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Copy of Copy of PABLO PICASSO

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Renan Alves

on 29 August 2014

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GIORGIONE
Giorgione (Castelfranco Veneto , c. 1477 — Veneza, fins de 1510) como é conhecido Giorgio Barbarelli da Castelfranco, foi um pintor do Renascimento na Itália. Por ter morrido com apenas 33 anos, deixou uma obra pequena em quantidade, mas de alta qualidade e grande influência em seu tempo.

O pintor veio de uma pequena vila perto de Veneza, mas não se conhece bem com que idade ele começou como aprendiz de Giovanni Bellini, com quem permaneceu ate ficar famoso. Em 1500, com vinte e três anos, foi escolhido para pintar os retratos do Doge Agostino Barberigo e do Condotiere Consalvo Ferrante. Em 1504 recebeu a encomenda para pintar uma peça para o altar da catedral de sua nativa Castelfranco. Em 1507, recebeu um pagamento de uma obra para o salão de audiências no palácio do Doge. Entre 1507-1508 esteve empregado, junto com outros artistas, decorando o exterior da Fondaco dei Tedeschi em Veneza, além de outras obras já espalhadas pela cidade.

Outro importante acontecimento na vida de Giorgione, que muito influenciou sua obra foi seu encontro com Leonardo da Vinci, por ocasião da visita do mestre toscano a Veneza em 1500. Giorgione foi para a pintura de Veneza o que Leonardo fora para Florença vinte anos antes, influenciando vários contemporâneos, entre eles Tiziano.

Ele nunca subordinou sua pintura à arquitetura, um efeito artístico à uma representação sentimental. Foi o primeiro a pintar paisagens com figuras, e o primeiro a pintar figuras sem um propósito devocional, alegórico ou histórico, e o primeiro a usar as cores com a intensidade que ficou típica da escola veneziana. Foi também um dos pioneiros do sfumato e do chiaroscuro, o delicado uso de tons de cor para acentuar a perspectiva e a luz, um dos motivos de sua fama.

Giorgione morreu novo, durante uma praga que assolou a cidade em setembro ou outubro de 1510, poucos dias antes de chegar a Veneza uma carta da grande mecenas das artes de seu tempo, Isabella d'Este, duquesa de Mântua, encomendando para sua coleção uma de suas obras.


RAFAEL
O artista italiano Rafael Sanzio nasceu no dia 6 de abril de 1483, na cidade de Urbino, então epicentro do movimento cultural conhecido como Renascimento, filho de um pintor obscuro, Giovanni Santi. Seu pai, apesar disso, tinha ótimas relações na corte do duque Federico de Montefeltro, então célebre mecenas.
Rafael, considerado o príncipe dos pintores, elegeu especialmente a pintura e a arquitetura como meios de expressão. Ele se tornou famoso pela aura graciosa que cercava sua obra, e também por uma perfeição sem igual. Seu pai, morto em 1494, legou-lhe a devoção à pintura e o aprendizado inicial, pois ao completar seis anos seu genitor o introduziu como estudante no estúdio do famoso pintor italiano Pietro Perugino.

Com este artista o jovem apreendeu a técnica do afresco ou pintura mural. Em seu ateliê Rafael elaborou sua primeira obra significativa, O Casamento da Virgem, de 1504. Em 1501 ele concluiu sua primeira produção, um altar para a Igreja de San Nicola da Tolentino. Neste mesmo ano ele segue para Florença, centro artístico onde se desenvolveram as carreiras de Michelangelo e Leonardo Da Vinci. Este gênio das artes exerceria profunda influência sobre sua obra, que também teria a ascendência de Fra Bartolomeu.

Quatro anos depois o papa Júlio II o convida para trabalhar a seu serviço, especialmente na decoração dos aposentos do Vaticano, que se tornariam famosos como as stanze de Rafael. Aí ele permaneceu por 12 anos, encarregado de obras de vulto, que provaram o poder de sua rica e diversificada imaginação.


Escola de Atenas (1511) - uma das principais obras de Rafael.
Em 1515 ele é oficializado como arquiteto do Vaticano, passando a coordenar a sequência dos trabalhos na Basílica de São Pedro. Nesta mesma ocasião ele passou a comandar as investigações arqueológicas então realizadas em Roma. Com o falecimento de Júlio II, em 1513, ele tornou-se o artista dileto de seu sucessor, Leão X.

Neste período ele assumiu também a decoração das galerias do Vaticano, concluída depois por seus aprendizes, e realizou trabalhos diversos, como retratos, tapeçarias, cenografias e ornamentações sacras, altares, planos arquitetônicos direcionados para edificações não religiosas, e igrejas como a de Sant'Eligio degli Orefici. Era então o pintor mais em voga na Itália.

Diz um de seus biógrafos, Giorgio Vasari, que sua fama era tal que o papa cogitou em transformá-lo em cardeal. Indicado para cuidar das antiguidades de Roma, em 1517, elaborou um mapa arqueológico desta cidade. Transfiguração, de 1517, foi sua derradeira e importante obra, ao lado do cenário composto para a peça cômica I suppositi, do autor Ludovico Ariosto, de 1519.

Ele morreu prematuramente, em Roma, no mesmo dia em que alcançava os 37 anos. Afirma-se que ele foi vítima de uma febre muito severa. Rafael tornou-se famoso especialmente pela produção de suas Madonas, um conjunto de pinturas sobre a Virgem Maria. Seu nome marcou a história do Renascimento.
EL GRECO
Renascimento
As célebres figuras alongadas das quadros de El Greco, objeto de muitas polêmicas, e suas cenas religiosas revelam um pintar de grande espiritualidade e domínio técnico, com uma pincelada solta e livre aprendida em Veneza.
Domenikos Theotokopoulus, conhecido como El Greco, nasceu cm 1541 em Cândia, posteriormente Heracléia, na ilha grega de Creta, na época possessão veneziana. Há poucos dados sobre seus anos de formação. Na ilha pode conhecer a pintura bizantina de ícones, cujo estilo idealizado nunca esqueceria. Em 1560 mudou-se para Veneza, onde aprendeu com Ticiano a técnica da cor e da composição. Por volta de 1570 El Greco encontrava-se sob a proteção do Cardeal Alessandro Farnese, em Roma, onde estudou o tratamento do nu nas obras de Michelangelo. Seus primeiros quadros como "Cristo expulsando os vendilhões do Templo" (1560 - 1565)mostram já a assimilação da estética veneziana no que se refere à luz, ao colorido e à construção espacial.

Posteriormente, El Greco trocou a Itália pela Espanha, atraído pela construção do mosteiro do Escorial, perto de Toledo, que oferecia enorme possibilidades de trabalho aos pintores italianos. Em 1576 conheceu, em Madri, Jerónima de las Cuevas, com quem teria um filho. É no ano seguinte, ao se instalar em Toledo, cidade onde viveu o resto da vida e que ficou ligada a fama do pintor, que El Greco entra realmente para a história da arte. Toledo havia sido, até 1561, capital de grande prestígio e iniciara sua decadência com a mudança da corte para Madri. Logo surgiram as encomendas e El Greco pintou os retábulos da Igreja de Santo Domingo el Antiguo e "O espólio" (1577 - 1579) para a Catedral de Toledo. Para o Escorial realizou o famoso "Martírio de São Maurício e de sua legião tebana" (1580 - 82); suas deformações contrárias ao naturalismo clássico desagradaram Felipe II, o que provocou o afastamento de El Greco do núcleo de pintores da corte e sua completa reclusão em Toledo.
Sua posterior produção artística encaminhou-se em três direções: os retratos, onde procurou mostrar a vida interior dos personagens; a série de santos e apóstolos; e os quadros de cenas religiosas, nos quais mostrou um estilo particular, com figuras alongadas - que alguns críticos creditavam a um defeito de visão - composições assimétricas, formas serpenteantes, grande expressividade de cor e, sempre presente, uma enorme força espiritual.

Renascimento, Renascença ou Renascentismo são os termos usados para identificar o período da História da Europa aproximadamente entre fins do século XIV e inicio do século XVII. Os estudiosos, contudo, não chegaram a um consenso sobre essa cronologia, havendo variações consideráveis nas datas conforme o autor.1 Seja como for, o período foi marcado por transformações em muitas áreas da vida humana, que assinalam o final da Idade Média e boa parte da Idade Moderna. Apesar destas transformações serem bem evidentes na cultura, sociedade, economia, política e religião, caracterizando a transição do feudalismo para o capitalismo e significando uma ruptura com as estruturas medievais, o termo é mais comumente empregado para descrever seus efeitos nas artes, na filosofia e nas ciências.

Chamou-se "Renascimento" em virtude da redescoberta e revalorização das referências culturais da antiguidade clássica, que nortearam as mudanças deste período em direção a um ideal humanista e naturalista. O termo foi registrado pela primeira vez por Giorgio Vasari já no século XVI, mas a noção de Renascimento como hoje o entendemos surgiu a partir da publicação do livro de Jacob Burckhardt A cultura do Renascimento na Itália (1867), onde ele definia o período como uma época de "descoberta do mundo e do homem".

O Renascimento cultural manifestou-se primeiro na região italiana da Toscana, tendo como principais centros as cidades de Florença e Siena, de onde se difundiu para o resto da península Itálica e depois para praticamente todos os países da Europa Ocidental, impulsionado pelo desenvolvimento da imprensa por Johannes Gutenberg. A Itália permaneceu sempre como o local onde o movimento apresentou maior expressão, porém manifestações renascentistas de grande importância também ocorreram na Inglaterra, Alemanha, Países Baixos, Portugal e Espanha. Alguns críticos, porém, consideram, por várias razões, que o termo "Renascimento" deve ficar circunscrito à cultura italiana desse período, e que a difusão europeia dos ideais clássicos italianos pertence com mais propriedade à esfera do Maneirismo. Além disso, estudos realizados nas últimas décadas têm revisado uma quantidade de opiniões historicamente consagradas a respeito deste período, considerando-as insubstanciais ou estereotipadas, e vendo o Renascimento como uma fase muito mais complexa, contraditória e imprevisível do que se supôs ao longo de gerações.
O RENASCIMENTO
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