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Sprinklers

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by

Eduardo BR

on 1 February 2016

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Transcript of Sprinklers

Sprinklers
Sprinklers
Sprinklers
Sprinklers
Projeto
Este sistema exige reservatório com reserva própria, tubulações adutoras e estação de bombas dimensionadas de acordo com o risco a ser protegido.

Elementos do Sistema:
Fonte de abastecimento
Sistema de alimentação onde está instalada a válvula de governo e alarme
Sistema de distribuição
Classificação dos Sistemas de Sprinkler
Tubulação molhada

Tubulação seca

De ação prévia

Dilúvio

Combinado de tubulação seca e ação prévia
Eficiência do sistema de sprinklers
Sprinklers
Os Sprinklers fazem parte de um sistema de combate que funciona sem a intervenção humana imediata, produzindo uma "chuva" característica quando a temperatura atinge níveis pré estabelecidos.
Introdução
Componentes
Sistema de Combate
Proteção contra Incêndio e Explosão
componente destinado a quebrar o jato sólido, de modo a distribuir a água;

Difusor
parte que contém rosca, para fixação na tubulação, braços e orifícios de descarga, e serve como suporte dos demais componentes;

Corpo
componente destinado a liberar o obturador por efeito da elevação da temperatura de operação e com isso fazer a água fluir contra o foco de incêndio.
Elemento
Termossensível
componente destinado à vedação do orifício de descarga nos chuveiros automáticos e que também atua como base para o elemento termossensível tipo bulbo de vidro ou ao fuso de liga metálica;

Obturador
Tipo ampola de vidro
Fusíveis de liga metálica
O sistema de sprinkler é um sistema que funciona com a tubulação cheia d´água e permanentemente sob pressão (sistema molhado), onde o bico de sprinkler além de ser o ejetor de água, também funciona como detector, pois possui uma ampola estilhaçável de vidro que contem um líquido que com o calor se expande quebrando o vidro e assim liberando a água que atravessa o bico inundando o setor afetado.
Sprinklers ligados a tubulações contendo água sob pressão;

É controlado na entrada, por uma válvula de alarme, cuja função é fazer soar um alarme quando aciona um ou mais chuveiros, assim, os chuveiros automáticos detectam e ao mesmo tempo combatem ao fogo;

Empregado onde não existe risco da água congelar na tubulação.
Sistema de tubulação molhada
Sprinklers ligados a tubulações contendo ar comprimido ou nitrogênio sob pressão;

Quando um chuveiro é acionado pelo calor do fogo, o gás é liberado, fazendo abrir, uma válvula (válvula de tubo seco), instalada na entrada do sistema, permitindo, assim, a admissão de água na tubulação;

Empregado em locais de baixas temperaturas, onde a água está sujeita a congelamento;
Sistema de tubulação seca
Funciona como um sistema de tubulação seca, contendo ar que pode estar ou não sob pressão.

Quando ocorre o incêndio, um sistema de detecção (de operação muito mais sensível), provoca a abertura de uma válvula especial, instalada na entrada da tubulação, permitindo o escoamento da água através dos chuveiros acionados pelo incêndio;

O sistema de detecção é instalado na mesma área protegida pelos chuveiros automáticos;

A ação prévia do sistema de detecção faz soar um alarme de incêndio, antes da abertura de qualquer chuveiro;

A principal diferença entre este sistema e o de tubulação seca é que a válvula de suprimento atua, neste caso, independentemente da abertura dos chuveiros.

Sistema de ação prévia
Semelhante ao sistema de ação prévia, exceto que todos os chuveiros permanecem abertos o tempo todo;

Na mesma área protegida pelos chuveiros, é instalado um sistema automático de detecção de incêndio, ligado a uma válvula dilúvio. Caso ocorra um princípio de incêndio, os detectores irão atuar e provocar a abertura da válvula , permitindo a admissão da água na tubulação, a qual descarregará através de todos os chuveiros abertos de uma só vez. A abertura da válvula faz soar automática e simultaneamente um alarme de incêndio.

Sistema dilúvio
Composto por uma tubulação seca, contendo ar comprimido e um sistema de detecção de incêndio ligado a uma válvula de tubo seco. Com a atuação de qualquer detector, a válvula de tubo seco é aberta juntamente com as válvulas de alívio de ar, facilitando o enchimento com água de toda a tubulação do sistema.

Sistema combinado de tubulação seca e ação prévia
Dimensionamento de
Redes de Sprinklers
Dimensionamento das Redes de Sprinklers
Normas:
ABNT NBR 10.897 - (Proteção contra Incêndios por Chuveiro Automático)
ABNT NBR 6.135 - (Chuveiros Automáticos para extinção de incêndios)
Classificação dos riscos de ocupações:

Risco Leve

Risco Médio

Risco Pesado
Enquadram-se nesta categoria as seguintes ocupações:
asilos;
prédios de bolsa de valores e de mercadorias;
casas de banho, saunas e casas de repouso;
clubes sociais e recreativos;
escritórios, galerias de arte, museus e bibliotecas;
hotéis e hospedarias;
hospitais;
instituições de ensino, orfanatos e financeiras;
prisões;
residências;
templos religiosos;
demais atividades correlatas.

Riscos Leves
São aquelas onde tem-se uma baixa ou pequena carga de incêndio.
As ocupações de risco médio estão divididas em 4 grupos que vão aumentando de acordo com a carga de incêndio.

Riscos Médios
São ocupações que possuem materiais com médio grau de combustibilidade.
Para fins de projeto essas atividades estão divididas em categoria de estocagem e de processamento.
Riscos Pesados
São todos os ambientes onde as atividades desenvolvidas, ou os processamentos, apresentam elevado grau de perigo, ou risco de extrema periculosidade.
Caso haja alguma atividade a carga de incêndio dos locais protegidos, essas ocupações precisarão ser reclassificadas
Grupo I

Grupo II

Grupo III

Grupo IV
Grupo I
abatedores;
bares e restaurantes;
instalações de cromagem e similares;
fábricas diversas (abrasivos, bijouterias e jóias, cerveja e refrigerantes, cimento e artefatos de cimento, gesso e produtos de gesso, produtos de cimento amianto);
usinas de leite
laticínios.
Grupo II
garagens;
lavanderias;
padarias;
fundições;
usinagem de peças metálicas, fábricas diversas (produtos cerâmicos e artefatos de argila, conservas e produtos alimentícios, motores, pilhas e baterias, instrumentos de precisão, artefatos de metal, veículos, biscoitos e massas).
Grupo III
curtumes;
gráficas e impressoras;
lojas de departamentos;
moinhos de cereais;
teatros e cinemas;
torrefação de café;
usinas e refinarias de açúcar;
fábricas diversas (artigos de couro, aviões, colas e resinas, condimentos com moagem, escovas e vassouras, fios elétricos com encapagem, papel e papelão, produtos de borracha excluindo espumas, fibras naturais, artificiais e sintéticas, excetuando a existência de abridores e batedores, vidros e produtos de vidro).
Grupo IV
abridores e batedores de fibras naturais, artificiais e sintéticas;
destilarias de álcool
estúdios cinematográficos e de televisão;
fábricas de bebidas alcoólicas, de fósforo, de óleos e gorduras animais e vegetais.
Estocagem
Processamento
Processamento
abatedores;
bares e restaurantes;
instalações de cromagem e similares;
fábricas diversas (abrasivos, bijouterias e jóias, cerveja e refrigerantes, cimento e artefatos de cimento, gesso e produtos de gesso, produtos de cimento amianto);
usinas de leite e laticínios.
Estocagem
Categoria I
Categoria II
Categoria III
Categoria IV
Categoria I
depósitos de materiais combustíveis ou não, armazenados em embalagems de materiais combustíveis, como: bebidas engarrafadas, eletrodomésticos, produtos frigoríficos, vidros ou cerâmicas, produtos alimentícios, produtos metálicos, produtos químicos e farmacêuticos, produtos de fumo, produtos eletrônicos e elétricos. couros. roupas. sabões e detergentes, tapetes e tecidos, cordas e fios têxteis.
Categoria II
depósitos de: aglomerados de madeira, fibras naturais, artificiais ou sintéticas, acondicionadas em fardos prensados, papéis em bobina estocadas horizontalmente, plásticos ou produtos de plástico excetuando espuma, produtos de linóleo.
Categoria III
álcool, borracha e produtos de borracha, excetuando espumas, inseticidas, madeiras serradas empilhadas para secagem, mercadorias em armazéns gerais, óleos e graxas, papéis em bobinas estocadas verticalmente, produtos de papel e celuloide, tintas e vernizes, produtos acondicionados em embalagens de espuma de plástico.
Categoria IV
armazenamento de espumas de plástico ou de borracha, bem como de seus produtos.
Densidade da água

Áreas mínimas de atuação
Reserva disponível de água
A densidade mínima de água requerida para cada tipo de classificação de risco, também conhecida como a aplicação de um determinado volume de água em certo tempo, por sobre uma área pré-fixada, deverá ser, de acordo com o regulamento do FOC (Fire Office Comitee)

Risco leve: 2, 25 mm água/min
Risco médio: 5, 0 mm água/min
Risco pesado: 7, 5 a 30, 0 mm água/min

Áreas mínimas de atuação
Reserva Disponível de Água

mais utilizado no Brasil
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