Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Principais patologias e alterações do sistema reprodutivo de machos e fêmeas

No description
by

Tamiris Lessa

on 10 July 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Principais patologias e alterações do sistema reprodutivo de machos e fêmeas

Principais patologias e alterações do sistema reprodutivo de machos e fêmeas
Sistema genital feminino
Sistema genital masculino
Tamiris Lessa da Silveira
Prof. Hugo Vieira Fajardo
Medicina Veterinária

Ovários
Trompas uterinas
Congênitas raras
Aplasia
Atresia dos óstios
Cistos
Duplicação ou trompa acessória
Adquiridas
Resultado de um processo infeccioso
Traumatismo
Útero
Diferenciação sexual ambígua
Hermafroditismo
verdadeiro
Tecido ovariano e testicular
Dois sexos distintos (anatômicos e funcionais)
Gônadas separadas ou única (ovotestis)
Genital externa quase sempre feminina - vulva rudimentar e clitóris hipertrofiado
Pseudo-hermafroditismo
Apenas uma gônada (masculina ou feminina) e genitália externa do outro sexo
Pseudo-hermafroditismo macho é o mais comum
Etiopatogenia ainda não bem definida
Bovinos, caprinos, ovinos e suínos
Diagnóstico
Palpação retal
Ultrassonografia
Vaginoscopia
Exame citogenético
Hipoplasia ovariana
Trato reprodutivo infantil
Subfertilidade ou infertilidade
Órgãos em tamanho diminuido e funcionalidade comprometida
Uni ou bilateral
Hipoplasia ovariana unilateral é a mais frequente
Ovário esquerdo é o mais acometido
Órgão de tamanho diminuído com superfície lisa ou rugosa e ausência de desenvolvimento folicular
Estros irregulares
Na hipoplasia ovariana bilateral o estro nunca acontece
Relacionada a normalidade cromossômica
Microscopicamente o estroma cortical é ausente ou pouco desenvolvido
Células germinativas com atividade anormal
Cistos foliculares
Causas ainda desconhecidas
Alguns autores relacionam com ausência ou redução de GnRH
Outros autores stress (cortizol)
Alteração mais comum do ovário
Uma das principais causas de infertilidade do gado leiteiro
Macroscopicamente os cistos ocum a periferia o centro ou quase todo o ovario
Microscopicamente a camada de células da granulosa é mais espessa que o normal ou está em degeneração
Ooforite
Inflamação do ovário
Frequente em vacas
Decorrente de uma disseminação hematógena ou infecção do útero
Herpesvirus bovis, Herpesvirus suis, virus Akabane, Mycobacterium tuberculosis var. bovis, Brucella spp., Actinonyces pyogenes e Mycoplasma bovis.
Macroscopicamente os ovários apresentam tecido de granulação e aderência fibrosa
Pode haver interferência da ovulação ou formação de cistos ovarianos
Síndrome do ovário residual
Presença de tecido ovariano funcional após OSH
Técnica cirúrgica inadequada com ressecção incompleta dos ovários
Presença de tecido ovariano ectópico na cavidade abdominal
Proestro e estro após castração
Indicação de USG olaparatomia exploratória no período de estro ou diestro (presença de foliculos ou corpo lúteo)
infertilidade
Salpingite
Patologia mais comum das trompas uterinas em animais domésticos
Inflamação da mucosa tubária
Infecção ascendente do útero
Pode ocasionar aderência intraluminal
Endometrite
Inflamação do endométrio
Origem infecciosa no período pós-puerperal
Desvios das normas ideias de manejo reprodutivo dos rebanhos
Macroscopicamente o endométrio está espesso e avermelhado com conteúdo viscoco
Presença de secreção mucopurulenta
Neoplasias uterinas
Geralmente encontrada como achado acidental na necropsia
Mais frequentes: leiomiomas
Macroscopicamente: nodulos esbranquicados, firmes bem delimitados e de crescimento lento
Leiomiossarcomas envasivos e com metastase lenta
Piometra
Frequente em cadelas vacas e éguas
Resultado de endometrite não resolvida
Pus na cavidade uterina
E. coli, Proteus, Estaphylococus e Streptococus
Macroscopicamente: cornos uterinos distendidos pelo acúmulo de exsudato
Microscopicamente: alterações como hiperplasia endometrial cística e neutrófilos na secreção
Retenção de placenta
Mais frequente em vacas
Complicação do pós-parto (membranas fetais expelidas após 12 horas)
Predispõe a endometrite
Vagina e vulva
Hiperplasia vaginal
Muito confundida com neoplasia ou tvt
Mucosa vaginal edemaciada durante o estro
Mais frequente no primeiro cio
Cadelas afetadas necessitam de IA
Vulvovaginite glandular
Macroscopicamente: erupções papulares na mucosa na vulva
Microscopicamente: foliculo linfóide hiperplásico
Agente causal indefinido
Vaginite e vulvite necrosante
Resulta de infecções bacterianas secundárias após traumatismo (distocia prolongada)
Fusobacterium necrophorus
Tumores vaginais
2 a 3% das neoplasias caninas (mais comuns do trato genital das cadelas)
Em sua maioria é benigno (leiomioma, fibroma)
Origem hormonal (fêmeas idosas e não castradas)
Tumor venéreo transmissível
Transmitida através de células vivas
Coito, lambedura, mordedura e arranhões
Pode envolver cavidade oral, nasal ou pele
Glândula mamária
Mastite
Infecção das glândulas mamárias
Disseminação hematogênica ou ascenção pelas tetas
Escherichia coli, Streptococcus, Staphilococcus
Comum em vacas leiteiras adultas
Neoplasias
52% do total de neoplasias de cadelas
Importante causa: hormônios esteróides
Nodulações circunscritas, podendo ser firmes ou císticas com dimensões e mobilidade variáveis
Testículo e epidídimo
Hipoplasia testicular
Hereditário
Diminuição da concentração espermática
Uni ou bilateral
Testículos pequenos
Devem ser castrados e eliminados da reprodução
Criptotorquidismo
Alteração hereditária
Falha na migração do testículo para a bolsa escrotal
Uni ou bilateral
Animais subférteis ou inférteis
Maior probabilidade de desenvolver neoplasias testiculares
Castração
Orquite
Processo inflamatório testicular
Causa mais frequente: brucelose
Aguda:
Aumento do tamanho testicular, dor, calor, febre, dispnéia
Testículo firme à palpação, com mobilidade comprometida (aderências)
Crônica: testículo diminui, insensível à palpação, absessos.
Epididimite
Infecção bacteriana primária ou secundária
Causa mais comum: brucelose
Queda da fertilidade
Casos graves: oclusão do lúmen, podendo causar hidrocele
Neoplasias
Mais frequentes em cães idosos
Geralmente são benignos
Baixo potencial de metastização
Mais comuns são: tumores de sertoli, células de leydig e seminomas
Tratamento: castração
Próstata
Hiperplasia prostática benigna
Aumento benigno e espontâneo da próstata, atinge 100% dos cães não castrados
Macroscopicamente: varia de pequena e fibromuscular grande com áreas císticas
Microscopicamente: hipertrofia celular
Prostatite
Ascenção da flora ureteral
Sinais clínicos: dor abdominal, corrimento prepuscial hemorrágico e febre
Tratamento: atb
Neoplasias
Machos inteiros e castrados com o mesmo risco
Adenocarcinoma é o mais comum
Metástase rápida
Vesículas seminais
Vesiculite
Mais comum em touros
Uni ou bilateral
Ascendente ou descendente
Pode ser ocasionada por virus, bactérias, fungos ou protozoários
Macroscopicamente: glândulas mais firmes que o normal
Microscopicamente: alvéolos e estroma da glândula inflamados
Pênis e prepúcio
Balanopostite
Inflamação da glande e do prepúcio
Bactérias, virus e protozoários
Macroscopicamente: hemorragia, necrose, ulceração e pus
Microscopicamente: hiperplasia epitelial reativa e infiltrado celular misto
Fimose
Decorre da estenose do óstio prepucial e impede a exteriorização da glande
Congênita ou adquirida
Sinais clínicos: obstrução de escoamento da urina ou gotejamento
Parafimose
Incapacidade de retrair o pênis para o interior do prepúcior
Causas: copulação recente, trauma, neoplasia, corpo estranho
Tratamento: cirúrgico

Considerando o sistema reprodutivo um dos mais importantes sistemas, até mesmo para a sobrevivência das espécies, é fundamental para o médico veterinário conhecer as principais alterações que possam a vir comprometê-lo, o que permite detectar a patologia, diagnosticá-la, propor a terapêutica e pensar em um prognóstico.
Conclusão
O sistema reprodutivo é um dos mais importantes para a sobrevivência das espécies, sendo a função do sistema reprodutivo feminino fornecer um local para a concepção, desenvolvimento e eventual liberação de uma cria viável; e a função do sistema reprodutivo masculino é basicamente a produção e transporte dos espermatozoides.
Nas gêmeas, o sistema reprodutor é composto por ovários, tubas uterinas, útero, vagina, vestíbulo e vulva. No macho, é composto por três principais regiões: o escroto e seu conteúdo; as glândulas genitais acessórias; e o pênis e prepúcio.
Introdução
Full transcript