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JUVENTUDES

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Carlos Dias

on 22 September 2012

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Transcript of JUVENTUDES

1. Ver a realidade.
2. Iluminar nossos passos.
3. Enfrentar os desafios. JUVENTUDES JUVENTUDES - O QUE É JUVENTUDE?
- O QUE SIGNIFICA SER JOVEM?
- QUE ASPECTOS HISTÓRICOS ESTÃO LIGADOS AO UNIVERSO JUVENIL?
- QUAIS SÃO AS DEFINIÇÕES CONCEITUAIS DE JUVENTUDE?
- EXISTEM POLITICAS PÚBLICAS VOLTADAS PARA JUVENTUDE?
-IGREJA E JUVENTUDES: O QUE PENSA O MAGISTÉRIO SOBRE OS JOVENS?
- E O QUE PENSAM OS JOVENS? “Longe se vai, sonhando demais
Mas onde se chega assim?
Vou descobrir o que me faz sentir
Eu, caçador de mim...” “Não vejo a esperança para o futuro do nosso povo se ele depender da frívola mocidade de hoje, pois todos os jovens são, por certo, indizivelmente frívolos... Quando eu era menino, ensinavam-nos a ser discretos e respeitar os mais velhos, mas os moços de hoje são excessivamente sabidos e não toleram restrições”.
Hesíodo, séc VII a.C Conceitos de Juventude “Nossos adolescentes atuais parecem amar o luxo. Têm maus modos e desprezam a autoridade. São desrespeitosos com os adultos e passam o tempo vagando pelas praças... São propensos a ofender seus pais, monopolizam a conversa quando estão na companhia de outras pessoas mais velhas; comem com voracidade e tiranizam seus mestres”.
Sócrates, séc IV a.C “Quem é que tá dentro de mim que eu não conheço?
Quem é aquele que estou vendo no espelho e acho que não pareço?
Será que tudo que acontece comigo eu realmente mereço?
Ou então pode ser que minha alma tenha errado de endereço”.

Me deixe sozinho
Paulinho Moska Ser jovem é
nunca deixar
de sonhar Pormenorizando... Nenhuma instituição social possui um discurso neutro sobre juventude. Há sempre elementos valorativos sobre essa população.
São diferentes as visões, mas se relacionam, frequentemente são contraditórios entre si.
As contradições também estão presentes no modo de vida de cada jovem.
Há o fator de verem a juventude como vítimas do próprio sistema, com valores e situações próprias.
Intolerância e incompreensão produzida pelas instituições diante das diferentes expressões juvenis -Concepção psicológica (identidade) Ressalta a dimensão da construção da identidade.
Partindo de suas experiências na infância, constrói novas maneiras de se relacionar consigo mesmos, com o mundo, com o transcendente.
Adolescência, transição marcada pela angustia, confusão, alterações psíquicas Juventude: Objeto de Análise de distintas ciências. A demografia preocupada em desvelar seu peso no conjunto da população; a medicina interessada nos aspectos relacionados à sexualidade e à reprodução; a psicologia, dedicada a compreender os comportamentos de transição entre a infância e a idade adulta; a sociologia, voltada para o entendimento da atuação dos jovens nas dinâmicas que se dão em diversas esferas do cotidiano social. Momento de uma “Polissemia” Conceitual
Nessa tarefa, algumas dificuldades devem ser levadas em conta: O conceito de juventude varia conforme o interesse específico de quem o maneja. São distintas, por exemplo, as motivações de um cientista político, de um educador, de um médico e de um publicitário. “Longe se vai, sonhando demais
Mas onde se chega assim?
Vou descobrir o que me faz sentir
Eu, caçador de mim...” Dom Bosco... “Prometi a Deus que até meu último alento seria para meus pobres jovens”.
Constituições Salesiana Art. 26 – “O senhor indicou a Dom Bosco, especialmente os mais pobres, como primeiros e principais destinatários de nossa missão.
Chamados a mesma missão, tomamos consciência de sua extrema importância: os jovens vivem uma idade em que fazem opções fundamentais de vida que preparam o futuro da sociedade e da Igreja.
Com Dom Bosco reafirmamos nossa preferência pela “juventude pobre, abandonada, em perigo”, que tem maior necessidade de ser amada e evangelizada, e trabalhos especialmente nos lugares de mais grave pobreza. “Cada geração tem suas luzes e sombras [...]
Devemos evitar uma supervalorização da juventude de outras épocas [...]
A juventude de hoje é tão idealista e generosa quanto a anterior. Basta saber trabalhar com ela.
A questão é a metodologia de trabalho e a paciência para acompanhar os processos de educação na fé. O processo hoje leva tempo e exige um investimento maior para penetrar as barreiras do individualismo e da indiferença”. (252) João Paulo II: “A igreja olha para vós com confiança e amor [...]Ela é a verdadeira juventude do mundo [...] Olhai para ela e nela reconheceis o rosto de Cristo (Cristifideles Laici, 18)

Bento XVI:
“Sem o rosto jovem, a Igreja se apresenta desfigurada (São Paulo, 2007).

Medellín (1968): “A juventude é “uma grande força nova de pressão” e um novo organismo social com valores próprios”.

Puebla (1979): “Opção preferencial pelos pobres e pelos jovens”.

Santo Domingo (1992): “Opção afetiva e efetiva pelos jovens e por uma pastoral da juventude orgânica, com acompanhamento, com o apoio real, com o diálogo, com os maiores recursos pessoais e materiais e com dimensão vocacional.

CNBB (2003): “Cuidado particular merecem os jovens, considerando-se a situação que encontram na sociedade hoje” (Doc 71, 198). Pronunciamentos do Magistério da Igreja sobre juventudes: ? Esfera pública: ? E o que a sociedade espera do jovem?? Estatuto da Juventude “Não vejo a esperança para o futuro do nosso povo se ele depender da frívola mocidade de hoje, pois todos os jovens são, por certo, indizivelmente frívolos... Quando eu era menino, ensinavam-nos a ser discretos e respeitar os mais velhos, mas os moços de hoje são excessivamente sabidos e não toleram restrições”.
Hesíodo, séc VII a.C Conceitos de Juventude “Nossos adolescentes atuais parecem amar o luxo. Têm maus modos e desprezam a autoridade. São desrespeitosos com os adultos e passam o tempo vagando pelas praças... São propensos a ofender seus pais, monopolizam a conversa quando estão na companhia de outras pessoas mais velhas; comem com voracidade e tiranizam seus mestres”.
Sócrates, séc IV a.C O QUE É JUVENTUDE?
O QUE SIGNIFICA SER JOVEM?
QUE ASPECTOS HISTÓRICOS ESTÃO LIGADOS AO UNIVERSO JUVENIL?
QUAIS SÃO AS DEFINIÇÕES CONCEITUAIS DE JUVENTUDE?
- EXISTEM POLITICAS PÚBLICAS VOLTADAS PARA JUVENTUDE?
-IGREJA E JUVENTUDES: O QUE PENSA O MAGISTÉRIO SOBRE OS JOVENS?
- E O QUE PENSAM OS JOVENS? JUVENTUDES E o jovem pobre? Por vezes é encarado como um potencial criminoso, incapaz de corresponder com a sociabilidade/integração desejada pela sociedade (traduzida em tornar-se mão-de-obra e consumir).
Para tal, não existe rigidez com a faixa etária... O entendimento sobre juventude ainda não se codificou por inteiro, nem nos procedimentos Jurídicos, nem no entendimento geral social de infância e
Juventude. Evolução formal do entendimento dos jovens Código de Menores: Lei federal 6.697 de 1979 considerava o adolescente pobre e/ou abandonado um potencial criminoso, sujeitando-o a medidas de privação de liberdade como método preventivo.
Estatuto da Criança e do Adolescente: Lei Federal nº. 8069 de 1990, considera a criança e o adolescente sujeitos de direitos, a quem deve ser destinada prioridade absoluta, traz uma série de aspectos que pretendem ser pedagógicos e não punitivos - Concepção biocronológica ou etária Vê a juventude em sua dimensão evolutiva, de crescimento (biológico, psicológico, sociológico).
Critério utilizado pela ONU: data a juventude de 14 aos 25 anos. Políticas: centradas na preparação do jovem para que ele “vire” adulto. Juventude entendida como período preparatório: Estrutura do documento:
Elementos para o conhecimento da realidade dos jovens.
Um olhar de fé a partir da Palavra de Deus e do Magistério.
Linhas de Ação.
ANEXOS. Documento 85 da CNBB: Frente aos jovens, a Igreja deseja:
Reconhecê-los como sujeitos e protagonistas na evangelização de outros jovens.
Favorecer o seu desenvolvimento através da formação integral.
Ser sinal e portadora do amor de Deus a Eles.
Apresentar-lhes a pessoa e o projeto de Jesus Cristo. - Concepção simbólica-cultural Juventude: fase de experimentação e formação de valores (aprendizagem e contestação dos mesmos)
Marcada por vários grupos e subgrupos, que demarcam e territorializam seus espaços no contexto urbano.
Quais são os marcos culturais hoje? 3º Mito: Mito da Juventude Branca: Neste mito só os jovens aparecem como personagens maravilhosos e puros que podem salvar a humanidade. Olhados deste prisma, os jovens fariam o que seus pais não quiseram ou não puderam fazer. 2° Mito da Juventude Cinza: Deste ponto de vista, os jovens de hoje são desocupados,
delinquentes, apáticos. Seriam depositários de todos os males da sociedade. Seriam a mais perfeita expressão das leis da competitividade, da lógica do lucro, do cinismo da sociedade do espetáculo. Deste prisma seriam “a desgraça e a ressaca da sociedade”. 1° Mito da Juventude Dourada: “Ser jovem” é ter tempo livre para lazer, gozar o ócio, cultivar o corpo, ser beneficiário de um período de “moratória social” sem angústia ou responsabilidades. Subjetivamente: as diferentes vivências de emoções influenciará na construção da identidade. Esfera privada: “Jovem como referência, sinônimo de beleza e sucesso. Juventude desejada por todos; imagem do jovem explorada pela mídia. TODOS QUEREM SER JOVENS”. “Não vejo a esperança para o futuro do nosso povo se ele depender da frívola mocidade de hoje, pois todos os jovens são, por certo, indizivelmente frívolos... Quando eu era menino, ensinavam-nos a ser discretos e respeitar os mais velhos, mas os moços de hoje são excessivamente sabidos e não toleram restrições”.
Hesíodo, séc VII a.C Conceitos de Juventude “Nossos adolescentes atuais parecem amar o luxo. Têm maus modos e desprezam a autoridade. São desrespeitosos com os adultos e passam o tempo vagando pelas praças... São propensos a ofender seus pais, monopolizam a conversa quando estão na companhia de outras pessoas mais velhas; comem com voracidade e tiranizam seus mestres”.
Sócrates, séc IV a.C Nessa tarefa, algumas dificuldades devem ser levadas em conta: O conceito de juventude varia conforme o interesse específico de quem o maneja. São distintas, por exemplo, as motivações de um cientista político, de um educador, de um médico e de um publicitário. POLISSEMIA CONCEITUAL: A demografia preocupada em desvelar seu peso no conjunto da população; a medicina interessada nos aspectos relacionados à sexualidade e à reprodução; a psicologia, dedicada a compreender os comportamentos de transição entre a infância e a idade adulta; a sociologia, voltada para o entendimento da atuação dos jovens nas dinâmicas que se dão em diversas esferas do cotidiano social. jUVENTUDE: OBJETO DE ANÁLISE DE
DISTINTAS CIÊNCIAS: Visão biocronológica: Definição em termos de idade - 15 a 24 anos. visão psicológica: Juventude como período conflitivo. Ele se vê com a vida nas mãos, mas sem o devido preparo. Segundo nascimento, uma etapa em que se constrói a identidade. VISÃO SOCIOLÓGICA: Vê os jovens como um grupo social e o subdivide em diversos setores. Ex: Jovens da zona rual, urbana, estudantes, índigenas, etc. Políticas: centradas na preparação do
jovem para que ele “vire” adulto. Juventude entendida como período preparatório: A juventude é entendida em seu universo cultural. Cria-se movimentos culturais que acentuam o lúdico e a dimensão do estética. Concepção simbólica cultural: Juventude: fase de experimentação e formação de valores (aprendizagem e contestação dos mesmos)
Marcada por vários grupos e subgrupos, que demarcam e territorializam seus espaços no contexto urbano.
Quais são os marcos culturais hoje? Festival de Woodstock O festival exemplificou a era hippie e a contracultura
do final dos anos 1960 e começo de 70. Nesta época teve início uma grande revolução comportamental como o surgimento do feminismo e os movimentos civis em favor dos negros e homossexuais. O Papa João XXIII abre o Concílio Vaticano II e revoluciona a Igreja Católica. Surgem movimentos de comportamento como os hippies, com seus protestos contrários à Guerra Fria e à Guerra do Vietnã e o racionalismo. Esse movimento foi também a chamado de contracultura. Ocorre também a Revolução Cubana na América Latina, levando Fidel Castro ao poder. Tem início também a descolonização da África e do Caribe, com a gradual independência das antigas colônias. Evolução formal do entendimento dos jovens Código de Menores: Lei federal 6.697 de 1979 considerava o adolescente pobre e/ou abandonado um potencial criminoso, sujeitando-o a medidas de privação de liberdade como método preventivo.
Estatuto da Criança e do Adolescente: Lei Federal nº. 8069 de 1990, considera a criança e o adolescente sujeitos de direitos, a quem deve ser destinada prioridade absoluta, traz uma série de aspectos que pretendem ser pedagógicos e não punitivos O entendimento sobre juventude ainda não se codificou por inteiro, nem nos procedimentos Jurídicos, nem no entendimento geral social de infância eJuventude. Estatuto da juventude:
“O Estatuto da Juventude é uma declaração de direitos e deveres dos jovens, acrescida de uma estrutura jurídica mínima que permita aos jovens discutir, formular, executar e avaliar as políticas públicas de juventude. Em outras palavras, é um instrumento jurídico-político para promover os direitos da juventude, reconhecendo que os jovens são atores sociais estratégicos para a transformação e melhoria do Brasil.” E o jovem pobre? Por vezes é encarado como um potencial criminoso, incapaz de corresponder com a sociabilidade/integração desejada pela sociedade (traduzida em tornar-se mão-de-obra e consumir).
Para tal, não existe rigidez com a faixa etária... NA ESFERA PRIVADA: “Jovem como referência, sinônimo de beleza e sucesso. Juventude desejada por todos; imagem do jovem explorada pela mídia. TODOS QUEREM SER JOVENS”. esfera pública: Visão idealista de jovens e que delega e deposita nos jovens responsabilidades de mudança dos problemas e que a juventude é portadora do futuro Jovem como incapaz de ocupar os espaços de poder; difunde-se a ideia do jovem como irresponsável, imaturo, rebelde... Estrutura do documento:
Elementos para o conhecimento da realidade dos jovens.
Um olhar de fé a partir da Palavra de Deus e do Magistério.
Linhas de Ação.
ANEXOS. Documento 85 da CNBB: Frente aos jovens, a Igreja deseja:
Reconhecê-los como sujeitos e protagonistas na evangelização de outros jovens.
Favorecer o seu desenvolvimento através da formação integral.
Ser sinal e portadora do amor de Deus a Eles.
Apresentar-lhes a pessoa e o projeto de Jesus Cristo. “Cada geração tem suas luzes e sombras [...]

Devemos evitar uma supervalorização da juventude de outras épocas [...]

A juventude de hoje é tão idealista e generosa quanto a anterior. Basta saber trabalhar com ela.

A questão é a metodologia de trabalho e a paciência para acompanhar os processos de educação na fé. O processo hoje leva tempo e exige um investimento maior para penetrar as barreiras do individualismo e da indiferença”. (252) Nenhuma instituição social possui um discurso neutro sobre juventude. Há sempre elementos valorativos sobre essa população.
São diferentes as visões, mas se relacionam, frequentemente são contraditórios entre si.
As contradições também estão presentes no modo de vida de cada jovem.
Há o fator de verem a juventude como vítimas do próprio sistema, com valores e situações próprias.
Intolerância e incompreensão produzida pelas instituições diante das diferentes expressões juvenis.
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