeiro vice-rei: Afonso de Albuquerque)
Colonização e relações
Brasil
Inicialmente o Brasil não despertou muito interesse
A Coroa arrendou a exploração da costa brasileira a um particular – Fernão de Noronha
Com D. Manuel I o comércio brasileiro começou a despertar maior interesse
D. João III resolveu colonizar o Brasil através do sistema das Capitanias
Introduziu-se o cultivo da cana-de-açúcar, que contribuiu para aumentar o comércio com Portugal
Em 1548 D. João III criou um Governo Geral, que foi entregue a Tomé de Sousa
Ele deveria dirigir a defesa e a administração da colónia e aplicar a justiça
Os índios eram forçados a trabalhar nas culturas, o que muito indignou os jesuítas
Colonização e Relações
Crise do Império Português do Oriente
A partir de finais do século XVI Portugal começa a ter grandes dificuldades em manter o monopólio do comércio com o Oriente
Repúblicas italianas começam a recuperar parte do comércio realizado pelas Rotas do Levante
Holanda, Inglaterra e França começaram por apoiar os corsários que atacavam as naus portuguesas e mais tarde estabeleceram-se mesmo em terras asiáticas
Naufrágios eram uma constante
Marinha portuguesa não acompanhou a modernização verificada nos outros países
Falta de meios militares e financeiros para dominar tão vasto Império
A falta de dinheiro e os problemas militares levaram D. João III a abandonar algumas das praças existentes no Oriente
Mesmo assim, os lucros continuaram positivos:
Apesar da diminuição da importação de pimenta a importação de porcelanas e lacas da China e do Japão tinham subido para primeiro plano
União Ibérica
Antecedentes
Entre 1500 e 1552 verificou-se uma série de alianças matrimoniais entre Portugal e a Espanha
D. Manuel e D. João II casaram com princesas espanholas (D. Maria de Castela e D. Leonor de Aragão), enquanto Carlos V desposou D. Isabel de Portugal
Interesses Comuns
Os portugueses necessitavam de metais preciosos para fazer comércio no Oriente – os espanhóis traziam-nos da América
Os mercadores espanhóis dedicavam-se ao comércio português e havia também português envolvidos no comércio espanhol
O comércio colonial dos países ibéricos tinha de ser protegido dos interesses de franceses, ingleses e holandeses
Crise de Sucessão
D. Sebastião morreu, em 1578, na Batalha de Alcácer Quibir, sem deixar descendentes
O seu tio-avô, cardeal D. Henrique, sucedeu-lhe no trono, mas morreu dois anos depois
Surgem agora vários candidatos ao trono
D. António tentou controlar a coroa portuguesa
Foi rapidamente derrotado pelo exército de D. Filipe II, na batalha de Alcântara
D. Catarina desistiu também da pretensão ao trono
D. Filipe foi aclamado rei, nas cortes de Tomar, em 1581, com o título de Filipe I
Promessas Feitas Por D. Filipe I de Portugal
Manutenção dos usos e costumes, privilégios e liberdades portugueses
Os vice-reis colocados em Portugal seriam sempre portugueses
Todos os cargos superiores e inferiores seriam sempre para portugueses
Os negócios na Índia e na Guiné e em todas as outras colónias manter-se-iam exactamente na mesma
O ouro e a prata cunhada levaria sempre as armas de Portugal
Problemas
Os conflitos armados em que a Espanha se foi envolvendo levou este país a aumentar os impostos e integrar portugueses nos seus exércitos
Os inimigos da Espanha tornaram-se inimigos de Portugal (ex.: Holandeses no Brasil)
Restauração da Independência
Começam a surgir revoltas populares por todo o país
Um grupo de nobres organizou uma conspiração para restaurar a independência
1 de Dezembro de 1640 – revoltosos invadiram e apoderaram-se do palácio, em Lisboa, da vice-rainha espanhola (duquesa de Mântua)
Percorreram depois a capital aclamando o duque de Bragança, sendo seguidos pelos populares
Reuniram-se depois cortes, onde D. João, duque de Bragança foi oficialmente proclamado rei de Portugal
Portugal teve de se defender dos espanhóis durante 28 anos
Organizou o exército e fabricou armas
Reparou e construiu fortalezas junto à fronteira
Fez acordos e tratados de aliança com países inimigos da Espanha
Em 1668 a Espanha acabou por reconhecer a restauração da independência em Portugal
Reinados de D. João V e de D. josé
reis absolutos

O ouro do Brasil e as obras públicas
O terramoto de 1 de Novembro de 1755
A acção do Marquês de Pombal
O mundo conhecido no século XV
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