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Personal Trainer e Emagrecimento

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by

Fabiano Soares

on 23 August 2013

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Transcript of Personal Trainer e Emagrecimento

Personal Trainer e
Emagrecimento

Pesquisadores preconizam uma perda calórica proveniente do exercício de 2000 kcal por semana para se atingir uma redução ponderal segura a longo prazo (Jakicic et al., 1999).

Deve tentar atingir uma perda mínima de 5% a 10% de peso corporal nos primeiros seis meses.

Comprometimento com mudanças de longo prazo.
Objetivar redução calórica de 500 a 1000 kcal/dia.

Incorporar estratégias de modificação comportamental afim de facilitar a manutenção das mudanças desejadas.
CONSIDERAÇÕES
Alcançar déficit calórico é o ponto mais importante de um programa de perda de peso.

Mesmo que fatores como velocidade de metabolismo, comprometimento e motivação dificultem prever quanto peso cada paciente pode realmente perder.

Homens tendem a perder mais peso do que mulheres devido a maior massa magra.

Idosos tendem a perder peso mais lentamente. Nosso metabolismo desacelera 100kcal por década apartir dos 30 anos.
É necessário se estabelecer objetivos realistas.

Objetivos não realistas podem frustrar o paciente devido a dificuldade de atingi-los.

É importante que saiba o nível de motivação que o paciente tem para as profundas mudanças na dieta, atividade física e outros hábitos que ele deverá assumir de agora em diante.

É necessário que se conheça a possível presença de algum distúrbio psicológico, psiquiátrico ou alimentar.
Qualquer programa de redução de peso deve ter pelo menos três fases bem realizadas:
Avaliação inicial – onde se verificam todos os possíveis fatores que contribuem para o caso clínico.
Planejamento e execução do programa – fase de decisão e aplicação das estratégias escolhidas.
Fase de manutenção – após os objetivos de perda de peso serem alcançados, deve existir uma fase de manutenção na qual os novos hábitos de vida são consolidados e deve durar pelo menos 2 anos.
TRATAMENTO CLÍNICO
Fatores metabólicos
Fatores genéticos
Níveis de atividade física
Comportamento social
Fatores endócrinos
Raça, sexo e idade
Fatores culturais
Situação socioeconômica
Hábitos dietéticos
Abandono do fumo
Gravidez e menopausa
Fatores psicológicos
Histórico de diabetes gestacional
Histórico de lactação em mães
ETIOLOGIA
Classificação da obesidade pelo IMC segundo a OMS:
Grau 1 – IMC entre 25 e 29,9 kg/m2
Grau 2 – IMC entre 30 e 39,9 kg/m2
Grau 3 – IMC igual ou maior que 40 kg/m2

A literatura cirúrgica usa outra classificação:
Obesidade severa – IMC maior que 40 kg/m2
Obesidade mórbida – IMC entre 40 e 50 kg/m2
Super obesidade – IMC maior que 50 kg/m2
A obesidade representa uma estado de excesso de gordura corporal.
Homens – 15-20% (ideal), 21%-25% (limite) e >25% obesidade
Mulheres – 25-30% (ideal), 31%-33% (limite) e >33% obesidade

O IMC é uma das formas mais usadas para avaliação da obesidade, porém é um dado incompleto.

O percentual de gordura parece ser mais indicado para intervenções clínicas.

Fórmula de predição:
G% = 1,2(IMC) + 0,23 (idade) – 10,89 (sexo) – 5,4
Sexo – homens 1 e mulheres 0
Margem de erro – 4%
A modalidade prioritária deve ser aeróbica envolvendo grandes grupos musculares.

Incorporação gradual de exercícios resistidos, variando exercícios de força e de resistência neuromuscular com o objetivo primário de aumentar o EPOC e o secundário de melhorar a qualidade de vida.
30 a 60 minutos inicialmente até o total de 150 minutos por semana, progredindo até 300 minutos por semana de atividade moderada; 150 minutos de atividade vigorosa ou uma combinação semanal entre as duas. Realização de trabalhos intervalados de pelo menos 10 minutos funcionam como alternativa ao trabalho contínuo.
A existência de comorbidades (dislipidemia, hipertensão) pode elevar o risco para indivíduos obesos.

Existe a necessidade de triagem média antes dos testes ou o acompanhamento médico durante testes de esforço.

A presença de condições musculoesqueléticas e/ou ortopédicas pode exigir modificações nos procedimentos de testes de esforço.

Devido a baixa capacidade física, os testes devem ter carga inicial pequena e os acréscimos devem ser pequenos.
Existem indícios contraditórios a respeito de qual intensidade e duração são as ideais. Estudos apontam para o fato de que tanto exercícios mais intensos e curtos quanto moderados e longos surtem o mesmo efeito no emagrecimento (Dorien et al. 2002, McArdle et al., 2001).

No entanto, alguns pesquisadores indicam que exercícios intervalados ou de intensidades altas e curta duração, promovem maiores níveis de EPOC (Consumo Excessivo de Oxigênio Pós-Exercício).

Além disso, estratégias de aderência ao programa devem ter grande importância, pois, um programa de perda de peso deve ser um compromisso de longo prazo.
Segundo alguns pesquisadores a associação entre exercícios físicos e reeducação alimentar é muito mais eficiente do que cada um deles em separado (Jakicic et al., 2002).

No início de qualquer programa, a dieta tem mais importância do que os exercícios, devido ao fato de ser, provavelmente, a principal causadora da condição.

Pelo estado de baixo condicionamento físico do paciente, o que o impossibilita de suportar treinamentos longos ou intensos.

Ainda não se estabeleceu a combinação ideal entre tipo, volume e intensidade de exercício para o programa ideal.
EXERCÍCIO FÍSICO E OBESIDADE
É comum se alcançar uma perda de peso de média de 10% em bons programas de perda de peso.

Mas, a maioria das pessoa recuperam dois terços do peso perdido em um ano.

Como já foi dito pode-se perder 10% do peso inicial em um programa de perda de peso. Esse percentual já diminui consideravelmente o risco de comorbidades.

Perdas maiores para fins estéticos podem colocar em risco todo o programa.

O paciente deve ser alertado para ter paciência nesta fase.
Um objetivo inicial razoável deve ser uma perda de 0,9 a 1,5 kg/semana.

Um bom programa voltado para perda de peso deve estar adaptado aos hábitos e a cultura do paciente para aumentar as chances de sucesso.

Mesmo após a perda de peso ser alcançada, os hormônios que encorajam o aumento de peso permanecem altos. Por isso é necessário um planejamento de longo prazo para prevenir retorno do peso perdido.
Estimativas conservadoras apontam para mais de 250 milhões de pessoas obesas no mundo.

Entre 500 e 750 milhões estão com sobrepeso

Raças:
Algumas populações indígenas, como Pima, Maoris, Polinésios e Micronésios, Hispânicos, afrodescendentes

Obs.: embora a prevalência de obesidade seja menor em seus países de origens, a obesidade aumenta quando estas populações migram, especialmente para o hemisfério norte e adotam hábitos de dieta e atividade física diferentes. Resultado da interação entre os GENES THRIFTY e a nova cultura.
EPIDEMIOLOGIA
As causas da obesidade são muito mais complexas do que um simples desequilíbrio entre consumo e gasto calórico.

A genética e o meio ambiente são os principais fatores intervenientes na obesidade:
Genética explica entre 40% e 70% dos casos
Mas, a interação com o meio ambiente é o fator mais relevante

Exemplo: a insulina exerce influencia no bulbo olfativo, reduzindo o prazer de comer e pode influir na saciedade.
A célula adiposa é a base anatômica da obesidade e tem sido considerada uma célula metabolicamente ativa e como uma glândula endócrina, produzindo peptídeos e metabólitos que estão sendo muito estudados.

Aumento na massa adiposa está associado a uma super produção de substâncias pró inflamatórias como TNF-alfa, IL-6, PAI-1, leptina.

A inflamação presente no tecido adiposo e a grande presença de macrófagos resulta na ativação crônica do sistema imune inato que pode levar a resistência a insulina, baixa tolerância a glicose e diabetes.

ANATOMIA
A obesidade está independentemente associada com os demais riscos de DCV. Porém, não é apenas a sua presença, mas também a localização de seus depósitos que importa.

Gordura intra-abdominal e epicárdica, representada pela obesidade ANDROIDE, implementam o maior risco (Baker et al., 2006, Despres et al., 2008). Enquanto a obesidade GINECOIDE representa um risco ligeiramente menor.

Circunferência abdominal é um ótimo avaliados de risco à saúde devido a obesidade:
Circunferência abdominal acima de 94cm para homens e de 80cm para mulheres. Sendo acima de 102cm para homens e 88cm para mulheres o limite de diagnóstico de Síndrome Metabólica.
Relação cintura-quadril maior que 0,95 em homens e 0,8 em mulheres

A obesidade representa um aumento preocupante na morbidade e na mortalidade populacional:
Aumento de 1,72 vezes no risco relativo para DAC com IMC entre 25-28,9 kg/m2 e de 3,44 para IMC superior a 33 kg/m2
Aumento de 4 vezes na mortalidade por DAC e de 2 vezes na mortalidade por câncer
Entre 112,000-365,000 mortes por ano são atribuídas a fatores relacionados a obesidade
A obesidade é, sem dúvida, o maior fator de risco de morte modificável no mundo, depois do fumo

INTRODUÇÃO

A obesidade representa uma crise de saúde pública mundial.

Sua taxa de crescimento representa uma PANDEMIA na maioria dos países industrializados.

Só nos EUA os custos anuais relacionados a obesidade são:
52 bilhões em custos diretos de saúde
3,9 bilhões em queda de produtividade
33 bilhões produtos e serviços de emagrecimento
INTRODUÇÃO

FISIOPATOLOGIA DA OBESIDADE
Aumento da liberação de :
IL-6
CRP
TNF-alfa
PRESCRIÇÃO
TIPO:
PRESCRIÇÃO
FREQUÊNCIA:
De 5-7 sessões por semana para maximizar o dispêndio calórico
INTENSIDADE:
Carga inicial entre 40% a 60% da FCreserva (FCmáx – FCrepouso) e progressão para 50% a 75% da FCreserva.
TEMPO:
Regras Finais!
Para evitar ganho de peso superiores a 3% na maioria dos adultos são necessários entre 150 e 250 min/sem, o equvalente e um gasto entre 1200 e 2000 kcal/semana;
Quanto mais tempo se exercitando maiores serão as perdas calóricas e, portanto, maiores as chances de se alcançar emagrecimento;
Não existem evidências quanto ao programa ideal de atividades físicas para prevenir o re-ganho de peso, mas treinar entre 200 e 300 min/sem parecem ser eficientes para fase de manutenção;
Estilo de vida ativo, embora difícil de contabilizar, deve ser incentivado para ajudar na aquisição de um déficit calórico semanal
Atividade física ajudará no processo de emagrecimento se a restrição calórica for modesta. Mas, se for severa (menos que o necessário para se atingir TMB) não terá influência nenhuma;
Não há evidências científicas de que o Treinamento Resistido seja eficiente no processo de emagrecimento. Existe alguma evidência de que o TR previne perda da massa magra durante processos de emagrecimento e que reduz risco de doenças crônicas (melhorando HDL, LDL, Insulina, PA).
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