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Teoria das Relações Humanas

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by

Leticia Carvalho

on 27 September 2013

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Transcript of Teoria das Relações Humanas

Teoria das Relações Humanas
Surgimento
Durante a crise de 1929, nos Estados Unidos, a Escola das Relações Humanas surgiu, e para explicar as reais causas da crise vários estudos foram realizados.
Juntamente com estes estudos, novas ideias foram surgindo, e as empresas tratavam agora seus funcionários como seres humanos, que tem sentimentos e necessidades, e não mais como máquinas.
Características
O ser humano era tratado como tal, tendo em vista suas necessidades e corportamento;
O homem é, ao mesmo tempo, guiado pela ordem biológica;
Todos os homens possuem necessidades de segurança, afeto, aprovação social, prestígio, e autorrealização;
Principais Teóricos
Além de Eltom Mayo, Roethlisberger, William Dickson e Chester Barnard, outros teóricos ganharam destaque na Escola das Relações Humanas, como :
Mary Parker Follet: analisou os padrões de comportamento e a importância das relações individuais.
Barnard: criou a Teoria da Cooperação, e foi um dos primeiros a ver o homem como um ser social, e analisou as organizações informais promovidas por eles.
Experência de Hawthorne
Eltom Mayo fez testes na linha de produção de uma fábrica no bairro de Hawthorne, que dá nome a pesquisa, em busca de fatores que pudessem influenciar a produtividade dos colaboradores. Para isso Mayo realizou vários testes. O primeiro deles foi feito para encontrar a relação entre a intensidade da luz e a produtividade dos funcionários. Outro teste foi realizado, desta vez pode-se verificar qual era a influencia dos fatores psicológicos, e deles pode tirar as seguintes conclusões:
Roethlisberger & Dickson
Em seus experimentos na obra Management and the worker fizeram as seguintes observações:
Um pequeno grupo de homens se desenvolveram espontaneamente líderes, com o consentimento do grupo.
Davam maior importância aos valores e costumes que aos incentivos financeiros. Os membros do grupo eram fortemente influenciados pelo código de comportamento do grupo independentemente das recompensas monetárias.
Críticas
Oposição cerrada à teoria clássica;
Limitação no campo experimental;
Ao contrário do que a teoria clássica dizia, o nível de produção não está ligada a sua capacidade física ou fisiológica, mas com quanto o indivíduo está integrado socialmente. Quanto maior a integração em um grupo de trabalho mais o grupo produzirá, por que estão trabalhando juntos por um único objetivo.
Os indivíduos agem de acordo com o grupo do qual pertencem, quando não agem sofrem repreensão dos colegas.

Os indivíduos seguem padrões do grupo, os operários que produziram mais ou menos não eram respeitados pelos outros, preferem não por em risco sua relação com os outros. O grupo do qual fazem parte são os que definem e que os diferenciam dos outros grupos.
A empresa passa a ser vista como uma organização social formada por grupos que nem sempre seguem a formalidade da empresa, eles próprios definem suas regras de comportamento e formas de recompensas.

As pessoas participam dos grupos com que mais se identificam, querem ser compreendidas e aceitas, cada uma delas tem uma determinada característica que influenciam os outros e também são influenciadas.
É importante que cada funcionário tenha seu próprio cargo, na teoria clássica o operários trocavam de função isso afeta de maneira negativa na produção.

Chester Barnard
Relata em suas obras as principais tensões entre o indivíduo e a organização e conclui que os sistemas de treinamento, seleção, vigilância e recompensa não são suficientes para garantir que os indivíduos cooperem com a empresa. O autor afirma que seria necessário o desenvolvimento de valores comuns e de uma ética que gerassem comprometimento dos indivíduos com a organização.
1º Fase
Foram escolhidos dois grupos de operários que tinham o mesmo cargo e em mesmas condições. Um grupo experimental trabalhava sobre intensidade da luz variável, enquanto o grupo de controle tinha intensidade constante.
Com isso pretendia-se conhecer os efeitos da iluminação no rendimento dos operários.
2º Fase
Foi criado um grupo experimental, onde cinco moças montavam eforneciam as peças para abastecer o trabalho. A sala onde estava o grupo de controle era separada do departamento. Cada um dos grupos tinha um supervisor, que permanecia na sala e observava o trabalho. Todas as moças foram convidadas e esclarecidas sobre a pesquisa e seus objetivos de avaliar o efeito das mudanças nas condições de trabalho, também eram informadas sobre os resultados.
3º Fase
Em 1928, foi criada a divisão de pesquisas industriais para entrevistar os funcionários anualmente. Em 1931 foi adotada a técnica da entrevista não diretiva, que permitia a livre comunicação. Com a organização informal, os operários se mantém unidos por laços de lealdade.
4º Fase
Nesta fase, um grupo de pessoas passou a trabalhar em uma sala onde ficava um observador, e do lado de fora dela outro homem que os entrevistava. Seus salários eram baseados no quanto o grupo produzia, quando a produção aumentasse o salário também aumentaria.


Dúvidas
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