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Projeto Estações: educação em saúde para o bom crescer e des

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Renata Pinheiro

on 16 September 2014

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Projeto Estações: educação em saúde para o bom crescer e desenvolver
Alunos: Matheus Morais, Nayara Lima, Nicoly Marques, Mercia Lessa, Pâmila Sabóia, Pedro Pinto, Renan Oliveira, Renata Pinheiro e Ricardo Álvares.
Orientadora: Dra. Ana Lúcia

- Tipo de estudo: estudo transversal e analítico-intervencionista;

- Período e local: ~ de maio a novembro de 2013
~ Associação Para Crianças Delano Cidrão;

- População do estudo: a população-alvo foram os cuidadores das 60 crianças matriculadas na instituição, além das 8 educadoras que nela trabalham.

- No entanto, a amostra obtida em cada atividade variou, já que as intervenções foram realizadas em dias diferentes;

- Instrumentos: ~ Ficha A do SIAB,
~ Grupo Focal,
~ Tabela de Priorização de Problemas,
~ Questionários/Estações.

- Análise de dados e formulação de tabelas: SPSS Statistics.
Tema 1: Higiene/Nutrição
- Produção de autonomia e co-responsabilidade;

- Relação estudante-comunidade;

- Medicina humanizada;

- Cuidadores e Professores Promotores de Saúde;

- Incentivo à alimentação saudável e higiene bucal e corporal;

- Comunidade Promotora de Saúde: importância de agentes promotores de saúde fixos em cada comunidade para o alcance dos objetivos a curto e, principalmente, a longo prazo.
Implantar estratégias e práticas de educação e assistência em saúde para o bom crescer e desenvolver.



1- Proporcionar aos professores conhecimentos necessários para que eles possam agir como Educadores Promotores de Saúde;

2- Promover hábitos alimentares saudáveis para a bom crescimento infantil e para a profilaxia de doenças;

3- Estimular a higiene corporal entre as crianças e os seus familiares;

4- Conscientizar sobre a formação de vínculos na família como fator de proteção à violência;

5- Demonstrar aos pais e/ou cuidadores a grande importância do brincar no desenvolvimento da criança.
Tema 2.1: Doenças metabólicas
- Apenas 57,5% reconhecem o caráter de comprometimento sistêmico do diabetes;

- Como complicação do diabetes: 5% reconhecem os distúrbios renais, 15% reconhecem o AVC e 7,5% o infarto do
miocárdio;



Tema 2.2: Doenças Infecciosas
- Conhecimento X Atitudes

- 42,9% acreditam que o câncer é uma doença infecciosa;

- 60% responderam equivocadamente quais são os principais sintomas de infecção;

- Quanto a medidas de higiene, 90,3% dos pais demonstrou consciência sobre a importância dessas para a profilaxia de doenças.
- Mudanças no estilo de vida da população e, sobretudo, das crianças: estilo de vida do século XXI;

- Brincadeiras ao ar livre perderam seu lugar para atividades sedentárias;

- Consequências: doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão;

- Crescimento humano: processo contínuo e que sofre influências do meio;

- Identificação precoce leva à prevenção e correção de problemas com repercussões na saúde do indivíduo;

- Implementar medidas de intervenção que atinjam pais, visto que seus filhos estão sujeitos a um meio desfavorável ao bom crescer e desenvolver.
Introdução
Objetivos
Conclusão
Material e
Métodos

1. Prevalência na área de estudo;
2. Passíveis de intervenção e mudanças;
3. Relacionados direta ou indiretamente ao estado de saúde da população;
4.Relacionados ao bom crescer e desenvolver das crianças.
Escolha dos temas
Tema 1: Higiene/Nutrição
Hábitos saudáveis se constroem na infância
- Capacidade de reduzir incidência doenças infecciosas e parasitárias;

- Higiene na manipulação de alimentos: fundamental para controlar a contaminação de alimentos;

- Nutrição: fundamental para um desenvolvimento físico e psíquico saudável;

- Estruturação do sistema imunológico;

- Prevenção de doenças;

- Evitar mortalidade precoce.

Tema 2: Doenças Metabólicas e Infecciosas
Conhecer e Prevenir
- Doenças metabólicas: maiores taxas de morbi-mortalidade no Brasil;

- Infecciosas: Importante causa de morbi-mortalidade, principalmente em crianças e recém nascidos;

- Diretamente relacionadas com fatores genéticos, estilo de vida e ambiente;

- Relacionadas a fatores como higiene e nutrição;

- Prevenidas por mudanças de hábitos comportamentais e/ou alimentares.
Tema 3 - Interação e Formação de Vínculos
É brincando que se aprende
- É na passagem da infância para a adolescência que se inicia o uso de álcool e outras drogas.

Geral:
Específicos:
Resultados/
Discussão

Discussão
- Contradição: Ensino x Aprendizagem;

- O responsável pela criança tem papel fundamental no processo de aprendizagem, manutenção e fiscalização dos bons hábitos de higiene na infância. (Boff, 1999);

- Desconhecimento por parte dos responsáveis acerca das enfermidades relacionadas a falta de higiene.
Discussão
- 3 princípios da alimentação saudável: variedade, moderação e equilíbrio;
- Contraste: desconhecimento acerca do que é considerada alimentação saudável;
- 75% relataram ter uma alimentação saudável, contudo, apenas 51,1% consumem frequentemente frutas e verduras;
- No ápice da pirâmide alimentar, encontram-se os alimentos ricos em açúcar e frituras;
- A maioria utiliza esses tipos de alimentos em excesso (refrigerantes, biscoitos recheados, bolos e salgados).

- Pesquisa do MS revelou que HAS e DM aumentaram em todas as faixas etárias;
Discussão
- HAS e DM são multifatoriais;
- As consequências do DM decorrem de alterações micro e macrovasculares que levam a dano ou falência de vários órgãos;
- Pessoas com diabetes e hipertensão apresentam risco maior de infarto, AVC, etc;
- Esforços da saúde pública em informar a população surtiram efeitos positivos, já que em nosso estudo comprovou-se um bom nível de conhecimento por parte dos cuidadores.
- 95,7% acredita que o alimento tem influência no desenvolvimento da criança;

- 90% acreditam que a falta de algum nutriente pode ocasionar doenças;

- 75,6% referiu alimentação saudável, porém apenas 51,1% relataram consumir frutas e verduras diariamente;

- 90% da amostra lavar as mãos antes das refeições;


- 100% afirmaram ensinar hábitos de higiene aos filhos;

- 83,7% das crianças tinham o hábito da escovação diária dos dentes.
Discussão
- Abordar mais o assunto entre a população.
- Práticas simples, como lavar as mãos e os alimentos e escovar os dentes, podem evitar o contágio de inúmeras doenças;
- Conhecimento precário X postura correta frente a quadro infeccioso;
Tema 3: Interação e Formação de Vínculos
Referências
01. Amaral, J.J. F.; Victora, C.G. ; Leite, A.J.M.; Cunha, J.L.A. Implementação da estratégia Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância no Nordeste, Brasil. Revista de Saúde Pública, Vol 42, Nº4, 2008.
02. Tumas, R. Síndrome Metabólica na criança e no adolescente. Pediatria Moderna ,Vol 48, nº1 2012
03. Spyrides, M.H.C, Struchiner,C.J.; Barbosa, M.T. S.; Kac, G. Efeito das práticas alimentares sobre o crescimento infantil. Vol. 5, nº2,2005
04. Vasconcelos, E. M. Educação popular como instrumento de reorientação das estratégias de controle das doenças infecciosas e parasitárias. Cad. Saúde Pública, vol.14, suppl.2, Rio de Janeiro, 1998.
05. Jorge L. Gross, SandraP. Silveiro, Joíza L. Camargo,Angela J. Reichelt, Mirela J. de Azevedo; Diabetes Melito: Diagnóstico, Classificação e Avaliação do Controle Glicêmico; ArqBrasEndocrinolMetab; vol 46, nº 1, Fevereiro 2002.
06. JovianeMarcondelli Dias Maia; Lucia Cavalcanti de Albuquerque Williams. Fatores de risco e fatores de proteção ao desenvolvimento infantil: uma revisão da área. Temas psicol. v.13 n.2 Ribeirão Preto dez. 2005
07. CASTRO, Priscilla Severino Gonçalves de; OLIVEIRA, Fernanda LuisaCeragioli. Prevenção da aterosclerose e tratamento medicamentoso de anormalidades lipídicas de alto risco em crianças e adolescentes. J. Pediatr. (Rio J.), Porto Alegre, v. 85, n. 1, Feb. 2009.
08. LAMY FILHO, Fernando et al. Ambiente domiciliar e alterações do desenvolvimento em crianças de comunidade da periferia de São Luís - MA. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 16, n. 10, Oct. 2011.
09. Fabiana Pires Costa; Sandra Helena Machado; O consumo de sal e alimentos ricos em sódio pode influenciar na pressão arterial das crianças?; Ciênc. saúde coletiva vol.15 supl.1 Rio de Janeiro June 2010
10. Emília Soares Chaves, Thelma Leite de Araújo,Daniel Bruno Resende Chaves, Alice Gabrielle de Souza Costa, Ana Railka de Souza Oliveira, Filipe Emmanuel Coelho Alves; Crianças e adolescentes com história familiar de hipertensão arterial: indicadores de risco cardiovasculares; Acta paul. enferm. vol.22 no.6 São Paulo Nov./Dec. 2009
11. Ana Lucia Lovadino de Lima; Ana Carolina Feldenheimer da Silva; Silvia Cristina Konno; Wolney Lisboa Conde; Maria Helena D'Aquino Benicio; Carlos Augusto Monteiro; Causas do declínio acelerado da desnutrição infantil no Nordeste do Brasil (1986-1996-2006); Rev. Saúde Pública vol.44 no.1 São Paulo Feb. 2010.
12. Miriam Schenker,Maria Cecília de Souza Minayo; A implicação da família no uso abusivo de drogas: uma revisão crítica; CiÊncia e Saúde Coletiva; 2003.
Discussão
- 91,2% dos pais afirmam brincar sempre com suas crianças;

- Entretanto, 14,7% desconhecem as brincadeiras favoritas dos filhos;

- 27,8% não souberam reconhecer a relevância desta prática;

- 83,3% afirmaram sempre comparecer às reuniões na creche, no entanto, relataram que essas não são muito freqüentes;

- 17,6% têm dificuldade de orientar sobre drogas e violência.
- Família, escola e comunidade: fatores de proteção a vícios e maus costumes;
- Família tem dupla função;
- Constroem a personalidade da criança;
- Crianças que sofrem violência física tem o dobro de chance de cometer crimes violentos;
- Primeira Infância é determinante para o desenvolvimento neuro-psicossocial;

- Boa comunicação entre pais/responsáveis e educadores;

- Educadoras X Pais;

- Reflexão e primeiros passos para a mudança: colaboração no enfrentamento das violências;

- Necessidade de priorização de vínculos e orientações, visto ser uma comunidade de alta vulnerabilidade social.
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