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PORTFÓLIO

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Claudio Maia

on 26 June 2014

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Transcript of PORTFÓLIO

Cláudio Márcio de M. Maia
INSTITUTO DE ENSINO SÍRIO LIBANÊS
PORTFÓLIO
CURSO DE GESTÃO EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA
Espectativas do curso

Percepções do Grupo Afinidade
Percepções no grupo diversidade
Conclusão
Aprender uma nova maneira de ensino-aprendizagem, através da metodologia ativa, descondicionando-se da atitude de mero receptor de conteúdos e assumindo um papel cada vez mais ativo nas discussões levou a uma mudança na minha pratica profissional. Uma vez tomado por esta atitude iniciativa, pude participar mais ativamente nos planejamentos e projetos executivos.
Perceber o quanto o uso de simples ferramentas de gestão podem modificar os processos de trabalho dando subsídios para tomadas de decisões mais concretas e embasadas é uma das melhorias nas minhas ações de planejamento. Trabalhar os indicadores na saúde nem sempre é fácil, ainda mais quando não se trata da área assistencial da saúde, no entanto, consegui aprender diversas formas de variáveis que podem ser construídas para se medir e comparar os resultados.
De uma maneira geral foi no processo de discussão-argumentação em que encontrei os melhores êxitos. Dialogar em grupos heterogêneos, saber escutar, refletir e encontrar um denominador comum em meio a uma chuva de ideias é o que mais levarei desse curso, afinal na gestão pública não se decide sozinho, mas é importante a condução das discussões para que estas não se percam em meras opiniões pessoais.
Buscar efetivamente conhecimentos relevantes aos problemas de saúde, estimular a capacidade criativa, inovadora, a curiosidade científica, o espírito crítico-reflexivo, a autoavaliação e a cooperação para o trabalho em equipe são as mudanças que o curso me propôs a refletir e que espero ensejar na minha prática profissional.

Espectativas do Grupo Afinidade
Conhecimento Projeção
Aprendizado Qualificação
Realização
Troca de experiências

09 a 10/09/2013
14 a 15/10/2013
05 a 06/05/2014
18 a 19/11/2013
03 a 04/02/2014
17 a 18/03/2014
OT1 - Fazer e receber críticas
SP1 - Novidades
Viagem Milton Santos: por uma nova globalização
Projeto Aplicativo : Identificando problemas
Foi muito interessante conhecer quem foi Milton Santos. Desconhecido por grande parte dos brasileiros, talvez por ser um crítico do sistema social em que vivemos, e isso faça com que os intelectuais que também se alimentam desse sistema não o engrandecessem ao ponto de outros nordestinos famosos.

Negro, nordestino e nascido em família humilde, Milton Santos teve que demonstrar com muita competência toda sua capacidade, sendo mais facilmente reconhecido por intelectuais do exterior. Enquanto gerente de um jornal na Bahia, o que já era uma grande conquista, ele foi preso durante o regime militar, sendo exilado na França durante esse período. Por acaso do destino, foi na condição de exilado que ele teve a maior oportunidade de ganho de conhecimento. Através de contatos com outros especialistas , que talvez não tivesse estando no Brasil, esse ganho colaborou na construção de uma análise ainda mais aprofundada da geopolítica das cidades.

Milton Santos foi um grande crítico de um sistema político excludente , que visa o lucro e o acúmulo de capital por parte das empresas, que vão se aglutinando e concentrando mais ainda o poder de influências. A sociedade, dividida em classes sociais, no ímpeto do capitalismo e consumismo distingue as pessoas pelo que têm, criam um vão entre os ricos e os pobres, e isso fortalece a violência e as desigualdades sociais.

E são essa desigualdades que mobilizam os movimentos sociais, mostrados no vídeo, como o início das grandes mobilizações, que hoje estão mudando, utilizando as redes sociais e propagando o alerta à população para que conheça seus direitos e os reivindique.

Pensando na associação com a VISA, vemos o quanto a VISA está relacionado a tudo. O capitalismo e a busca pelo enriquecimento muitas vezes leva as empresas a se apropriar de lucro excessivo em virtude da diminuição da qualidade dos produtos, como nos casos das pílulas de microvlar e as adulterações de leite e uso de alimentos estragados em restaurantes famosos. É visando a proteção da saúde pública que a Visa exerce o poder sanitário em bens e produtos sujeitos a seu controle e com isso diminui os excessos provocados pelo sistema capitalista no desequilíbrio da saúde
Na primeira situação problema, discutimos a história de Pedro Luiz, professor experiente, que ao receber uma mensagem de que foi selecionado para um curso com metodologia ativa, fica com receio diante de um novo desafio. Sendo desconhecida a metodologia para o professor, Pedro passa por várias reflexões sobre sua capacidade de aprendizado, desde sua prática com informática, seu tempo em dedicar-se ao curso, família até seu desempenho diante de uma nova metodologia.
Após discussão desse contexto, o grupo identificou um problema principal para a situação, e partindo desse problema foi levantada uma hipótese e sua questão problema, conforme descrito abaixo:

PROBLEMA: Desatualização com novas metodologias e informática
HIPÓTESE: “O desconhecimento das metodologias ativas leva à limitações frente aos desafios”
QUESTÃO-PROBLEMA: Conhecer previamente as metodologias ativas gera segurança ao discente?

Através de pesquisa em literatura científica, o grupo procurou em artigos uma síntese que testasse a questão problema quanto à aplicação das metodologias ativas:
 Conteúdo relacionado com a realidade e que desperta a curiosidade no aluno;
 Metodologia que pode ser aplicada em diversos contextos;
 Estimula processos críticos-reflexivos;
 Educação libertadora e desenvolvimento social;
 Expansão da consciência individual e coletiva;
 Segurança na tomada de decisões e desenvolvimento da autonomia individual.

Síntese Pessoal
De acordo com o estudo de Gonzalez e colaboradores (2009), que pesquisou a mudança de percepções em alunos que iniciavam um estudo com metodologias ativas, foi verificado que no início há uma desconfiança com o método e diversas dificuldades pelas quais passam os participantes desde esgotamento, cansaço e até mesmo um sentimento de exclusão.
Houve inicialmente um grande número de desistências demonstrando a não compreensão das metodologias ativas utilizadas no curso, o que resultou em desconfiança e desmotivação inicial. Entretanto, com o aprofundamento nos estudos, os participantes compreenderam os objetivos do curso, a visão de ativação e a importância de cada um para o processo de mudança.
Esse mesmo fato é corroborado com o estudo de Paranhos (2010) que relata um desapontamento apresentado pelos estudantes no início do curso, devido a dificuldade em se desvincular de um estudo tradicional, focado no professor. Porém, com o decorrer do curso, os alunos vão desenvolvendo novas habilidades, conhecimentos e aprendendo a identificar necessidades de saúde a partir de experiências vividas, levando o estudante a refletir e tomar iniciativas para assumir responsabilidades num cenário real e mobilizar diferentes capacidades para enfrentar as situações essenciais da prática profissional
A oficina de trabalho procurou avaliar nossa concepção de como receber e realizar críticas. Como gestores temos que avaliar o desempenho da equipe, assim como somos avaliados; as críticas, portanto, fazem parte de um processo de melhoria contínua. Porém, quando mal aplicadas desestimulam o grupo de trabalho e passam a ter um resultado inverso do esperado. O grupo afinidade procurou identificar quais os principais critérios que devem ser observados nas críticas e nos cuidados a serem tomados:

CUIDADO - a forma e as palavras a serem ditas precisam ser bem pensadas, muitas vezes, as críticas duras não levam a bons resultados. O modo e o tom da palavra usada precisam ser secundários e não chamar mais atenção do que a mensagem a ser transmitida.

ATENÇÃO - As melhores críticas são feitas "olho no olho", demonstram atenção do chefe e sua preocupação com a melhora do desempenho da pessoa a ser criticada.

ESPECIFICIDADE - Críticas construtivas não se fazem com um " Não gostei". Elas devem apontar quais crítérios ficaram a desejar, o que poderia ser melhorado e especificam o assunto a ser tratado.

OBJETIVIDADE - Críticas devem ser feitas ser "rodeios", devem ser claras e objetivas.

DIREÇÃO - Críticas feitas a todos, como em um auditório ou sala de reunião, não sao tão eficazes. Tomam o tempo de todos e não atingem de fato a quem realmente as deveria ouvir.

OPORTUNIDADE - Os melhores momentos devem ser buscados. Por vezes, é melhor evitar os momentos de euforia e falar quando tudo estivar mais calmo. A mensagem é melhor recebida.

Ter essa concepção da opnião dos outros sobre como recebem as críticas nos faz refletir que muitas vezes criticamos sem pensar no outro e com isso a nossa mensagem não consegue ser bem transmitida. A crítica, por mais que seja construtiva, se mal feita não levará a esforço nenhum.
O Curso em Gestão da Vigilância Sanitária propõe que o grupo elabore um projeto aplicativo. Esse projeto visa ampliar a compreensão da realidade e motivar o grupo com a produção de mudanças na perspectiva de superação do problema identificado. Esse problema deve estar norteado pelos seguintes macroproblemas: a pouca inserção da vigilância sanitária nas políticas públicas; a comunicação em vigilância sanitária insuficiente; e a necessidade de educação permanente em vigilância sanitária. Assim, para inciar o processo de identificação do problemas foram listadas as principais inquietudes no serviço público:
Sucateamento do serviço público
Falta de ação na reversão dos problemas
Falta de informações na prestação de serviços
Falta de compromisso dos profissionais com a saúde
Falta de recursos humanos
Falta de plano diretor orçamentário
Ausência de comunicação entre os setores afins da saúde
Baixa resolutividade da solução de problemas
Falta de políticas públicas
Investimentos insuficientes
Falta de profissionais qualificados
Falta de uma maior articulação entre VISAS
Desabastecimento dos serviços públicos

Desses problemas , quatro foram selecionadas para nortear o projeto aplicativo:

Falta de recursos humanos e capacitação do quadro existente
Falta de articulação entre os setores da Vigilância
Investimentos insuficientes nas ações de Vigilância em saúde
Pouca visibilidade das ações da VISA
SP2 - Pedra preciosa

O texto retrata uma situação de surto de diarréia em uma creche municipal, sendo algumas crianças internadas em Unidades de Pronto Atendimento. Diante da situação, a secretária de saúde do município e o chefe do gabinete tentam justificar que o foco da assistência é na manutenção dos hospitais e levantam a hipótese de solicitar apoio da vigilância sanitária e epidemiológica para solucionar o problema. Fato que é prontamente descartada pela secretária.
Após discussão em grupo sobre o texto foram identificadas as seguintes observações:

PROBLEMA: Ausência de políticas públicas de proteção à saúde e prevenção de doenças e agravos.

HIPÓTESE: “O investimento dos recursos públicos apenas em assistencialismo provoca o desequilíbrio na saúde pública.”

QUESTÃO-PROBLEMA:O planejamento e implementação de políticas públicas em proteção à saúde previne doenças e agravos?

Após discussão em grupo e pesquisa em artigos científicos o grupo chegou a seguinte síntese para responder a questão problema:
O planejamento de políticas públicas de saúde quando consiste em um processo social, um método e uma tecnologia de gestão gera ações voltadas para a mudança e transformação das condições de vida e saúde da população.

Síntese Pessoal

Haja vista que desde a nova formulação política e organizacional dos serviços e ações de saúde, estabelecida pela Constituição de 1988, a construção de políticas públicas atualmente busca a saúde em sua acepção mais abrangente, não somente no tratamento e recuperação da saúde. No entanto, o que se vê é uma precária incorporação das técnicas de planejamento e uso dos recursos financeiros nas ações de saúde, dificultando o alcance dos objetivos previstos nas políticas referidas acima. (VILASBOAS, 2010)
Essa falta de investimento nas ações de proteção e promoção à saúde leva a um colapso do sistema que não consegue resolutividade no modelo assistencial, centrado na doença e baseado no atendimento a quem procura. (BRASIL, 2010)
Assim, priorizar investimentos em programas e projetos para promoção da saúde e prevenção de doenças, apoiada por planos articulados com outros setores (educação, meio ambiente, etc.) e nas ações de vigilância em saúde evita o excesso de gastos na recuperação da saúde e promove uma melhor atuação do governo no combate à disseminação de doenças e na melhor qualidade de vida da população. (TEIXEIRA, 2004)


Viagem 2 : Intocáveis
O filme mostra a quebra de paradigmas entre um negro e pobre descendente africano em Paris (Driss) selecionado como cuidador de um aristocrata tetraplégico (Philipe). À primeira vista, podemos imaginar que o jeito simples e sem instrução de Griss seja uma escolha falha para o cuidado de um aristocrata, no entanto, a franqueza e sensibilidade de Griss acabam criando um laço de amizade que transcende o profissional e nos mostra que a melhor forma de tratar o deficiente deve ser o mesmo tratamento que qualquer outro, sem todo aquele pudor e polidez ao tratar de assuntos polêmicos.
Quando refletimos como o filme possa revelar fatos do nosso cotidiano, vemos que muitas vezes nos colocamos como deficiente na resolução de problemas, sempre colocando a culpa nos gestores. Sendo que sempre há algo que nós podemos fazer, mesmo que não solucionando totalmente o problemas, mas podemos amenizá-lo.
Outro ponto importante é a quebra de preconceitos. Como gestores muitas vezes traçamos laços de afinidades e na tomada de deçisões ouvimos os mais próximos e não damos tantas importâncias as opniões daqueles que não somos tão próximos ou que são novatos no serviço público. E muitas vezes é através da visão externa e inovadora que eles têm que podemos achar a solução ou melhor ação diante de um problema e passar a agir de modo diferente.
Projeto Aplicativo: Seleção e descrição dos problemas
OT2: Árvore explicativa de problemas
OT4 - E AGORA GESTOR?
Carta de intenção
A participação neste curso agregará bastante nas minhas atividades, principalmente no planejamento de ações em conjunto com as vigilâncias sanitárias, além de ampliar a minha visão gerencial sobre as possibilidades a serem criadas com o uso de ferramentas de gestão. Acredito que em nossas pactuações, apesar do esforço em aplicar medidas de análise de risco como ferramenta para o monitoramento, ainda estão aquém das metodologias a serem aplicadas e ainda se observa um amadorismo na coleta e tratamento dos dados.
Tenho como intenção aprimorar meus conhecimentos em vigilância e regulação sanitária, estreitar as relações entre o laboratório e as vigilâncias, reforçando a parceria de ações e cooperação mútua na resolução de problemas.
Espectativas no Grupo Diversidade
Troca de experiências entre as diferentes vivências dos participantes, praticar o consenso para tomada de decisões, sabendo ouvir a todas as idéias sem distinção e apaziguar conflitos e discussões que não sejam construtivos.
Espero com a prática poder exercitar a liderança e participação em grupo na definição de respostas e cumprimento de objetivos.
Agregar conhecimento através das discussões em grupo e com isso aprimorar a gestão e planejamento das minhas atividades no serviço público.
Ativar o pensamento reflexivo com registros da aprendizagem evidenciada no curso, explicitando as percepções críticas e o compromisso com o aprimoramento desse processo inovador de formação, orientado pela autorreflexão, autodirecionamento e autodesenvolvimento.
Objetivos do Portfólio

Referências bibliográficas
TEIXEIRA, C.F Formulação e implementação de políticas públicas saudáveis: desafios para o planejamento e gestão das ações de promoção da saúde nas cidades. Revista Saúde e Sociedade. v.13, n.1, p.37-46, jan-abr 2004.

VILASBOAS, A.L.Q.; PAIM, J.S. Práticas de planejamento e implementação de políticas no âmbito municipal. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, n.6, p. 1239-1250, jun, 2008.

BRASIL. Diretrizes nacionais para a atenção integral à saúde de adolescentes e jovens na promoção, proteção e recuperação da saúde. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção em Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas, Área Técnica de Saúde do Adolescente e do Jovem. – Brasília: Ministério da Saúde, 2010
.
Referências Bibliográficas
GONZALEZ, A.D.; ALMEIDA, M.J.; MENDONÇA, M.M. Percepções de participantes quanto ao curso de ativação de processos de mudança na formação superior de profissionais de saúde. Revista Brasileira de Educação Médica. v. 33 (2) p. 176–185; 2009.
PARANHOS, V.D.; MENDES, M.M.R. Currículo por competência e metodologia ativa: percepção de estudantes de enfermagem. Rev. Latino-Am. Enfermagem, v. 18(1),jan-fev 2010.
TBL 1 “água nossa de cada dia”
TBL é um aprendizado baseado em equipes, onde é apresentado um tema para discussão, após isso, através de questões são respondidas individualmente e depois discutidas em grupo para se achar uma resposta em consenso com todos os participantes. Nessa TBL, o assunto foi a qualidade do fornecimento de água tratada à população.

1 - Conhecendo as características do SAA e considerando que o acesso à água potável é um direito do cidadão, qual sua atitude como gestor da vigilância sanitária em Polis?
a) Ir à busca de recursos financeiros para aimplantação de um laboratório de análises.
b) Utilizar o VIGIAGUA em Polis.
c) Fortalecer a educação em saúde junto à equipe e população, para estimular o uso racional da água e do meio ambiente

Comentários: As ações de promoção e proteção a saúde são ações que previnem doenças e otimizam recursos que seriam mais caros na recuperação a saúde e, além disso, monitoram a qualidade da água servida a população e a ocorrência de doenças de transmissão hídrica.

2 - Como vigilância sanitária sua ação para garantir a agua potável é...

b) Fiscalização mais efetiva na estação de tratamento de água e esgoto municipal
c) Realizar análises físico-químicas e microbiológiccas em pontos vulneráveis e com indicação epidemiológica no município
d) Implantar o VIGIAGUA e MDDA para intervenção local.
Comentários: São funções da VISA atuar na fiscalização das ETA e monitoramento da qualidade da água fornecida.

3 - Polis tem 96% de domicilios servidos por água tratada, mesmo assim apresenta surtos de doenças diarreicas, porque...
Resposta Grupo a) Não há política de recursos hídricos que apoie e garanta a qualidade da água para o abastecimento público.
b) As normas sanitárias são eficientes, mas não há rede laboratorial suficiente e capacitada para atender a demanda


d) O investimento na educação popular e formação de equipes de VISA está sendo negligenciado.
Comentários: Ainda não há tratamento de água que elimine totalmente o risco de DDA por água. Portanto, é missão da VISA monitorar o tratamento para diminuir o risco ao máximo possível.

Reposta Pessoal e Grupo d) Implantar ações de educação e de vigilância da qualidade de água.





Resposta Pessoal e grupo a) Proporcionar o controle e a vigilância da qualidade da água











Resposta Pessoal c) O tratamento da água de abastecimento público não elimina todos os contaminantes dos mananciais.
Árvore de problemas: é a representação gráfica de uma situação-problema, suas principais causas e os efeitos negativos que ela provoca na população-alvo do projeto. Possibilita a visualização mais fácil da determinação do foco da intervenção. A metáfora da árvore auxilia a visualizarmos as fases de construção dessas ferramentas/instrumentos, todavia sua estruturação se dá por meio de um organograma. Para a construção da árvore de problemas, o grupo definiu três problemas na cidade de Pólis e escolheu um desses problemas para detalhamento de suas causas e consequências.
OT3 - Investigação de surto na Polis
TBL2 “Vidinha na cidade”
OT5 : Comunicação em VISA
Nessa prática, foi solicitado a elaboração de uma proposta de estratégia comunicativa para a equipe de VISA da Polis voltada para a difusão sobre a segurança alimentar, considerando o emissor , destinatário, veículo, a mensagem e a linguagem a serem adotadas, além da forma de avaliação.

Público alvo: jovens
Proposta estratégica: Semana interativa a ser aplicada nas escolas da rede pública tratando de forma diversificada sobre segurança alimentar.
Linguagem informal.
Forma de avaliação: Questionários retomando assuntos discutidos na semana interativa.

A semana abordaria alguns veículos de comunicação variados como exemplo a programação a seguir:

Segunda
Veículo : teatro, mensagem : alimentação saudável, abordando a questão entre saúde e má alimentação e doenças relacionadas como diabetes, obesidade, hipertensão e doenças cardiovasculares.

Terça
Veículo: jogos lúdicos, estilo gincana de competição entre grupos respondendo a questões e cumprindo tarefas como: identificando irregularidades em embalagens de alimentos em supermercados. mensagem: observação de rótulos de embalagem e irregularidades em alimentos.

Quarta
Veículo: vivência da teoria discutida em sala, com inspeção demonstrativa na cozinha da própria escola. Mensagem: sentir na práticas as observações do agente sanitário.

Quinta
Veiculo: oficina de receitas com prática de preparo de alimentação saudável em parceria com serviço de nutrição da atenção básica. Mensagem: aprendizado de receitas saudáveis e manipulação segura de alimentos.

Sexta
Veículo: construção da horta em parcerias com órgãos de meio ambiente como IDEMA. mensagem: orientação do plantio correto de verduras e hortaliças
Considerando o cenário apresentado na Polis, os riscos sanitários identificados pela investigação do surto e a necessidade da tomada de decisão pelo gestor de VISA, o grupo elaborou um plano de intervenção para agir frente ao surto de DDA na região.
Facilitadoras: Maria Cristiana Silva Souto
Ana Cristina Ferreira

SP4 – “Pó de meteoro”
Nesta situação problema, o contexto exposto foi de uma senhora que após uma conversa com a equipe de saúde, informou que estava com câncer de intestino e que fazia uso de um “pó de meteoro”, pois não acreditava no tratamento convencional do SUS. Diante dessa situação, o grupo refletiu no distanciamento do tratamento e acolhimento nos órgãos de saúde pública e identificou os seguintes problemas:

PROBLEMA
• Riscos para a saúde em utilizar remédios sem especificação;
• Desconhecimento por parte da equipe de saúde da família da saúde de sua população de abrangência;
• Falha na relação Médico x Paciente.

HIPÓTESE
O distanciamento cultural causa falha de comunicação entre paciente e equipe de saúde favorecendo a utilização de remédios sem eficácia e comprovação clínica.

QUESTÃO PROBLEMA
O que leva a população a adotar tratamento não comprovado cientificamente?

SÍNTESE COLETIVA
Os diversos fatores que levam as falhas e lentidões no atendimento, somados a angústia física e psicológica, além do fator cultural favorecem a utilização de procedimentos e produtos sem comprovação científica. O distanciamento da relação médico-paciente provoca no paciente a iniciativa de buscar alternativas de tratamento.

SÍNTESE PESSOAL
São várias as razões pelas quais a população prefere recorrer a procedimentos não comprovados cientificamente ao invés do tratamento convencional. Uma delas é a falta de credibilidade nas instituições de saúde. Segundo Caprapa, apesar de tantos avanços em tecnologia, ocorre ao mesmo tempo um retrocesso no contato médico-paciente. O olho no olho, o exame físico, a conversa franca entre o médico e seu paciente, sobre o estado de saúde daquele individuo, está cada vez mais distante. Contrário ao que deveria ser, pois os pacientes, seus acompanhantes e seus familiares, esperam por respostas, requerem mais atenção do médico e sem elas acabam ficando mais ansiosos, e em muitos casos até sem saber o que está acontecendo com eles. O que se observa hoje em dia são o detrimento e distanciamento das relações médico-paciente com a falta no aperfeiçoamento nas práticas de saúde como práticas compostas pela comunicação, pela observação ou pelo trabalho de equipe.
A origem dessa falta de credibilidade remete a várias possibilidades: a insatisfação dos profissionais de saúde com sua profissão, o desestímulo com salários, a falta de condições de trabalho o que reflete na falta de tratamento humanizado com a população.
A compreensão da doença por parte do leigo não é correta em termos científicos, pois ela depende de fatores biológicos, psicológicos, educacionais, econômicos, sociais e culturais. Todavia, qualquer que seja a percepção da condição de doente, normalmente é a pessoa, futuro paciente, que faz o primeiro diagnóstico e que decide para quem recorrer do seu problema. Acontece que esse primeiro momento, início da relação médico-paciente, seja, pelo menos para o paciente, angustiante e desagradável, as longas filas para o atendimento e a não pontualidade dos profissionais no atendimento tornam os usuários suscetíveis a propostas que resolvam rapidamente seu problema de saúde.
Portanto, são as falhas e lentidões no atendimento, que possuem fatores diversos para agravarem a situação problemática da saúde, somados a angustia física e psicológica em ter seu problema resolvidos, além do fator cultural da “empurroterapia”, além dos econômicos e sociais que favorerem a utilização de procedimentos e produtos sem comprovação científica.

BIBLIOGRAFIA
CAPRARA, A.; RODRIGUES, J. A relação assimétrica médico-paciente: repensando o vínculo terapêutico. Ciência & Saúde Coletiva, 9 (1):139-146, 2004.
MEIRA, A. R. Bioética e vulnerabilidade: o médico e o paciente. Rev. Assoc. Med. Bras. vol.50 no.3 São Paulo Jul/Set. 2004
.

SP 3: “Pipocas”
Essa Situação Problema (SP) descreve uma denúncia formalizada à Vigilância Sanitária (VISA) do Distrito de Córrego Fundo, no Município de Gargalo. A denúncia informada é sobre uma carne possivelmente contaminada e que a denunciante reporta à VISA na intenção de ser atendida. O texto busca refletir sobre as competências entre os órgãos, que muitas vezes não encontram definições claras e acabam por confundir os usuários, que não sabem a quem recorrer. Além disso, abre um questionamento sobre o tratamento dado aos usuários do SUS, se não poderíamos nos esforçar um pouco mais para prestar um bom atendimento do que, simplesmente, “despachar” o usuário e se dar por resolvido. Após discussões em grupo, foram identificadas as seguintes observações:
PROBLEMA: “Desconhecimento dos profissionais quanto às competências da VISA e a falta de articulação entre os órgãos afins.”

HIPÓTESE: “A falta de articulação entre os órgãos afins causa desconhecimento dos profissionais quanto as suas competências.”

QUESTÃO -PROBLEMA: “O conhecimento das competências da VISA e as articulações com os órgãos afins otimizam a gestão?”

Síntese coletiva
O conhecimento das artibuições pelos atores da VISA e órgãos afins otimizam a intervenção nas circunstâncias de risco à saúde por permitir a articulação entre os setores

Síntese pessoal
O conhecimento organizacional das competências da vigilância sanitária (VISA), obviamente facilita a tomada de decisões, como também, promove à articulação com outras instituições. Divulgar as competências em VISA, as experiências profissionais, as produções técnico-científicas e a formação acadêmica é uma das metas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Com esse interesse, a ANVISA lançou em 2008 o Diretório de Competências em Vigilância Sanitária (DCVISA), esse diretório é um instrumento de sistematização do saber construído em vigilância sanitária, nos diversos campos das práticas e das ações necessárias ao fortalecimento do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS). Dessa forma, a ANVISA busca oferecer referências que sirvam em processos de tomada de decisão a partir das informações relacionadas aos perfis e respectivas experiências.
No entanto, essa comunicação não ocorre satisfatoriamente, e assim, culmina no enfraquecimento da articulação entre os órgãos, o que reflete em deficiências do atendimento aos usuários do SUS. Para diminuir essa lacuna de informações, a ANVISA promove no Plano Diretor de Vigilância Sanitária (PDVISA) o alinhamento entre os diferentes órgãos que são envolvidos no SNVS: “Estímulo à construção de práticas de gestão que incentivem a intersetorialidade [...] além do desenvolvimento de mecanismos que garantam a integração da Anvisa com as demais áreas responsáveis por ações de promoção e proteção à saúde.
Neste contexto, torna-se claro inferir que o conhecimento das competências institucionais promove, não somente, o aprimoramento das articulações entre os órgãos, como também, um melhor atendimento à população. O que se tem como desafio no momento é tornar essas competências ainda mais claras e difundi-las, identificando e localizando as competências locais em VISA, por meio de redes de relacionamentos que permitam mapear áreas, instituições e pessoas relacionadas a temas específicos.

REFERÊNCIAS
Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Plano diretor de vigilância sanitária / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 1.ed. – Brasília : Anvisa, 2000
Diretório de Competências em Vigilância Sanitária ( DCVISA) . Disponível em : < http://dcvisa.anvisa.gov.br/#/home> Acesso em : 10 de fevereiro de 2014.

Viagem: Só dez por cento é mentira.

"Só dez por cento é mentira" é um filme que retrata a biografia do poeta sulmatogrossense Manoel de Barros através de sua visão poética pela vida cotidiana. Alternando sequências de entrevistas inéditas do escritor com versos de sua obra e depoimentos de leitores, o filme demonstra como é o mundo pelos olhos de um poeta que percebe a beleza do mundo poético nas coisas mais simples do dia a dia. Desde suas memórias de infância inventadas até uma “máquina de captar o silêncio”, o poeta “em tempo integral” ultrapassa as fronteiras convencionais, cria recursos ficcionais e propõe representações gráficas alusivas do seu universo extraordinário.

Difícil de ser compreendido pela lógica, Manoel de Barros só pode ser entendido com o sentimento, sempre humilde, e até desdenhoso do seu trabalho, Barros fala da importância que a poesia tem em sua vida, de como as palavras lhe chegam e tantos outros devaneios poéticos que lhe surgem à mente.

O que podemos tirar desse filme para nossa prática, além de sua lição de humildade, é que devemos ter uma visão mais criativa das coisas e não meramente agir com nossos protocolos. É preciso sair da “automação” que nos é dada, para se diferenciar. Recriar as ações com outras concepções faz com que nos reinventemos e possamos repensar em novos caminhos, assim como, a mente do poeta, sempre aberto a novos olhares
Projeto Aplicativo : Identificando indicadores e atores sociais
so
Projeto Aplicativo OTPA4 “Construção da intervenção"
Viagem: “O menino da Índia – árvore”
SP5 - Narrativa: Eu tenho um sonho...
OTPA5 “Gestão do plano”
SP 6 “O Palacete”
TBL3: “E agora, equipe de saúde?”
TBL4: “Na marca do pênalti”
OT7: “PES e Plano de Contingência”
TBL5: “A Visa e a política de enfrentamento da dependência química na Polis”
OT 8: Mesa de conciliação

Essa situação problema fez o grupo discutir sobre um velho empasse que acomete a VISA: Interditção do setor público, proteger a população ou não gerar descontinuidade do serviço? . O texto relata a inspeção da VISA em um hospital público que possuia várias irregularidades e que apontavam para uma interdição da unidade, no entanto o gestor público condena a interdição e faz ingêrencias políticas para que não haja a suspensão do atendimento.

PROBLEMA
• Precariedade das condições sanitárias dos serviços de saúde.

HIPÓTESE
O Irregularidades nos serviços de saúde podem colocar em risco a saúde da população.

QUESTÃO PROBLEMA
Como adequar os serviços de saúde, dentro das normas sanitárias, sem prejudicar os usuários?

SÍNTESE
Os serviços públicos de saúde, por muitas vezes, enfrentam situações de abandono e sucateamento ocasionadas principalmente por poucos recursos financeiros e ineficiência da gestão. Dentro dessa situação, tratando-se como uma unidade de saúde em que são colocadas exigências mínimas para seu funcionamento, o produto desse sucateamento coloca em risco não só a qualidade do atendimento, mas a própria saúde da população.
No entanto, deve ser levada em consideração o caráter de urgência tanto dos serviços públicos propriamente ditos quanto dos serviços de utilidade pública. Isso porque todos estes serviços possuem uma gradação de essencialidade e devem ser considerados individualmente. Os serviços públicos são os que o Poder Público presta diretamente à população devido a sua essencialidade e por isso são indelegáveis, como exemplo existe a saúde pública. Seguindo a enumeração da lei, o serviço público essencial deve ser prestado de forma contínua, sem interrupções.
Levando-se em conta a universalidade do SUS, a possibilidade de interrupção total da unidade ou estabelecimento configura uma penalização ao usuário, que além de receber um serviço a contento do que deveria ainda sofrerá com a interrupção. No entanto, comprova-se na prática que o serviço sem paralisação não provoca nos gestores a celeridade na resolução dos problemas, seja por motivos políticos ou não, um serviço sem paralisação não transfere a grande massa da população a ineficiência da gestão nem chama a atenção dos holofotes midiáticos, talvez pela nossa cultura de aceitar o que se paga com impostos como um favor político.
Apesar disso, não basta haver serviço à disposição das pessoas, é preciso que ele seja realmente eficiente, cumprir sua finalidade na realidade concreta, o que exige qualidade. Portanto, ao meu ver, a melhor forma de provocar a gestão uma mudança de qualidade é conciliar com órgãos judiciários, que forcem a exigir do governo providências e procurar uma interdição parcial com acompanhamento contínuo.

BIBLIOGRAFIA
A adequada e eficaz prestação dos serviços públicos.
Disponível em :< http://jus.com.br/artigos/10682/a-adequada-e-eficaz-prestacao-dos-servicos-publicos> Acessado em 04 de maio de 2014.

Problema
- Falta de estrutura mínima para o funcionamento dos serviços de saúde.
- Ingerência política na prestação dos serviços públicos.

Hipótese
"A situação calamitosa da saúde pública é consequência do descaso e falha administrativa do gestor pelo interesse público.

Questão-aprendizagem
Quais os fatores que interferem na aplicação do SUS conforme seus princípios e diretrizes?

Síntese coletiva
A baixa qualificação da gestão e a ineficiência do controle social, associado a fragmentação ds políticas de saúde e recursos financeiros insuficientes, afetam a consolidação do SUS conforme seus princípios e diretrizes.
Nessa atividade, vivenciamos a prática da avaliação de um surto de casos de diarreia em uma escola situada na zona norte de Polis. Na oportunidade pudemos esquematizar atividades para uma investigação de surto que correlacionam com a análise de risco: reconhecer e confirmar a existência de um surto; descrever o surto em tempo, lugar e pessoas; gerar hipóteses plausíveis que expliquem o surto; decidir e delinear medidas adequadas de controle e prevenção e por fim realizar a comunicação do surto e seus riscos.
Neste exercício descrevemos as ações de planejamento que seriam adotadas pela equipe:
• Levantar as características do território;
• Organizar as ações em campo, integrando as equipes;
• Acionar a Vigilância Ambiental para coleta de amostras de água, tanto na rede de distribuição quanto na estação de saída do tratamento;
• Após recebimento das denúncias, solicitar a Vigilância epidemiológica para entrevistas com os alunos e professores;
• Definir equipe de VISA para inspeção sanitária da escola;
A integração das Vigilâncias mostra que em casos de surtos, ações rápidas e conjuntas são necessárias para levantar rapidamente os dados e poder registrar os casos estabelecendo a correlação: pessoa, tempo e lugar. Após o planejamento das ações esquematizamos as etapas de investigação do surto a serem adotadas pela equipe tendo como base o termo de referência da situação de surto em Polis.

Nessa prática foram relatados dois textos que trazem informações que relacionam cultura, agravo à saúde e a evolução do nível educacional da população brasileira. Foi solicitado ao grupo a reflexão ao analisar e se posicionar sobre as seguintes questões:
1) Quais seriam as principais ações da vigilância sanitária nas perspectivas de atuar como voz promotora da cidadania e da melhoria da qualidade de vida da população:
a) Organizar estruturalmente as condições de funcionamento dos mercados públicos, visto que os produtos alimentícios devem obedecer as regras e critérios desde o processo de produção e comercialização.
b) Favorecer para que os proprietários se organizem no sentido de melhorar a capacidade destes oferecerem ao público alimentos com mais qualidade.
c) Agir de modo a garantir a prevenção de agravos, elaborando Manuais de Boas Práticas que prevejam a melhoria na disponibilidade do produto e no manuseio dos responsáveis
Resposta pessoal e do grupo: d) Atuar como poder público junto aos proprietários na origem da produção quanto na comercialização, no sentido de garantir a proteção de saúde das pessoas

2) Que estratégia seria estruturante no trabalho de vigilância sanitária no sentido de estabelecer parceria com a população, visando melhorar as condições de saúde pública?
a) Elaborar boas normas e aplica-las exigindo o cumprimento das normas
Resposta pessoal: b) Informar a comunicação de riscos sanitários, certo que a população desconhece os mecanismos de transmissão e contaminação presentes em ambientes de comercializam produtos alimentícios, por exemplo.
Resposta grupo: c) Elaborar um planejamento contínuo com os parceiros – educação, cultura e agricultura – para ampliar a capacidade de resposta e controle sanitário sobre produtos, nos serviços e no ambiente em que vivem.
d) Cobrar o controle de qualidade daqueles que produzem alimentos, independente das condições políticas, sociais e culturais.
Comentários: Articular parcerias é a melhor forma de conseguir estratégias educativas com a população, concientiza as funções e diferentes atividades da vigilância sanitária é o ponto de partir para estabelecer a "identidade" da VISA com a população e tornar esta um colaborador de suas ações.

3) O trabalho da vigilância sanitária, atualmente desenvolvido, raramente prima por atividades que envolvam a sociedade no sentido da informação e comunicação. O que poderia explicar melhor essa contestação:
a) Baixa evidência do trabalho na área de vigilância no modelo assistencial de saúde
Resposta pessoal: b) Os profissionais tem dificuldades de propor situações que incentivem a reflexão e construção do conhecimento em vigilância sanitária, dado que a política de educação permanente não toma como prioritário o enfoque da educação em saúde
c) A vigilância sanitária é reconhecida historicamente por aplicar a lei
Resposta grupo: d) Não cabe somente à vigilância sanitária a responsabilidade no desenvolvimento de ações de formação continuada, envolvendo a escola, família e a comunidade
Comentários: Cabe a VISA tomar a iniciativa de tais ações ante a dividir a corresponsabilidade da informação e comunicação com os parceiros

4) Qual as intervenções do coletivo, você considera prioritária para abordagem do problema da educação em saúde, tomando a vigilância sanitária da Polis como referência?
a) Realizar a pesquisa para aferir a real dimensão do problema na comunidade
b) Promover uma campanha para sensibilização da população sobre os riscos inerentes ao consumo dos produtos do mercado público
Resposta pessoal e grupo: c) Articular-se com as escolas para ampliar a educação em saúde e buscar diferentes estratégias de levar informações sobre a exposição dos riscos
d) Tentar envolver somente a comunidade em que os problemas estão presentes, por exemplo, o local do mercado público.

Nessa discussão, tivemos mais uma situação simulada: Numa campanha de vacinação de H1N1 em Polis, duas pessoas apresentaram sintomas de fraqueza muscular progressiva, dor nos membros inferiores e perda dos reflexos profundos após 8h e 12h da vacinação. Em atendimento médico, este suspeitou que os pacientes estivessem infeccionados com Campylobacter jejuni, enquanto que a vigilância sanitária estava com suspeita de contaminação na vacina.
Diante desse quadro de muitas incertezas foi então colocado para discussão em grupo sobre quais definições seriam tomadas na gestão desse risco. Através de questões, o grupo refletiu em virtude do princípio da precaução que a vacinação para H1N1 deveria ser interrompida, mesmo sabendo que uma reposição não ocorreria em curto prazo, caso os lotes fossem reprovados.
A partir dessa interrupção, seria avaliado os lotes que foram usados pelos pacientes acometidos e amostras desses lotes seriam enviados para análise em caráter de urgência, essa seria uma das medidas imediatas tomada pelo grupo. Após essa ação, seria avaliada uma análise comparativa dos riscos associados à vacina e de ocorrência de influenza A (H1N1), esta medida é de fundamental importância em virtude de saber a atual situação do município. É preciso salientar que em caso de um grande surto de influenza A em Polis, a interrupção da vacinação deveria ser revista em virtude da maior ocorrência de agravos sem a vacinação. Assim, o grupo acredita que sem monitoramento não há como definir as melhores medidas em gestão, portanto, incluiria em uma de suas medidas o acompanhamento constante das notificações de eventos adversos na vacina, bem como o monitoramento da disseminação de H1N1 no município de Polis.

Uma outra leitura de situação simulada vivenciada no curso foi na gestão do risco de não conformidades em uma comunidade terapêutica. Nesta situação, após uma inspeção da vigilância sanitária em uma comunidade terapêutica foi realizado um relatório apontando a interdição dessa comunidade. A associação de familiares ao tomar conhecimento da situação fez uma representação junto ao Ministério Público questionando a atuação da vigilância sanitária e alegando que a desassistência aos dependentes químicos feriria o direito constitucional ao acesso e integralidade da atenção à saúde. Tendo essa situação simulada, foi solicitado aos participantes do grupo discutir a situação, bem como a preparação da VISA em uma mesa de conciliação conduzida pelo Ministério Público.
Essa situação complexa para vigilância sanitária é bastante vivenciada na prática. A ponderação entre a mitigação dos riscos à saúde e a interdição dos estabelecimentos com interrupção de serviços de saúde talvez seja uma das decisões mais difíceis a serem tomadas por um gestor, sendo que neste caso ainda tinha que ser ponderada a situação das famílias que não têm condições de ficar com os dependentes químicos em casa e não podem ficar prejudicadas pelo descaso com a saúde feita pela comunidade terapêutica. Diante disso, foi feita uma mesa de conciliação, nesta oportunidade foi feita uma Ata resumida da reunião como segue abaixo:


ATA DE CONCILIAÇÃO
Aos 24 do mês de Março de 2014, na sala de audiência do Ministério Público da 24º Promotoria da Cidade Polis estiveram presentes a Sra. Benize e Ana Virgínia, Representantes da Vigilância Sanitária municipal; a Sra. Janine, da Associação dos familiares; o Sra. Bryanda e Tereza, Representantes da Coordenação Municipal de Saúde Mental; o Sr. Ozias, Representante da Direção da Comunidade Terapêutica e o Sra. Ana Valéria, Representante do Conselho Municipal de Saúde.
Após a discussão das partes envolvidas ficou acordado seguinte termo de ajustamento de conduta:
• Foi estabelecido o prazo de 30 dias, para a formação de Comissão entre os órgãos presentes, com o objetivo de analisar a Comunidade Terapêutica e elaborar um relatório sobre as condições e as soluções propostas ao serviço, ao referido estabelecimento e enviar ao Ministério Público.



Nesse exercício foi apresentado um texto sobre a expectativa da cidade simulada de Polis para sediar a Copa do Mundo, o que levou o grupo refletir sobre as ações da vigilância sanitária em eventos em massa e as divulgações de informações à população geral e em especial ao turista, observando a legislação sanitária vigente e o Regulamento Sanitário Internacional.

1 – Sediar eventos em massa traz algum desafio a vigilância sanitária?
a) Não, uma vez que as ações de rotina da VISA já englobam a organização destes tipos de eventos
Resposta grupo: b) Sim, uma vez que as ações da VISA não tem alcance para este tipo de evento
c) Para este tipo de evento as ações da assistência médica são suficientes para dar conta deste tipo de evento
d) Somente o nível federal deve normatizar com vistas a este tipo de evento
Comentários: Foi obtido por consenso que a VISA ainda não tem estrutura suficiente para atender eventos em massa com excelência, o que ocorre no dia a dia é uma precariedade em RH e materiais que fazem dos gestores otimizar os recursos para entar atender as necessidades.

2 – Qual a melhor forma de planejar as ações da VISA com enfoque no evento em massa?
a) Planejar as ações da VISA com muita antecedência
b) Definir escopo mais abrangente possível das ações para controlar o potencial de risco relacionado ao evento
c) Ampliar o cadastramento dos estabelecimentos que definem o seu universo de atuação
Resposta grupo: d) Estruturar ações pré, durante e pós evento

3 – Qual a maior dificuldade a ser enfrentada pelo gestor de VISA em eventos em massa?
a) Disseminar ampla comunicação sobre os riscos potenciais
Resposta grupo: b) Integrar ações assistenciais às de vigilância sanitária, epidemiológica e ambiental
c) Articular as instancias federal, estadual e municipal
d) Inserir/discutir o conceito de risco nas ações das outras instituições participantes do plano operativo do evento em massa

4 – Qual indicador melhor expressa os resultados do trabalho da VISA em eventos em massa?
Resposta grupo: a) Notificações de agravos do período
b) Resultados laboratoriais
c) Relação com a categorização dos estabelecimentos
d) Agravos relacionados ao viajante


Após a identificação das inquietudes, foi feita a descrição dos principais problemas quanto ao interesse do grupo em mudança ( + ou -), quanto a capacidade de enfrentamento, urgência, , importância e pontuação quanto a viabilidade de intervenções. Assim, através dos critérios discutidos em grupo foi escolhido o tema de articulação das VISAS para ser trabalho dentro desse projeto aplicativo.
O Ator social é definido por Matus como indivíduos (personalidades), organizações ou agrupamentos de pessoas que tem a capacidade de acumular força, desenvolver interesses e necessidades e atuar produzindo fatos na situação, ou seja, tem uma perspectiva de ação sobre a realidade na qual vive. Foi bastante discutido no grupo a identificação dos atores sociais envolvidos no processo e descritos na tabela abaixo:

Indicador é um índice que reflete uma situação determinada, a partir da relação entre variáveis, permitindo medir mudanças e determinar o grau de cumprimento de metas. Assim, os indicadores podem contribuir para medir impacto das ações desenvolvidas pelo projeto sobre as condições de saúde da população; adequar os mecanismos e instrumentos de gestão ou mesmo monitorar a execução financeira do orçamento e de ações. Foi elaborado pelo grupo Afinidade a tarefa de estabelecer indicadores como medida de orientar o planejamento, execução e resultados para a viabilidade da aplicação do projeto.
A OTPA3 finalizou o momento explicativo com a identificação de indicadores que caracterizam o problema bem como dos atores envolvidos; e a OTPA4 faz a passagem para o momento de construção da intervenção, o momento normativo do Plano que, segundo Matus, “é uma aposta”, um conjunto de operações que devem gerar um resultado visando alterar a situação do problema. Esse momento normativo do plano levou o grupo a discutir sobre as seguintes questões:

Trabalho em equipe, é isso que esse filme nos leva a refletir. Diante de um problema onde todos se deixam abater e ficam de braços cruzados, a solução nunca será encontrada. Alguém tem que ter atitude para começar. Talvez sozinho não consiga muita coisa, mas com certeza, pode chegar mais longe e encontrar uma solução para o problema se todos entenderem que realmente “a união faz a força”. "Seja você o primeiro a tomar a atitude!" é a mensagem que o filme nos provoca a modificar nossa atitude conformista com as dificuldades na vida.
Nesta OTPA5 vamos verificar a coerência e consistência do projeto aplicativo frente ao alinhamento com as políticas de saúde, ações propostas X qualificação dos responsáveis, bem como a identificação das ações do plano.

Tendo por base a ampliação da leitura da realidade e uma maior participação da comunidade, foram realizados encontros sobre os problemas de saúde no município de São José do Mipibu, localizado a 30km de Natal. Estas discussões foram importantes para a identificação prévia dos riscos e agravos relacionados à saúde existentes na comunidade, constituindo em uma etapa essencial à identificação das necessidades sociais de saúde da comunidade e à priorização dos problemas a serem abordados.
Após a definição das problemáticas foi realizado o planejamento das estratégias educativas e preventivas. Nesta etapa, foi possível correlacionar os riscos e os agravos à saúde identificados no Município de São José de Mipibu com os dados epidemiológicos existentes, permitindo assim a definição das estratégias mais adequadas para minimizar as problemáticas. As ações estão listadas abaixo:
Projeto aplicativo "SAÚDE EM FOCO: A VIGILÂNCIA SANITÁRIA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO"
Acolhimento
Caminhada educativa
Tenda "Saúde em foco"
Outras atividades
Tendo como estratégia educacional os três pilares de competência do gestor da vigilância sanitária: gestão do risco à saúde, gestão do trabalho em vigilância sanitária e educação na vigilância sanitária, o portfólio leva a uma reflexão-crítica dos objetivos compreendidos em cada área, bem como os momentos que mais chamaram atenção nas experiências vivenciadas durante o curso.
Como plataforma para vivenciar todas estas competências, o curso foi desenvolvido no cenário simulado da cidade de Polis. Esta cidade, representando muitas outras pelo Brasil, possui diversas características das condições de vida e saúde de seus habitantes que carecem de decisões estratégicas do ponto de vista da vigilância sanitária. As simulações descritas procuraram desenvolver nos especializandos um contexto concreto a ser dialogado e experimentar a aprendizagem baseada em equipes frente a um grupo com pensamentos e experiências profissionais tão diversos.
POLIS, A CIDADE SIMULADA
Este portfólio faz parte da conclusão do curso de Gestão em Vigilância Sanitária realizado pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Sírio Libanês em parceria com a Anvisa e Secretarias de Saúde dos estados. O curso foi desenvolvido através de uma metodologia ativa que tem sua estratégia pedagógica/didática baseada no aluno e com isso busca despertar a curiosidade deste para o conteúdo relacionado com a realidade.
CURSO EM METODOLOGIA ATIVA

Nenhuma família é verdadeiramente normal, mas a família Hoover extrapola. O pai desenvolveu um método de autoajuda que é um fracasso, o filho mais velho fez voto de silêncio, o cunhado é um professor suicida e o avô foi expulso de uma casa de repouso por usar heroína. Nada funciona para o clã, até que a filha caçula, a desajeitada Olive, é convidada para participar de um concurso de beleza. Na satírica jornada da família Hoover rumo ao concurso de beleza infantil Miss Sunshine, a bordo de uma Kombi amarela, é que a história se constrói e que nos mostra que diante de tanta diversidade, é possível semear a unidade da família.
O filme, combinando sensibilidade com escracho e profundidade com leveza, mostra que a escolha da competitividade e da importância de vencer individualmente em detrimento de uma solução coletiva não são formas promissoras de alcançar os objetivos. E é isso que devemos levar para a prática profissional. Nessa atual obssessão da sociedade de se rotular perdedores e vencedores e estimular a competitividade como maneira de selecionar pessoas é que devemos refletir. Assim como no filme, o trabalho em equipe gera resultados e promove melhor alcance, além disso, em relação a competitividade é preciso lembrar que a vida inclui perder e ganhar, ser forte e ser fraco, errar e acertar, sofrer e ser feliz, mas acima de tudo aceitar nossos limites e superá-los.
Nesta atividade foi simulada a elaboração de um Plano de Contingência na área de alimentos para uma cidade que iria sediar eventos em massa, esse plano deveria se basear nos conhecimentos de elaboração de um planejamento estratégico situacional, visando definir operação prévia, durante e após o evento, além de definir a estratégia das ações, os recursos necessários para cada etapa, atores envolvidos e o produto esperado.

Nesta TBL discutimos a ação da VISA na política de saúde mental, através de uma simulação de inspeção em uma comunidade terapêutica, discutimos as possíveis mobilizações que a vigilância sanitária pode atuar na resolução da problemática das irregularidades nestes locais.

1) Considerando a necessidade de ampliação do acesso ao tratamento e prevenção em álcool e outras drogras no SUS, qual das iniciativas você , como gestor da vigilância sanitária, priorizaria:
Resposta pessoal e grupo: a) Inspeção sanitária dos estabelecimento destinados ao acolhimento dos usuários de álcool e outras drogas;
b) Orientação técnica e capacitação das comunidades terapêuticas;
c) Realização de pesquisa sobre o uso de drogas na população do Município;
d) Intensificar o controle de substâncias psicotrópicas e de controle especial no Município

2) O plano de intervenção em álcool e outras drogas prevê ações intersetoriais. Neste contexto, cabe ao gestor da VISA:
Resposta pessoal e grupo: a) Compor o Comitê Municipal de Enfrentamento à Dependência Química;
b) Promover a revisão da legslação municipal para o funcionamento dos estabelecimentos destinados ao tratamento e prevenção em álcool e outras drogas;
c) Participar da capacitação dos profissionais de saúde sobre atenção à usuários e dependentes de drogas;
d) Desenvolver ações de Ação da VISA para o enfrentamento à dependência química.
Comentários: Diante da tomada de ações que envolvam intersetorialidade, participar de um comitê, onde as decisões são tomadas em grupo, foi a melhor opção a ser escolhida

3) Em alguns municípios existem estabelecimentos intitulados "comunidade terapêutica" que funcionam precariamente como "clínicas para dependentes químicos", pois realizam tratamentos inadequados e não contam com profissionais de saúde para o atendimento de pacientes com dependência química. Diante dessa realidade, a VISA poderá:
a) Realizar inspeção nas comunidades terapêuticas para verificar as condições de funcionamento
b) Apresentar a situação ao Ministério Público
Resposta pessoal e grupo: c) Promover a integração entre áreas da vigilância, da saúde mental e da assistência social para articular as medidas de intervenção;
d) Buscar apoio técnico e jurídico

4) Na perspectiva da gestão, quais são responsabilidades da VISA na implementação da Política da Saúde Mental:
a) Participação na redução dos leitos psiquiátricos de baixa qualidade;
b) Promoção de medidas de prevenção ao uso de drogas ilícitas, tais como álcool e tabaco;
c) Cumprimento da rotina de inspeções de serviços de saúde;
Resposta pessoal e grupo:
d) Elaboração de normas sanitárias para os serviços que integram a rede de atenção psicossocial.
O filme “O trem noturno para Lisboa” fala da história de um professor, velho solitário, que possui uma vida pacata e rotineira. Ao se deparar com uma jovem que tentava suicídio ele acaba achando um livro escrito por Almeida Prado. Na buscar dos passos perdidos do seu autor, o professor mergulha num mundo marcado por heroísmos e traições em que a paixão amorosa não se distingue do fervor político. E estimulado pela vivência do autor do livro, marcada com tanta vida, Raymond (o professor), que parecia tão morto quanto o latim que ensinava em suas desinteressantes aulas para adolescentes acaba tomando um novo rumo totalmente inesperado em sua vida. O que me chama a atenção no filme é o momento de decisão, na plataforma do trem com destino a Lisboa é que Raymond se vê diante de uma simples decisão, mas que encoberta uma mudança radical em sua vida. E esses pequenos momentos que mudam nossas histórias é que dão graça e beleza a nossas vidas.
Introdução
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