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Revisões 1 - 7º Ano

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António Vidal

on 27 September 2012

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Transcript of Revisões 1 - 7º Ano

As sociedades recoletoras e as primeiras sociedades produtoras. N.C. 1 milhão de anos a.C. 2 milhões de anos a.C. 3 milhões de anos a.C. 4 milhões de anos a.C. 5 milhões de anos a.C África Europa Ásia América do Norte América do Sul Oceânia Oceano
Pacifico Oceano
Pacifico Oceano
Atlântico Oceano
Indico Australopitecus Considerado o primeiro hominideo os seus vestigios
datam de à 4 milhões de anos a.C. Paleolitico Australopitecus Com cerca de 1,10-1,20 m de altura a sua estrutura fisica manifesta a sua capacidade para se deslocar apoiado nos membros inferiores, evidenciando sinais da conquista da bipedia e da verticalidade que caracterizam a esta fase do processo de hominização.
Estas conquistas, permitiram aos hominideos, a libertação da mão, o desenvolvimento das suas capacidades motoras em paralelo com o cérebro. 4,5 milhões de anos a 10.000 anos a.C.- Período da Pré-História, associado á produção de instrumentos em pedra lascada África Homo Habilis Com cerca 1,40m,esta espécie é, das pertencentes ao género Homo, a que menos se parece com o Homosapiens, com braços proporcionalmente muito mais longos, cavidade craniana menor e morfologia geral similar aos Australopithecus. O Homo Habilis foi o primeiro a construir e utilizar ferramentas de pedra lascada, o que lhe valeu o nome específico: habilis, o habilidoso. As suas ferramentas eram feitas de ossos, madeira, e principalmente a pedra (lascada). A capacidade dos hominidieos para produzir instrumentos levo-os a produzir que se enquadravam e auxiliavam ao seu modo de vida associado a uma Economia Recolectora A Economia Recoletora assentava na recolha de alimentos e na caça, garantindo desta forma a subsistência dos grupos de individuos em expansão. Instrumentos de pedra,madeira e osso Bifaces Pontas de flecha Arpão Furador Raspadores Biface África Homo Erectus (afarensis) Homo erectus é uma espécie de hominídeo que viveu entre 1,8 milhões de anos e 300 000 anos atrás.
Eles mediam entre 1,30 e 1,70 m de altura[3], com 70 quilos[4] e seu volume craniano era entre 750 e 1250 cm³, um aumento de cerca de 50% em relação ao seu ancestral Homo habilis. Seus esqueletos fósseis datam de cerca de 1,5 milhão de anos atrás, e foram encontrados principalmente na África.
Habitantes de cavernas, produziam e usavam ferramentas bem mais elaboradas (como machados de mão), que representam a primeira ocorrência no registo fóssil de um design consciente. Acredita-se que produziram ferramentas de madeira e armas, mas não foram preservadas. Foram provavelmente os primeiros a usar o fogo, e a iniciar uma migração do continente africano para diversas regiões. O alargamento das áreas habitadas O dominio do fogo Coube ao Homo erectus, sucessor do Homo habilis, o domínio da primeira fonte de energia: o fogo.
A sua utilização provocou profundas alterações na vida do homem:
Os alimentos passaram a ser cozinhados, tornando-se mais saborosos e fáceis de digerir;
Iluminação e aquecimento dos locais frios e escuros tornou mais fácil a permanência nas cavernas;
A defesa face aos animais ferozes tornou-se mais eficaz, pois estes temiam o fogo;
O fabrico dos instrumentos aperfeiçoou-se com o endurecimento, pelo fogo, das pontas das lanças, tornando-as mais resistentes.
A utilização do fogo provocou ainda alterações físicas, demográficas e socias na vida das primeiras comunidades. Assim, a gestão de alimentos cozidos conduziu a alteração da nutrição e, consequentemente do formato do rosto. Uma melhor e mais variada alimentação proporcionou uma maior resistência às doenças e à morte, o que contribuiu para um aumento populacional. Por último, o convívio à volta da fogueira teria conduzido à um forte sentimento de união entre os elementos do grupo, contribuindo para o desenvolvimento da própria linguagem. Quais foram os factores que permitiram o alargamento das áreas habitadas pelo Homem do Paleolítico?
À medida que os hominídeos evoluíam física e intelectualmente, iam aperfeiçoando novas técnicas, adaptando-se mais facilmente às condições adversas da Natureza.
Com o domínio do fogo, a partir do Homo erectus , os hominídeos melhoraram a sua alimentação e as suas condições de vida, o que levou a um aumento da população.
O desenvolvimento da linguagem e da coesão do grupo permitiu o desenvolvimento de novas técnicas de caça. Os grandes caçadores tinham de ser unidos para inventar estratégias e armadilhas de caça.
As alterações climáticas levaram a transformações da fauna e da flora, obrigando o Homem a procurar novos locais para procurar alimento.
A formação de grandes glaciares, com a última glaciação, provocou o abaixamento do nível das águas, permitindo a ocupação da Oceânia e a passagem da Ásia para a América, através do estreito de Béring. 50 mil a.C. 100 mil a.C. Econonomia Recolectora e Nomadismo 35 mil a.C. Para assegurarem a subsistência, os primeiros homens limita­ram-se a utilizar os recursos naturais: da terra obtinham semen­tes, vegetais, raízes, mel, insectos e pequenos animais que pudessem apanhar à mão; dos rios e dos lagos tiravam os peixes.
Mas sucessivas alterações climáticas provocaram, muitas vezes, a escassez destes alimentos, levando os homens a des­locarem-se de região para região, na perseguição de ani­mais de grande porte, próprios de climas frios (mamute, bisonte, rena e cavalo). As técnicas de caça eram variadas: cerco dos animais, batidas, armadilhas. Eram, por isso, nómadas e este tipo de economia denomina-se economia recolectora. África Homo Sapiens (neanderthalensis) O denominado Homo sapiens (neanderthalensis) existiu entre 100 000 e cerca de 30 000 anos. A média do cérebro, 1450 cc, é sensivelmente maior que a do Homem atual. A caixa craniana contudo é mais longa e baixa que nos humanos modernos, com uma marcante saliência na parte traseira do crânio.
Os neanderthais viveram maioritariamente em climas frios e as suas proporções corporais são semelhantes às das atuais populações das regiões frias: baixas e sólidas, com membros curtos, facilitando a retenção do calor. Os homens mediam em média 168 cm. Os ossos eram fortes e pesados, mostrando sinais de uma poderosa estrutura muscular. Deviam ter sido extraordinariamente fortes pelos padrões atuais, evidenciando os seus esqueletos uma vida dura e brutal, que raramente passaria os 30 anos de idade. Foram formidáveis caçadores, como parecem evidenciar as numerosas armas e utensílios encontrados, mais avançados que os do erectus. Foram de igual modo as primeiras populações que criaram rituais funerários, com o enterramento mais antigo datado de há cerca 100 000 anos.
A área de dispersão dos neanderthais é vasta, incluindo a Europa e o Médio Oriente. Na Europa Ocidental possuem normalmente uma constituição mais robusta, sendo intitulados de "neanderthais clássicos". Noutras partes parecem menos exageradamente robustos. África Homo Sapiens Sapiens (Cro-Magnon) Há cerca de 40 000 anos, aparece Homo Sapiens Sapiens (Cro-Magnon).
A capacidade média do cérebro dos humanos modernos é de aproximadamente 1350 cc.
A testa ergue-se destacadamente, a zona sobre os olhos é ténue ou ausente, o queixo proeminente, e o esqueleto é muito grácil.
Os homens do Paleolítico Superior (cerca de 30 000 anos) eram 20 a 30% mais robustos que os exemplos atuais europeus e asiáticos. Mesmo no presente, populações como as de aborígenes australianos apresentam dentes com dimensões mais próximas das dos sapiens arcaicos. A adaptabilidade ao meio, forma de produção, alimentação e outras variáveis desenvolveram uma seleção natural durante os últimos 10 000 anos.
Os utensilios tornam-se marcadamente mais evoluídos e sofisticados, com um uso variado de materiais como osso e armações de animais, incluindo novos implementos no fabrico de roupagem, escultura e gravação. Materiais de fino retoque, na forma de utensílios decorados, colares, imagens em marfim de homens e animais, figuras em barro, instrumentos musicais e espetaculares pinturas em gruta e gravuras ao ar livre, aparecem por volta de 20 000 anos Pintura rupestre A arte no paleolitico Gravura Escultura
De um modo geral, a hipótese mais defendida sobre o objectivo da arte paleolítica é a que os primeiros objetos de arte não eram utilitários ou adornos, mas uma tentativa de controlar forças sobrenaturais e, segundo especulam os arqueólogos, obter a simpatia dos deuses e bons resultados na caça.

Considerando que as pinturas descobertas em cavernas se encontram em locais de difícil acesso, e não à entrada ao olhar de todos, pode-se supor que o objectivo não é proporcionar uma imagem impressionante acessível a todo o grupo, a arte pela arte, mas antes seguir um ritual mágico.

Talvez existisse uma ténue linha divisória entre a realidade e a representação e que, ao se pintar um animal, fosse necessário recriá-lo com o maior realismo possível, para que a caça bem sucedida na pintura se transportasse para a realidade, ou ainda, que a criação de uma manada resultasse na sua criação real, e que o Homem pudesse assim beneficiar de muito alimento e prosperidade.

Do mesmo modo se crê que as pequenas estatuetas femininas sejam amuletos relacionados com o culto da fertilidade, factor crucial para a sobrevivência do grupo. Folha de loureiro
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