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A filosofia greco-romana

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Walny Vianna

on 20 September 2012

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Transcript of A filosofia greco-romana

A Filosofia Greco-Romana foi a maneira com que os antigos gregos e romanos sistematizaram, nos últimos cinco séculos antes de Cristo, uma forma de conhecimento, um modo de reflexão ou uma teoria da realidade.


Esta Filosofia pode ser classificada em períodos: explicação mitológica do universo e da origem das principais significações da realidade. No início utilizava-se do mito para explicar os fenômenos que aconteciam na natureza. Os filósofos deste período, a começar com os sofistas,homens que ganhavem dinheiro, cobravam para ensinar; criaram uma nova temática para a filosofia: o Homem, capaz de conhecer, isto é, ser capaz de dominar conteúdos antes atribuídos ao domínio de deuses.
Os filósofos, a começar por Tales de Mileto, passaram pensar, questionar a realidade que os cercava. Por que o Sol aparece no nascente e se põe no poente? Por que acontece o trovão? Será que os acontecimentos da natureza são obra de deuses, ou é possivel encontrar uma explicação racional, natural para tudo o que acontece?
A filosofia muda de espaço geográfico, das colônias da região jonica, para o centro cultural de Atenas. Esta mudança causa também a mudança de objeto de pesquisa: passa do questionamento da natureza para o homem.
Por que o Homem nasce, se desenvolve, cria filhos, envelhece e morre?Há uma mudança de temática: o discurso cosmológico e materialista passa a dar lugar a um discurso moral e político, pois na cidade a convivência humana precisa ser fundamentada, bem como será preciso um modelo de enquadramento social efetivo: a paidéia, o ideal educativo. Homero em suas duas grandes obras: Ilíada e Odisséia (primeiro período grego (primitivo, rural, tribal e mitológico)- Tempos Homéricos" anos 1000 a.C.
Explicava", para a época e para aquele momento histórico, as principais questões da existência humana, da natureza e da sociedade ( a origem dos deuses, a própria origem dos homens, a origem do povo grego, das guerras, dos amores, das doenças...)

Outros filósofos buscavam o conhecimento do princípio material da natureza, tais como:
Anaximandro: procurava provar que o princípio de tudo resumia-se numa construção espiritual, invisível;

Tales de Mileto: sua filosofia consistia-se em afirmar que a origem de todas as coisas era a água;


Demócrito: para esse filósofo, as substâncias eram compostas de fragmentos invisíveis, aos quais deu o nome de átomos, tal como ele Leucipo interpretavam o universo como um ser vazio e que agregava apenas átomos;


Pitágoras: defendia o panteísmo, que significa uma relação entre teorias matemáticas e a matempsicose ou seja, a transformação da alma, foi também considerado um importante matemático;


Anaxágoras: acreditava que o Nóus, um espírito, seria o centro do universo e que todas as coisas eram regidas por ele;


Heráclito: via no lógus, uma lei que determinava o desenvolvimento de tudo, a verdadeira transformação dos seres;

Anaxímenes: para esse filósofo, o início de tudo se encontrava no ar que, após ter passado por algumas transformações físicas, teria dado origem à criação;


Zenão de Citio: fundador da escola estóica, cujo ensinamento resumia-se no estudo de uma lei universal, a Natureza e segundo essa lei, o indivíduo que não se adaptasse às normas de boa conduta e virtude, não teria uma condição satisfatória de vida;

Empédocles: dizia que a terra, o ar, a água e o fogo misturaram-se e deram origem às substâncias;

Parmênides e Xenófones: entendiam o ser como sendo uno; as coisas eram imutáveis, permanentes e não se desenvolviam. Sócrates (419-349 a.C.) – A preocupação com o homem e com o significado da existência humana. O que é o conhecimento? A busca do diálogo, a ironia e a maiêutica como métodos. O perfil do filósofo. O exercício da ironia, a crítica das tradições, os usos e costumes, do próprio regime democrático grego, decretaram a sua morte por "não acreditar nos deuses e corromper a juventude".

Platão (458-357 a.C.) O dualismo grego é sacralizado: o sensível e o espiritual, o bem e o mal, a unidade e a pluralidade. O mundo das sombras e o mundo das idéias. O mito da caverna, o Bem Supremo. A pólis exige Justiça. A "paidéia" prepara o cidadão para a "polis". O filósofo é o mediador entre o sábio e o ignorante.

Aristóteles (301-379 a.C.) – Historiador e sistematizador de todo o pensamento grego anterior. É o criador da lógica formal e sistematizador das ciências no Organon (física, metafísica, lógica, matemática, pscicologia, antropologia, ética, política etc). É tido como o maior dos filósofos gregos e um dos maiores da história da filosofia universal. Marca o apogeu da filosofia grega. o antropológico clássico o cosmológico Decadência Chama-se "decadente" ao último período da filosofia grega que coincide com a própria decadência do mundo grego depois de um apogeu político e cultural. Em síntese, as filosofia deste período não têm o brilho clássico nem propostas novas e originais. O ESTOICISMO: é conhecido como uma das mais enfáticas doutrinas éticas, seu fundador é Zenão de Citião. Caracteriza-se pelo espírito de completa austeridade física e moral. O Homem deve suportar os sofrimentos, fugindo dos prazeres fáceis e abandonando as permissividades. A sabedoria consiste em manter uma vida austera. A prática da virtude consiste na apatia, isto é, na anulação das paixões.

EPICURISMO: uma das escolas filosóficas mais importantes que surge num momento não apenas de profundas transformações socioeconômicas, mas também fortemente marcado pelo pessimismo, pelo ceticismo e pelo fatalismo, os quais foram provocados pela crise profunda à qual a pepoca estava sujeita.
É a escola que pode ser colocada no extremo oposto ao estoicismo apesar de ambas buscarem a felicidade do ser humano. Ela se caracteriza pela ideia de que o homem deve buscar o prazer, entendido como ausência da dor e não como satisfação das paixões. Desfrutar do prazer é virtude, portanto é um bem, enquanto a dor é um mal.

O CETICISMO: sua característica fundamental é a união entre a ética e a gnosiologia. Predominância dos problemas do conhecimento sendo críticos aos dogmáticos, pois não acreditavam na possibilidade de obtenção dos conhecimentos verdadeiros.
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