Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Formação de educadores na modalidade online

Encontro CENPEC
by

Roxane Rojo

on 27 April 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Formação de educadores na modalidade online

Formação de educadores na modalidade online Roxane Rojo (IEL/UNICAMP) REDEFOR http://prezi.com/phavbzube1kh/projeto-redefor-letramentos-digitais-em-um-curso-de-formacao-docente-especializacao-de-professores-da-rede-publica-paulista/?kw=view-phavbzube1kh&rc=ref-3743256 Tipos de EaD Materiais autossuficientes e aprendizagem autodirigida (m-(self) learning) - IUB. Sistemas de estímulos cognitivos (learning from computer):
oferecem suportes e interfaces que os seres humanos usam ao tramitar e comunicar ideias, simulador de comportamento de um tutor que corrige, explica, responde para o aprendiz de acordo com um conteúdo especifico de aprendizagem: o que chamamos “o aprender dos computadores”, que, em casos mais avançados, procuram informações na rede a partir das preferências detectadas nas transações que o usuário realiza; guiam a escrita de um texto, oferecendo recomendações, links temáticos, perguntas que ajudem na reflexão sobre aquilo que se escreve; disponibilizam auxílios ajustados para solucionar um problema por prévia identificação da estratégia de resolução e para detectar os erros típicos que geralmente se cometem nesse tipo de problema; favorecem a fluidez das interações e a adoção de consensos em atividade colaborativa em rede (MONEREO; ROMERO, 2010). - Práticas de leitura e escrita na contemporaneidade (SEE-SP/EFAP) TANZI NETO, A. et al. Multiletramentos em ambientes educacionais. In: ROJO, R. (Org.) Multiletramentos e as TICs: Escol@ conect@d@. SP: Parábola, 2013, a sair.
COLL, C.; MONEREO, C. Psicologia da educação virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da informação e da comunicação. Porto Alegre:Artmed, 2010. Análise de casos (CBL - Case Learning Based) e Resolução de problemas (PBL - Problem Based Learning):
aprendizagem é vista como um processo ativo e construtivo que acontece em contextos específicos e, por outro lado, o aluno também aprende a pensar e a atuar por si mesmo, levando em conta as características do contexto da atividade. Entretanto, tem-se discutido a possibilidade de ambientes baseados em PBL ou CBL, mas ressaltando a necessidade de haver uma maior troca de informações entre os alunos para se criar um ambiente CBL ou PBL menos individualista e mais colaborativo; Trabalho em grupo e aprendizagem colaborativa:
embasados na organização do grupo, nas características da tarefa ou do conteúdo de aprendizagem, nas situações co-operativas, na atuação do professor e na interação dessas variáveis. O paradigma da interação parte do pressuposto de que, devido a essas variáveis, fatores ou condições não têm efeitos simples sobre a aprendizagem, pois interagem de forma complexa umas com as outras. Com isso, a preocupação voltou-se para o aumento da probabilidade de as interações acontecerem do ponto de vista da construção colaborativa de significados, de modo a garantir atuações realmente compartilhadas. Representação visual do conhecimento:
proporcionar programas que ajudem a construir, examinar e manipular facilmente as representações visuais estáticas e dinâmicas, permitindo também a manipulação de mundos virtuais tridimensionais como o Second Life. Assim, as duas principais características desses programas são a interação e a possibilidade de construir representações multimídia por meio da utilização simultânea de múltiplos formatos de representação (textos escritos, , notações matemáticas, imagens estáticas e em movimento, sons, música etc.), além de oferecerem a possibilidade de se transitar facilmente entre uns e outros. MOOCs (Massive Open Online Course) DE CONTI, D. MOOCs: alternativa ao capitalismo rápido ou seu subproduto? In: ROJO, R. (Org.) Multiletramentos e as TICs: escol@ conect@d@. SP: Parábola, 2013, a sair. "No outono setentrional de 2011, mais de 160.000 pessoas se inscreveram em um curso à distância gratuito oferecido pelos professores Peter Norvig e Sebastian Thrun, em que este colocou em teste, pela primeira vez, uma plataforma digital que o próprio Norvig idealizara, chamada Know Labs . Não se tratava, de maneira alguma, da primeira vez em que uma disciplina era ministrada sob a forma de Massive Open Online Course (MOOC) através da Internet – a designação já estava em circulação desde que George Siemens organizara um curso com características semelhantes em 2008 –, mas representou um ponto de inflexão no que diz respeito ao lugar dos MOOCs na educação digital a distância, tanto pelo número de usuários que abrangeu quanto por colocar em cena alguns mecanismos que viabilizaram a aproximação do modelo a práticas já institucionalizadas de educação. "

"Siemens aponta que, apenas no primeiro semestre de 2012, cerca de cem milhões de dólares foram dedicados a MOOCs de diversos tipos. Foi, segundo o autor, o 'bafafá' do ano, no que diz respeito à educação a distância." cMOOCs : os MOOCs conexionistas O primeiro curso a adotar o acrônimo foi ministrado pelos professores George Siemens e Stephen Downes, em 2008. Chamava-se “Connectivism and Connective Knowledge”, o que deixa clara sua filiação a uma proposta de aprendizagem chamada conectivismo. Downes (2011) explica em poucas palavras as crenças que sustentam a teoria conectivista:
"Em seu âmago, o conectivismo é a tese de que o conhecimento é distribuído ao longo de uma rede de conexões e, portanto, de que a aprendizagem consiste na habilidade de construir e atravessar essa rede. O conhecimento, portanto, não é adquirido, como se fosse uma coisa. Ele tampouco é transmitido, como se fosse um tipo de comunicação.[...]Da perspectiva do curso, isso significa que o processo de cursá-lo é, em si, muito mais importante do que o conteúdo que os participantes podem acabar aprendendo em seu decorrer. O conceito de um curso conectivista é que o aprendiz é imerso em uma comunidade de praticantes e apresentado a maneiras de fazer os tipos de coisa que esses praticantes fazem. Através dessa prática, ele se torna cada vez mais semelhante em ações, pensamentos e valores aos membros daquela comunidade. Em outras palavras, para aprender física, você se junta a uma comunidade de físicos, pratica física e, em consequência, se torna semelhante a um físico."

25 pagantes e 2300 "ouvintes" ou participantes livres.

No MOOC conectivista, há duas experiências essencialmente diferentes de curso.Essa diferença reflete-se na maneira como os aprendizes são avaliados. O envolvimento da comunidade de praticantes – neste caso, os 25 universitários pagantes que receberão créditos por seu desempenho na disciplina – é acompanhado de perto pelos professores do curso. Nesse sentido, a atribuição de créditos não conflita com o funcionamento institucional da universidade. O que diferencia o MOOC conectivista de modelos posteriores e, inclusive, dos demais AVAs é que não se espera que os demais aprendizes recebam qualquer certificado ou crédito formal pelo curso. A avaliação de seu desempenho se dá através da interação com e dos feedbacks de seus pares e da comunidade de praticantes. Essa particularidade distancia o MOOC conectivista da educação institucional tal qual se configura, em que o tempo é um bem a se investir e, dessa forma, exige uma contrapartida materializável e definitiva. Essa característica representa uma possibilidade de recusa de uma ética de aprendizagem filiada ao capitalismo rápido.

CARACTERÍSTICAS (DOWNES, 2011):

1.Agregação (aggregation):Posto que o MOOC confere a todos os participantes a possibilidade de produzir e de sugerir conteúdo, foi necessário que se pensasse em uma maneira de fazer com que essa pluralidade multimodal convergisse, deixando mais claras as possibilidades de percurso. Em “Connectivism and Connective Knowledge”, as diretrizes do curso eram reiteradas e as contribuições dos aprendizes, organizadas e tornadas públicas através de RSS feeds (um formato digital de notificação de atualizações por assinatura) preparada pelos facilitadores. Não se pretendia fazer com que os participantes tomassem conhecimento de todo o conteúdo produzido sob a égide da disciplina, mas oferecer a eles a possibilidade de fazer escolhas críticas de leitura.

2.Remixing: Downes (2011) chama de remix as associações que cada participante faz quando entra e contato com os materiais relacionados ao curso. Trata-se, portanto, de ressignificar as diversar leituras para transformá-las em um percurso. A sugestão do autor é tornar esse percurso público através de qualquer ferramenta digital com que o aluno tenha familiaridade. Algumas de suas sugestões são blogs (Blogger e Wordpress), redes sociais (Facebook e Myspace), ferramentas de publicação de infográficos (del.icio.us) e grupos de discussão online (fóruns e Google Talk).

3.Deslocamento das finalidades (repurposing): Esses materiais, organizados em percurso, se tornam os blocos de construção de novos pensamentos e novas interpretações traçadas pelos participantes a partir de sua própria trajetória fora do curso. Existe, nessa iniciativa, uma readequação dos materiais diante das interrogações dos participantes e de sua relação com os demais blocos que compõem seus percursos. Dessa forma, ocorre um deslocamento das finalidades desses conteúdos que consiste na contribuição dos participantes tanto para o curso quanto para a comunidade digital.

4.Compartilhamento progressivo (feeding forward): A publicação digital dos resultados do repurposing garante que o MOOC estenda-se para além dos domínios do próprio curso. Não é obrigatória, mas a partilha do conhecimento é parte fundamental da ética sobre a qual o MOOC conectivista se sustenta.

Logo, os MOOCs conexionistas não se configuram como Ambientes Virtuais de Aprendizagem fechados, com funcionalidades pré-atribuídas que garantam sua compatibilidade com um modelo institucional anterior ao espaço digital. Os MOOCs conectivistas não se sustentam sobre um software que circunscreve as possibilidades do curso e força a tradução da produção dos participantes para uma linguagem institucionalizável. Textos, imagens, vídeos, jogos digitais – qualquer modalidade pode fazer parte do conteúdo dos cursos, de modo que os MOOCs se propõem multidirecionais no que diz respeito às ferramentas digitais disponíveis para a expressão. Os participantes são encorajados a se valer das ferramentas digitais com que tiverem maior intimidade, usando-as da maneira como julgarem apropriado. xMOOCs: os Moocs do capitalismo rápido No entanto, ao contrário do que ocorria na dinâmica advogada por Downes e por Siemens, foi desenvolvido um software específico que funcionasse como suporte para esse e para outros cursos que o seguiram, o Know Labs (rebatizado, posteriormente, de Udacity). A ele, se juntaram, em pouco tempo, o Coursera e o edX. A opção por um software que fizesse a ponte entre a universidade e o espaço digital aponta para uma tentativa de fazer com que a diversidade das práticas observadas na Internet convergissem em torno do discurso institucionalizado.

Siemens (2012) explica as implicações da cisão:
"Nosso modelo de MOOC enfatiza a criação, a criatividade, a autonomia e o aprendizado socialmente enredado. O modelo do Coursera enfatiza uma abordagem mais tradicional de aprendizagem, através de apresentações em vídeo e de breves testes [de múltipla escolha]. Em outras palavras, os cMOOCs focam-se na criação e a geração de conhecimento, enquanto os xMOOCs focam-se em sua duplicação." Epígrafe http://stevendkrause.com/2012/08/06/more-moocines/ Como ficam os mediadores (e os professores!!!)? Evasão?
Controle?
Certificação?
Devolutivas? Qual mediação?
É mediação?
Qual papel?
Curadoria?
Acompanhamento e andaimagem?
O que fazer com a diversidade?
Distribuir papéis (gestor)?
Participar heterarquicamente como "igual"/gestor? Referências "bibliográficas":

http://prezi.com/ynyg0yvbw8si/formacao-de-educadores-na-modalidade-online/?auth_key=0aa59f9252f38b3d31b780b65dc09900ac36636b&kw=view-ynyg0yvbw8si&rc=ref-3743256
Full transcript