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Ciclo de Vida das Organizações

pós-graduação
by

Marcelo Plens

on 2 June 2016

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Transcript of Ciclo de Vida das Organizações

3. empresas longevas são tolerantes: geralmente evitam exercer qualquer controle centralizado sobre tentativas de diversificar a empresa

essas organizações são, particularmente, tolerantes com as atividades que se desenrolam à sua margem, como por exemplo, experimentos, pesquisas, tentativas excêntricas, entre outros, dentro dos limites da empresa coesa, ampliando seu entendimento sobre as possibilidades

(representa a capacidade de formar relacionamentos construtivos com outras entidades, dentro e fora de si mesma)
4. empresas longevas são conservadoras nas finanças, são extremamente sóbrias e não arriscam seu patrimônio: essas corporações compreendem a utilidade das reservas financeiras, sendo que a liquidez do capital oferece flexibilidade e independência de ação, podendo buscar opções que os concorrentes não têm acesso

(representa a capacidade de efetivamente gerir seu próprio crescimento e evolução)
0
CICLO DE VIDA
A LONGEVIDADE EMPRESARIAL
FEITAS PARA DURAR
A EMPRESA
VIVA

A VIDA
PLENITUDE ORGANIZACIONAL
as organizações, instituições formadas essencialmente por grupos de pessoas, seguem os mesmos princípios da natureza e também possuem ciclos de vida
elas enfrentam os embates competitivos diários, as dificuldades operacionais existentes, os problemas usuais de transição, ingressam em novas fases de desenvolvimento e, invariavelmente, também, deixam de existir
os organismos vivos, sejam eles plantas, animais ou pessoas,
estarão, sempre, submetidos
a um fenômeno natural denominado ciclo de vida.
todos nascem, desenvolvem-se, envelhecem e morrem, sofrendo mudanças permanentes e adaptando-se, sistematicamente, durante a sua existência
CICLO DE VIDA
1. empresas longevas são sensíveis ao ambiente: quer tenham construído suas fortunas com base no conhecimento, quer em recursos naturais, elas permanecem em harmonia com o mundo à sua volta

mesmo em épocas de crise, tais empresas conseguem manter sensores ligados e sintonizados com o que esteja ocorrendo ao redor

(representa a capacidade da empresa de aprender e se adaptar continuamente)
2. empresas longevas são coesas e dotadas de um forte senso de identidade: os stakeholders sentem que fazem parte de uma só identidade, de um só grupo e de suas realizações

existe, neste caso, fortes vínculos afetivos

(representa os aspectos relacionados à construção de uma comunidade interna e de uma identidade para si mesma)
www.marceloplens.pro.br
Prof. Marcelo Plens, Dr
O CICLO DE VIDA DAS
ORGANIZAÇÕES

Prof. Marcelo Plens, Dr
O CICLO DE VIDA DAS ORGANIZAÇÕES
como as empresas nascem, crescem e padecem
Prof. Marcelo Plens, Dr
a cada
100
empresas familiares
brasileiras, apenas
30%
chegam
na segunda geração
e somente
5%
na
terceira geração
“Os seres humanos aprenderam a sobreviver por
75 anos
ou mais, em média, mas são poucas as empresas que atingiram essa idade e estão prosperando. Até mesmo as grandes empresas, sólidas e muito bem estruturadas parecem manter-se ativas por não mais que uma média de
40 anos

(DE GEUS: 1998; p.15).
empresas morrem porque seus gerentes se concentram na atividade econômica de produzir bens e serviços, se esquecendo de que a verdadeira natureza de suas organizações é aquela de uma comunidade de seres humanos, isto é, adaptação permanente ao ambiente em que estão inseridos.
(Jim Collins e Jarry Porras)
assim, como ocorre nos organismos vivos, o crescimento e o envelhecimento das organizações manifestam-se primordialmente nas inter relações entre os fatores aprendizado
(flexibilidade)
, identidade, tolerância e controle evolutivo
(“controlabilidade”)
a “empresa viva ” existe, primeiramente, para procurar sua própria
sobrevivência
e desenvolvimento, para realizar seu potencial e crescer ao máximo possível.
“quando as organizações são
jovens são bastante flexíveis
, mas nem sempre controláveis. À medida que as organizações
envelhecem, essa relação se altera

(Ichak Adizes)
quando uma organização é,
ao mesmo tempo
,
flexível e controlável
ela não é considerada nem jovem nem velha demais, mas sim possuidora de vantagens presentes na juventude e também na maturidade, na flexibilidade e na controlabilidade
viver significa
resolver problemas
ininterruptamente

quanto mais plena for a vida, mais complexas serão as dificuldades a serem enfrentadas
(o mesmo se aplica as organizações)
“Quem se adapta às mudanças apenas sobrevive. Para realmente obter sucesso, é preciso bem mais, como ter capacidade de prever as transformações e agir velozmente, além de fazer com que o maior número possível de pessoas participe do processo de transformação”
(Ichak Adizes)
CICLO DE VIDA
pode ser definido como
o conjunto de fases que uma empresa atravessa durante toda a sua existência

as fases podem receber diferentes denominações, mas, em essência, englobam os períodos de nascimento, crescimento, maturidade, declínio e extinção
ou morte
etapas do ciclo de vida
(Ichak Adizes)
existe apenas enquanto ideia
(a organização ainda não nasceu)

embora fisicamente a empresa ainda não exista,
emoção, empolgação, entusiasmo e motivação
estão presentes no processo, impulsionando fortemente a ação empreendedora.
o empreendedor, normalmente, muito comprometido e envolvido com as ideias, sustentará sua motivação durante os tempos difíceis

o objetivo que o impulsiona é o de satisfazer uma necessidade do mercado

caso pense, exclusivamente, no retorno do investimento, seu compromisso não será suficiente para dar sustentação à entidade recém nascida quando as dificuldades surgirem
“um namoro que não esteja baseado na realidade não passa de um affair
(caso amoroso)
– ao primeiro sinal de obstáculos, o compromisso desaparece”
(Adizes)
uma empresa
nasce quando o compromisso é posto à prova e sai vitorioso
, quando o risco é assumido

inversamente, uma empresa morre quando ninguém se compromete com o seu funcionamento

firmar um compromisso inabalável e intenso é primordial para o êxito empreendedor!!!!
assumido o risco, a empresa ingressará em uma segunda fase denominada
“Infância"
2o. ESTÁGIO: INFÂNCIA
a organização deixa de se concentrar em ideias e possibilidades para se
preocupar com a produção de resultados, ou seja, com as
vendas

o risco inicial tem que ser superado e o
fator financeiro
passará a se sobrepor aos demais
o enfoque fundamental deixará de ser nas ideias e nas possibilidades e passará a se concentrar na
produção de resultados


nesta fase, uma empresa tem poucas políticas, sistemas, processos ou orçamentos, sendo que, em muitos casos,
esse processo é penoso e repleto de conflitos
é comum, também, a pequena disponibilidade financeira e a
necessidade permanente de projeções de fluxos de caixa
, com um amplo e permanente acompanhamento

numa

“infância saudável”
o crescimento é equilibrado e reflete a disponibilidade de caixa

o empreendedor sente que tem o controle da situação e é normal que ele
trabalhe muitas horas por dia
, que não delegue e tome todas as decisões
casos de mortalidade empresarial no estágio “Infância” ocorrem quando o empreendedor
perde o controle

da empresa ou quando esta sofre
perdas de liquidez
irreparáveis
modelos típicos de comportamento
de uma empresa em estágio de
“Infância”
:

1. voltada para a ação e impulsionada pelas oportunidades
2. poucos sistemas, normas ou diretrizes
3. desempenho inconsistente
4. vulnerabilidade, pois, um problema pode tornar-se uma crise sem aviso prévio
5. gerencia-se por meio das crises
6. há pouca delegação e grande centralização das decisões
7. o compromisso do fundador é, constantemente, posto à prova, e é crucial para a sobrevivência.
para conseguir sobreviver, uma empresa no estágio de “Infância” necessitará de duas coisas:
1. infusão periódica de capital
2. compromisso do fundador
com o passar do tempo, a ideia inicial
já estará funcionando
, a empresa já
terá superado o fluxo de caixa inicial negativo
e as
vendas estarão crescendo

a empresa estará não apenas sobrevivendo como também
florescendo


iniciará, assim, o estágio do
“Toca-Toca”
ou, por vezes denominado por
“Pré-Adolescência”
3o.
ESTÁGIO:
PRÉ-ADOLESCÊNCIA
(OU TOCA-TOCA)
o fundador, nesta etapa, torna-se
arrogante
(embebda-se com sucesso)

quanto maior for o êxito da empresa, mais arrogante o empreendedor se tornará, se sentindo em diversas ocasiões “
invencível

a “
Pré-Adolescência
” configura-se na
realização dos sonhos do fundador

descuidos começam a acontecer
em relação aos investimentos, não se planeja mais os resultados, apenas os espera

frequentemente
essa atitude tem um preço alto
, pois a empresa passa a seguir para muitas direções ao mesmo tempo
comumente aponta-se como os
principais erros gerenciais
desta fase:
1. definir, apenas, oportunidades como prioridades
2. as vendas tornam-se a orientação preponderante
3. rápido crescimento sem qualquer tipo de estruturação
4. falta de consistência e de concentração
5. a empresa se organiza em torno, exclusivamente, das pessoas
6. o fundador continua agindo como uma “estrela individual”
7. dificuldade em conciliar os processos de delegação e de centralização
8. a empresa se torna “prisioneira” do fundador
as organizações na fase “Toca-Toca”
não conseguem desenvolver sistemas administrativos e não institucionalizam a liderança
.

“o que começou como um
abraço carinhoso
do fundador transforma-se em um
estrangulamento
que impede o crescimento contínuo da empresa”
(Adizes)
a empresa é organizada em torno das
pessoas
e não em torno de
tarefas
, embora já compreenda que precisa de normas e políticas sobre o que fazer e o que não fazer
o tratamento apropriado para a empresa na Pré-Adolescência é
ajudá-la a compreender o que não pode ser feito

quanto antes a organização
estabelecer suas prioridades
, mais rapidamente achará seu foco e aumentará a eficiência

superada a Pré-Adolescência, surge a Adolescência, ocasião em que a
empresa renasce
(talvez longe do seu criador)
4o.
ESTÁGIO:
ADOLESCÊNCIA
trata-se de uma espécie de
renascimento emocional

na qual a organização tenta se tornar independente do seu criador, exigindo delegação de autoridade

a ênfase se concentra nos
sistemas, políticas e processos administrativos
, demandando um conjunto de aptidões completamente diferentes

aorganização não precisará mais de uma pessoa como o fundador;
precisará, sim, de um gestor
as atitudes de comportamento conflitantes mais característicos dessa fase são:

1. uma mentalidade do tipo “nós contra eles”, da jovem guarda contra a velha guarda
2. inconsistência nas metas organizacionais
3. divergências entre o fundador e o gerente profissional
4. inconsistência nos sistemas de remuneração e incentivos
esses problemas ocorrem quando há
perda crítica de respeito mútuo e confiança entre as pessoas
que controlam o processo de tomada de decisões, provocando rotatividade de pessoal, principalmente daqueles que têm espírito empreendedor

a organização pode, sem perceber,
ingressar em um processo de envelhecimento precoce
é necessário formar uma equipe para poder se
libertar da influência do fundador
, redefinindo e transmitindo seus objetivos primordiais

a empresa deverá, também, ser
reestruturada
para que a equipe consiga transferir o espírito empreendedor do fundador para o todo
se a criação de um
sistema administrativo
e a institucionalização da
liderança
obtiver êxito, a organização estará preparada para passar para a etapa seguinte: a “Plenitude”.
5o.
ESTÁGIO:
PLENITUDE
ponto ideal
da curva do ciclo de vida

momento em que a organização alcança o equilíbrio entre
autocontrole e flexibilidade
.

nesta fase, a empresa:
tem sistemas funcionais e estruturas organizacionais bem definidas e delineadas
tem
objetivos e espírito criativo
institucionalizados
satisfaz as
necessidades dos clientes
faz
planos
e acompanha sua execução
apresenta um
desempenho
acima do esperado
consegue crescer
em vendas e em rentabilidade
dá origem a novas empresas,
aproveitando melhor as oportunidades
.
na
“Plenitude”
as empresas sabem o que estão fazendo, para onde estão caminhando e, principalmente, como chegarão lá.

não se trata do seu apogeu ou que tenha atingido seu grau máximo, mas que
ainda tem capacidade para crescer
é um processo
(continuidade)
, não um ponto final
o grande desafio é
como permanecer
na fase da “Plenitude”
6o.
ESTÁGIO:
ESTABILIDADE
se a organização não se descentralizar e continuar aprendendo, ela passará à próxima fase:
“Estabilidade”
a fase “Estável” de uma empresa torna-se
o primeiro dos estágios de envelhecimento e
o início do declínio.

à medida que a sua flexibilidade diminui, a organização sazona-se (
apresenta períodos de alta e baixa
).

há menos conflitos internos e
muita confiança nos acertos do passado
, já que ela se consolidou no ambiente e adquiriu certa confiança e segurança.
em organizações “estáveis” as pessoas passam mais tempo umas com as outras que com os clientes
(
foco no interior da empresa
).

discussões anteriores são apaziguadas e
desapareceu o senso de urgência.

certamente,
o entusiasmo de outrora deixou de existir.

cada vez mais, passa a depender daquilo que deu certo no passado.
são características das empresas em estágio “Estável”:

expectativas
menores
de crescimento;
menos expectativas
de conquistar novos mercados, tecnologias e regiões inexploradas;
começa a se concentrar nas
realizações do passado
ao invés de visualizar o futuro;
desconfia
das mudanças;
recompensa
aqueles que fazem o que lhes é mandado;
mais interessada nas relações interpessoais
do que em riscos.
nesta fase a empresa, normalmente, ainda estará crescendo, em termos de volume de vendas, mas
as causas do declínio já estão presentes

se a
criatividade continuar adormecida
por muito tempo, afetará a capacidade da companhia de satisfazer as necessidades dos clientes.
a passividade perante aos fatos é grande, sua capacidade de satisfazer os clientes e de aproveitar as oportunidades também sofre reduções significativas

a empresa produzirá resultados, mas não será ativa em si mesma
ao relegar os resultados de longo prazo, surge um novo estilo de comportamento organizacional, pois a atmosfera numa organização aristocrática é relativamente insossa

o que conta não é o que alguém fez, mas como fez
7o.
ESTÁGIO:
ARISTOCRACIA
gasta-se dinheiro em sistemas de controle, benefícios e instalações

dá-se ênfase a como as coisas são feitas e não ao que está sendo feito e por que

o modo de se vestir, o relacionamento entre as pessoas e a tradição são basicamente constituídos pela formalidade

a organização tem dinheiro em abundância, tornando-se um alvo em potencial de manobras para aquisição e controle acionário

há pouca inovação interna.
nas fases mais avançadas da etapa da
“Aristocracia”
, os produtos da empresa estarão antiquados e ela, certamente, perderá participação no mercado

o
fluxo de caixa será negativo e a rotatividade de bons profissionais, elevada

começará a luta pela sobrevivência individual e não corporativa

a organização na etapa da “Aristocracia”
precisa realmente despertar
tem início o ritual de sacrifícios: todo ano alguém é culpado pelos problemas e, a seguir, despedido
na nova fase, denominada de “Pré-Burocracia” ou “Burocracia Incipiente”
a capacidade criativa dos executivos não estará dirigida para a criação de produtos melhores, mas sim para a garantia da sobrevivência pessoal
mediante a eliminação e o descrédito de outras pessoas
8o. ESTÁGIO:
PRÉ-BUROCRACIA
(BUROCRACIA INCIPIENTE)
destaca-se
quem causou o problema e não o que deve ser realmente executado

existem muitos
conflitos
, muitas
traições
e
brigas internas

nenhum funcionário quer ficar “
a descoberto, mostrar o jogo
"

o cliente externo deixa de ter importância
, pois o foco está nas guerras internas.
à medida que o desempenho da companhia cai, as
pessoas tornam-se cada vez mais paranóicas

como todos têm medo das pessoas mais competentes, estas
são despedidas ou deixam a companhia por vontade própria

nesse ponto, o processo de
calúnia e difamação
instalado exige tratamento cirúrgico imediato

pessoas com
atitudes negativas ou totalmente ineficientes
precisam ser substituídas.
toda ênfase deve ser dada à sobrevivência, já que o fluxo de caixa começa e ingressar em
zonas de prejuízo

dia após dia aumentará a
carência por recursos

a companhia
não gerará fluxo de caixa
suficiente por si só

ela justificará sua existência simplesmente pelo fato de existir e
não porque esteja funcionando bem

a morte da empresa só é mantida afastada por meio de
"sistemas artificiais de vida"
(empréstimos bancários, rolagens de dívidas, financiamentos externos, entre outros)
considera-se como o último estágio do ciclo de vida de uma empresa a fase denominada por
“Burocracia e Morte”
9o.
ESTÁGIO:
BUROCRACIA
E MORTE
no estágio da
“Burocracia e Morte”

a empresa será mantida viva pelo “monopólio” que detém em relação a determinadas atividades, tais como:
uma clientela cativa
um patrimônio que pode ser liquidado e transformado em dinheiro
crédito adquirido no decorrer de sua existência
marca ainda ativa na mente dos consumidores
entre outros.
se as barreiras protecionistas forem removidas, a organização da etapa da Burocracia vai à
falência e fechará suas portas
a morte ocorrerá quando já não houver mais ninguém comprometido com a organização
tendo como base as necessidades existentes em cada uma das etapas que formam o ciclo de vida das organizações, o gestor passará a ter condições de estabelecer processos de tomadas de decisões estratégicas condizentes com o estágio atual de sua organização
a formulação de planos estratégicos deverá atender, basicamente, às necessidades atuais e futuras das organizações
1o.
ESTÁGIO: NAMORO
"Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças."
(Charles Dawin)
" O mundo não está dividido entre grandes e pequenos, mas sim entre rápidos e lentos. Somente os rápidos sobreviverão."
(Peter Drucker)
sob um contexto estratégico
O CICLO DE VIDA SOB UM CONTEXTO ESTRATÉGICO
como as empresas nascem, crescem e padecem
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