Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Parnaiba Basin

UFRJ - Petroleum Geology
by

Ludmyla Barbosa

on 9 July 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Parnaiba Basin

Bacia do Parnaíba

Bacia do Parnaíba
Geologia do Petróleo (IGL508) - UFRJ
N
S
Brasil
Referências
Camilla Harumi Orlandi Ito
Felippe Pardini de Souza
Ludmyla Carolina Mariano Barbosa
Mariana Frias de Albuquerque
Marina Maiolino
Rafael Augusto Bastos Rodrigues Alves


Universidade Federal do Rio de Janeiro Escola Politécnica
Sistema Petrolífero
Migração
Geradora:
Reservatórios:
Selos:
Trapas
Maturação e Qualidade
Fm. Pimenteiras
Fm. Cabeças
Fm. Poti
Fm. Longá
Fm. Pedra de Fogo
Intrusões basálticas no Jurássico
Fm. Mosquito, Fm. Sardinha
Contato direto geradora-reservatório
Diques de diabásio
Falhas
Tipo de Bacia
De tipo I
Intracontinental, Cratônica, Interior simples.
De Sinéclise
Arcabouço Estratigráfico
Embasamento:
Rochas metamórficas / Mesoproterozóicas
Rochas cristalinas / Neoproterozóico
Depósitos Imaturos
Formação Riachão
Grabem Jaibaras
Estruturas grabenformes
Leques aluviais de escarpas de falhas
Arenitos fluvio-lacustres
Mesclado com extensos pacotes de folhelhos
Sedimentos siliciclásticos
Sistemas Petrolíferos Primários
COT > 2% (Máximo 6%)
Carta de Eventos e Perfil
Grupo Serra Grande
Acumulação:
- Início: Final da Orogenia Brasiliana
- Final: Orogenia Caledoniana

Sequência Siluriana/Devoniana

Ingressão marinha

Ciclo transgressivo–regressivo completo


Formação Ipu
Siluriano
Arenito hialino, médio a grosso,
de origem fluvial anastomosado
Siltitos, folhelhos e diamictitos
com influência periglacial
Formação Tianguá
Siluriano

Folhelho cinza escuros bioturbados,
depositados em ambiente nerítico

Superfície de inundação máxima

Formação Jaicós
Siluriano/Devoniano

Arenitos grossos, mal selecionados

Sistema fluvial entrelaçado

Término da sedimentação marcada
pela Orogenia Caledoniana

Intervalo regressivo dessa sequência

Grupo Canindé
Acumulação:
- Início: subsidência termal e aumento da rigidez flexural
- Final: soerguimento durante a Orogenia Eo-herciana

Sequência Mesodevoniano/Eocarbonífera

Maior ingressão marinha

Ciclo Regressivo-Transgressivo

Discordância


Formação Itaim
Arenitos finos a médios, com intercalações
de folhelhos bioturbados

Ambientes deltaicos e plataformais

Dominado por processos de marés e tempestades: presença de Hummockys


Espessas camadas de folhelho escuro
ricos em matéria orgânica

Ambiente nerítico dominado por tempestades

Afloramento bem exposto na cidade de Picos (PI)

Formação Pimenteiras
Formação Cabeças
Arenito fino bem selecionado

Ambiente nerítico sob ação de
correntes de marés ou oceânicas

Eventual influência periglacial,
representada por diamictitos

Arenito fino a médio, bem selecionado,
ambiente fluvial. Importância como reservatório

Formação Longá
Arenito cinza-esbranquiçado,
intercalado com folhelho e siltito

Ambientes de deposição como shoreface/ submaré inferior e superior, canal flúvio-estuarino e planície de maré, sob condições climáticas de aridez, conforme evidenciado por tepees e concreções do tipo “rosa do deserto”.

Ocasionalmente sob influência de tempestades.

Formação Poti
Sequência Neocarbonífera/Eotriássica

Acumulação:
- Início: mudanças estruturais e ambientais marcantes
- Final: soerguimento resultante da Orogenia Gonduanide

Grupo Balsas
Na Bacia:

Eixo deposicional NE e NW
Mares abertos de ampla circulação

Centro da bacia
mares restritos sob clima árido

No mundo:

Clima glacial


Clima quente com variações da umidade e crescente aridez
Extinção em massa da fauna e flora marinha e terrestre


Na América do Sul:

Orogenia Allegheniana, relacionada à colisão final dos continentes Laurásia e Gondwana
Soerguimentos generalizados e deflexões locais - acumulação de sedimentos na Bacia do Parnaíba

"Fundamentos da Engenharia de Petróleo" (Editora Interciência)
ANP. "
Brazil Rounds
- 12"
Arquivo Pessoal (M. Mendes)
ANP. "
Brazil Rounds
- 12"
Boletim de Geociências da Petrobras (1994)
Formação Piauí
Arenito fino a médio, intercalado por folhelho
Duas Interpretações
1 - ambiente continental e litorâneo
2 - ambiente fluvial, com contribuição eólica

Histórico Exploratório
Formação Pedra de Fogo
Grande variedade de rochas
Ambiente nerítico raso a litorâneo, com planícies de sabkha e eventualmente sob influência de tempestades (GÓES & FEIJÓ, 1994)
Formação Motuca
Composta majoritariamente por siltito, arenito fino a médio, anidrita e raros calcários

Ambiente continental desértico , controlado por sistemas lacustres
Formação Sambaíba
Arenito fino à médio e bem selecionado, com
estratificação cruzada de grande porte


Sistemas eólicos em ambiente desértico
United States Geological Survey
Trapa Hidrodinâmica, sistema de gás "Basin Centered"
Falhas e Soleiras de diabásio
Formação Mosquito
Período Jurássico


Rochas ígneas extrusivas e intrusivas


Argila bentonítica
Grupo Mearim
Triássico : ocorre nova subsidência causada pelo magmatismo básico

Jurássico : deposição exclusivamente continental

Repousa discordantemente sobre o Grupo Balsas e a formação Mosquito e sob às formações Grajaú, Codó, Itapecuru e Sardinha
Formação Pastos Bons
Jurássico

Formado por siltito e folhelho/argilito

Ambiente flúvio-lacustre
Formação Corda
Jurássico

Caracterizado por arenito fino a grosso e raros níveis de sílex

Ambiente continental desértico, controlado por sistemas lacustres
Origem no Cretáceo

Rochas ígneas extrusivas e intrusivas
Formação Sardinha
Sequência Cretácea
Formação Codó
Composta por folhelhos, calcários, siltitos, gipsita/anidrita e por arenito com níveis de sílex e estromatólitos

Ambiente Estuarino/Lagunar
Formação Grajaú
Predomínio de arenitos esbranquiçados, finos a conglomeráticos

Ambiente marinho restrito.
Formação Itapecuru
Predominância de arenitos, com ocorrência subordinada de pelitos e arenitos conglomeráticos

Ambiente Estuarino/Lagunar em clima semi-árido
Contexto Geológico e Litoestratigrafia
Grupo Serra Grande
Grupo Canindé
Grupo Balsas
Principais formações da bacia em importância exploratória:
Grupo Mearim
Grupo
"
Brazil Rounds
- 12"/ANP

Mendes (2007)
Boletim de Geociências da Petrobras (edições variadas)
Obrigado!
Ainda se tem muito pouco
conhecimento sobre essa bacia
no que se refere à geologia do petróleo.

FRONTEIRA EXPLORATÓRIA
Fases Exploratórias
Início dos Anos 50
1953-1966
1975-1988
1988-1993
2002-Hoje
INVESTIMENTOS
Sísmica de Reflexão
Onde há mudança na litologia?
Nenhum poço perfurado.
Apenas reprocessamento de dados sísmicos e perfis.
INVESTIMENTOS
RODADAS
DE
LICITAÇÃO
Criação (2012)
Declaração
de
Comercialidade
Descoberta
de
Gás Natural
Futuro promissor...
Poços Exploratórios
Quebra de paradigma
Porosidade = 28%
Distribuição
de
Petróleo
Distribuição
de
Gás
Folhelho e siltito cinza e arenito branco,
fino e argiloso

Ambiente nerítico dominado por tempestade


CPRM
Interpretação 1
Full transcript