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Gestão de Estoques

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by

Aline Soares

on 16 April 2014

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Transcript of Gestão de Estoques

Objetivos de la cadena logística
Rentable
Especialización
Sensible y adaptable
Visible
Integra
Ayuda para tomar decisiones
Sustentable
Fabricante
Proveedores
Transportistas
Almacenistas
Mayoristas/distribuidores
Minoristas
Clientes

Según su relación con el flujo de producción
Almacenes de materias primas.
Almacenes de productos intermedios.
Almacenes de productos terminados.
Almacenes de materia auxiliar.
Almacenes de preparación de pedidos y distribución.
GESTÃO DE ESTOQUES
ALINE SILVA

ANA FLÁVIA

BÁRBARA MARTINS

DANIELA CAROLINA

LETÍCIA RODRIGUES

MÍRIAM SOARES
ACADÊMICAS 6° ENG. PRODUÇÃO
ESTOQUE
[...] acúmulo de recursos materiais entre fases específicas de processos de transformação. (CORRÊA, 2001)
Segundo MARTINS (2009),

A gestão de estoque é, basicamente, o ato de gerir recursos ociosos possuidores de valor econômico e destinado ao suprimento das necessidades futuras de material, numa organização.
TIPOS DE ESTOQUES
FUNÇÕES DA GESTÃO DE ESTOQUES
Determinar:
O quê manter em estoque?
Quando reabastecer?
Quando requisitar?
FUNÇÕES DA GESTÃO DE ESTOQUES
Após determinado:
Acionar o processo de reabastecimento;
Reabastecer, estocar e suprir os materias;
Realizar o saneamento do estoque.
CLASSIFICAÇÃO
DOS
ESTOQUES
ESTOQUE DE
MATÉRIA-PRIMA
Segundo Martins (2009),

Os estoques de matéria - prima constituem os insumos e materiais básicos que ingressam no processo produtivo da empresa. São os itens iniciais para a produção dos produtos/serviços da empresa.
ESTOQUE DE MATERIAL
SEMI-ACABADO
É formado por materiais parcialmente acabados, que precisam passar por mais algumas etapas do processo produtivo para que sua produção seja concluída, passando a ser um produto acabado.
ESTOQUES DE PRODUTOS
ACABADOS
É o estoque composto pelo produto que teve seu processo de fabricação finalizado. Geralmente são materiais que se encontram em depósitos próprios para expedição. São formados por materiais ou produtos em condições de serem vendidos.
ESTOQUE
DE
ANTECIPAÇÃO
Utilizado em virtude de flutuações da demanda que fujam do tradicional, mas possuam determinada previsibilidade, ou quando as variações de fornecimento são significativas.
ESTOQUE DE CICLO
O estoque de ciclo ocorre porque um ou mais estágios na operação não podem fornecer todos os itens que produzem simultaneamente. Portanto, mesmo quando a demanda é estabelecida e previsível, sempre haverá algum estoque para compensar o fornecimento irregular. Resulta da necessidade de se produzir bens em lotes.
ESTOQUE DE SEGURANÇA
Para MARTINS et. al (2004 p. 201),

" Os estoques de segurança diminuem os riscos de não atendimento das solicitações dos clientes externos ou internos".
São projetados para absorver as variações na demanda durante o tempo de ressuprimento, ou variações no próprio tempo de ressuprimento, dado que é apenas durante este período que os estoques podem acabar e causar problemas ao fluxo produtivo.
Os materiais não podem ser transportados instantaneamente entre o ponto de fornecimento e o de demanda. Dessa forma, para evitar o desabastecimento, os produtos são enviados aos componentes da rede de distribuição, a fim de garantir entrega mais imediata que os demais concorrentes.
Corresponde aos volumes pertencentes ao estoque de uma empresa ou transportadora que estejam sendo movidos – seja de um ponto a outro na própria estrutura da empresa, do fornecedor até o armazém ou do armazém até o cliente.
ESTOQUE DE TRANSPORTE
RAZÕES PARA O SURGIMENTO DE ESTOQUES
Incerteza quanto as previsões;
Desequilíbrio entre taxa de fabricação e a venda de ítens;
Perdas de ítens além do previsto;
Quebra de máquinas.
RAZÕES PARA MANTER
OU NÃO OS ESTOQUES
ASPECTOS POSITIVOS
Melhoramento do nível de serviço;
Incentivo econômico na produção;
Permitem economias de escala nas compras e no transporte;
Agem como proteção contra aumentos de preços;
Protegem a empresa de incertezas na demanda e no tempo de ressuprimento;
Servem como segurança contra contingências.

ASPECTOS NEGATIVOS
 Alto custo de capital de giro investido;
 Necessidade de espaço físico;
 Maiores custos operacionais;
 Perdas;
 Custos dos seguros;
 Maiores despesas administrativas;
 Falta de liquidez financeira.
MODELOS DE GESTÃO
DE ESTOQUES
MODELO BASEADO NO PONTO DE PEDIDO
Trata-se do momento certo para efetuar o pedido, havendo risco de rompimento do estoque de segurança. O nível do estoque deve ser observado, pois determina o momento do novo pedido. O ponto de reposição também determina o ponto de pedido.
O ponto de pedido pode ser determinado de acordo com o método abaixo:

Ponto de reposição = estoque de segurança + demanda média diária x Lead-time

MODELO BASEADO NO "MRP"
A ferramenta MRP (Material Requirements Planning) é um recurso flexível e de fácil utilização. É utilizado para reduzir nível de estoque e melhorar o fluxo de empresas. O software foi desenvolvido para auxílio na gestão de estoques.
LOTE ECONÔMICO DE COMPRA
O Lote Econômico de Compra, é um modelo utilizado para identificar o menor custo logístico total.
Envolvem custos fixos, variáveis e custos de manutenção de estoques.
O LEC serve para manter relação entre o custo de manutenção do estoque e o custo do pedido.
CLASSIFICAÇÃO
Permite a identificação e classificação aplicando os tratamentos adequados para maior atenção.
A classificação ABC direciona um foco para análise de itens estocados que dão maiores benefícios.
POLÍTICAS LOGÍSTICAS PARA GESTÃO DE ESTOQUES
"Estabelecem como atender à demanda de bens e serviços de forma planejada, integrada, eficaz e transparente, maximizando os resultados da organização".
Políticas de Mix
Políticas de Suprimentos
Políticas de Operações
Políticas de Controle
Políticas de Distribuição
Políticas de Serviços
PREVISÃO DA DEMANDA
"As previsões de demanda servem como um guia para a política de decisões de médio e longo prazo; também pode ser entendida como uma estimativa do que pode ser a demanda futura".
PREVISÃO DA DEMANDA
Os métodos que geram previsões de demanda podem ser classificados em métodos
quantitativos
e
qualitativos
. Os métodos
quantitativos
ou objetivos são aqueles métodos estruturados que podem ser reaplicados por outros analistas e as previsões obtidas são idênticas as originais. Os métodos
qualitativos
de previsão dependem da experiência acumulada pelos especialistas ou grupo de pessoas reunidas para predizer a probabilidade do resultado de eventos.
CUSTOS DE ESTOQUES
"Na tomada de decisão de quanto comprar os gerentes de produção primeiro tentam identificar os custos que serão afetados por sua decisão. Alguns custos são relevantes".
CUSTOS NECESSÁRIOS PARA GESTÃO DO ESTOQUE
CUSTOS DE PEDIDO
"envolvem ordem de ressuprimento sendo fixo ou variável."
CUSTOS DE MANUTENÇÃO
DE ESTOQUE
"envolve a quantidade e permanência estocada"
CUSTOS DE FALTAS
"quando o estoque não é suficiente em relação a demanda."
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CORRÊA, Henrique L.; GIANESI, Irineu Gustavo Nogueira; CAON, Mauro. Planejamento, programação e controle da produção. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 452 p., il. ISBN 8522427828.

GASNIER, Daniel Georges. A dinâmica dos estoques: guia prático para planejamento, gestão de materiais e logística. São Paulo: IMAM, 2002. 316p.

GARCIA et al. Gestão de Estoques: Otimizando a logística e a cadeia de suprimentos. E-Papers Serviços Editoriais, 2006.

LEMOS, Fernando de Oliveira. Metodologia para seleção de métodos de previsão de demanda. 2006.

MARTINS et al. Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais. Editora Saraiva 2004.

MARTINS, Eliane Ferreira. Administração de Materiais. 2009. Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/74724426/Apostila-Gesto-de-Estoques-Eliane-1>. Acesso em: 04/04/2014.

SANTOS,Gilberto Antunes; TREVISAN, Tiago Marcelo; VENDRAME,Francisco César; SARRACENI, Jovira Maria; VENDRAME, Máris de Cássia Ribeiro. Gestão de Estoque: um fator de obtenção de lucro através de sua eficiência. 2009. Disponível em <http://200.159.127.206/encontro2009/trabalho/aceitos/CC28331619803.pdf> Acesso em:14/04/2014

SLACK, Nigel; CHAMBERS, Stuart; JOHNSTON, Robert. Administração da produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 747 p., il. ISBN 8522432503.

TUBINO, Dalvio Ferrari. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 190 p. ISBN 8522424268.

VIANA,João José. Administração de materiais. São Paulo:Editora Atlas S.A, 2002.

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