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INTERAÇÕES ENTRE CLIMA...

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by

Luciano Lima Santana

on 13 September 2013

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Transcript of INTERAÇÕES ENTRE CLIMA...

INTERAÇÕES ESPACIAIS ENTRE CLIMA, VEGETAÇÃO E ESPAÇOS URBANOS
Por:
ISABELLA F. NASCIMENTO MAYNARD
Engenheira Ambiental
LUCIANO LIMA SANTANA
Engenheiro Florestal
PROFESSORES:
INAJÁ FRANCISCO DE SOUSA
Doutor em Recursos Naturais
JOSEFA ELIANE SANTANA DE SIQUEIRA PINTO
Doutora em Geografia

CONTEXTUALIZAÇÃO
O comportamento da atmosfera interessa ao conjunto do globo, já que interfere nos processos geomorfológicos, hidrológicos e biológicos (PINTO e NETTO, 2008).
CICLO HIDROLÓGICO
Papel da vegetação no ciclo hidrológico
A evapotranspiração compreende a água transpirada pela planta mais a água evaporada da lâmina devido à diferença de pressão de vapor entre a superfície e a atmosfera. A evaporação está diretamente relacionada com a radiação solar e a temperatura e inversamente à umidade do ar e à cobertura do solo pela cultura
Erosão e escoamento superficial
Mata Ciliar
GEOPROCESSAMENTO
Uso de Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e Sensoriamento Remoto (SR) em estudos ambientais.
Modelagem Morfométrica de bacias hidrográficas
Aplicação de Índice de Vegetação NDVI
Interação clima e espaços urbanos
A Circulação atmosférica regional controla os diferentes processos que impõem o ritmo e a distribuição temporal dos principais elementos climáticos, e que por outro lado, são modificados por fatores urbanos.
Cidade - Espaço urbano - Clima urbano
Problemática ambiental
As modificações provocadas nas características do solo se manifestam na atmosfera, no ciclo hidrológico e na vida dos seres vivos, podendo limitar o desenvolvimento humano (Petalas, et al., 2011).
As alterações em superfícies, produz aumento de calor, pelas modificações na ventilação, na umidade e nas precipitações, que tendem a acentuar (Pinto e Netto, 2008).
Impactos
O crescimento acelerado e desorganizado de algumas cidades tem provocado significativas alterações no clima.
crescimento da população urbana;
falta de infra-estrutura adequada;
distribuição dos diversos usos do solo;
morfologia urbana;
poluentes atmosféricos emitidos;
ocupação inadequada com as características naturais do local;
desmatamento;
verticalização; e
impermeabilização.
Causas (efeitos no clima urbano)
As alterações climáticas observadas e produzidas pelas cidades consistem.
aumento da precipitação;
redução da umidade relativa;
decréscimo da velocidade do vento;
aumento da nebulosidade local;
redução da radiação;
aumento da temperatura; e
aumento do albedo (poder refletor das superfícies).
Mecanismos de configuração do clima urbano
Estão relacionados às modificações no equilíbrio térmico do sistema atmosfera-cidade, devido a alguns fatores:
composição do ar;
o espaço construído;
tráfego e a indústria; e
influência da posição urbana.
Ilhas de calor
Aumento da temperatura nos centros urbanos:
Áreas asfaltadas;
Massas de concreto;
Emissões de gases poluentes;
Ausência de vegetação.
Obrigado!
Microclima Florestal
Fórmula: NDVI = (IVP - V) / (IVP + V)
O NDVI (Normalized Difference Vegetation Index) ou IVDN (Índice de Vegetação por Diferença Normalizada) é um índice utilizado principalmente em estudos de cunho ambiental, que nos permite fazer análises, em diversas escalas, sobre a cobertura vegetal de determinada região.
Sua geração se dá pela diferença entre a reflectância do infravermelho próximo (IVP) e a reflectância do vermelho (V), dividida, respectivamente, pela soma das duas reflectâncias (TOWNSHEND apud SOUZA, 2010). Essa equação gera um índice que varia de -1 a 1. Quanto maior o valor do índice maior a presença de vegetação.
Referências Bibliográficas
Pinto, J.E.S. A Climatologia aplicada aos estudos ambientais. p.170-179. 2004. Disponível em: <http://www.cibergeo.org/XSBGFA/eixo1/1.2/260/260.htm> Acesso em: 08 fev 2013.
No Brasil, a erosão carrega anualmente 500 milhões de toneladas de solo.
As matas ciliares constituem um conjunto de vegetação que se desenvolvem ao longo das margens dos rios, riachos e córregos e são responsáveis pela proteção da qualidade da água, pois remove material em suspensão, poluentes e substâncias tóxicas como pesticidas e herbicidas que são usados na agricultura para matar pragas.
Disponível em: http://world.time.com/timelapse/
Estudos promovidos pelo INPA já mostraram que uma árvore com copa de 10 metros de diâmetro é capaz de bombear para a atmosfera mais de 300 litros de água, em forma de vapor, em um único dia. Uma árvore maior, com copa de 20 metros de diâmetro, por exemplo, pode evapotranspirar bem mais de 1.000 litros por dia. Estima-se que haja 600 bilhões de árvores na Amazônia: imagine então quanta água a floresta toda está bombeando a cada 24 horas!
Disponível em: http://riosvoadores.com.br/educacional/animacoes-didaticas/
O projeto, idealizado em decorrência de longas conversas que começaram em Manaus em 2006 entre Gérard Moss e o Prof. Antonio Donato Nobre, e com a subsequente colaboração do Prof. Salati, busca identificar a origem do vapor de água transportado pelas massas de ar vindos da Amazônia e quantificar o papel da evapotranspiração da floresta amazônica nas chuvas que caem nas regiões mais ao sul.
Realidade!
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