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Teoria do Conhecimento

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João Francisco Cossa

on 29 May 2013

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Transcript of Teoria do Conhecimento

Teoria do Conhecimento · A teoria do conhecimento será a parte da filosofia que se incumbirá de refletir a fonte, a origem, a definição e os limites do conhecer, por isso, vários autores se debruçarão a pensar o que propriamente o ser humano é capaz de conhecer;

O ato de conhecer
· Conhecimento é forma que um sujeito se apropria de um conhecimento de determinada realidade ou objeto, está constituído na relação de um sujeito que conhece e de um objeto que é passível de conhecimento;
· Entende-se conhecimento em duas partes:
§ Ato: é a relação estabelecida entre sujeito e objeto, pode ser externo ou a própria mente, como afetos, desejos, paixões;
§ Produto: é o resultado do ato de conhecer, isto é, o conjunto de saberes acumulados e que contribuímos para aumentá-lo; O que podemos conhecer? A busca da Verdade A teoria do Conhecimento é um disciplina que investiga o conhecimento verdadeiro Os filósofos antigos e medievais não se questionaram sobre o conhecimento, apenas explicaram como conhecemos. “Os Filósofos pré-socráticos iniciaram um processo de desligamento dos mitos”. A FILOSOFIA PRÉ-SOCRÁTICA

(VII-VI a. C.)
- Jônia
- Magna Grécia Os pré-socráticos investigaram a arkhé, um princípio racional e teórico que é fundamento de todas as coisas Procura a multiplicidade do real
Aceita as contradições da realidade em suas mudanças (devir)
Tudo Flui Heráclito
(544-484 a.C.) O ser é múltiplo, constituído de variedade e oposições internas

“Nunca nos banhamos duas vezes no mesmo rio”. Foi decisivo para a Filosofia
É impensável o ser e o não ser ao mesmo tempo em uma mesma realidade
O ser é único, imutável, infinito e imóvel Parmênides
(540-470 a.C.) O movimento pertence ao engano do mundo sensível, e o inteligível é o da não-contradição

O ser é e o não ser não é Sofistas
(séc. V e VI a.C.) Período socrático
Além das questões cosmológicas, ampliou-se para as questões antropológicas, moral e política
Período de Péricles, fase áurea grega Sofistas conhecidos
Protágoras
Górgias
Híppias
Trasímaco
Pródico
Hipódamos Se dedicavam ao ensino itinerante, e eram considerados sábios e pedagogos

Advindos de diversas partes do mundo grego e com enorme diversidade teórica Caracterizados pelo exercício constante do pensar e a aceitação de opiniões contraditórias

Cobravam para ensinar, o que levou a serem acusados por Sócrates de “mercenários” Foram responsáveis pela sistematização do ensino, com uma tradição educativa, e possuíam uma influência muito forte em seu tempo

Eles elaboraram o ideal de democracia, valorizada pelos comerciantes em ascensão

Eles ensinavam a retórica que era instrumento essencial na vida política Eram brilhantes na arte da retórica, mas eram acusados de reduzir a verdade a um discurso relativista


Os melhores sofistas se aperfeiçoaram na coerência e no rigor da argumentação, como é o caso de Protágoras Sócrates
(470-399 a.C.) O pressuposto do saber é o reconhecimento da ignorância : “só sei que nada sei” Seus métodos de diálogo provocavam os poderosos

Fase destrutiva: ironia


Fase construtiva: maiêutica
Na maiêutica dava-se início a uma nova definição do conceito Nem sempre se chegava a uma verdade definitiva: diálogos aporéticos

Privilegia questões morais: virtude, coragem , piedade, justiça Platão
(428-347 a.C.) Alegoria da Caverna Livro VII da República
(Politeia) Mundo sensível: mundo percebido pelos sentidos

Mundo Inteligível: alcançado pela dialética ascendente, pela depuração dos sentidos e da contemplação Teoria da participação: o mundo dos fenômenos só existem a partir do momento em que fazem parte do mundo das ideias Teoria da Reminiscência: um dia contemplemos todas as verdades mas fomos jogados nesse corpo e ao cair esquecemos tudo, agora cabe lembrar essas verdades Aristóteles Matéria
Forma

Ato
Potência

Essência
Acidente
Quatro causas Material
Formal
Eficiente
Final
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