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Trabalho Vivo - Tomo 2 - Cap.3

outra forma de civilidade: A cooperação
by

Claudio Brunoro

on 11 May 2013

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Transcript of Trabalho Vivo - Tomo 2 - Cap.3

centralidade do trabalho Conceito crítico de trabalho TRABALHO Como proceder para sustentar:
A mobilização das inteligências e das personalidades?
A dinâmica contribuição x retribuição?
A dinâmica visibilidade x confiança Exercício de inteligência
formação de habilidades
e prazer COOPERAÇÃO Espaços Formais
Espaços Informais Atividade de Deliberação Conseguir fazer juntos
reconhecimento de habilidades Deontologia do fazer Reconhecimento
&
Agir Comunicacioanal Engajamento do indivíduo Proteção de si: identidade
Realização de si mesmo: reconhecimento Mobilização Subjetiva Esfoços de inteligência
Esforços de elaboração
Esforços para integrar-se Riscos e Esforços do fazer gratificação identitária Conhecer o real do trabalho prescrito (coordenação) x real (cooperação)
visibilidade
confiança e lealdade
controvérsia e deliberação
arbitragem
consentimento e disciplina Organização do Trabalho A construção do sentido do trabalho pelo reconhecimento pode transformar o sofrimento em prazer! Outra forma de civilidade:
A cooperação Trabalho Vivo Christophe Dejours O trabalho vivo não diz apenas respeito à ordem individual. Trabalhar passa também pelas formas de cooperação. As teorias da sociedade, em regra, não acordam à organização do trabalho um lugar determinante na formação ou na desestruturação dos seres humanos Efetivamente, as coisas que temos que aprender antes de poder fazê-las, aprendemo-las fazendo. O trabalho vivo não consiste apenas em produzir, mas implica transformar-se a si próprio. A relação com o trabalho poderia desempenhar um papel chave na formação e na transformação da polis introdução capítulo 1 Trabalhar é preencher o hiato entre o prescrito e o efetivo. Trabalho é o que implica o fato de trabalhar É impossível atingir a qualidade caso se respeite à risca as prescrições. Trabalho é o “trabalhar”, um modo específico de engajamento da personalidade para enfrentar um tarefa definida por constrangimentos. O caminho a ser percorrido entre o prescrito e o efetivo deve ser a cada momento inventado ou descoberto pelo sujeito que trabalha. Nenhuma organização funciona por si automaticamente. Todo sistema necessita não apenas da obediência, mas também de seu zelo, de sua dedicação, de sua inteligência.

Se o trabalho pode gerar o pior, ele pode também gerar o melhor. Isso depende de nós e de nossa capacidade de pensar, graças a uma renovação conceitual, as relações entre subjetividade, trabalho e ação. Capítulo 2 A emancipação concebida como esforço pessoal pode requerer uma passagem pela junção de muitos esforços individuais. O medo gera formas de “estratégias coletivas de defesa” e até “ideologia defensiva”. O medo no trabalho catalisa a formação de coletivo que não são os mesmo fundados sobre a referência de uma obra comum. Na medida em que se trabalha, não se trata apenas de produzir, mas também de proteger-se contra os riscos do trabalho. Na passagem da coesão (que repousa sobre ligações de civilidade) à coesão (que repousa na referência do inimigo comum), é necessário considerar a neutralização e desestruturação das ligações de solidariedade e de cooperação sob o efeito do medo. Qual o lugar que se deve atribuir às relações de trabalho na análise desses processos onde são observados simultaneamente a cultura e o viver junto? O sofrimento é também o ponto de partida. O trabalho não é apenas uma atividade, é ainda uma relação social. + Clínica do trabalho Antropologia psicanalítica
(Atividade Humana) FORÇA EXTRAORDINÁRIA DO TRABALHO Fonte do processo civilizatório Civilidade
Viver Junto
Compreensão Genuína
x
Reduzida Estratégias de Defesa Ideologia defensiva X ? ? ? X "O que foi resumido nesse livro é uma espécie de proposta de introdução ao temário de antropologia filosófica e política levantadas a partir da análise do trabalho vivo que contém em si um manancial do qual se pode, se assim decidirmos, extrair os recursos inestimáveis para honrar a vida". (p.212)
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