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Teorias da sociologia contemporânea

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andre comino

on 12 November 2013

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Transcript of Teorias da sociologia contemporânea

Teorias do conflito


Busca evidenciar as desigualdades sociais por meio de ideologias mais igualitárias, por meio de estudos sobre os movimentos sociais, ou de ideias de libertação do indivíduo da prisão do Estado totalitário e punidor.A Teoria do Conflito entende que a civilização é constituída por dois grupos principais que lutam pelo uso dos recursos terrestres limitados. Karl Marx foi criador desta teoria, e ele cria que existiam duas classes de pessoas: os burgueses e a classe operária. A Teoria do Conflito acredita que a classe operária e a classe burguesa precisam estar em equilíbrio para que não haja criminalidade. Para controlar o crime novas leis são criadas pela elite para continuar mantendo o bem estar comum e o seu controle sobre a classe operária. Se a opressão aos operários e muito forte, eles devem protestar e reclamar pelo que não agrada.
Teorias interacionistas
A teoria interacionistas ou interacionismo simbólico pode ser considerado uma perspectiva teórica e metodológica inacabada, que surgiu, na década de 1930, no âmbito da sociologia norte-americana, por iniciativa do sociólogo Herbert Blumer (1900-1987), membro da Escola Sociológica de Chicago. O foco do interacionismo simbólico concentra-se, justamente, nos processos de interação social - que ocorrem entre indivíduos ou grupos - mediados por relações simbólicas. O interacionismo simbólico surgiu em oposição às teorias sociológicas de caráter totalizantes, como o Funcionalismo, que concebe as relações e ações sociais como derivadas das normas e regras sociais pré-estabelecidas.
Na perspectiva do interacionismo simbólico, para além das ações sociais condicionadas pelo arcabouço normativo da sociedade, há uma enorme variedade de interações sociais que ocorrem de modo a formar coletividades separadas, que levam à constituição de determinados grupos sociais, cada qual com suas regras e normas de conduta, validadas e aceitas pelos indivíduos que os compõem.
As interações sociais, porém, são processos dialéticos, pois os indivíduos constroem os grupos e coletividades sociais dos quais fazem parte, mas, ao mesmo tempo, esses grupos e coletividades interferem na conduta do indivíduo.

Teorias da sociologia contemporânea
Teorias funcionalista, teorias de conflito, utilitaristas e as teorias interacionistas
Teoria utilitarista
O utilitarismo é uma teoria ética que propõe que atos e intenções não são bons ou ruins em si, mas sim à medida que produzem consequências de valor (utilidade) positivo ou negativo, segundo algum critério de avaliação. Na sua versão original, o utilitarismo clássico, atos são avaliados segundo a diferença na quantidade de felicidade ou sofrimento que produzem no mundo, de maneira que a melhor forma de agir é a que gera a maior diferença positiva de felicidade no mundo.
Assim, atos como ajudar, amar, roubar e matar não são sempre bons ou ruins, serão bons quando causarem boas consequências (p.e. gerando felicidade e/ou evitando sofrimento) e ruins quando causarem o contrário. Deve-se portanto agir da maneira que provocará mais felicidade e menor sofrimento, todas as outras formas deixam de produzir bens ou provocam males desnecessariamente. Acreditou que uma melhoria gradual do nível de instrução da sociedade, os povos seriam mais corretos acerca da decisão em escolher a base do cálculo racional para seu próprio benefício em longo prazo, e conseqüentemente tomar a decisão mais justa que tendesse cada vez mais a promover a felicidade geral. Nesta linha de pensamento, as leis devem ser socialmente úteis e não meramente para refletir algo abstrato. Acredita que quando os homens perseguem o prazer e evitam a dor, Bentham chamou esse procedimento de “a true sacred” (uma verdade absoluta). Supôs ainda que toda a moralidade poderia ser derivada do “self-interest enlightened” em que uma pessoa que agissem sempre com vista a sua própria satisfação máxima ao longo prazo agiria sempre conforme o direito.
Teorias funcionalistas
É uma teoria sociológica que procura explicar fenômenos sociais realizando o papel das instituições na sociedade. Se uma determinada mudança social promove um equilíbrio harmonioso, é considerado funcional se o saldo é disfuncional e não tem nenhum efeito se não é funcional. O individuo desempenha a função, no meio e estrutura social, visa a excelência das coisas. Para a proposta da teoria, Émile Durkheim acreditava que o princípio que o homem seria apenas um animal selvagem que só se tornou humano porque se tornou sociável, ou seja, foi capaz de aprender hábitos e costumes característicos de seu grupo social para poder conviver no meio deste. Para Robert Merton, outro pensador acreditava que devíamos se ajudar com um alcance, para entender fenômenos sociais específicos. Uma teoria de médio alcance começa com aspectos dos fenômenos sociais. Devem ser constituídas com referencia aos fenômenos que são observáveis.
Anthony Giddens
Teoria da estruturação visa evitar extremos estruturais ou agente de determinismo. O equilíbrio de agência e estrutura é referida como a dualidade da estrutura: as estruturas sociais fazem ação social possível, e ao mesmo tempo que a ação social cria as muitas estruturas. Para Giddens, as estruturas são regras e recursos (conjuntos de relações de transformação), organizado como propriedades dos sistemas sociais. Regras são padrões de pessoas que podem seguir na vida social. Recursos relacionam com que é criado pela ação humana, e não são dadas por natureza. A teoria emprega um recursiva noção de ações restritas e ativado por estruturas que são produzidos e reproduzidos por essas ações, conseqüentemente, esta teoria tem sido adotado por aqueles com inclinações estrutalista, mas que desejam situar tais estruturas na prática humana, como um tipo ideal ou a propriedade material. Além disso, a teoria da estruturação distingue entre conhecimento discursivo e prático, reconhece os atores como tendo conhecimento é reflexivo e situado, e que o uso habitual torna-se institucionalizado.
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