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A Era do Impérios. In: A ERA DOS IMPÉRIOS. Trad. de

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Flávio Oliveira

on 19 September 2013

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Transcript of A Era do Impérios. In: A ERA DOS IMPÉRIOS. Trad. de

Notes
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HOBSBAWM, Eric. A Era do Impérios. In: A ERA DOS IMPÉRIOS 1875-1914. Trad. de Sieni Maria Campos e Yolanda Steidel de Toledo. 13ª ed. revisada, 3ª impressão. São Paulo: Paz e Terra, 2011.
O impacto da expansão ocidental
Inglaterra
Segundo Hobsbawm, dentre os países metropolitanos, foi obviamente para a Grã-Bretanha que o imperialismo teve maior importância, uma vez que sua supremacia econômica sempre dependera de sua relação especial com os mercados ultramarinos e as fontes de produtos primários. (2011, p. 124)
"[...] a Era dos Impérios não foi apenas um fenômeno econômico e político, mas também cultural".
"A conquista do globo pelas imagens, ideias e aspirações de sua minoria "desenvolvida", tanto pela força e instituições como por meio do exemplo e de transformação social". (HOBSBAWM, 2011, p. 127)
O imperialismo também gerou problemas e incertezas
1º lugar: confrontou uma pequena minoria de brancos - pois mesmo a maioria desta raça pertencia à categoria dos destinados à inferioridade...
Conclusão
Será que os impérios mundiais tão facilmente conquistados, com uma base tão estreita, governados com uma facilidade tão absurda graças à devoção de uns poucos e a passividade de muitos, será que eles podiam durar?

A incerteza era uma faca de dois gumes. Pois se o império (e o governo das classes dirigentes) era vulnerável a seus governados, embora talvez não ainda, não de modo imediato, não seria mais imediatamente vulnerável à erosão interna da vontade de governar, da disposição de travar a luta darwiniana pela sobrevivência do mais apto?
Conforme Hobsbawm houve um grande impacto político e econômico a partir do que conhecemos como neocolonialismo e/ou imperialismo. E ainda que, seja notado uma inter-relação no que diz respeito às influências dos colonizados e dos colonos, os que mais sofreram com esse processo foram os países colonizados.
De acordo com Hobsbawm,
"O impacto econômico do imperialismo foi significativo, mas, é claro, o que ele teve de mais significativo foi a sua profunda desigualdade, pois as relações entre metrópoles e países dependentes eram altamente assimétricas."
(2011, p. 123)
"Cuba prosperava ou declinava dependendo do preço do açúcar e da disposição dos EUA a importá-la, mas nem países "desenvolvidos" bastante pequenos - digamos, a Suécia - sofriam graves inconvenientes se todo o açúcar do Caribe desaparecesse do mercado [...]". (HOBSBAWM, 2011, p. 123)
CUBA
Império formal e informal inglês
De acordo com Hobsbawm (2011), a maior parte do sucesso ultramarino britânico se deveu à exploração mais sistemática das possessões britânicas já existentes ou da posição especial do país como maior importador de áreas como a América do Sul, bem como o seu maior investidor.
África
No continente africano, embora a França tenha conquistado a maior parte, a Inglaterra ocupava regiões com maior densidade demográfica (HOBSBAWM, 2011).
OBJETIVO BRITÂNICO
"O objetivo britânico não era a expansão, mas impedir a intromissão de outros territórios até então dominados pelo comércio e pelo capital britânicos, como a maior parte do mundo ultramarino". (p. 126)
"Em suma, o novo colonialismo foi um subproduto de uma era de rivalidades econômico-política entre economias nacionais concorrentes, intensuficada pelo protecionismo" p. 127
OS ASPECTOS CULTURAIS
Chamou-se essa influência cultural de "ocidentalização"
MAHATMA GANDHI
desencorajava a industrialização
De acordo com Hobsbawm, a resistência da elite ao Ocidente era ocidentalizante, mesmo quando se opunha à ocidentalização indiscriminada no terreno da religião, da moral, da ideologia ou do pragmatismo político.
Gandhi ilustra bastante bem o impacto específico da era do imperialismo.
Nascido numa casta de comerciante;
Estuda na Inglaterra;
Multiplicidade cultural
Em suma, a Era dos Impérios criou tanto as condições que formaram líderes anti-imperialistas como as condições que, começaram a propiciar resonância a suas vozes.
Como os colonizados eram vistos
A novidade no século XIX era que os não europeus e suas sociedades eram crescente e geralmente tratados como inferiores, indesejáveis, fracos e atrazados, ou mesmo infantis. Eles eram objetos perfeitos de conquista, ou ao menos de conversão aos valores da única e verdadeira civilização, aquela representada por comerciantes, missionários e gruposde homens equipados com armas de fogo e aguardente. (p. 132)
O mais poderoso legado cultural do imperialismo foi uma educação em moldes ocidentais
Contudo, houve um lado mais positivo nesse exotismo... No campo da arte, e especialmente das artes visuais, as vangardas ocidentais trataram as culturas não ocidentais em total pé de igualdade. Na verdade, inspiraram-se preponderantemente nelas nesse período.
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