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Revisão ENEM 2014

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Bruno Henyson

on 10 October 2014

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Transcript of Revisão ENEM 2014

REVISÃO ENEM
Colégio Divina Providência
2014
AULA 01:
DA ESCRAVIDÃO A SERVIDÃO:
CINTHYA LIMA, CLÁUDIO ZUMAÊTA E ANA MARIA

BEM - VINDOS!
SEJAM
Mercantilismo
Reserva:
Terreno de propriedade do Senhor Feudal, explorados pelo trabalho que os funcionários devem fazer de acordo com o pagamento das rendas . A produção era exclusivamente para o Senhor.
Aldeia:
Lugar de residência dos camponeses.
Manso:
Pequenos terrenos cedidos pelo Senhor aos componeses para seu mantimento. Em troca deveriam pagar uma renda em dinheiro e serviços pessoais em uma reserva.
Bosque
: De propriedade exclusica do Senhor que podia autorizar aos servos a buscar lenha ou cassar.
Castelo:
Lugar de residência do Senhor e suas guardas militares.
TRANSFORMAÇÕES NA PRODUÇÃO FEUDAL
PRINCIPAIS ROTAS COMERCIAIS DO SÉCULO
XIII
AS NOVAS FORMAS DE TRABALHO
DESENVOLVIMENTO INTELECTUAL E ARTÍSTICO
Mudanças que marcaram as artes na Europa da Baixa Idade Média:
CRUZADAS
1096 - 1270
AS CRUZADAS
BAIXA IDADE MÉDIA
X
RICARDO CORAÇÃO
DE LEÃO
SALADINO
Crise do Sistema Feudal
FIM DA INVASÕES BÁRBARAS
BAIXA MORTALIDADE
AUMENTO DA POPULAÇÃO
FALTA DE TERRAS
NECESSIDADE DE AUMENTO DA PRODUÇÃO:
#ROTAÇÃO DE CULTURAS
#ARADO DE FERRO COM RODAS
#CAVALO SUBSTITUI O BOI
UTILIZAÇÃO DAS FERRADURAS
Fatores das Cruzadas
"REABRIR" O MEDITERRÂNEO
- aumentar a dinâmica comercial
CONQUISTA DE NOVAS TERRAS
DIMINUIR POPULAÇÃO EUROPÉIA
(marginalizados)
REUNFICAÇÃO DA IGREJA
(Cisma 1054)
PEREGRINAÇÃO RELIGIOSA
SALVAR O SANTO SEPULCRO DE CRISTO
("GUERRA SANTA") DOS TURCOS SELJÚCIDAS
1095: Urbano II convoca os cristãos para combaterem os Infiéis Muçulmanos do Oriente

(Concílio de Clermont)

PAPA URBANO II
1ª CRUZADA
# Conquista de Jerusalém
# Ordens Religiosas
Ex: Templários
CAVALEIRO TEMPLÁRIO
2ª CRUZADA
# Muçulmanos reconquistam
Jerusalém;
SALADINO I
Cristãos destruídos por Saladino I
(1096-1099)
(1147-1149)
3ª CRUZADA
(1189-1192)
# CRUZADA DOS REIS
# FREDERICO BARBARUIVA – SACRO IMPÉRIO
RICARDO CORAÇÃO DE LEÃO
4ª CRUZADA
(1202-1204)
# MOTIVAÇÃO ECONÔMICA
# FINANCIADOS PELO GOVERNO DE VENEZA
BATALHA CONSTANTINOPLA
#TOMAM: CONSTANTINOPLA (BIZÂNCIO)
Cruzada das Crianças
(1212)
# ALMAS PURAS IRIAM LIBERTAR JERUSALÉM
A CRUZADA DAS CRIANÇAS
# FOI UM DESASTRE, POIS A MAIORIA DAS
CRIANÇAS MORREU DE FOME OU DE FRIO
# AS QUE SOBREVIVERAM FORAM
VENDIDAS COMO ESCRAVAS

5ª Cruzada
# FUGA PARA O EGITO DOS CRISTÃOS
(1217-1221)
6ª Cruzada
# NEGOCIAÇÃO COM MUÇULMANOS

(1228-1229)
# PEREGRINAÇÃO LIVRE

# DERROTA EM GAZA DOS CRISTÃS;

7ª Cruzada
# EGITO: CRISTÃOS DERROTADOS
(CHEIAS DO NILO + EPIDEMIAS)
(1248-1254)
8ª Cruzada
# PESTE ASSOLA EXÉRCITOS
CRISTÃOS DEFINITIVAMENTE PERDEDORES!

MAS, CONSEGUEM TRAZER NOVO ÂNIMO PARA O COMÉRCIO MEDITERRÂNICO;
(1270)
A CRISE DO FEUDALISMO
Ao longo do século XIV, a Europa ocidental foi acometida por uma grave crise que se manifestou em diversos aspectos:
Problemas climáticos.
Revoltas de trabalhadores urbanos.
Revoltas e fugas de camponeses.
Queda da produtividade agrícola e fome.
Grande mortandade causada pela peste negra.
Enquanto os senhores feudais declinavam, a burguesia se enriquecia com o comércio e os reis fortaleciam seu poder.

Respostas à crise do século XIV
As camadas sociais da Europa da Baixa Idade Média reagiram de diferentes maneiras à crise do século XIV:
Insurreição camponesa e de trabalhadores urbanos contra a ordem feudal.
Disputas dinásticas entre os nobres para ampliar suas riquezas. O maior desses conflitos foi a Guerra dos Cem Anos.
A burguesia apoiou o fortalecimento do poder dos reis para restabelecer a ordem e abrir novos mercados.
Surgia uma nova Europa, caracterizada pela centralização do poder real, pela busca de novas fontes fornecedoras de produtos de alto valor comercial e pela presença de novos atores sociais.
Com a formação do Estado Moderno, e Rei tendo poder absoluto respaldado pela Igreja Católica, para proteger os interesses da Burguesia, adota uma política econômica que ficou conhecida como:
MERCANTILISMO.
Portugal foi o primeiro país a ter seu poder centralizado com a Revolução de Avís (1.383) – disputa pelo trono entre D. Leonor Teles e Mestre João de Avis;
Adotou a política mercantilista cujo objetivo era: fortalecer o rei e enriquecer a burguesia.
1) Metalismo: acúmulo de ouro e prata
(cunhagem de moedas);
- * desenvolvimento de atividades comerciais ou exploração de novas terras.
Características:
2) Balança Comercial Favorável:
desenvolvimento de atividades comerciais.
Exclusivo colonial – determinados produtos só podem ser comercializados com a metrópole – ex: pau-brasil;
Colonialismo:
Pacto colonial: a colônia só pode vender ou adquirir bens que não produza, de sua metrópole.
Determinação de taxas alfandegárias mais altas para produtos estrangeiros, com o intuito de proteger a indústria nacional.
Protecionismo:
Portugal e Espanha – Impérios coloniais (África/Ásia e América)
- comercializados por ouro: enriquecer a burguesia mercantil.
- riquezas: Ouro, marfim, especiarias, escravos, açúcar, tabaco.
Pequenas ou médias propriedades;
Colônias de povoamento:
No caso inglês é permitido o contrabando – comércio triangular com as Antilhas: chá-açúcar-madeira.
Comércio marítimo com outros países.
Atividades manufatureiras;
Trabalho livre assalariado;
Produzem para o mercado externo;
Colônias de exploração:
Grandes propriedades
(latifúndios ou plantations)
Adotam a monocultura
(algodão, tabaco, arroz, açúcar)
Utilizam trabalho escravo;
Grande concentração de poderes nas mãos do Rei;
ABSOLUTISMO
Forma de organização econômica característica do Antigo Regime;
MERCANTILISMO
Entre os séculos XV e XVII
Ao conjunto dessas características que ocorreram na transição da Idade Média para a Moderna nós chamamos de
Antigo Regime
;
A formação das monarquias nacionais na Baixa Idade Média;
CAUSAS
A crise do século XIV: dissolução das relações de servidão e dos laços de de pendência pessoal;
As revoltas camponesas e urbanas.
A contestação ao poder universal da Igreja: Reforma.
As mudanças culturais expressas pelo Renascimento.
A aliança do Rei com a burguesia.
O desenvolvimento do comércio.
CAUSAS
Nobreza:
interessada na repressão das revoltas camponesas, na proteção da propriedade das terras e na manutenção de seus privilégios;

OS INTERESSES
Burguesia:
interessada na melhoria das estradas, na segurança pública, na unificação das moedas, na padronização de pesos e medidas, na criação de leis com âmbito nacional e o desenvolvimento do comércio.
OS INTERESSES
Centralização e unificação administrativa.
CARACTERÍSICAS
Imposição da justiça real.
Unificação do sistema de pesos e medidas.
Unificação monetária.
Arrecadação de impostos “reais”.
Formação de um exército.
Formação de uma burocracia.
CARACTERÍSICAS
Thomas Hobbes
Obra: “Leviatã”
TEORIAS QUE JUSTIFICAM O ABSOLUTISMO
Jacques Bossuet
Obra: “Política
segundo a sagrada escritura”
TEORIAS DO DIRETIO DIVINO
Jean Bodin
Obra: “A República”
Nicolau Maquiavel
Obra: “O Príncipe”
Patrística x Escolástica
Arte românica →
séculos XI a XIII → manifestou-se, na arquitetura, na construção de edifícios sóbrios e poucos iluminados; e, na pintura, na produção de imagens bidimensionais e profundamente religiosas.
Arte gótica →
séculos XII a XV → catedrais de arquitetura majestosa e com grandes vitrais, esculturas expressando a beleza divina e pinturas mostrando a leveza da religiosidade.
Thomas Hobbes - Obra: “Leviatã”
QUESTÃO
Se olharmos de perto a imagem, vamos ver que o corpo do Leviatã, ou seja, do Estado, se encontra conformado por um monte de pessoas pequenas. Desta escolha da imagem, podemos deduzir que:
a) O Estado não é mais que a somatória de todas as pessoas que conformam a sociedade, mas que seu poder não se encontra relacionado com elas, o que faz com que o Estado seja autônomo.

b) As pessoas que conformam o corpo do Leviatã são as pessoas que trabalham como funcionários do Estado, já que eles são a expressão do seu poder e autoridade.

c) As pequenas pessoas que ali conformam o corpo do Estado são os cidadãos que escolheram aquele tipo de Estado, enquanto as pessoas que não concordaram com a política desse Estado não são consideradas fundamento do mesmo.

d) As pessoas que conformam o corpo do Leviatã, ou seja, do Estado, representam a vontade popular. É um meio gráfico para transmitir que o fundamento do Estado são os direitos que todos os cidadãos têm pela sua condição de homens.

Manifesto Republicano
1870
Lei do Ventre Livre
1871
Convenção Republicada de Itu
1873
Sociedade Positivista do Rio de Janeiro
1878
J. Nabuco (dep. PE) propõe PL que extingue a escravidão, com indenização, até 1890.
1880
É publicado o "Abolicionismo de Nabuco"
Confederação Abolicionista (abolição imediata e sem indenização)
1883
Escravidão é extinta no Ceará
1884
Lei dos sexagenários
(liberdade aos escravos com mais de 60 anos)
1885
Fundado Cidade do RJ, Jornal abolicionista (J. do Patrocínio)
1887
Abolição dos escravos (Lei Áurea)
1888
Proclamação da República
1889
A TRAJETÓRIA DO NEGRO
A Cultura e o Folclore
são meus
Mas os livros foi você
quem escreveu
NEGRO COMO OBJETO
- Uma visão distanciada
(literatura sobre o negro)
NEGRO COMO SUJEITO
- atitude compromissada (literatura do negro)
X
SER ESTERIOTIPADO
- é a corporização física de um mito baseado na visão que o percebedor tem do papel sociocultural de seu receptor e de si mesmo.
O PRÉ-CONCEITO CONTRA O NEGRO
Um dos mais arraigados;
O negro tinha um defeito:
-“SUA COR”
Associada com:
- a maldade
- a feiura
A CONVERSATION
ABOUT RACE
A cor branca:
-a bondade
- a beleza
“... sem atingir a dignidade de homem livre, e sem reconhecer e sentir a absoluta submissão de escravo.”
(Simeão, O Crioulo)
"Eu nasci assim,
Eu cresci assim,
Gabriela"
- O escravo fiel:
eterno escravo, incapaz de contribuir para o desenvolvimento da nação
A figura do negro infantilizado,
-associado à animalização aparece na figura de Bertoleza no romance O cortiço (1900), de Aluisio de Azevedo.

Raimundo, o belíssimo mulato de olhos azuis criado por Aluisio de Azevedo em O mulato (1881)

A escrava Isaura,
do livro do mesmo nome escrito por Bernardo Guimarães (1872) .
- O escravo nobre:
vence por costa de seu branqueamento, embora a custa de muito sacrifício;
-No mesmo livro: do negro ou do mestiço de negro erotizado, sensualíssimo, objeto sexual representado na figura da Rita baiana e do mulato Firmo.
"Vida de negro
é assim"
NAVIO NEGREIRO
Em "Navio Negreiro" o apelo a que empunhem
a bandeira da libertação é feito aos "heróis do Novo Mundo", a Andrada, o patriarca da Independência brasileira, a Colombo, o descobridor da América.
Zumbi nem pensar...
Domingos Caldas Barbosa;
Mário de Andrade;
Gonçalves Dias;
Jorge de Lima;
Machado de Assis;
Cruz e Souza;
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