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METODOS CONTRACEPTIVOS E TECNICAS DE REPRODUÇÃO MEDICAMENTE

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by

ana marta

on 4 November 2013

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Transcript of METODOS CONTRACEPTIVOS E TECNICAS DE REPRODUÇÃO MEDICAMENTE

Métodos contraceptivos e técnicas de reprodução médicamente assistidas
Contracepção
Baseia-se na utilização de métodos contraceptivos, naturais ou artificiais, de modo a controlar uma possível gravidez.

Infertilidade
De acordo com a OMS a infertilidade é “a incapacidade de um casal para alcançar a concepção ou levar uma concepção a termo após um ano ou mais de relações sexuais regulares, sem protecção contraceptiva”.

Métodos contraceptivos
Métodos Artificiais
Métodos Mecânicos
Métodos Químicos
Métodos Cirúrgicos
Métodos Naturais
Métodos Naturais
Têm a função de prevenir uma possível gravidez, através:

Da determinação do período fértil da mulher (momento provável da ovulação).
Abstinência de relações sexuais durante esse período fértil (12.º ao 18.º dia).
Interrupção do coito.

Métodos Artificiais
São métodos contraceptivos que têm como principal objetivo impedir a fecundação através do uso de dispositivos ou medicamentos com hormonas.
Podem ser:
Cirúrgicos
Mecânicos
Químicos
Consistem numa intervenção cirúrgica que impede definitivamente a progressão dos gâmetas ao local de fecundação. Exemplos:
Vasectomia
Laqueação das trombas

Métodos Mecânicos

Métodos Cirúrgicos
Métodos artificiais
Métodos Químicos

São métodos em que se utilizam dispositivos mecânicos. Exemplos:
Preservativo masculino
Preservativo feminino
Diafragma
DIU

Métodos que possuem substâncias químicas que impedem uma gravidez indesejada. Exemplos:
Espermicidas
Pilula oral
Pilula intracutânea
Pilula vaginal
Pilula injetável
Anel vaginal
Adesivos contracetivos
Pilula do dia seguinte

Diafragma
Anticoncepcional mecânico de barreira
Consiste num anel flexível coberto por uma membrana de borracha ou silicone
O seu uso é feito pela mulher, que o coloca dentro da vagina cerca de vinte minutos antes do coito de modo a tapar completamente o colo do útero impedindo a fecundação e deve ser retirado aproximadamente oito horas após o coito.
Depois de retirá-lo, a mulher deve lavá-lo, secá-lo e guardá-lo num recipiente próprio.

Não é um método 100% eficaz e o seu uso deve ser combinado ao uso de um espermicida.
Não se recomenda o uso do diafragma a mulheres que nunca tenham tido relações sexuais ou que tenham problemas que afetem a anatomia normal na região genital (exemplo: prolapsos do útero ou bexiga, retoceles, pólipos vaginais, etc.).
O diafragma pode levar à ocorrência de infeções urinárias, corrimento vaginal o aumento de odor.

Preservativo feminino
Eficácia de 95% pois pode, por vezes, danificar-se ou deslocar-se se usado incorrectamente.
Pode ser comprado em farmácias, hipermercados, máquinas de venda automáticas, etc.
É um método contraceptivo de barreira. Tal como o preservativo masculino, protege contra as DST’s.
Foi inventado por um médico dinamarquês, Lasse Hershel no final dos anos 90.

Consiste num dispositivo de plástico, maior e mais largo que o preservativo masculino, que deve ser introduzido na vagina. Uma das extremidades, que é fechada, deve ser colocada no fundo da cavidade vaginal. A outra, aberta, fica no exterior do órgão genital feminino.
Os preservativos feminino e masculino não devem ser utilizados simultaneamente pelo que podem aderir um ao outro e deslocar-se durante o acto sexual.
Pílula
Consiste num comprimido que contem hormonas femininas sintéticas, cujas quantidades variam de comprimido para comprimido.
A ingestão da pilula:
Impede a ocorrência de ovulação.
Torna o muco cervical mais espesso.
Torna o endométrio fica mais fino.

Mecanismo de acção
INGESTÃO DA PILULA

CONCENTRAÇÕES BAIXAS E CONSTANTES DE PROGESTERONA E ESTROGÉNIO NA CORRENTE SANGUINEA

NÃO SE DÁ O DESENVOLVIMENTO DOS FOLICULOS

NÃO OCORRE A OVULAÇÃO

NÃO HÁ OCORRÊNCIA DE FECUNDAÇÃO

FORNECE
O QUE PROVOCA
A INIBIÇAO DA PRODUÇÃO DE GnRH PELO HIPOTÁLAMO E DA PRODUÇÃO DE FSH E LH POR PARTE DA HIPOFISE ANTERIOR

POR ESSE MOTIVO
LOGO
PORTANTO
O modo como a pilula funciona tem como base o feedback negativo que as suas hormonas exercem no complexo hipotálamo- hipófise.
As hormonas sexuais femininas (estrogénio e progesterona) na corrente sanguínea impedem a libertação de hormonas hipofisárias por parte do complexo h-h e desse modo os ovários não são estimulados a produzir estrogénio e progesterona e como resultado impede a maturação dos folículos ováricos e a ovulação.

Tipos de pílulas
Combinada
Progestativa/Mini-pílula
Só possui progesterona
Possui estrogénios e progesterona
Monofásica
A concentração de hormonas é igual em todo o ciclo
Bifásica
A concentração de hormonas varia 2 vezes ao longo do ciclo.
Trifásica
A concentração de hormonas varia 3 vezes em todo o ciclo
Toma
A toma da pilula é diária, durante 21 dias.
Após esses 21 dias para-se de tomar a pilula durante 7 dias e nessa semana aparece a menstruação.
Nas pilulas combinadas em que a sua toma ocorre durante 28 dias (7 dos quais se tomam comprimidos sem qualquer teor hormonal), não há paragem na sua toma.

É frequentemente tomada por fumadoras e pessoas com mais de 35 anos que não podem tomar a pilula combinada por conter estrogéneo.
Possui menos contra-indicações (só contem progesterona )
Menos eficazes
Pode ser tomada na amamentação
Grau de eficácia menor (comparada à da combinada)

Toma
Tem de ser tomada de modo contínuo sem pausa, todos os dias e sempre à mesma hora.
Eficácia

Quando se inicia a toma da pilula a sua eficácia não é imediata, é necessário a sua toma correcta e consecutiva durante 7 dias. Nesse período de tempo se houver alguma relação sexual deve ser utilizado outro método contracetivo.
Contudo se no primeiro mês a sua toma for iniciada no 1.º ou 2.º dia da menstruação a sua eficácia não é afetada.

A eficácia pode ser afectada se se estiver a fazer outro tipo de medicação, simultaneamente.
Na maior parte dos casos, não há variação da eficácia cajo haja um esquecimento inferior a 24 horas. No entanto o esquecimento de dois comprimidos consecutivos já compromete a sua percentagem de eficácia.
Vantagens
Não protege das infeções sexualmente transmissíveis;
Exige um compromisso diário da mulher; 
Pode originar alguns efeitos secundários, tais como: dores de cabeça, tensão mamária, retenção de líquidos, entre outros.

Menstruações mais regularizadas e previsíveis;
Previne a anemia, devido ás menstruações menos abundantes e mais curtas;
Diminui as dores menstruais (dismenorreia);
Contribui para um menor risco de contrair/ter cancro do ovário e do endométrio;
Alta eficácia , é reversível e não interfere numa relação sexual;
Controlo e tratamento de ovarios policísticos;
Reduz o acne, a oleosidade e quantidade de pêlos.

Desvantagens
Causas
Por vezes um casal possui dificuldades em procriar, devido a uma possível infertilidade. As causas que levam à infertilidade na mulher e no homem são:

Produção escassa de gonadotropinas.
Anomalias congénitas dos órgãos reprodutores.
Problemas anatómicos ou fisiológicos do aparelho reprodutor.
Danos nos testículos
Dificuldade dos espermatozoides fecundarem o oócito II, correspondente a anomalias bioquímicas.
Gametogénese anormal
Impotência (problemas de ereção e ejaculação)
Factores imunológicos
Os espermatozoides apresentarem falhas na sua qualidade, devido a deformações na sua forma ou na sua mobilidade.
Produção de quantidade insuficiente ou nula de espermatozoides.

Anovulação ou ovulação com pouca frequência
Idade
Anomalias congénitas nos órgãos reprodutores
Problemas anatómicos ou fisiológicos no aparelho reprodutor.
Inibição da nidação ou rejeição do embrião após a nidação
Os ovários são incapazes de responderem ás variações de gonadotropinas.
Problemas no endométrio
Infecções nas vias genitais
Ocorrência de danos ováricos e na sua estrutura devido às infeções.
Inflamações
Tumores
Fatores imunológicos
Stress, anorexia, exercício físico excessivo
Drogas, alcool, tabaco,radiações.

Técnicas de reprodução medicamente assistidas
Para se apurar a causa de infertilidade são realizados diversos exames tanto no homem como na mulher.
Após a descoberta da causa de infertilidade, quer seja no homem ou na mulher é aconselhada alguns tratamentos.
No entanto, por vezes esses tratamentos são incapazes de combater a causa da infertilidade do casal. Nesse caso, de acordo com o individuo e a causa apurada recorre-se a técnicas de reprodução medicamente assistidas.

Inseminação artificial (IUI)
Fertilização In Vitro (IVF)
Injecção Intracitoplasmática (ICSI)
Zift
Criosonservação de gâmetas e embriões
Consiste no congelamento a baixas temperaturas de gâmetas e embriões. Estas células são congeladas em azoto líquido com crioprotectores químicos que impedem a formação de gelo.

GIFT
Consiste na recolha dos óvulos da mulher através de uma laparoscopia, ao mesmo tempo que se recolhe esperma masculino.
Na mesma operação, colocam-se ambos os gâmetas numa cânula especial, devidamente preparados, introduzindo-os em cada uma das trompas de falópio de modo a ocorrer a fecundação, neste caso "in vivo".
Se tudo correr bem, os espermatozóides penetram em um ou mais ovócitos II, formando-se óvulos e, posteriormente embriões.
Sémen e tecido testicular
É usada principalmente nos seguintes casos:
Para inseminação artificial com esperma de dador – formação de banco de esperma.
Conveniência para os pacientes – Quando não for possível a presença do marido nos procedimentos de inseminação intra-uterina ou FIV (fertilização in vitro).
Preservação da capacidade reprodutiva - Os pacientes com neoplastias que são submetidos a cirurgias ou radioquimioterapias, procedimentos que podem comprometer a função espermática, podem recorrer à criopreservação do esperma para uma utilização dos espermatozóides posterior ao tratamento.
Preservação do material genético – Pacientes submetidos à vasectomia podem guardar amostras de sémen para serem utilizadas no futuro.

Oócitos II
A criopreservação de oócitos humanos ainda é uma metodologia em desenvolvimento
Desde que as técnicas para a criopreservação de oócitos foram, e ainda estão a ser, descritas, os cientistas estão a investir cada vez mais nessa tecnologia. Abriram-se a partir de então possibilidades para a formação de um banco de oócitos. Esses oócitos poderão ser armazenados e usados no futuro, especialmente para mulheres que não possuem ovários ou que apresentaram menopausa precoce.
Pacientes que serão submetidas a tratamentos de FIV ou ICSI que obtiverem um grande número de oócitos poderão congelar os excedentes e utilizá-los numa outra tentativa ou ainda doá-los a um banco de oócitos, facilitando também as implicações éticas e religiosas que envolvem o congelamento de embriões.
Embriões
Esta técnica é realizada quando há produção de mais embriões do que o necessário para a transferência. Apenas aqueles de boa qualidade têm maior oportunidade de sobrevivência.
Apesar dos embriões apresentarem menor taxa de sobrevivência do que os embriões a fresco, esta técnica oferece a vantagem de uma nova oportunidade com menor custo. Os embriões são descongelados 24 horas antes da transferência, cultivados e são, posteriormente, estudados quanto à sua viabilidade.
Recorre-se a este processo quando 
Um dos progenitores tiver fortes indícios de que ficara infértil,→ 
Utilizá-los de forma a salvar a vida a irmãos,→ 
Doá-los a outros casais inférteis,
Serem utilizados em investigações para fins terapêuticos.
Foram utilizados com sucesso embriões com 13 anos.
Taxa de sobrevivência: 70%
Taxa de sobrevivência: 27 a 64%
Taxa de sobrevivência: <15%
Trabalho realizado por:

Ana Marta
Filipa Guerreiro
Joana Dias
Marta Silva
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