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Psicologia Criminal/Forense

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by

Mariana Pacheco

on 29 May 2014

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Transcript of Psicologia Criminal/Forense

Psicologia Criminal/Forense
Mariana Pacheco 12ºLH3
A Psicologia, como ciência em constante dinâmica e desenvolvimento, estuda o comportamento e os processos mentais não observáveis no ser humano.
A complexidade da nossa mente, das relações interpessoais e da sociedade contempoânea conduzem a necessária especialização da Psicologia em diversas subdisciplinas em diferentes ramos.
Atualmente, há um número maior de áreas em que o conhecimento da Psicologia teórica é aplicado.
O estudo da Psicologia Aplicada tem como principal objetivo a resposta às necessidades práticas da sociedade como um todo, sendo necessários profissionais especializados para a compreensão de fenómenos comportamentais e psíquicos.
Psicologia Criminal/Forense dedica-se ao estudo do comportamento criminoso, constituindo uma interface entre a psicologia e o direito. A primeira área procura estudar o comportamento humano e a segunda discipliná-lo, estabelecendo, assim, uma ponte entre as teorias psicológicas e neuropsicológicas, o acto criminoso e o controlo da justiça penal.
o problema

As regras sociais que regulam as relações interpessoais e que

regulam o que se pode ou não pode fazer em determinadas

situações são, muitas vezes, sujeitas a transgressões e

desvios o que faz da criminalidade um tema bastante atual e

presente no nosso dia-a-dia.

a solução

O processo judicial tem evoluido graças ao desenvolvimento

da psicologia. A investigação forense conta agora com as

técnicas de compreensão da mente dos infratores graças

aos psicólogos criminais que simbolizam a confluência entre

o Direito e a Psicologia.

PSICOLOGIA CRIMINAL
CRIMINALIDADE
Funções do Psicólogo Criminal/Forense
UM OLHAR PELA HISTÓRIA
O
perfil criminal
de Hitler segundo Walter C. Langer
Como a história nos tem vindo a mostrar, as nações tendem, em tempo de guerra, a investir nodesenvolvimento científico e tecnológico.

O crescimento da Psicologia tornou-se aliciante: a compreensão da mente dos inimigos leva um país mais perto da vitória.
INFORMAÇÃO É PODER
Este estudo organizado foi o pioneiro, pela sua complexidade e extensão, na elaboração de perfis psicológicos como forma de investigação e compreensão da mente criminal.

Apesar de algumas informações serem erróneas quanto a Hitler, como mais tarde se veio a comprovar, lancharam-se as bases da Psicologia Criminal moderna.

Os analistas de perfil, desde então, desempenham um papel importante no que toca à aplicação deste ramo da Psicologia à investigação criminal
NECESSIDADE É A MÃE DO ENGENHO
possivel homossexualidade, complexo de Édipo ainda por superar
traços meticulosos, convencionais e púdicos, indicíos de esquizofrenia
em caso de derrota, o orgulho do Terceiro Reich levá-lo-ia provavelmente ao suicídio
Representa o fascínio e a necessidade que existe em compreender a mente dos infratores
ELABORAÇÃO DE PERFIS PSICOLÓGICOS
visa ajudar a polícia a reduzir a lista de suspeitos
O Comportamento reflete a Personalidade
esta é a base da análise de perfil
Processo de Indução
liga as pistas encontradas e as ações do criminoso na cena do crime com a sua personalidade
procura padrões no comportamento para desenvolver uma avaliação sobre o tipo de indivíduo que cometeu o crime
Sugere estratégias para inquirir um criminoso
LIMITAÇÕES DA ANÁLISE DE PERFIL
Possível interferência das opiniões pessoais e subjetivas do psicólogo;

É demasiado ambicioso extrapolar informações da cena do crime, representativa de momentos altamente traumáticos, para "desenhar" a identidade tão complexa do criminoso;

Os investigadores são "cegados" pelo aspeto erróneo do perfil, ignorando possíveis pistas que poderiam levar à resolução do crime.
Nos Tribunais
Nos Establecimentos Prisionais
Na Polícia
Apoio às Vítimas
A agência americana FBI segue um protocolo baseado nesta técnica como complemento à investigação de assassinos perigosos e psicopatas, como os Serial Killers.
A Psicologia dos
Psicopatas

Serial Killers
Parte do processo de elaboração de um perfil psicológico, nestes casos, envolve a possibilidade de ligação de vários crimes aparentemente diferentes
Análise da cena do crime
Comparação de provas
modus operandi
modo de atuação repetitivo do criminoso na execução de vários crimes
"Signature Behaviors"
aspeto comum a todos os casos, realizado como forma de satisfação de uma necessidade psicológica do infrator
os psicólogos criminais/forenses assistem o tribunal ao determinar se existem suficientes provas que sugiram um esquema comum entre vários crimes
Ed Gein, nasceu em 1907, nos EUA.
Ed tem o

perfil tipico de um serial killer
, uma infância tumultuosa o que levou a um transtorno de personalidade esquizotípica (
esquizofrenia
).
Matou várias mulheres, no entanto, só confessou ter morto duas. Os seus crimes eram muito peculiares, sendo esta uma das razões da sua "fama".

Modus operandi
: matar mulheres da idade da sua mãe

Signature Behaviours:
usar a pele dos cadáveres para fazer roupas, máscaras, tapetes...
Ed Gein, o Talhante de Plainfield
Em cada 25 pessoas
Teste Psicológico
Uma rapariga, durante o funeral da sua mãe, conheceu um rapaz que nunca tinha visto antes. Achou-o tão maravilhoso que acreditou ser o homem da sua vida. Apaixonou-se por ele e começaram um namoro que durou uma semana. Sem mais nem menos, o rapaz desapareceu e nunca mais foi visto.

Dias depois, a rapariga matou a própria irmã, porquê?

Ela matou a irmã porque esperava que o rapaz aparecesse novamente no funeral de sua irmã.

Se acertaste a resposta pensas como um psicopata.

Este é um famoso teste psicológico americano para reconhecer a mente de Serial Killers.
A maioria dos assassinos presos acertou a resposta.

Para um psicopata os fins justificam sempre os meios.
Participar no diagnóstico de imputabilidade
Testemunhar como especialista
Avaliar os depoimentos das testemunhas
Avaliar a forma como os reclusos são tratados
Fazer o diagnóstico de reclusos que apresentem perturbações
Aplicar as terapias necesssárias
Propôr penas alternativas ao encarceramento, nomeadamente, o serviço comunitário
Acompanhar os reclusos em situação de liberdade condicional e, depois de libertados, na reinserção na sociedade
Apoiar na seleção e formação de pessoal da polícia e guardas prisionais
Apoiar a polícia nas investigações criminais e na elaboração de perfis psicológicos
Apoio a vítimas de violência doméstica, abuso sexual e de outras formas de coação ou violência.
Diz-se Psicólogo Criminal/Forense pois o objeto de estudo dos psicólogos criminais e dos psicólogos forenses entrelaça-se fortemente
No entanto, é possível distinguir, quanto às funções e competências, um psicólogo criminal de um psicólogo forense
O que leva alguém a cometer um crime?
tentar explicar racional e empiricamente o comportamento do criminoso e os pensamentos e motivações no momento do crime
Descobrir o motivo que orientou o criminoso e compreender o sentido desse ato.
Maior conhecimento da lei
Depôr em tribunal como especialista
Interpretar os dados disponibilizados pelos polígrafos
Realizar o diagnóstico de inimputabilidade
Averiguar se um arguido está mentalmente são para depôr em tribunal
Analisar as testemunhas e os seus depoimentos
Psicólogo
Criminal
Psicólogo Forense
Ambas as vertentes se dedicam:
ao estudo do crime, à análise dos pensamentos, reações e intenções de suspeitos e de todos os protagonistas relacionados com o desvio às normas, procurando identificar as suas causas e efeitos na sociedade e, com isto,
auxiliarem o sistema de justiça
Consequentemente, não só é inevitável a cooperação entre estes especialistas, a Polícia, os Tribunais e o Instituto de Medicina Legal como também a integração do sistema de justiça no objeto de estudo desta ciência.
Estuda o comportamento
PSICOLOGIA
Limita-o, definindo regras e leis
DIREITO
As normas jurídicas condicionam a ação do indivíduo, enquanto a Psicologia Criminal/Forense procura perceber o porquê destas ações e, assim, encontrar métodos mais eficazes de as diminuir.
OBJETIVO DESTA COMPLEMENTARIEDADE:
Procurar várias prespetivas de combate ao crime;
Substituir a ideia de que este combate se faz através do agravamento das penas (não corresponde a uma diminuição dos crimes);
Apoiar o tratamento psicanalítico de reeducação dos criminosos, permitindo a sua adaptação à ordem social.
Escola Secundária Martins Sarmento
Psicologia B 2013/2014

Tens mente de Psicopata?
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