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O Último Cabalista de Lisboa

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by

Carolina Charrua

on 6 May 2016

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Transcript of O Último Cabalista de Lisboa


Capítulo 7
Apresentação Oral
Richard Zmiler
Conteúdo Literário
Expressões
"(…) alguns judeus tinham matado filhos, suicidando-se depois, para não terem de se converter à forca, que é uma coisa que me parece escrita numa linguagem incompreensível"
"(…) era uma das raras pessoas que se recusam mentir a si próprias. Era por isso que muita gente a achava rude, ou mesmo desapiedada."
"Por ela verás a minha esperança em que compreendas a necessidade que todos temos de fazer algum sacrifício neste momento decisivo. Se não conseguirmos fazer o que fez o Rabi Gabriel neste fulcro do tempo, então talvez esteja tudo perdido.”

O Último Cabalista de Lisboa
Capítulo 7
Richard Zmiler
Porto Editora
Nasceu a 1 de Janeiro de 1956 em Roslyn Heights (Nova Iorque)
É um grande jornalista, escritor e professor norte-americano.
Trabalhou durante oito anos como jornalista na região de S. Francisco após a sua formação
Após a sua vinda para Portugal, residiu em 1990, na cidade do Porto
Obteve a nacionalidade portuguesa em 2002
Publicou 10 romances, uma coletânea de contos e dois livros infantis
Baseia-se num acontecimento verídico;
Retrata Lisboa em 1506, no reinado de D.Manuel, cercada pela peste e fome, onde é sentida a pressão entre judeus (cristãos-novos) e cristãos (cristãos velhos);
A fome e a peste atingiam a capital sem piedade e os judeus eram culpabilizados por tal, o que levou à morte de milhares.
Berequias é sobrinho de Abraão Zarco, último cabalista de Lisboa assassinado na sua própria casa, sendo o assassinato do tio que move Berequias, com objetivo de descobrir o assassino, para poder vingar o seu mestre.
Recursos Expressivos
Momentos de descrição
“Abanava resignadamente a cabeça e passava pelos cabelos castanhos riçados a mão que tinha livre”
“Ela riu-se, mas o silencio que se seguiu revelava ainda mais claramente o ânimo sombrio que tornava pesado o ar que se respirava naquela casa”
“Enquanto o fumo e as chamas crepitavam com as páginas que se enrolavam e emareleciam, repliquei numa voz que parecia vir de meu tio”
“Fechou os olhos com ar desesperado, as pestanas banhadas de lágrimas”

Personagens
Berequias;
Rana;
Sansão;
Miguel
Espaço
Casa de Rana e de Sansão
Cozinha
Berequias está empenhado em descobrir o assassino da morte do seu tio;
Visita então Rana, esposa de Sansão;
A visita de Berequias deve-se à procura por Sansão, questiona se este tinha tido alguma discussão recente com o seu tio;
Ambos têm esperança que Sansão volte;
Rena conta-lhe da ideia de Sansão em educar o seu filho pelos principios cristãos, pois o judaísmo estava cada vez mais em risco e que poderia ser esse o motivo de uma discussão entre o seu marido e Abraão.
"(...) Era aterrador, como um talismã do mal. (...)" - comparação
"(...) Será possível que o objetivo de vida de alguém surja inesperadamente, no espaço de um único momento? (...)" - interrogação retórica
"(...) Para não ser invadido pela ansiedade (...)" - metáfora
"(...) também Sansão se perdera no vendaval cristão(...)" - hipérbole

Tempo
Abril de 1506
Narrador
Presença: Autodiegético
Ciência: Não omnisciente
Posição: Subjetivo
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