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Modelo, avaliação e conceitualização

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Dra CARMEM BEATRIZ NEUFELD

on 19 April 2013

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Transcript of Modelo, avaliação e conceitualização

Fazer o fechamento da conceitualização com o paciente, refletindo sobre como seu sistema de crenças atua na manutenção de seus sintomas
Refletir sobre como as estratégias compensatórias se instalaram e quanto elas se repetem
Correlacionar as situações atuais de vida com o sistema de crenças e com seu funcionamento
Retomar a conceitualização sempre que possível no intuito de familiarizar o cliente com manter consciente o funcionamento do seu sistema de crenças Após levantar várias situações, pedir que o paciente identifique o que elas têm em comum
Com base no Significado do PA, deduzir junto com o paciente quais podem ser suas Crenças centrais
Com base nas Crenças centrais deduzir as Crenças regra ou intermediárias
Identificar as Estratégias compensatórias (mantenedoras e protetoras do Sistema de Crenças) Mapa de Conceitualização Cognitiva Fazer na sessão algumas situações para que o paciente identifique:
Situação / PA / Emoção e Comportamento
Dar como tarefa de casa a identificação de outras situações que geram sintomas ou incomodam o paciente (de diferentes áreas da vida do paciente)
Deixar que ele registre no Diagrama de Conceitualização Cognitiva as situações
Fazer o significado do PA com o paciente na sessão Também chamada de Conceituação Cognitiva
Explicar ao paciente o Modelo Cognitivo
Usar exemplos cotidianos, ter certeza de que ele entendeu a relação entre pensamento, emoção e comportamento
Fazer a conceitualização previamente e discuti-la com seu supervisor, caso tenha dúvidas
Construir a conceituação com o paciente na sessão Profa. Dra. Carmem Beatriz Neufeld

Estagiária PAE: Mestranda Anelisa Vaz de Carvalho Terapia Cognitiva busca:

Desativar os modos (são modos reduzidos para um nível de repouso)


Modificar sua estrutura e conteúdos;


Construir modos mais adaptados para neutralizar os disfuncionais.


A farmacoterapia neutraliza diversos modos patológicos, mas como não altera sua estrutura, não impede a recorrência do transtorno Sistemas Primários O modo quando ativado recorre a sistemas congruentes para implementar seu “objetivo”


As reações variam em intensidade e limiar


Fenômeno da sensibilização: quando um modo é subliminarmente energizado, acaba sendo ativado por evento relativamente insignificante A ativação do modo em particular é geralmente previsível a partir das circunstâncias, ou seja, da interpretação que a pessoa faz dos eventos. Modos - uma teia de suborganizações específicas dentro da organização da personalidade que incorporam seus sistemas básicos: cognitivo, emocional, comportamental, fisiológico e orientativo.


O modo produz uma resposta síncrona às demandas externas, implementando objetivos internos. Distorções cognitivas Hipergeneralização Distorções cognitivas Hiperpersonificação Distorções cognitivas Abstração Seletiva “Não importa o 10 em todas matérias, e sim o 6 naquela de maior dificuldade” Pensamentos Catastrofização Distorções cognitivas Referem-se a pressupostos, regras/expectativas e suposições
Surgem a partir de uma tentativa de dar sentido ao nosso ambiente
Também chamadas de subjacentes ou condicionais
Representam raciocínio de “se ... então”
São mais enraizadas do que os PA
São responsáveis diretos pelos PA Entendimentos profundos e fundamentais não articulados conscientemente
Percepções consideradas verdades absolutas e imutáveis
Também chamadas de nucleares
Globais, rígidas, supergeneralizadas e trans-situacionais
Quando disfuncionais, são o principal foco da terapia cognitiva Rede estruturada e inter-relacionada de crenças que orientam o indivíduo em suas ações e posturas do dia-a-dia
Os esquemas podem conter outros esquemas
Formam toda a organização do conhecimento (RM, Conceitos, Esquemas)
Podem estar inativos ou ativados (Nodos)
São ativados por estímulos ambientais (internos ou externos) Os indivíduos constroem ativamente a realidade
A cognição medeia o afeto e o comportamento
A cognição é passível de ser conhecida e acessada
A mudança na cognição é um componente central no processo de mudança do ser humano. Profa. Dra. Carmem Beatriz Neufeld

Estagiária PAE: Mestranda Anelisa Vaz de Carvalho História e situação atual de vida
Existência de experiências traumáticas
Estado geral de saúde
História psiquiátrica e psicoterapêutica
Estado mental e de humor
Recursos de enfrentamento e outras habilidades
Caracterização do problema (sintoma) Tipo de terapia: escutar as expectativas do cliente e explicar a Terapia Cognitiva

Tempo aproximado: duração APROXIMADA da terapia

Aliança terapêutica: ativa, colaborativa e desmistificada, cordial e segura

Colaboração do cliente: participação ativa, fundamental e progressiva Também chamado de conceitualização, formulação ou enquadre cognitivo de caso
Proposta direcionada de adesão do cliente à terapia
Duração entre 3 e 5 sessões
Formular o caso é elaborar um modelo, uma representação demonstrativa de como o cliente está funcionando e de como a terapia vai atuar. Conceitualização cognitiva = o mapa


A conceituação cognitiva é a base da aplicação com sucesso das técnicas


Além de primordial, é a parte mais difícil da terapia cognitiva, pois demanda além de treino, incorporação da filosofia da teoria subjacente.


Também chamada de Conceituação Cognitiva Os transtornos psiquiátricos podem ser caracterizado em termos de um modo especifico.


Os modos primários não são necessariamente disfuncionais (ex: construtivo, expansivo, alegria, defensivo, ansiedade, tristeza, ataque ou agressão, etc.) Distorções cognitivas Pensamento Dicotômico “Se os outros não me dão atenção o tempo todo é porque sou um completo imprestável.” Distorções cognitivas Minimização “Qualquer pessoa do bairro é mais bonita que eu”
video Distorções cognitivas Interferência Arbitrária Nível mais superficial de cognição
Palavras ou imagens reais
São espontâneos
São específicos à situação
São poderosos em desencadear reações: emocionais, comportamentais e fisiológicas Tabela adaptada de J. Beck (2007) pp. 35. Exemplos de crenças centrais negativas sobre si nas diferentes categorias Níveis de Pensamento PENSAMENTOS AUTOMÁTICOS PENSAMENTOS AUTOMÁTICOS PENSAMENTOS AUTOMÁTICOS PENSAMENTOS AUTOMÁTICOS CRENÇAS INTERMEDIÁRIAS PENSAMENTOS AUTOMÁTICOS CRENÇAS CENTRAIS Informação técnica: terapeuta e paciente irão compartilhar dos achados técnicos no decorrer da terapia

Tarefas externas: explicar a importância das tarefas extra-sessão

Eficácia: após o diagnóstico, esclarecer a eficácia que a terapia cognitiva costuma ter em casos similares ao que esta sendo apresentado pelo cliente Profa. Dra. Carmem Beatriz Neufeld

Estagiária PAE: Mestranda Anelisa Vaz de Carvalho Sintomas são resultado de interpretações e significações que a pessoa faz do Self, do ambiente e do futuro (tríade cognitiva)

Fornece a estrutura para o entendimento de um paciente pelo terapeuta

O terapeuta começa a conceitualização cognitiva na primeira sessão e vai refinando-a até o final do processo terapêutico

Para a construção desta conceitualização toma-se por base o Modelo Cognitivo Distorções cognitivas Maximização “Nunca vou ser bonita se continuar gorda” Mapeamento de variáveis:
Variáveis de modulação do problema
Desencadeadores situacionais
Desencadeadores comportamentais
Fatores cognitivos
Variações afetivas
Alterações fisiológicas
Desencadeadores interpessoais
Fatores mantenedores
Respostas de evitação Esquemas
Cognitivos

Atribuição de Significado
Expectativas
Memória
Crenças Sistema Fisiológico Esquemas
Comportamentais Esquemas
Motivacionais Esquemas
afetivos Esquema Orientativo EMOCIONAL
COMPORTAMENTAL
FISIOLÓGICA REAÇÕES SITUAÇÃO PENSAMENTOS AUTOMÁTICOS CRENÇA INTERMEDIÁRIA CRENÇA CENTRAL
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