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A MULTIDÃO CRIMINOSA

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by

cc braz

on 7 April 2014

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Transcript of A MULTIDÃO CRIMINOSA

Conceitos de multidão
O estudo da Multidão Criminosa
A influência de FERRI
Conclusões
Conclusões
Tipos de Multidão

1- Aglomeração ou grande ajuntamento de pessoas;

2- Grande quantidade de pessoas indistintamente percebidos.
2-Civilização é o ato de civilizar, o que implica impor regras fixas, disciplina, passagem do instinto para o racional, o comportamento dos indivíduos em multidão tende ao contrário, se tornando fundamentalmente instintivo, livre, criativo.

Ou seja, um pesadelo para os agentes controladores.

Instituições e governos pouco podem sobre as multidões.
Gustavo LE BON (1841-1931):

Na obra Psicologia das Multidões de 1895 aprofunda o estudo do comportamento dos indivíduos em relação ao grupo e ao espaço social (muito sob influência de Scipio Sighele).
Tanto SIGHELE quanto LE BON demonstram o que o professor de SIGHELE já ensinava em suas aulas.

Para Enrico FERRI a sociedade devia assumir
mea culpa
pelo comportamento criminoso:
"Nos fatos psicológicos, a reunião dos indivíduos não dá um resultado igual à soma de cada um deles".
1- Quando confrontado com o conceito de civilização, a multidão deixa mais evidente o seu caráter que muito preocupa as autoridades e os estudiosos dos comportamentos exibidos em grupos: a falta de controle.
1- as virtuosas e heróicas;
2- as indignadas (Lei de Lynch);
3- as criminosas.


Todas elas podem ser:
1- anônimas: as das ruas;
2- não anônimas: os júris, as assembleias parlamentares).
ccbraz@gmail.com
Cláudio de Castro Braz - 2014

UniRV - Universidade de Rio Verde, Goiás

INPEB - Instituto de Pesquisas e Estudos do Brasil
A MULTIDÃO CRIMINOSA
Conceito de multidão
para a SOCIOLOGIA:

agrupamento de indivíduos que, apesar de heterogêneo e plural, reagem de maneira impulsiva e semelhante por efeito de uma conjugação de elementos como:

1- contato físico;
2- sujeição aos mesmos estímulos.
LE BON afirma que a ação consciente do indivíduo é substituída pela ação inconsciente das multidões e que, independentemente de sua:

1- formação,
2- ocupação,
3- modo de vida,

irá se comportar de acordo com o momento
em que o grupo estiver passando.
Scipio SIGHELE [1868-1913]:

Na obra A Multidão Criminosa fundamenta o estudo do fenômeno.
Em 1891, SIGHELE afirmou que "o estudo dos crimes da multidão é interessantíssimo, principalmente numa é poca em que - desde as greves dos operários até aos motins público, - as violências coletivas da plebe não faltam.

Parece que quer de tempos a tempos aliviar-se, por um crime, de todos os sentimentos que as dore e injúrias sofridas acumularam nela.

Quando vemos aparecer perante os tribunais alguns indivíduos, que se pode prender no meio de um tumulto, os juizes creem ter diante de si, homens que, por si próprios, voluntariamente, vieram assentar-se nesses bancos infames.

Ao passo que não são mais do que alguns náufragos lançados ali pela tempestade psicológica, que os arrasta sem saberem".
O Problema da Multidão para o Estado
Preocupações do Estado com a multidão
1- Estado de defesa (CF/88):
O comportamento em multidão
A execução do comportamento, normalmente quando em multidão, pode ser observado pela sua psicomotricidade na forma de:
1- agitação irritável;
2- agitação explosiva ou agressiva;
3- acompanhadas de distúrbios motores de ordem fundamentalmente psíquica;
4- resultando em agressividade.
Conceito de crime
Conduta humana estabelecida na lei como sendo proibida ou obrigatória.

Todo crime cometido em grupo ou por grupo é apenado com mais rigor, já que a força destrutiva destes indivíduos em multidão cresce sobremaneira.

A lei leva em consideração que o indivíduo possui uma vontade e que ela, enquanto processo volitivo e processo psíquico, permitem ao indivíduo (cognitivamente sadio) escolher como se comportar dentre as várias opções apresentadas.
Os indivíduos em multidão tendem a agir de acordo com o conjunto de suas forças
sem, no entanto, conseguir reproduzir no todo os controles que possuem.

Exemplo destes controles:
1- sua formação familiar;
2- religiosa;
3- sua preocupação com a imagem pessoal, social e profissional, dentre outros.

Como estão aparentemente resguardados pelo anonimato os indivíduos em multidão têm, por um lado, diminuída sua capacidade para raciocinar e aumentada a de ação.
Para Aroldo RODRIGUES, quando as pessoas não podem ser identificadas, elas são mais propensas a exibir condutas anti-sociais [...]
A desindividuação é sempre maior em situações nas quais podemos agir em relativo anonimato porque os indivíduos não podem ser identificados ou singularizados.
Desindividuação
Art. 136. ...preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional...

§ 1º -...as medidas coercitivas a vigorarem, dentre as seguintes:
I - restrições aos direitos de:
a) reunião, ainda que exercida no seio das associações;..
Art. 137. ... decretar o estado de sítio nos casos de:

I - comoção grave de repercussão nacional ou ocorrência de fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o estado de defesa;...
2- Estado de sítio (CF/88):
3- Concurso de pessoas como agravante para quem (Código Penal):
Arts.29 e 62. ...QUEM:
- promove, ou organiza a cooperação no crime ou dirige a atividade dos demais agentes;
- coage ou induz outrem à execução material do crime;
- instiga ou determina a cometer o crime alguém sujeito à sua autoridade ou não-punível em virtude de condição ou qualidade pessoal;
- executa o crime, ou nele participa, mediante paga ou promessa de recompensa.
4- Crimes no Código Penal:
- Art.137, CP- Rixa:
Participar de rixa, salvo para separar os contendores;

- Nos crimes contra o patrimônio. Ex.: Art.159, §1º
in fine
CP- Extorsão mediante seqüestro:
na forma qualificada em associação criminosa;

- Art.288, CP-Associação Criminosa:
Associarem-se 3 (três) ou mais pessoas, para o fim específico de cometer crimes.
Considera-se que o indivíduo se comporte a partir de:

1º- Desejo: o que seria o impulso;

2º - Intenção: o propósito;

3º - Deliberação: a apreciação e opção, quando o indivíduo pondera sobre as opções apresentadas;

4º - Decisão: o momento em que faz a escolha; e,

5º - Execução do comportamento.
Bibliografia
FERRI, Enrico. Sociologia criminal. Editora Minelli, 2006. Sorocaba-SP.

LE BON, Gustavo. Psicologia das multidões. Tradução de Agostinho Fortes. 2 ed. (s/d) Edição da Tipografia de Francisco Luís Gonçalves. Lisboa, Portugal.

_― . As opiniões e as crenças. Edição eletrônica: Ed. Ridendo Castigat Mores, 2001. www.ebooksbrasil.com

RODRIGUES, Aroldo, et al. Psicologia social. Petrópolis-RJ. Ed. Vozes, 1999.

SIGHELE Scipio. A multidão criminosa - ensaio de Psicologia Coletiva. Tradução Adolpho Lima. 2 ed. (s/d) Bertrand. Lisboa, Portugal.


Os presos fogem do presídio,
Imagens na televisão.
Mais uma briga de torcidas,
Acaba tudo em confusão.
A multidão enfurecida
Queimou os carros da polícia.
Os presos fogem do controle,
Mas que loucura esta nação!
Não é tentar o suicídio
Querer andar na contramão?


Quem quer manter a ordem?
Quem quer criar desordem?
Não sei se existe mais justiça,
Nem quando é pelas próprias
mãos.
População enlouquecida,
Começa então o linchamento.
Não sei se tudo vai arder
Como algum líquido inflamável,
O que mais pode acontecer
Num país pobre e miserável?
E ainda pode se encontrar
Quem acredite no futuro...

Quem quer manter a ordem?
Quem quer criar desordem?
Desordem
Titãs
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