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O Cálice e a Espada

Riane Eisler
by

Geovana Cartaxo

on 31 May 2012

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Transcript of O Cálice e a Espada

Capitulo 10
Modelos do passado: Gilania e Historia Historia luta pelo poder homens e nacoes Visoes diferenciadas movimento cíclico Paz guerras mulheres com oportunidades de vidas + amplas Padroes autoritarismo criatividade evolucao cultural Modelos de parceria Modelos dominadores ??? dinâmica dos processos de sistemas matematicos indutores magnetos "puntiformes" ou"estáticos" "caóticos" ou"estranhos" governam movimentos cíclicos ou oscilatórios estados distantes do equilíbrio, ou em desequilíbrio Mudancas flutuações localizadas primeiro emuma pequena parte do sistema. estavel "inovadores" se multiplicarem com velocidade Novo funcionamento "limiar denucleação" "se difundirão para todo o sistema" bifurcacoes nova teoria de transformação cultural sistemas androcrático/gilânico feminino masculino calice espada a orientação cultural originária de nossa espécie parceria, ou modelo de sociedade protogilânico apice Creta periodos de desequilibrio ou caos nos períodos de instabilidade social, o modelo gilânico continuou a agir como um indutor periódico mais fraco Planta que se recusa a morrer O feminino como força na história movimento dialético historia marx, hegel, etc inexistência Historiadores nao tradicionais Henry Adams "sem compreender o movimento dos sexos" a história não passa de "mero pedantismo à força civilizadora da história ocidental era o
que ele denominou a Virgem. "Todo o vapor do mundo", escreveu ele, "não poderia, como a
Virgem, erigir Chartres" poder negativo e destrutivo: a força bruta,
por Adams denominada o Dínamo, ou tecnologia de desumanização desenfreada Rattray Taylor em Sexo na História Wilhelm Reich sociedades patriarcais sexualmente repressivas oscilações históricas de atitudes sexualmente permissivas períodos mais livres e criativos para outros mais autoritários e menos criativos mudanças de valores matrismo e patrismo Matrismo - períodos consistem caracteristicamente de intervalos demaior criatividade, menor repressão social e sexual, maior individualismo e reforma social.Inversamente, em períodos patristas, a depreciação da mulher e da feminilidade é maispronunciada. Esses períodos, em que valores de identificação paterna, ou "masculinos", estão maisuma vez em ascensão, são mais repressores social e sexualmente, dedicando menor ênfase às artescriativas e reforma social período trovador no sul da França como exemplo medieval de período matrista valores não só passaram a "florescer sempre que havia uma ascendência matrista" "interessados na arte e instigando, de quando em vez, as reformas sociais; evitavam o uso da força: deleitavam-seem vestes alegres e coloridas. Acima de tudo, alçaram a Virgem Maria à condição de protetoraespecial: muitos dos poemas dessa época são a ela dirigidos, e em 1140 uma nova festa foi instituída em Lyon - Imaculada Conceicao O culto a Maria representava um retorno ao antigo culto da Deusa. E a feroz resistência da Igreja à veneração de Maria representava não só o reconhecimento tácito do poder remanescente dessa religião mais antiga; era também aexpressão da resistência —patrista contra o forte ressurgimento de valores gilânicos, característicos do movimento trovadoresco Igreja - modelo androcratico/dominador Martelo das Bruxas "a febre das bruxas não era uma orgia de linchamento nem um suicídio emmassa realizado por mulheres histéricas. Ao contrário, eles seguiam procedimentos bem ordenadose legais. As caças às bruxas eram campanhas bem organizadas, iniciadas, financiadas e executadaspela Igreja e pelo Estado". "crime" de usar esses dons para curar e ajudar visão misógina e patológica das mulheres como sexo é apresentada comosimples irracionalidade de homens frustrados um elemento essencial na imposição e na manutenção da androcracia: meio necessário e, nesse sentido, razoável de oposição ao ressurgimento gilânicoperiódico. "a pergunta que estamos prestes a fazer é: por que a Igrejasentiu, embora de forma obscura, existir algum fator comum de ligação entre os trovadores, oscatares, os Baghard e as várias seitas menores que pregavam um amor casto? (...) A resposta sópode residir na existência de tal fator comum: (...) Embora seus dogmas e rituais diferissem muito e algumas dessas seitas ainda se declarassem dentro da Igreja, psicologicamente tinham um ponto em comum: a identificação com a mãe. E era nessa única heresia que a Igreja estava realmenteinteressada".
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