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Cartografias alternativas: a atualidade da deriva como método de pesquisar e registrar o urbano.

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Murilo Ferrari

on 23 October 2013

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Transcript of Cartografias alternativas: a atualidade da deriva como método de pesquisar e registrar o urbano.


A ementa da disciplina propõe trabalhar DINÂMICAS que ilustrem sobre a TIPOLOGIA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS E PRIVADOS, ESPAÇOS DE CIRCULAÇÃO E ESPAÇOS DE PERMANÊNCIA, A QUESTÃO FUNDIÁRIA E O MERCADO IMOBILIÁRIO E INTRUMENTOS DE CONTROLE DO ESPAÇO URBANO.

O PLANO DE TRABALHO para a disciplina tem como objetivo desenvolver a capacidade do aluno de IDENTIFICAR E ANALISAR determinado território de acordo com PARÂMETROS QUE FUNDAMENTAM as possibilidades de análise, crítica, diagnóstico e projeto urbano.

Análise Urbana

Ao cursar a disciplina surgiram algumas REFLEXÕES:

É VISIVEL UMA EVOLUÇÃO DA ANÁLISE NUMA PERSPECTIVA CRÍTICA ALCANÇADA PELA TURMA, com o desenvolvimento dos módulos aplicados.

A relevância da deriva como método de análise do espaço urbano pois, considera a EXPERIÊNCIA como PARTE INTEGRANTE E NECESSÁRIA PARA A COMPREENSÃO DO ESPAÇO.

Contemporaneamente o EMPOBRECIMENTO DA EXPERIÊNCIA como uma das consequências das TENTATIVAS DE ELIMINAÇÃO DOS CONFLITOS, dos dissensos, da disputa entre os diferentes está sendo SUBVERTIDA pela própria PRÁTICA COTIDIANA nas cidades.







Considerando que:

1.O ESPAÇO URBANO É UM PRODUTO SOCIAL, composto por diferentes agentes e atores e é constantemente influenciado por diferentes dinâmicas que integram ou permeiam aquele espaço.

2. A importância de uma ANÁLISE URBANA CRÍTICA, onde o aluno não só visualize os elementos formais e cartesianos de um território, mas VALORIZE AS FORMAS DE USO E APROPRIAÇÃO dos espaços.




Reflexões e Objetivos da monitoria
Premissas do Projeto
O PROJETO DE MONITORIA se pauta:

ALTERAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO da disciplina de forma que o método da deriva seja realizado como PRIMEIRO EXERCÍCIO, que deve desencadear as demais etapas desenvolvidas.

ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO dos módulos seguintes analisando a INFLUÊNCIA da primeira experiência (deriva) no processo de FUNDAMENTAÇÃO DA PERCEPÇÃO URBANA.






O Projeto


Módulo 1: INTRODUÇÃO – O espaço urbano como campo disciplinar – Conceito de bairro – Indicadores sócio espaciais comparativamente com a cidade.

Módulo 2: MORFOLOGIA URBANA

Módulo 3: AGENTES PRODUTORES
DINÂMICA IMOBILIÁRIA

Módulo 4: CONFLITOS URBANOS
LEGISLAÇÃO

Módulo 5: SITUACIONISTAS E
PSICOGEOGRAFIA

Plano de trabalho 2012.2
Módulo 1: INTRODUÇÃO – O espaço urbano como campo disciplinar – Conceito de bairro – Indicadores sócio espaciais comparativamente com a cidade.

Módulo 2: SITUACIONISTAS E
PSICOGEOGRAFIA

Módulo 3: MORFOLOGIA URBANA

Módulo 4: AGENTES PRODUTORES
DINÂMICA IMOBILIÁRIA

Módulo 5: CONFLITOS URBANOS
LEGISLAÇÃO


Plano de trabalho 2013.1
Após EXPERIÊNCIA PRÓPRIA cursando a disciplina, foram notadas dificuldades de realização do exercício por INFLUÊNCIA DAS ANÁLISES ANTERIORES sobre o bairro.

No novo plano de trabalho avaliamos como positiva a experiência pela RIQUEZA DOS RESULTADOS nas psicocartografias produzidas pelos alunos e na CONSISTÊNCIA DAS DEMAIS REPRESENTAÇÕES.
Avaliação
A INTERNACIONAL SITUACIONISTA

“A construção de situações começa após o desmoronamento moderno da noção de espetáculo. É fácil ver a que ponto está ligado à alienação do velho mundo o princípio característico do espetáculo: a não-participação. Ao contrário, percebe-se como as melhores pesquisas revolucionárias na cultura tentaram romper a identificação psicológica do espectador com o herói, a fim de estimular esse espectador a agir... A situação é feita de modo a ser vivida por seus construtores. O papel do “publico”, senão passivo pelo menos de mero figurante, deve ir diminuindo, enquanto aumenta o número dos que já não serão chamados atores mas, num sentido novo do termo, “vivenciadores”.

Relatório sobre a construção de situações – Guy Debord

JACQUES, Paola Berenstein. Internacional Situacionista
- Apologia da Deriva: Escritos situacionistas sobre a cidade.
– Rio de Janeiro - Casa da Palavra, 2003.

Deriva:

"Modo de comportamento experimental ligado às condições da sociedade urbana: Técnica de passagem apressada por vários ambientes. Mais particularmente, também designa a duração de um exercício contínuo desta experiência."

A busca por situações nada mais é que a busca construtiva da alteridade, a manifestação e expressão que permitem a ponte entre experiência e território.


Psicogeografia:

"Estudo dos efeitos precisos do meio geográfico, conscientemente organizado ou não, que atuam diretamente no comportamento afetivo dos indivíduos."


A psicocartografia possibilita uma infinidade de representações sobre um território que extrapolam o plano carteziano da cartografia habitual.






Relatório sobre a construção de situações, 1958

A deriva como método de análise urbana

"Nós sabemos hoje que, para a destruição de um experiência, uma catastrofe não é de modo algum necessária, e que a pacífica existência cotidiana em uma grande cidade é, para este fim, perfeitamente suficiente."
(AGAMBEN, 2005)


Ilustração Nova Babilônia - Constant Nieuwenhuijzen
A sociedade do espetáculo - Guy Debord
Psicocartografia da cidade de Paris - Guy Debord 1958.
mapa de conflitos urbanos
Bairro Santa Teresa _ Aline Matias, Maria Clara Moreira e Paula Ramos.
mapa condicionantes geográficos
foto Maicon Bezerra
mapa parcelamento e ocupação
foto Maicon Bezerra
mapa sistema viário
foto Maicon Bezerra
mapa parcelamento e ocupação
foto Maicon Bezerra
mapa parcelamento e ocupação
foto Maicon Bezerra
Bairro Leme _ Brunno Abrahão, Daniel Fernandes e Tiago Tasca.
mapa condicionantes geográficos
foto Maicon Bezerra
mapa parcelamento e ocupação
foto Maicon Bezerra
mapa parcelamento e ocupação
foto Maicon Bezerra
mapa dinâmica imobiliária
mapa sistema viário
foto Maicon Bezerra
Bairro Santa Teresa - Psicocartografia
Aline Matias, Maria Clara Moreira e Paula Ramos.
Bibliografia básica
JACQUES, Paola B. (Org.). Apologia da Deriva - escritos situacionistas sobre a cidade. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003.

JACQUES, Paola B. (Org.). Errâncias urbanas: a arte de andar pela cidade. Caminhos alternativos à espetacularização das cidades. ARQTEXTO (UFRGS), Porto Alegre, 2005.

CARERI, Francesco. Walkscapes – o caminhar como prática estética. São Paulo: Editora Gustavo Gili, 2013.

JACQUES, Paola B. (Org.). Errâncias urbanas: a arte de andar pela cidade. Caminhos alternativos à espetacularização das cidades. ARQTEXTO (UFRGS), Porto Alegre, 2005.








Cartografias Alternativas: A atualidade da deriva como método de pesquisar e registrar o urbano

Análise Urbana - TUR
Monitor Murilo Ferrari
Orientadora Cristina Nacif

Relatório sobre a construção de situações, 1958

Avaliação dos trabalhos realizados em 2012.1
Estudo de morfologia urbana segundo conceitos de Kevin Linch.
Acervo pessoal
Escola de Arquitetura e Urbanismo - Universidade Federal Fluminense
Após EXPERIÊNCIA PRÓPRIA cursando a disciplina, foram notadas dificuldades de realização do exercício por INFLUÊNCIA DAS ANÁLISES ANTERIORES sobre o bairro.
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