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PERIODONTO DE INSERÇÃO E PROTEÇÃO

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Ana Luiza Leal

on 18 November 2014

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PERIODONTO DE
INSERÇÃO E PROTEÇÃO

Periodonto de
inserção
A periodontia estuda os tecidos normais e as doenças dos tecidos, sistema de implantação e suporte dos dentes.
Compreende o periodonto:

Os tecidos da gengiva, sulco gengival, epitélio juncional, inserção conjuntiva.
Periodonto de
proteção:
Periodonto de
inserção:
Ligamento periodontal, do cemento radicular e do osso alveolar
É definido como os tecidos que suportam o elemento dentário, basicamente o ligamento periodontal, o cemento radicular e o osso alveolar.
Ligamento periodontal:
É um tecido intensamente fibrilar e celular. Origina-se do folículo, tecido embrionário que reveste o germe dentário. Sua organização é feita após a erupção dentária. As células mais abundantes são os fibroblastos, mas também encontram-se cementoblastos, células endoteliais, células nervosas, restos epiteliais de Malassez (restos da bainha de Hertwig) e células ósseas. Na presença de inflamação, as fibras colágenas constituintes do ligamento periodontal encontram-se desorganizadas. As principais funções dos ligamentos são:
Física
Promovem resistência ao impacto e transmissão das forças oclusais para o osso. Além disso, ligam o dente ao seu alvéolo, através de uma articulação denominada de gonfose.
Formadora e remodeladora:


As células presentes no ligamento periodontal participam da formação e remodelação do osso e do cemento.
Nutricional

Através do sistema vascular que se sustenta e protege nestas fibras, o ligamento participa da nutrição das células do cemento, osso( através dos canais de Volkman) e gengiva.

A presença de células propioceptoras nas fibras, permite que o ligamento tenha função sensitiva, detectando, dentre outras sensações, diferenças de pressão mastigatória.
De acordo com a posição que ocupam no interior do alvéolo dentário, as fibras do ligamento podem ser divididas em horizontais, oblíquas (são propriamente as responsáveis pela sustentação do dente), apicais (são ausentes nos casos de rizogênese incompleta) e da crista
alveolar.

Cemento radicular
É um tecido mineralizado, muito semelhante ao osso, apesar da ausência de remodelação e de vasos e nervos, que reveste a porção radicular da dentina. É formado por uma matriz orgânica, essencialmente fibras colágenas e por cristais de hidroxiapatita, de deposição contínua. Pela ausência de vascularização, o tecido cementário é nutrido pela difusão de substâncias advindas do ligamento periodontal.
As fibras que eventualmente constituem o cemento, podem ser denominadas de intrínsecas, quando formadas por cementoblastos, ou extrínsecas, quando secretadas por fibroblastos. As fibras extrínsecas são o grupo mais importante, uma vez que promovem ao sistema uma melhor ancoragem por serem mais calibrosas. Um exemplo de fibras extrínsecas são as fibras de Sharpey.Estas, na sua porção terminal, podem se encontrar mineralizadas.
As fibras intrínsecas tendem a percorrer um trajeto mais paralelo em relação ao longo eixo
da raiz.


O cemento radicular sofre três tipos de classificação:
Quanto ao período de formação:
• Primário (acelular):
É o cemento que se forma juntamente com a dentina radicular e na presença da bainha epitelial, portanto, antes mesmo da erupção do dente. A deposição mineral e feita de maneira incremental.
• Secundário( celular):
Formado durante o período pós- eruptivo e durante certas exigências funcionais.
Quanto a presença de
células:

Possui cementoblastos, cementócitos e cementoclastos. Os cementoblastos (fibroblastos diferenciados) após a produção de matriz, se encerram em lacunas intercomunicantes, diferenciando-se em cementócitos. Entretanto, com a progressão da deposição mineral, o acesso a nutrientes cessa e estas células morrem, tornando o cemento poroso.É um cemento mais irregular, justante por ser lacunar. É encontrado nas regiões apicais e em áreas
de furca.
• Acelular:


Também denominado de cemento primário.
Quanto a presença de fibras:
Acelular e afibrilar:



Reveste as porções coronárias , recobrindo o esmalte
Acelular e fibrilar (extrínsecas):


Reveste os 2/3 cervicais, sendo um cemento mais denso e homogeneamente mineralizado. As fibras de Sharpey são as principais.
Celular Estratificado Misto:



Reveste o 1/3 apical e as áreas de furca. Possui os dois grupos de fibras, entretanto, é poroso e frágil.
Celular e fibrilar (intrínsecas):



Sem nenhuma estrutura de ancoragem, localiza-se em áreas de reparo na reabsorção de raízes.


Osso alveolar
O osso alveolar geralmente acompanha a junção esmalte- cemento. Estruturalmente é divido em trabecular e compacto. Deve-se lembrar que o contorno ósseo externo, de essencial verificação em casos de enxertos de retalho, pode apresentar falhas, como as deiscências (ausência de cobertura óssea, em forma de V, na porção coronária) e as fenestrações (janelas ósseas). Estes defeitos ósseos são detectados por uma sondagem experiente.
Periodonto de proteção
É formado pelas gengivas (gengiva marginal, gengiva inserida e gengiva interdentária). A gengiva é a parte da mucosa mastigatória que cobre o processo alveolar e circunda a porção cervical dos dentes. Ela consiste de uma camada epitelial e um tecido conjuntivo subjacente, chamado lâmina própria.


Também chamada de gengiva livre, é aquela que está na margem dos tecidos gengivais, cobre em torno de 0,5mm a junção amelocementária. Seu limite externo é a ranhura gengival e seu limite interno é dentro do sulco gengival (no fim do sulco).
Gengiva inserida
Localiza-se imediatamente apicalmente a gengiva marginal. Tem início na ranhura gengival (limite coronário) e termina na linha mucogengival (limite apical – marco anatômico para começar o fundo de vestíbulo). Está inserida principalmente ao periósteo do osso alveolar através de fibras do tecido conjuntivo.



É a papila interdental, que preenche as ameias interdentárias. É constituída de gengiva marginal (há sulco gengival que, clinicamente, pode medir até 3mm) e gengiva inserida.

Sensorial
Celular:
Funções
Revestir dente e osso
Isolar o meio orgânico do bucal
Proteger as estruturas de suporte contra ações químicas, térmicas e mecânicas


1. MUCOSA MASTIGATÓRIA :
Gengiva e revestimento do palato duro
3. MUCOSA DE REVESTIMENTO :
Restante
2. MUCOSA ESPECIALIZADA:
Dorso da língua

Mucosa oral
Gengiva marginal
Gengiva interdentária
Sulco gengival
Resulta da falta de aderência da gengiva marginal. É onde inicia os processos patológicos e não deve ser invadido, pois é um sítio crítico para reter biofilme e causar doenças periodontais.Sua profundidade varia com a metodologia de sondagem, há a profundidade histológica, que é a real e corresponde a aproximadamente 0,69mm, e há ainda a profundidade clínica, que corresponde a até 2mm nas faces livres e até 3mm nas faces proximais.
Ana Carolina Leal,Bernardo Marques, Josane Costa, Raquel Freitas, Matheus Rios e Ulisses Andrade
Centro Universitário
Newton Paiva
Embriologia dental

Graziella Clemente
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