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Histologia

Tecidos epitelial, conjuntivo, muscular e nervoso.
by

Thiago Rennó

on 24 September 2013

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Tecido Epitelial
As células dos tecidos epiteliais são justapostas, com pouca matriz extracelular.
Os epitélios são encontrados delimitando e protegendo estruturas corporais, realizando trocas gasosas e secretando substâncias.
Origem embrionária dos epitélios
Estrutura dos Tecidos Epiteliais
As células epiteliais possuem um polo apical, com superfície livre, e uma região basal, voltada para o tecido conjuntivo.
Na região entre o tecido epitelial e o tecido conjuntivo encontramos a lâmina basal, rica em colágeno e glicoproteínas.
A lâmina basal é limitada, inferiormente, por fibras reticulares denominadas membrana basal, com função fixadora do epitélio no tecido conjuntivo.
Esta estrutura é permeável, o que permite a troca de gases, nutrientes e excretas.
As células epiteliais das regiões apical e basal são morfologicamente e fisiologicamente diferentes, fazendo com que a função de cada epitélio seja cumprida de forma adequada.
A união das células epiteliais é garantida por uma camada de glicocalix.
Além disso, existem zonas específicas entre tais células, conhecidas como:
zona de oclusão - próxima ao polo apical, impedindo entrada de macromoléculas
zona de adesão - rica em matriz extracelular que adere as membranas plasmáticas e com filamentos de actina no citoplasma das células
desmossomos - pontes de adesão entre as células, ricas em queratina
hemidesmossomos - estrutura de adesão na lâmina basal, equivalente a estrutura de meio desmossomo.
Há ainda mais um tipo de junção, conhecida como junção comunicante tipo gap, capazes de formar canais que atravessam a bicamada lipídica da membrana celular e se unem no espaço intersticial.
Todos os epitélios encontrados em nosso organismo são divididos em dois grandes grupos: de revestimento e glandulares.
Epitélios de Revestimento
Epitélio pavimentoso simples:
formado por células achatadas e em camada única
possui grande permeabilidade
encontrado nos alvéolos, nos vasos sanguíneos (endotélio) e nas cavidades viscerais (mesotélio)
Epitélio cúbico simples:
formado por céulas cúbicas e em camada única
possui permeabilidade seletiva com microvilosidades
encontrado nos túbulos renais
Epitélio prismático simples:
formado por células prismáticas (alongadas) em camada única
reveste o estômago e os intestinos, onde são ricos em microvilosidades
protegem, lubrificam, absorvem e secretam substâncias nas estruturas onde são encontrados
Epitélio pseudoestratificado:
formado por células em camada única, com núcleos em alturas variadas
encontrado na traqueia, brônquios e cavidade nasal
grande produtor de muco
Epitélio pavimentoso estratificado:
formado por células dispostas em várias camadas onde as próximas à lâmina basal possuem grande capacidade de realizar mitoses
tem função de proteção mecânica e contra perda hídrica
encontrado na pele, nas mucosas oral, vaginal, anal e esôfago
Epitélio estratificado de transição:
possui grande elasticidade
encontrado na bexiga urinária e nos ureteres
Epitélios Glandulares
As glândulas, unicelulares ou plurecelulares, são epitélios capazes de produzir substâncias químicas, denominadas secreção, que podem ser:
mucosas
serosas
mistas
As glândulas unicelulares são encontradas em meio os epitélios de revestimento, como as produtoras de muco da traqueia e do intestino.
Já as pluricelulares são envoltas por tecido conjuntivo, responsável pela sua nutrição.
Glândulas pluricelulares endócrinas: a porção secretora é voltada para os vasos sanguíneos, que carregam sua secreção (hormônios) para um órgão alvo.
São exemplos: a tireoide, a hipófise, as adrenais e as gônadas.
Glândulas pluricelulares exócrinas: a porção secretora é voltada para ductos epiteliais de revestimento que levam a sercreção para o lado externo do organismo e para as mucosas.
São exemplos as glândulas salivares, as glândulas sudoríparas e as lacrimais.
Glândulas pluricelulares mistas: possuem uma porção endócrina e uma porção exócrina.
O maior exemplo de glândulas mista é o pâncreas, capaz de produzir o hormônio insulina e o suco pancreático.
A Pele
O epitélio da pele é denominado epiderme, encontrado em conjunto com uma camada mais profunda de tecido conjuntivo, a derme.
Na derme encontramos uma grande vascularização, terminações nervosas e estruturas derivadas da epiderme, como as glândulas sebáceas e sudoríparas e os folículos dos pelos.
As células da epiderme são constantemente renovadas e envoltas por uma camada de queratina, que auxilia a impermeabilidade do tecido.
A parte mais externa do tecido é formada por células mortas, o extrato córneo, que protege a lâmina basal, formada por células vivas.
Células da epiderme:
células de Langerhans - são pertencentes ao sistema imunológico
células de Merkel - receptores associadas às terminações nervosas da derme
melanócitos - produzem melanina e a introduzem no citoplasma das células epiteliais
A camada mais interna de pele é a hipoderme, formada por tercido adiposo, que isola o organismo termicamente e protege contra choques mecânicos.
Este tecido também é resposável pela coloração da pele, armazenando pigmentos carotenoides, de cor alaranjada.
Tecido Conjuntivo
Tecidos com a maior abundância no corpo.
A matriz extracelular é rica, viscosa, composta por grande quantidade de glicoproetínas e água (água de solvatação originada do sangue).
O tecido conjuntivo é rico em fibras, que podem ser encontradas em três classificações:
colágenas - grossas e resistentes, são comuns na derme e tendões
elásticas - formadas de elastina
reticulares - também de composição colágena, são mais finas, formam redes fibrosas comuns na medula óssea
As células mais comuns encontradas nos tecidos conjuntivos são:
fibroblasto - produz fibras pra matriz extracelular
fibrócito - fibroblasto que não está em atividade
mastócito - libera heparina e histamina em reações alérgicas
adipócito - acumula triglicerídeos
célula mesenquimatosa indiferenciada - células-tronco que originam células do tecido conjuntivo
De forma generalista, os tecidos conjuntivos são divididos em dois grandes grupos:
frouxo - distribuido amplamente, atua na nutrição de demais tecidos, na cicatrização e na formação de diversos órgãos
denso - rico em fibras colágenas, pode ser modelado (fibras paralelas) ou não modelado (sem orientação das fibras)
Tipos Especiais
de Tecido Conjuntivo
Tecido Cartilaginoso
Teciso Ósseo
Tecido Adiposo
Sangue
Características:
tem consistência firme
está relacionado com a sustentação corporal, proteção de susperfícies articulares e no crescimento ósseo
Células:
condroblastos - formam fibras colágenas e reticulares, ou seja, são um tipo especial de fibroblasto
condrócitos - condroblastos sem atividade, ou seja, os fibrócitos
Há próximo às cartilagens uma estrutura conjuntiva vascularizada denominada pericôndio, capaz de nutrir as células cartilaginosas.
Tipos de cartilagem:
hialina - com grande concentração de fibras colágenas, é comum no aparelho respiratório
elástica - com grande concentração de elastina, ocorre nos ouvidos, na epiglote e em porções da laringe
fibrosa - rica em fibras colágenas, ocorre nos tendões e articulações
Um osso é, na verdade, um conjunto de tecidos, onde quatro são conjuntivos (ósseo, reticular, adiposo e cartilaginoso) e um é nervoso.
O tecido ósseo é responsável pela sustentação da estrutura do osso.
A matriz extracelular do tecido conjuntivo ósseo possui metade de sua composição formada por cristais inorgânicos, onde se predomina o cálcio e o fósforo (íons fosfato), como principal elemento químico.
As fibras orgânicas são predominantemente colágenas.
Células:
osteoblasto - células jovens que sintetizam as fibras proteicas (fibroblastos)
osteócitos - fibroblastos armazenados em lacunas formadas pelos cristais inorgânicos, com agindo apenas na manutenção da síntese de fibras colágenas
osteoclastos - sintetizam enzimas que degradam a matriz orgânica e promovem a regeneração e remodelação da estrutura óssea
Formação:
ossificação intramembranosa - dá origem aos ossos chatos, é realizada por ossificação de uma membrana de tecido conjuntivo embrionário
ossificação endocondral - substitui a cartilagem hialina por tecido ósseo, mantendo porções cartilaginosas para o crescimento
Estrutura óssea:
O periósteo e o endósteo, duas membranas conjuntivas, são responsáveis pela nutrição dos tecidos, posto que são altamente vascularizadas.
Os ossos são divididas em duas regiões:
osso compacto
osso esponjoso
Tipos de tecido ósseo:
primário - denso não modelado, com pouca distribuição na idade adulta
secundário - fibras dispostas em torno de canais centrais (de Havers) que se comunicam por canais de perfurantes (de Volkman)
No interior dos ossos, na porção esponjosa, encontramos a medula óssea, que pode ser:
vermelha - produz os elementos figurados do sangue
amarela - inativa, onde as células tronco foram substituidas por tecido adiposo
Quando um osso é fraturado, o periósto se multiplica e envolve a região lesada.
Há, em seguida, a formação de uma cartilagem hialina que, por sua vez, dará lugar aos tecidos ósseos primário e secundário.
Tecido Cartilaginoso
Tecido Ósseo
Sangue
Um dos principais motivos do sangue ser considerado um tipo especial de tecido conjuntivo é o fato de que é um tecido líquido, diferente de todos os demais.
O sangue é dividido em duas porções:
plasma / soro - matriz extracelular líquida, onde a primeira possui as proteínas da coagulação e a segunda não
elementos figurados - células que compõem o tecido
O plasma, como líquido, não é uma matriz extracelular comum, formada por fibras colágenas, elásticas ou reticulares.
Suas principais proteínas são:
albumina - regula pressão osmótica, associa-se a outras substâncias para transporte
imunoglobulinas (Ig) - também conhecidas como anticorpos
sistema complemento - atuam na imunidade
proteínas da coagulação - protrombina, trombina, fibrinogênio e fibrina
Elementos figurados:
hemácias - transportam oxigênio
leucócitos - células imunológicas
plaquetas - células da coagulação sanguínea
As hemácias (também chamadas de hemátias, glóbulos vermelhos e eritrócitos), são as céluas mais abundantes do sangue.
Possuem formato de um disco bicôncavo, sendo anucleadas e repletas de Hemoglobina, uma proteína de transporte formada por duas cadeias alfa e duas cadeias beta, ligadas por íons ferro.
Tipos de leucócitos ou glóbulos brancos:
netutrófilos - células com núcleo segmentado (lobulado), atuam principalmente fagocitando bactérias
eosinófilos - com núcleo bilobulado, atua em alergias e parasitoses causadas por platelmintos e nemátodos
basófilos - função semelhante a dos mastócitos, liberando heparina e histamina
linfócito - produz anticorpos (LB), elimina células infectadas (TCD8) e realiza comunicação entre células de defesa (TCD4)
monócitos - também realizam fagocitose, porém são encontrados em poucos números, posto que passam para os tecidos e tornam-se macrófagos
As plaquetas não são células propriamente ditas e sim fragmentos celulares.
Ativadas pelo contato com o colágeno, as plaquetas produzem enzimas que auxiliam a desencadear a coagulação.
O processo de coagulação sanguínea é de extrema importância para a cicatrização e reparação tecidual.
As plaquetas, assim como íons cálcio e vitamina K, iniciam uma reação em cadeia que finaliza na ativação do fibrionogênio, transformando-o em fibrina, uma proteína
capaz de formar uma rede que agrupa hemácias e estanca o sangramento.
Tecido Adiposo
Características:
matriz extracelular reduzida
células originadas de lipoblastos, uma das diferenciações das células mesenquimatosas indiferenciadas
Tipos de tecido adiposo:
unilocular - citoplasma preenchido por gordura, tendo função de reserva energética para o metabolismo
multilocular - a gordura encontra espalhada pelo citoplasma em pequenas gostículas, liberando calor em sua quebra, o que confere resistência às baixas temperaturas e controle da temperatura corporal
As células adiposas do tecido unilocular são capazes de secretar leptina, que diminui o apetite e aumenta o gasto energético.
Tecido Muscular
Características gerais:
formados por células alongadas denominadas fibras musculares ou miócitos
possuem grande quantidade de proteínas no citoplasma, capazes de realizar contração e relaxamento
Características celulares:
a membrana plasmática recebe o nome de sarcolema
o citoplasma é denominado sarcoplasma
o REL é denominado sarcoplasmático
há pouca síntese proteica, ou seja, o REG não tem grande desenvolvimento
há depósitos de glicogênio
os canais para entrada de glicose são constantemente abertos, não havendo necessidade da ação de insulina
Classificação do tecido muscular:
estriado esquelético
estriado cardíaco
liso
Tecido Muscular
Estriado Esquelético
Possui células alongadas, multinucleadas, sendo encontrado nos músculos esqueléticos.
Os músculos estriados esqueléticos possuem contração voluntária e estão sempre ligados aos ossos.
Cada músculo esquelético é envolto por uma película de tecido conjuntivo rico em colágeno (epimísio), que penetra na estrutura muscular (perimísio), dividindo-a em porções.
A união das fibras é dadas por uma bainha de tecido conjuntivo reticular (endomísio).
As fibras proteicas das fibras musculares estriadas são compostas principalmente de actina e miosina, que formam uma estrutura semelhante a de um amortecedor.
Cada conjunto de proteínas é subdividido em regiões conhecidas como bandas.
Contração Muscular:
O número de fibras nervosas motoras é responsável por regular a intensidade da contração muscular.
Quanto mais ramificada a fibra - tendo assim mais junções mioneurais -, maior a intensidade da contração.
A energia para a contração muscular é obtida de quatro principais fontes:
reserva de adenosina trifosfato (ATP), de consumo rápido e imediato
reserva de fosfocreatinina, que supre a necessidade de fosfato para a formação de ATP
fermentação láctica, produzindo ácido láctico pela degradação anaeróbia de glicogênio
respiração aeróbia, ou seja, o metabolismo comum da glicose
Ao mesmo tempo que a contração muscular ocorre de forma constante, o organismo produz adrenalina, que ativa a liberação de ácidos graxos no tecido adiposo.
Essa liberação é para suprir a escassez de glicogênio, que ocorre após 2 minutos de exercícios intensos, permitindo assim que a fermentação láctica tenha continuidade.
Subtipos de fibras musculares estriadas esqueléticas:
fibra lenta ou vermelha - realizam movimentos lentos e de longa duração, tendo principal fonte de energia a respiração aeróbia
fibra rápida ou branca - são adaptadas a contrações constantes e mais intensas, tendo como principal fonte de energia a fermentação láctica
Tecido Muscular
Estriado Cardíaco
Ocorre exclusivamente no miocárdio, o músculo cardíaco, responsável pelos movimentos da sístole e diástole.
Possui contrações involuntárias, rápidas e rítmicas, ocorrendo ininterruptamente.
As fibras cardíacas são estriadas, uni ou binucleadas, com maior capacidade de armazenamento de glicogênio e quantidade superior de mitocôndrias, o que demanda maior oxigênação.
Para suprir esta demanda, o miocárdio é altamente vascularizado.
Além do sistema nervoso, o miocárdio possui uma rede próprias de células musculares diferenciadas, capazes de conduzir e gerar impulso elétrico.
O sistema de Purkinje, como é conhecido, atua como um marcapasso natural e é capaz deiniciar autoestimulação cardíaca.
Tecido Muscular
Liso
É formado por fibras mais curtas, de contração lenta e involuntária, mantidas justapostas por fibras reticulares.
Assim como no tecido muscular cardíaco, encontramos no espaço entre as células zônulas de adesão e junções tipo gap, que permitem troca de substâncias, principalmente íons.
É o único tecido muscular que possui capacidade de regeneração.
Suas células são uninucleadas, com pouca reserva de glicogênio e poucas mitocôndrias.
O íons cálcio são armazenados em vesículas externas (cavéolas) formadas pela ação da pinocitose.
A contração na musculatura lisa ocorre de forma diferenciada.
As fibras de actina e miosia não estão organizadas em feixes, como nos demais músculos.
Tais estruturas envolvem a fibra muscular e se encurtam quando acionadas pelo estímulo nernoso, resuzindo o volume celular.
A acetil colina promove a contração muscular, enquanto a adrenalina promove seu relaxamento.
Para tanto, o sarcolema possui sítios de ligação para ambas as substâncias.
Exemplos de órgãos que possuem músculo líso:
estômago
esôfago
intestino
brônquios
Tecido Nervoso
O tecido nervoso é componente importante do sistema nervoso e do sistema endócrino.
Em sua estrutura dois tipos de células são comumente encontrados:
neurônios
células da glia
Neurônios
Os neurônios são células especializadas na geração e transmissão do impulso nervoso, sendo subidivididas em:
dendritos - recebem estímulos
corpo celular - centro de operações, pode receber estímulos, mas sua função principal é interpretá-los
axônio - prlongamento coberto por mielina, especializado na transmissão do impulso.
Imagem retirada do LiDi do Conecte
A bainha de mielina é importante pra proteger o axônio e conferir agilidade na transmissão do impulso nervoso.
Existem casos onde esta bainha é atacada por leucócitos do próprio corpo (doença autominue), configurando uma patologia denominada esclerose múltipla.
Assim como os músculos, os neurônios não possuem capacidade de regeneração e mantêm abertos seus canais para entrada de glicose sem depender da presença de insulina.
A produção da mielina é realizada pelas células de Schwann ou oligodendrócitos.
O conjunto desta bainha com o axônio forma a estrutura conhecida como fibra nervosa, que, por sua vez, agrupa-se para a formação dos nervos.
Quando os oxônios possuem diâmetro muito reduzido, a fibra nervosa é constituída por fibras amielínicas, que unem diversas unidades de axônios por vilosidades de oligodendrócitos.
O fato de um neurônio não ter a capacidade de sofrer mitose, não significa que não pode se expandir.
Os axônios e dendritos são dotados de grande capacidade de ramificação, o que permite a proliferação de estímulos e a maior capacidade de interações.
Há também nos axônios a capacidade de regenerar sua estrutura em caso de rompimento.
Porém quando a parte rompida é extensa, ramificações sensíveis a dor crescem de forma desordenada, formando a estrutura conhecida como neuroma de amputação.
Células da Glia
Tipos:
oligodendrócitos - produzem mielina
astrócitos - transportam substâncias do sangue para o neurônio
micróglia - derivadas dos macrófagos, atuam na defesa do sistema nervoso
céluas ependimárias - formam um epitélio conhecido como meninge
Impulso Nervoso
O impulso nervoso é compreende um conjunto de reações, envolvendo íons e substâncias químicas específicas.
O sentido de um impulso nervoso é:
dendrito - corpo celular - axônio.
Quando apresenta o potencial de repouso, um neurônio possui carga positiva do lado externo da membrana e carga negativa do lado interno, mantida pela bomba Na-K.
Quando o impulso nervoso passa pelo axônio, a permaeabilidade da membrana para o sódio aumenta, fazendo com que haja uma inversão de polaridade, denominado potencial de ação.
A entrada de sódio na célula é realizada por uma proteína com duas portas, uma de ativação e outra de inativação.
Quando o impulso nervoso chega ao axônio, a porta de ativação (voltada ao meio externo) se abre, permitindo a entrada dos íons.
Quando a concentração chega a seu limite, a porta de inativação (voltada ao citoplasma) se fecha.
O estímulo inicial para a transmissão do impulso nervoso deve ser forte o suficiente para promover a despolarização.
Para tanto, cada neurônio (dependendo de suas características) possui um valor de ativação próprio (limiar).
A bainha de mielina também auxilia na transmissão do impulso nervoso, permitindo a despolarização saltatória, que é mais rápida e chega a atingir a velocidade de 120m/s.
Ao atinfir o botão do axônio, a despolarização induz a liberação de substâncias químicas, os neurotransmissores, que serão liberadas em um pequeno espaço (fenda sináptica).
Os neurotransmissores se ligarão a sítios de ligação de dendritos dos próximos neurônios, ou de células de um órgão alvo.
A passagem do impulso através de neurotransmissores é denominada sinapse.
Cada neurotransmissor é responsável por uma ação diferente, o que gera variabilidade de pensamento, ação, reação, etc.
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