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Revoluções Burguesas: a Invenção da Liberdade

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by

Lucas Paiva

on 24 October 2013

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Revoluções Burguesas:
A invenção da Liberdade
Grupo: Lucas Paiva, Marcelino Araripe, Pedro Leite e Vinícius Franco
V Fórum de Filosofia
24 de Outubro de 2013
Colégio Sapiens
Passagem do feudalismo para o capitalismo
Na Europa medieval, o sistema econômico dominante era o feudalismo, que começou a entrar em falência no século XI, quando:
A fome aumentou;
Os senhores passaram a cobrar dinheiro dos vassalos.
Para produzir lã, os senhores feudais cercaram suas terras, inclusive as comunais, privando-as de seus vassalos.
A partir do momento em que a terra para de ser usada para consumo próprio e passa a ser usada como mercadoria, está instaurado o capitalismo.

Século XVII na Inglaterra
Dois momentos principais ocorreram na Inglaterra durante o século XVII:
Revolução Inglesa
Empirismo Inglês
Na Inglaterra, a população era dividida em três classes:
Aristocracia;
Yeomen;
Gentry
Revolução Inglesa
A gentry e a burguesia mercantil começaram a criticar o poder centralizado do rei, porque eles desejavam que o Parlamento tivesse uma expressão maior de poder do que a aristocracia, eles (a burguesia) reinvindicavam mais posses e mais influência nas decisões políticas no Estado inglês.
Poder na Inglaterra
Coroa - Jaime I
Parlamento
Câmara dos lordes
Câmara dos Comuns
Revolução Puritana
A Revolução Puritana ocorreu de 1640 a 1649;
A gentry e a burguesia começaram a criticar a Coroa inglesa por conta da cobrança de altos impostos de vários produtos. Isso provocou uma chateação do Parlamento;
A oposição entre Parlamento e Coroa aumentou também porque Henrique VIII criou a Igreja Anglicana, a qual manteve a estrutura do clero católico, mas adotou ao calvinismo;
Algum tempo depois, em 1625, Carlos I assumiu o poder, e a tensão aumentou.
Em 1628, o Parlamento obrigou o rei a assinar a Petição de Direitos, a qual fazia com que o primeiro tivesse os poderes intensamente aumentados.
Em 1640, ocorreu uma guerra entre Escócia e Inglaterra, Carlos I foi forçado a convocar o Parlamento a fim de aceitar novos recursos. Assim começou a Revolução Puritana.
Os defensores da entidade parlamentar tiveram confrontos civis com Carlos I até 1649, quando ele foi decapitado pelo puritano Oliver Cromwell.
Revolução Gloriosa
Os revolucionários articularam a derrubada ao rei. O trono foi oferecido a Maria de Orange e Guilherme de Orange.
Em 1688 houve o embate entre as forças reais e seus opositores, marcando o início da Revolução Gloriosa. Jaime II foi deposto e Guilherme de Orange assumiu o poder com o apoio do Parlamento, desde que ele seguisse a Declaração de Direitos.
O Parlamento havia se tornado completamente burguês.
Empirismo
O Empirismo Inglês (Séc. XVII- XVIII) ocorreu após a Revolução Gloriosa.
A teoria empírica foi fortemente defendida pela burguesia inglesa que teve ascensão quando derrubou a monarquia absolutista
A ascensão da burguesia inglesa pode ser relacionada com o plano epistemológico (empirismo) e com o plano sociopolítico (liberalismo).
Hume e Locke
Para o filósofo empirista David Hume, a experiência era a base do conhecimento e não o pensamento. Para ele, vivemos no mundo onde as sensações são mais fortes e importantes do que as ideias. Ele também dizia que
o hábito poderia nos levar a conclusões rápidas e sem sabermos direito o que realmente é. Por exemplo, o caso da gravidade, pois estamos muito acostumados de que ela sempre vai existir, mas não temos certeza sobre se vai continuar ou não.
John Locke dizia que quando nascemos, somos como uma tábua rasa, ou seja, a medida que temos experiências, vamos adquirindo conhecimento.
Segundo ele, “O estado natural tem uma lei de natureza para governá-lo, que a todos obriga; e a razão, que é essa lei, ensina a todos os homens que a consultem, por serem iguais e independentes, que nenhum deles deve prejudicar a outrem na vida, na saúde, na liberdade ou nas posses” (LOCKE, John. Dois tratados sobre o governo, 2005)
Liberalismo
John Locke foi o inventor do liberalismo, corrente econômica baseada em uma série de princípios tanto econômicos quanto políticos e sociais, que focam em liberdade, propriedade privada e distância por parte do Estado nas questões relativas ao mercado. Ele defendia a liberdade individual, como grande defensor do individualismo.
Rousseau e Smith
Jean-Jacques Rousseau foi um dos mais importantes filósofos do iluminismo, tendo sua obra se tornado referência para a formação da mentalidade social no ocidente.

Ele diz que “Encontrar uma forma de associação que defenda e proteja a pessoa e os bens de cada associado com toda a força comum, e pela qual cada um, unindo-se a todos, só obedece contudo a si mesmo, permanecendo assim tão livre quanto antes” (ROUSSEAU, Jean-Jacques, Do contrato social, São Paulo: Nova Cultural, 1999)
Adam Smith foi um dos filósofos iluministas de maior importância. O escocês foi também de grande importância como economista.

Sua principal obra foi 'Ensaio sobre a riqueza das nações', nela ele fala do liberalismo dizendo que “A riqueza de uma nação se mede pela riqueza do povo e não pela riqueza dos príncipes” (SMITH, Adam. Ensaio sobre a riqueza das nações)
Revolução Francesa
• No século XVIII a França, que tinha um regime absolutista, passava por um período de extrema injustiça social.
• A sociedade divida-se em três grandes grupos:
1- Alto clero
2- Nobreza formada pelo rei, sua família, condes, duques, marqueses, etc.
3- Trabalhadores, camponeses e burguesia
• Para agravar a situação, eram exatamente esse grupo do terceiro estado que compunham grande parte da população, e que sustentavam os poucos que viviam de mordomias.
• Influenciados por filósofos iluministas como Diderot, Rousseau, Voltaire, Adam Smith e Montesquieu, o povo foi às ruas.
• O primeiro alvo dos revolucionários foi a Bastilha. A Queda da Bastilha em 14/07/1789 marca o início do processo revolucionário francês, pois a prisão política era o símbolo da monarquia francesa.
• Isso representou o fim do feudalismo.
• "Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, esse era o lema revolucionário francês.
• O Rei Luis XVI e sua esposa Maria Antonieta foram guilhotinados em 1793. O clero não saiu impune, pois os bens da Igreja foram confiscados durante a revolução.
• O poder francês se dividiu em três partes: Legislativo (que faz as leis), exercido pela Assembleia; Executivo (que executa as leis), exercido pelo rei; e Judiciário (que cuida do cumprimento das leis), exercido por juízes eleitos.
• Dentro da Assembleia, do lado direito sentavam-se os chamados girondinos, que eram moderados e queriam o respeito à Constituição. Do lado esquerdo, os deputados radicais, que queriam a implantação da República, limitando o poder real. Os da esquerda eram chamados de jacobinos, como Danton, Robespierre e Marat.
• Quando os três alcançaram o poder, a violência e a radicalização política viraram as marcas desta época. Foi o chamado período do Terror.
• Em 1795, os girondinos assumiram o poder e começaram a instalar um governo burguês na França. Uma nova Constituição foi aprovada, garantindo o poder da burguesia e ampliando seus direitos políticos e econômicos.
• O general francês Napoleão Bonaparte assumiu o poder, após o Golpe de 18 de Brumário (9 de novembro de 1799) com o objetivo de controlar a instabilidade social e implantar um governo burguês. Napoleão assume o cargo de primeiro-cônsul da França, instaurando uma ditadura. Suas conquistas e seu império foram responsáveis pela disseminação do liberalismo na Europa.
• E como sabemos os conflitos sociais na França ainda duraram algumas décadas, pois Napoleão não soube administrar da forma correta.
Revolução nos EUA
Durante o século XVIII, baseando-se nos ideais do Iluminismo e do Liberalismo, nos Estados Unidos ocorreu outra revolução burguesa, a chamada “Revolução Americana”.
Esse processo revolucionário desencadeou o processo da independência norte-americana. Thomas Jefferson e Thomas Paine foram os divulgadores dos ideais liberais e iluministas. Os mesmos pensadores tinham apoio dos burgueses americanos (comerciantes).
Durante o século XVIII, alguns estados, como Massachussets e Nova Iorque tinham gande atividade comercial.
A Inglaterra, para inibir isso (e também sofrendo com o bloqueio econômico), começou a cobrar muitos impostos que beiravam o ridículo, como o Stamp Act e o Sugar Act.
Então a população, principalmente a burguesia, em 1775, ficou revoltada e encerrou as relações com a metrópole, e em 1776, alcançou a independência.
Marx, Engels e o Comunismo
Materialismo Histórico e Materialismo Dialético;
Luta de Classes e Processo Revolucionário;
Socialização Igualitária das Riquezas;
O COMUNISMO DIANTE DO MUNDO
Revoluções em torno do planeta;
Líderes da Revolução Cubana, Fidel Castro e Che Guevara;
Revolução Russa e Guerra Fria;
Prezi por Lucas Paiva
Socialismo Utópico
Robert Owen, Saint-Simon e Charles Fourier, são considerados os principais fundadores do Socialismo Utópico. Buscavam encontrar no racionalismo a saída para as contradições geradas no interior do pensamento capitalista, apesar de não fazerem uma crítica mais radical como a do pensamento Marxista. Vejamos o pensamento de cada um:
Robert Owen (1771 – 1858) defendia que através da adoção de práticas sociais que primassem pela felicidade, harmonia e cooperação poderíamos superar os problemas causados pela economia capitalista.
Charles Fourier (1772 – 1837) criticava um pouco mais a sociedade burguesa. Defendia uma sociedade sustentada por ações cooperativas. Nelas, o talento e o prazer individual seriam capazes de possibilitar uma sociedade mais próspera.
Saint-Simon (1760 – 1825) defendia a reconfiguração da relação que se dá entre as indústrias e os operários, algo que mostra um pouco da semelhança existente entre ele e o pensamento de Engels e Marx.
Manifestações no Brasil em 2013

Desde o mês de Junho, estouraram manifestações por todo o Brasil. Com participação principalmente dos jovens, elas foram focadas em lutar por melhores qualidades básicas de vida: como saúde e educação.
Diante da truculenta repressão policial, surgiram alguns grupos mais radicais e anticapitalistas, criticados por alguns, ovacionados por outros.
Como é o caso do Black Bloc, que com ideias anarquistas, vêm crescendo muito no Brasil. Apesar de bastante criticado pela mídia, divide a opinião popular.
Mídia que por sinal, vêm sendo bastante criticada e alvo de algumas manifestações, principalmente por não ser imparcial em suas notícias, e por manipular informações. Diante disso, surgiu o que é chamado de Midia Ninja: um jornalismo feito por pessoas comuns que mostra a realidade do que acontece nos protestos, sem cortes, ou qualquer tipo de edição, trata-se de uma transmissão totalmente ao vivo.
Democracia Grega
• Apesar de sua notória imperfeição, em
que mulheres, estrangeiros, escravos e crianças não podiam participar das decisões políticas das cidades, a Democracia Grega foi sem dúvidas um grande avanço para a história sócio-política mundial.
• Mesmo apesar dos vários avanços que aconteceram no sistema democrático, ainda nos dias atuais ele ainda é alvo de críticas de pessoas com ideias contrárias ao Capitalismo. No século XXI, tornou-se bastante comum o uso do termo “Democracia Representativa”, pois as ideias propagadas no papel não se tornam realidade.
• Não se pode negar que ela possuía várias características de grande importância para o futuro da filosofia, com certos ideais e fatores seguidos até hoje.
Bibliografia
http://www.suapesquisa.com/historia/revolucao_cubana.htm
http://naveliteratura.blogspot.com.br/2010/09/romantismo.html
http://naveliteratura.blogspot.com.br/2010/09/romantismo.html
http://www.suapesquisa.com/russa/
http://www.suapesquisa.com/guerrafria/
-Manifesto Comunista, por Marx e Engels.
http://www.suapesquisa.com/francesa/
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia/revolucao-francesa-queda-da-bastilha-jacobinos-girondinos-napoleao.htm#fotoNav=1
-CABRINI, CATELLI, MONTELLATO, História Temática 9º Ano, O mundo dos cidadãos, São Paulo, Scipione, 2011
-CABRINI, CATELLI, MONTELLATO, História Temática 8º Ano, Terra e Propriedade, São Paulo, Scipione, 2011
-COTRIM, Gilberto, Fundamentos da Filosofia, São Paulo, Saraiva, 2010
http://www.brasilescola.com/historiag/socialismo-utopico.htm
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