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Autismo e inclusão - APEAU

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Sandra Lamb

on 23 September 2016

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Transcript of Autismo e inclusão - APEAU

Sandra
Lamb

Estudar sobre autismo e conhecer diferentes autistas, aproximar-se, estar com eles, escutá-los.
Lembrar que o diagnóstico é parte deles, mas não o define como pessoa; que cada um é único.
O que a família
pode fazer?
O que a escola
e os profissionais
podem fazer?
Inclusão laboral
como pode fazer?
O que todos nós
podemos fazer?
Ter uma linguagem clara, objetiva e direta. Indicar o que não foi agradável e logo em seguida o que deve fazer. Não dar grandes explicações. Quando necessário, usar imagens e objetos, modelos. Lembrar que eles pensam por imagens.
Controlar nossas próprias emoções. Tentar encontrar uma maneira de fazer isso, de forma que a irritabilidade não tome conta e não influencie na relação com o autista.
Prepare-se para as situações que fogem da rotina, para as novidades. Prepare-se para as situações difíceis, momentos de crise. Se possível, preparar a pessoa com autismo. Utilizar recursos de antecipação e recursos visuais para permitir compreensão, "treino" e comportamento adequado socialmente. Ter alguma "carta na manga" em atividades que podem parecer mais tensas.
Conversem com os profissionais que atendem o filho, com todos de acordo com suas especialidades. Se necessário, reuna todos. Peça orientações para manejo de comportamento, comunicação e educação. Compartilhem suas angustias, as dúvidas e as vitórias. As angustias e as dúvidas são suas, então não compartilhem na frente dele. As vitórias são dele, exponham publicamente a sua felicidade.
Criem uma rede de apoio para vocês. Quem pode ficar com seu filho quando vocês não estão? Quem pode ficar para vocês ficarem sozinhos, sair em casal, ter lazer? Se não houver ninguém, como vocês podem elaborar um momento em que vocês não estejam tão envolvidos com seu filho, mas só com vocês mesmos?
Planejem e organizem a vida financeira em relação ao seu filho com autismo. Conheçam os descontos de impostos, os planos de interdição e aposentadoria.
Dêem apoio ao seu filho de acordo com seus princípios e valores. Considerem aquilo que vocês não gostariam que ele fizesse mais tarde ou que vocês gostariam que ele fizesse. Ensinem isto a ele desde cedo.
Inclua seu filho nas atividades sociais da família, evite o isolamento. Explique para as pessoas da família e para os amigos próximos sobre o diagnóstico dele. E explique também os "segredinhos" dele!
Permitam-se apenas se divertir com seu filho, fazer aquilo de que ele gosta sem culpa. Não seja terapeuta dele o tempo todo. Você é pai e mãe!!
Dêem limites sem culpa, desde que sem violência. Amem sem justificativas.
Estimular a realização de comportamentos sociais: olhar no olho, cumprimentar, responder, despedir-se. Interações com familiares, com colegas, com outros profissionais...
Conversar, convidar pessoas para situações sociais e sair. Oferecer modelos, indicar como fazer nas interações com outras pessoas.
Profissionais, quando tiver dúvidas, com quem você pode compartilhar? Onde você pode estudar? Quem pode ser um profissional que o orienta? Como você faz para não "dormir" com o paciente?
Profissionais, conversem entre si. Compartilhem objetivos, estratégias, ações, angústias e vitórias. Psicopedagogos, fonos, TOs, psicólogos, visitem as escolas. Professores e escolas, chamem os especialistas que atendem a pessoa com autismo para conversar, auxiliar e para apoiar as suas ações..
Observar, identificar, respeitar, mas também procurar trabalhar no que se refere às disfunções sensoriais.
Informar para a sociedade sobre o autismo.
Conversar com a família e com os amigos.
Profissionais, divulgar seu trabalho, ir onde forem chamados, compartilhar suas experiências.
Escolas e empregadores, informar os colegas, instruir quanto à forma de comunicação e interação.
Responder perguntas.
Participar de grupos, de ações para divulgação e conscientização,postar no face, instagran, escrever no blog...
Escola - expor a realidade para as famílias, buscar orientação profissional e jurídica, propor um projeto político-pedagógico inclusivo.
Professor - expor seus sentimentos para equipe do colégio, dar e receber apoio emocional.
Acompanhante/professores e escola como um todo traçarem objetivos específicos e serem parceiros.
Buscar apoio junto aos pais e profissionais que atendem este aluno.
Buscar parcerias com psicopedagogos e psicólogos educacionais.
Permitir e realizar práticas pedagógicas diferenciadas, sugerindo e criando adaptações e materiais, conhecer metologias específicas (TEACCH, PECs, ABA...).
Lembrar que eles tem pensamento linear.
-Atividade não rotineira: explicar antes, mostrar.
- Instruções durante. Indicar o que deve observar, fazer.
- Solicitação clara e objetiva na atividade.
Rotina, apoios visuais, esquemas, linguagem direta, uso de modelos.
Promover adaptações / pontes entre o tópico de interesse e outros temas.
Estimular a socialização e também respeitar a necessidade de ficar isolado.
Avaliação - desenvolvimento e habilidades.
Tentar compreender sentimentos dos autistas, dos pais e dos colegas, sem julgamentos.
Na educação infantil trabalhar sobre diferenças. Ensino fundamental, médio e superior trabalhar sobre o diagnóstico.
Sensibilizar-se, colocar-se no lugar do outro. Nas escolas e empresas, se possível, criar dinâmicas e vivências que promovem a reflexão sobre a diversidade e a inclusão.
Responder perguntas dos alunos em relação à necessidade especial.
Valorizar a diversidade e a solidariedade. Permitir-se acolher, aproximar-se.
E por quê inclusão?
Porque, apesar de qualquer coisa, não podemos deixar de fazer a nossa parte. E qual é ela?
É insistir, apesar do cansaço.
Dar limites, apesar das birras e dos momentos de agressividade.
Persistir, apesar da falta de incentivo.
Buscar alternartivas e estudar apesar de toda formação que já se tem.
Perder o sono, sem perder a noite.
Chorar e se frustrar, sem perder a fé.
Aceitar e compreender, sem criticar.
Amar ainda que não se entenda a reciprocidade disso.
Eles nos ensinam que podem ir além do que imaginamos, que podem nos supreender, que nossas próprias ações, apesar de não terem resultado imediato, podem não ter limites.
"Ser autista não significa não ser humano. Significa ser estranho. Significa que o que é normal para outras pessoas não é normal para mim, e o que é normal para mim, não é normal para outros. De alguma forma eu estou terrivelmente mal equipado para sobreviver neste mundo, como um extraterrestre abandonado sem um manual de instruções.
Meu corpo é perfeito. Minha personalidade não está afetada. (...)
Concedam-me a dignidade de me encontrar segundo meus próprios termos, reconheçam que somos diferentes e que o meu modo de ser não é apenas uma versão defeituosa do de vocês. Reavaliem suas posições. Definam seus termos. Trabalhem comigo na construção de pontes entre nós."
(Jim Sinclair)
Jamais ignorem aquela sensação de que algo está estranho, diferente. Busque infromações e profissionais competentes. Quando receberem o diagnóstico, busquem profissionais e locais que conheçam sobre autismo. Sofram o que for necessário, mas ajam rápido. Iniciem o quanto antes os tratamentos indicados. Fiquem atentos ao desenvolvimento do filho.
Não escondam seu filho. Sintam-se no dever de informar e lutar por ele. Sintam-se no direito de usufruir daquilo que compete às pessoas com deficiência. A sociedade precisa de informações e de pessoas que foram destinadas ao processo de solidariedade e humanização.
Vídeo: Hino Direito dos Autistas
Setor de recursos humanos - conhecer sobre aquele funcionário; estudar sobre o diagnóstico e funcionamento, entrevistar familiares e profissionais especialistas que o atendem. Manter contato com estas pessoas.
Informar a equipe de trabalho sobre o autismo e sobre aquele novo funcionário, antes de ele iniciar na prática.
Manter um colega de trabalho como referência, uma espécie de orientador/mentor para a pessoa com autismo. Este funcionário também deve ser orientado por especialistas que acompanham o autista.
Definir o que deve ser feito, como deve se comportar, as metas de maneira clara e objetiva, passo a passo. Com indicações bem definidas.
Ensinar o trabalho.
Servir de modelo, mostrar como fazer. Fazer junto com ele nos primeiros dias. Aceitar, quando possível, modificações propostas por eles.
Simular erros, situações problemáticas que possam ocorrer ao longo do trabalho.
Indicar, mostrar, fazer junto a busca da solução.
Indicar quem o autista deve procurar caso ocorra algo que não deveria.
Definir prazos para a realização. Conferir periodicamente se os procedimentos que o autista está realizando conseguirão promover a conclusão do trabalho no prazo determinado.
Filme Carly-s Café
Se for autônomo, ter alguém que o oriente, que organize e indique procedimentos. Que ensine sobre detalhes do trabalho e das relações.
Se trabalho em Oficinas dirigidas, ou em ambiente chamado de protegido, desenvolver o máximo de autonomia e envolvimento do autista nos diferentes contextos deste processo de trabalho.
Respeitar aquilo que é específico e característica do autismo:
- rotina, seu tempo e sua forma de realização das atividades;
- trabalho sistematizado;
- preferência por coisas, materiais, objetos, lógica bem definida do que na relação com as pessoas.
Vídeo no Youtube: "Nelson Marra: O Autista no Mercado de Trabalho".
Vídeo do Rodrigo Tramonte: O Mercado de Trabalho e os Autistas
Permitir-se apenas se divertir com o autista, fazer aquilo de que ele gosta sem culpa. Não ser exigente com ele o tempo todo. Pais, sejam pais, não terapeutas! Profissionais, sejam humanos, não apenas técnicos!
Filme: Autismo se trata com muito amor (Otávio Show)
Autismo e inclusão
escolar, laboral e social

Mudança de escola - exige informações antecipadas.

Preparação da escola e dos profissionais.

Preparação da pessoa com autismo.
Matérias curriculares: adaptação da complexidade de algumas matérias, observando o desenvolvimento intelectual do aluno e a necessidade real destas matérias para seu futuro.
Currículo funcional: aquele que facilita o desenvolvimento de habilidades básicas e essenciais à participação nos contextos em que o aluno vive.
Planejamento educaional individualizado (PEI): visa o desenvolvimento de habilidades necessárias para a vida diária e manutenção das mesmas.
Tentar evitar o momento da "crise"com comunicação, segurança, previsibilidade, antecipação de ações.
Determinar uma pessoa de referência para o aluno - Professor II.
Retirar o aluno para um espaço isolado.
Verbalizar o que deve ser feito - sempre.
Contenção.
Não oferecer objetos extras para desviar a atenção.
Crises comportamentais:
Adaptações curriculares:
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